Campeonato Brasileiro de Futebol - Série D

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Campeonato Brasileiro de Futebol - Série D
Série D
Brasil
Dados gerais
Organização CBF
Edições 11
Outros nomes Série D
Local de disputa Brasil
Número de equipes 68[1]
Sistema Sistema misto
Divisões
Série ASérie BSérie CSérie D
Soccerball current event.svg Edição atual
editar

O Campeonato Brasileiro de Futebol - Série D, ou simplesmente Brasileirão - Série D, é uma competição equivalente à quarta divisão do Campeonato Brasileiro de Futebol. É por meio dela que os clubes conseguem acesso para a Série C.[2]

Ao contrário de outros países onde o futebol é um esporte popular e tradicional, como a Inglaterra, que possui 24 divisões nacionais,[3] o sistema de ligas no Brasil por muitos anos chegava apenas à Série C, equivalente à terceira divisão. A primeira edição da Série D foi realizada em 2009, após confirmação da CBF no ano anterior promovendo o decréscimo de participantes da Série C de 64 para 20 clubes.[4][5] Inicialmente, o regulamento previa a participação de 40 equipes selecionadas através das competições estaduais, mas o Acre desistiu de enviar representantes e a competição ficou com 39 times.[6] O primeiro campeão foi o São Raimundo-PA.[7]

De 2010 a 2015, o torneio contou com 40 clubes participantes, exceção feita à edição de 2014, que teve 41 times.[8] A partir de 2016, passou a abrigar 68 equipes.[1] Apesar da variação na quantidade de participantes e de pequenas mudanças no formato, disputado em sistema misto, a competição não tem sua extensão alterada, variando entre 16 e 18 datas no calendário nacional, a maior parte geralmente no segundo semestre.[9][10]

No Ranking da CBF, a Série D atribui 100 pontos ao campeão. O vice-campeão recebe 80 pontos, o terceiro recebe 75 e o quarto 70. A partir do quinto colocado, cada posição perde um ponto em relação ao colocado imediatamente anterior. Deste modo, o quinto colocado recebe 69 pontos, o sexto 68 pontos, reduzindo até 51 pontos para o 23º colocado em diante (pontuação mínima em Campeonatos Brasileiros).[11]

História

Partida entre Alecrim e Treze, válida pela primeira edição da competição, em 2009.

Em março de 2008, o presidente da Federação Gaúcha de Futebol Francisco Noveletto afirmou que a CBF criaria, pela primeira vez na história, a quarta divisão do Campeonato Brasileiro, denominada Série D, pois, com a diminuição do número de clubes participantes da Série C, muitas equipes do país não disputariam nenhuma competição nacional.[4] No início de abril, a entidade confirmou a implementação da nova competição no calendário de 2009, ainda sem detalhar formato e regulamento, mas estipulando um total de 40 participantes a serem selecionados através dos campeonatos e das copas estaduais.[5]

Excepcionalmente, a primeira edição do torneio contou com 39 equipes, uma vez que nenhum clube do Acre demonstrou interesse em participar da competição.[6] Dessa forma, as equipes foram divididas em dez grupos regionalizados, com os dois primeiros colocados de cada chave avançando ao mata-mata que levaria até a final. O primeiro campeão da Série D foi o São Raimundo-PA, que superou o Macaé na decisão.[7] Os dois finalistas e os semifinalistas Alecrim e Chapecoense foram as primeiras equipes na história a obter o acesso para a Série C.[12]

Atacante Warley, do Botafogo-PB, ergue a taça da Série D de 2013.

No ano seguinte, logo na segunda edição, a Série D teve sua primeira grande polêmica: mesmo chegando até a final do torneio e ficando, inicialmente, com o vice-campeonato, o América-AM não ficou com a segunda colocação na classificação final, tampouco obteve o acesso, uma vez que foi punido com a perda de seis pontos por escalar o atleta Amaral Capixaba de forma irregular nas quartas de final, contra o Joinville. Dessa forma, o clube manauara ficou em oitavo lugar, enquanto o time catarinense tomou a quarta colocação e a vaga na Série C de 2011.[13][14]

Em 2011, pequena mudança no formato e mais disputa nos tribunais: a competição passou a contar com oito grupos, ao invés de dez, e a fase eliminatória começou a partir das oitavas de final.[15] No âmbito extracampo, após um longo imbróglio judicial, o Treze conquistou o acesso para a Série C mesmo sem chegar às semifinais da Série D: o clube paraibano herdou a vaga do Rio Branco-AC, que foi excluído da Série C de 2012 por acionar a justiça comum contra a interdição da Arena da Floresta.[16][17] O curioso é que o Treze também acionou a justiça comum para garantir a vaga na terceira divisão e, assim, ficou suscetível a uma punição. Em 2013, para finalmente encerrar a briga jurídica, os dois clubes e a CBF entraram em um acordo no Supremo Tribunal Federal, garantindo a participação das duas equipes na Série C daquele ano, que contou com 21 clubes.[18] Por conta disso, a Série D de 2014 teve 41 participantes, uma vez que cinco times foram rebaixados da terceira divisão do ano anterior a fim de retornar ao número de participantes padrão.[8]

Jogadores do Botafogo-SP comemoram o título de 2015.

Também em 2014, uma nova mecânica foi introduzida à competição: os cruzamentos na fase de mata-mata deixaram de ser regionalizados e passaram a levar em consideração a campanha das equipes ao longo das etapas anteriores.[19] Em 2016, a CBF ampliou a Série D inicialmente para 48 clubes e, após pressão das federações estaduais, confirmou a participação de 68 equipes.[20][1] Sob o novo cenário, o torneio passou a contar com 17 grupos na fase inicial e ganhou mais uma etapa de mata-mata antes das oitavas de final.[1]

Desde sua criação, a Série D nunca teve um campeão repetido, porém os estados de Minas Gerais (representado por Tupi e Tombense) e Ceará (com Guarany de Sobral e Ferroviário) têm dois títulos cada.[21][22] Em relação aos clubes que conquistam o acesso, a hegemonia é do Nordeste, que em todas as temporadas teve pelo menos um representante comemorando a entrada na Série C, além de ser a única região a promover três equipes juntas em uma mesma edição.[23] Apenas quatro times conseguiram a façanha de jogar a Série D e, posteriormente, conquistar o acesso em todas as divisões do futebol brasileiro para chegar à Série A: a Chapecoense (que subiu na Série D de 2009 e chegou à elite em 2014);[24] o Joinville (que depois do acesso na quarta divisão, em 2010, conquistou os títulos das Séries C e B);[25] o Santa Cruz (promovido na última divisão em 2011 e que retornou à Série A em 2016);[26] e o CSA (o único da lista a conseguir três acessos consecutivos, jogando a Série D em 2016 e chegando à Série A em 2019).[27]

Transmissão

No dia 2 de julho de 2015, o Esporte Interativo adquiriu junto à CBF os direitos de transmissão da Série D de 2015 para canais fechados. Foi a primeira vez que a competição teve transmissão na televisão.[28] No mesmo ano, a partir das oitavas de final, a TV Brasil obteve os direitos da competição para transmissão em sinal aberto.[29] A rede de televisão pública transmitiu o torneio até 2016, mas abdicou de fazê-lo a partir de 2017, alegando cortes orçamentários.[30]

Em 9 agosto de 2018, o grupo Turner anunciou o fim imediato dos canais de TV Esporte Interativo.[31] Como a Série D de 2018 teve seu jogo decisivo cinco dias antes, a competição não chegou a ter sua transmissão interrompida abruptamente. Alguns conteúdos da emissora, como a Liga dos Campeões, passaram a ser transmitidos por outros canais da Turner, como por exemplo TNT e Space.[32] No entanto, a Série C não foi repassada a nenhuma parceira e simplesmente deixou de ser televisionada no decorrer do torneio, colocando em xeque a transmissão da Série D a partir de 2019 em algum canal de televisão.[33][34][35]

No dia 3 de maio de 2019, um dia antes do início da 11ª edição, a CBF confirmou um acordo com a plataforma de streaming MyCujoo para a transmissão de 700 partidas ao vivo organizadas pela entidade, o que inclui torneios de base, como o Campeonato Brasileiro de Aspirantes e a Copa do Brasil Sub-20; as duas divisões do Campeonato Brasileiro Feminino; e a Série D.[36][37]

Critérios para as vagas

Em 2009
  1. Os quatro primeiros estados do RNF (Ranking Nacional das Federações), divulgado pela CBF, tiveram direito a três representantes cada;
  2. Do quinto ao nono tiveram direito a dois representantes cada;
  3. Os demais tiveram um representante cada. O estado do Acre desistiu de enviar representantes.
  • Total: 39 vagas[6]
De 2010 a 2013
  1. Os quatro rebaixados da Série C do ano anterior;
  2. Os nove primeiros estados do RNF (Ranking Nacional das Federações) tiveram direito a dois representantes cada;
  3. Os demais estados tiveram um representante cada.
Em 2014
  1. Os cinco rebaixados da Série C do ano anterior;
  2. Os nove primeiros estados do RNF (Ranking Nacional das Federações) tiveram direito a dois representantes cada;
  3. Os demais estados tiveram um representante cada.
  • Total: 41 vagas[8]
Em 2015
  1. Os quatro rebaixados da Série C do ano anterior;
  2. Os nove primeiros estados do RNF (Ranking Nacional das Federações) tiveram direito a dois representantes cada;
  3. Os demais estados tiveram um representante cada.
A partir de 2016
  1. Os quatro rebaixados da Série C do ano anterior;
  2. O primeiro estado do RNF (Ranking Nacional das Federações) tem direito a quatro representantes;
  3. Do segundo ao nono estado do RNF (Ranking Nacional das Federações) têm direito a três representantes cada;
  4. Os demais estados têm dois representantes cada.
  • Total: 68 vagas[1]

Campeões

Campeões do Campeonato Brasileiro de Futebol - Série D
Ano Final Semifinalistas Número de participantes
Campeão Placar(es) Vice 3º lugar 4º lugar
2009
Detalhes
Pará
São Raimundo-PA
2 – 3
2 – 1
Rio de Janeiro
Macaé
Santa Catarina
Chapecoense
Rio Grande do Norte
Alecrim
39
2010
Detalhes
Ceará
Guarany de Sobral
[nota 1] Rio de Janeiro
Madureira
Tocantins
Araguaína
Santa Catarina
Joinville
40
2011
Detalhes
Minas Gerais
Tupi
1 – 0
2 – 0
Pernambuco
Santa Cruz
Mato Grosso
Cuiabá
São Paulo
Oeste
40
2012
Detalhes
Maranhão
Sampaio Corrêa Cscr-featured.png
1 – 1
2 – 0
Goiás
CRAC
Rio Grande do Norte
Baraúnas
São Paulo
Mogi Mirim
40
2013
Detalhes
Paraíba
Botafogo-PB
1 – 2
2 – 0
Rio Grande do Sul
Juventude
Minas Gerais
Tupi
Pernambuco
Salgueiro
40
2014
Detalhes
Minas Gerais
Tombense
0 – 0
0 – 0
4 – 2 (pen)
Rio Grande do Sul
Brasil de Pelotas
Paraná
Londrina
Sergipe
Confiança
41
2015
Detalhes
São Paulo
Botafogo-SP
3 – 2
0 – 0
Piauí
River-PI
Pará
Remo
Rio Grande do Sul
Ypiranga de Erechim
40
2016
Detalhes
Rio de Janeiro
Volta Redonda Cscr-featured.png
0 – 0
4 – 0
Alagoas
CSA
São Paulo
São Bento
Maranhão
Moto Club
68
2017
Detalhes
Paraná
Operário-PR
5 – 0
0 – 1
Rio Grande do Norte
Globo
Acre
Atlético Acreano
Bahia
Juazeirense
68
2018
Detalhes
Ceará
Ferroviário
3 – 0
0 – 1
Paraíba
Treze
Rio Grande do Sul
São José-RS
Maranhão
Imperatriz
68
2019
Detalhes
Santa Catarina
Brusque
2 – 2
2 – 2
6 – 5 (pen)
Amazonas
Manaus
São Paulo
Ituano
Bahia
Jacuipense
68
Cscr-featured.png Conquistou o título de forma invicta.

Títulos por clube

Clube Títulos Vices 3º lugar 4º lugar
Minas Gerais Tupi 1 (2011) 0 1 (2013) 0
Pará São Raimundo-PA 1 (2009) 0 0 0
Ceará Guarany de Sobral 1 (2010) 0 0 0
Maranhão Sampaio Corrêa 1 (2012) 0 0 0
Paraíba Botafogo-PB 1 (2013) 0 0 0
Minas Gerais Tombense 1 (2014) 0 0 0
São Paulo Botafogo-SP 1 (2015) 0 0 0
Rio de Janeiro Volta Redonda 1 (2016) 0 0 0
Paraná Operário-PR 1 (2017) 0 0 0
Ceará Ferroviário 1 (2018) 0 0 0
Santa Catarina Brusque 1 (2019) 0 0 0
Rio de Janeiro Macaé 0 1 (2009) 0 0
Rio de Janeiro Madureira 0 1 (2010) 0 0
Pernambuco Santa Cruz 0 1 (2011) 0 0
Goiás CRAC 0 1 (2012) 0 0
Rio Grande do Sul Juventude 0 1 (2013) 0 0
Rio Grande do Sul Brasil de Pelotas 0 1 (2014) 0 0
Piauí River-PI 0 1 (2015) 0 0
Alagoas CSA 0 1 (2016) 0 0
Rio Grande do Norte Globo 0 1 (2017) 0 0
Paraíba Treze 0 1 (2018) 0 0
Amazonas Manaus 0 1 (2019) 0 0
Santa Catarina Chapecoense 0 0 1 (2009) 0
Tocantins Araguaína 0 0 1 (2010) 0
Mato Grosso Cuiabá 0 0 1 (2011) 0
Rio Grande do Norte Baraúnas 0 0 1 (2012) 0
Paraná Londrina 0 0 1 (2014) 0
Pará Remo 0 0 1 (2015) 0
São Paulo São Bento 0 0 1 (2016) 0
Acre Atlético Acreano 0 0 1 (2017) 0
Rio Grande do Sul São José-RS 0 0 1 (2018) 0
São Paulo Ituano 0 0 1 (2019) 0
Rio Grande do Norte Alecrim 0 0 0 1 (2009)
Santa Catarina Joinville 0 0 0 1 (2010)
São Paulo Oeste 0 0 0 1 (2011)
São Paulo Mogi Mirim 0 0 0 1 (2012)
Pernambuco Salgueiro 0 0 0 1 (2013)
Sergipe Confiança 0 0 0 1 (2014)
Rio Grande do Sul Ypiranga de Erechim 0 0 0 1 (2015)
Maranhão Moto Club 0 0 0 1 (2016)
Bahia Juazeirense 0 0 0 1 (2017)
Maranhão Imperatriz 0 0 0 1 (2018)
Bahia Jacuipense 0 0 0 1 (2019)

Títulos por federação

Estado Títulos Vices 3º lugar 4º lugar
Minas Gerais Minas Gerais 2 0 1 0
Ceará Ceará 2 0 0 0
Rio de Janeiro Rio de Janeiro 1 2 0 0
Paraíba Paraíba 1 1 0 0
São Paulo São Paulo 1 0 2 2
Santa Catarina Santa Catarina 1 0 1 1
Pará Pará 1 0 1 0
Paraná Paraná 1 0 1 0
Maranhão Maranhão 1 0 0 2
Rio Grande do Sul Rio Grande do Sul 0 2 1 1
Rio Grande do Norte Rio Grande do Norte 0 1 1 1
Pernambuco Pernambuco 0 1 0 1
Alagoas Alagoas 0 1 0 0
Amazonas Amazonas 0 1 0 0
Goiás Goiás 0 1 0 0
Piauí Piauí 0 1 0 0
Acre Acre 0 0 1 0
Mato Grosso Mato Grosso 0 0 1 0
Tocantins Tocantins 0 0 1 0
Bahia Bahia 0 0 0 2
Sergipe Sergipe 0 0 0 1

Títulos por região

Região Títulos Vices 3º lugar 4º lugar
Nordeste 4 5 1 7
Sudeste 4 2 3 2
Sul 2 2 3 2
Norte 1 1 3 0
Centro-Oeste 0 1 1 0

Títulos por cidade

Cidade Títulos Equipes
Bandeira Brusque SantaCatarina Brasil.jpg Brusque 1 Brusque (1)
Bandeira de Fortaleza.svg Fortaleza 1 Ferroviário (1)
Bandeira de João Pessoa.svg João Pessoa 1 Botafogo-PB (1)
Bandeira de Juiz de Fora.svg Juiz de Fora 1 Tupi (1)
Bandeira ponta grossa.png Ponta Grossa 1 Operário-PR (1)
Bandeira de Ribeirão Preto.svg Ribeirão Preto 1 Botafogo-SP (1)
Bandeira Santarem.png Santarém 1 São Raimundo-PA (1)
Bandeira de São Luís.svg São Luís 1 Sampaio Corrêa (1)
Bandeira de Sobral - CE.svg Sobral 1 Guarany de Sobral (1)
Bandeira de tombos.jpg Tombos 1 Tombense (1)
Bandeira de Volta Redonda.svg Volta Redonda 1 Volta Redonda (1)

Treinadores e capitães campeões

Marcelo Vilar é o único treinador que conquistou o título da Série D mais de uma vez.
Ano Time Treinador Capitão Refs.
2009 Pará São Raimundo-PA Lúcio Santarém Trindade [44]
2010 Ceará Guarany de Sobral Oliveira Canindé Junior Alves [45][46]
2011 Minas Gerais Tupi Ricardo Drubscky Sílvio [47][48]
2012 Maranhão Sampaio Corrêa Flávio Araújo Arlindo Maracanã [49][50]
2013 Paraíba Botafogo-PB Marcelo Vilar Lenílson [51][52]
2014 Minas Gerais Tombense Eugênio Souza Darley [53]
2015 São Paulo Botafogo-SP Marcelo Veiga César Gaúcho [54][55]
2016 Rio de Janeiro Volta Redonda Felipe Surian Mota [56][57]
2017 Paraná Operário-PR Gerson Gusmão Chicão [58][59]
2018 Ceará Ferroviário Marcelo Vilar Leanderson [60][61]
2019 Santa Catarina Brusque Waguinho Dias Zé Carlos [62]

Participações

Os clubes que mais participaram da Série D do Campeonato Brasileiro (de 2009 a 2019):

Em negrito os participantes da edição de 2019.

Clube UF Participações
Central Pernambuco PE 9
Metropolitano Santa Catarina SC 8
Aparecidense Goiás GO 7
Campinense Paraíba PB 7
Santos-AP Amapá AP 7
Nacional-AM Amazonas AM 6
Sergipe Sergipe SE 6
Coruripe Alagoas AL 6

Campeões da Série B que participaram da Série D

Em negrito, os clubes participantes da edição de 2019. Em itálico, ano em que o clube em questão foi o campeão da Série D.

Clube Participações na Série D
Minas Gerais Villa Nova 6 (2011, 2013, 2014, 2015, 2016 e 2017)
Distrito Federal (Brasil) Brasiliense 3 (2014, 2018 e 2019)
Rio Grande do Sul Juventude 3 (2011, 2012 e 2013)
Paraná Londrina 3 (2009, 2013 e 2014)
Maranhão Sampaio Corrêa 3 (2010, 2011 e 2012)
Distrito Federal (Brasil) Gama 2 (2011 e 2015)
Santa Catarina Joinville 2 (2010 e 2019)
Minas Gerais Uberlândia 2 (2009 e 2018)
Rio de Janeiro Americano 1 (2018)
São Paulo Portuguesa 1 (2017)

Campeões da Série C que participaram da Série D

Em negrito, os clubes participantes da edição de 2019. Em itálico, ano em que o clube em questão foi o campeão da Série D.

Clube Participações na Série D
Alagoas CSA 5 (2009, 2010, 2012, 2013 e 2016)
São Paulo Ituano 5 (2009, 2014, 2016, 2017 e 2019)
Paraná Operário-PR 4 (2010, 2011, 2015 e 2017)
Pará Remo 4 (2010, 2012, 2014 e 2015)
Distrito Federal (Brasil) Brasiliense 3 (2014, 2018 e 2019)
Paraná J.Malucelli 3 (2009, 2013 e 2016)
Maranhão Sampaio Corrêa 3 (2010, 2011 e 2012)
Pernambuco Santa Cruz 3 (2009, 2010 e 2011)
Santa Catarina Joinville 2 (2010 e 2019)
Rio de Janeiro Macaé 2 (2009 e 2018)
São Paulo Oeste 2 (2010 e 2011)
São Paulo Paulista 1 (2009)
São Paulo XV de Piracicaba 1 (2017)

Promoção e rebaixamento

Ano Rebaixados da Série C Promovidos para a Série C
2009 Sergipe Confiança
Santa Catarina Marcílio Dias
Mato Grosso Mixto
Maranhão Sampaio Corrêa
Rio Grande do Norte Alecrim
Santa Catarina Chapecoense
Rio de Janeiro Macaé
Pará São Raimundo-PA
2010 Rio Grande do Norte Alecrim
Distrito Federal (Brasil) Gama
Rio Grande do Sul Juventude
Pará São Raimundo-PA
Tocantins Araguaína
Ceará Guarany de Sobral
Rio de Janeiro Madureira
Santa Catarina Joinville[nota 1]
2011 Tocantins Araguaína
Paraíba Campinense
São Paulo Marília
Rio Grande do Sul Brasil de Pelotas[nota 2]
Mato Grosso Cuiabá
São Paulo Oeste
Pernambuco Santa Cruz
Minas Gerais Tupi
Paraíba Treze[nota 3]
2012 Ceará Guarany de Sobral
Pernambuco Salgueiro
São Paulo Santo André
Minas Gerais Tupi
Rio Grande do Norte Baraúnas
Goiás CRAC
São Paulo Mogi Mirim
Maranhão Sampaio Corrêa
2013 Rio Grande do Norte Baraúnas
Distrito Federal (Brasil) Brasiliense
São Paulo Grêmio Barueri
Acre Rio Branco-AC
Minas Gerais Betim[nota 4]
Paraíba Botafogo-PB
Rio Grande do Sul Juventude
Pernambuco Salgueiro
Minas Gerais Tupi
2014 Goiás CRAC
Rio de Janeiro Duque de Caxias
São Paulo São Caetano
Paraíba Treze
Rio Grande do Sul Brasil de Pelotas
Sergipe Confiança
Paraná Londrina
Minas Gerais Tombense
2015 Pará Águia de Marabá
Rio Grande do Sul Caxias
Ceará Icasa
Rio de Janeiro Madureira
São Paulo Botafogo-SP
Pará Remo
Piauí River-PI
Rio Grande do Sul Ypiranga de Erechim
2016 Rio Grande do Norte América de Natal
São Paulo Guaratinguetá
São Paulo Portuguesa
Piauí River-PI
Alagoas CSA
Maranhão Moto Club
São Paulo São Bento
Rio de Janeiro Volta Redonda
2017 Alagoas ASA
Rio de Janeiro Macaé
São Paulo Mogi Mirim
Maranhão Moto Club
Acre Atlético Acreano
Rio Grande do Norte Globo
Bahia Juazeirense
Paraná Operário-PR
2018 Santa Catarina Joinville
Bahia Juazeirense
Pernambuco Salgueiro
Minas Gerais Tupi
Ceará Ferroviário
Maranhão Imperatriz
Rio Grande do Sul São José-RS
Paraíba Treze
2019 Rio Grande do Norte ABC
Acre Atlético Acreano
Mato Grosso Luverdense
Flag of None.svg A definir
Santa Catarina Brusque
São Paulo Ituano
Bahia Jacuipense
Amazonas Manaus
Os rebaixados e promovidos por ano estão dispostos em ordem alfabética e não pela ordem de classificação, a não ser em casos extracampo.

Por federação

Estado P Aumento R Baixa
São Paulo São Paulo 5 7
Rio Grande do Sul Rio Grande do Sul 4 3
Maranhão Maranhão 3 2
Paraíba Paraíba 3 2
Santa Catarina Santa Catarina 3 2
Minas Gerais Minas Gerais 3 3
Rio de Janeiro Rio de Janeiro 3 3
Rio Grande do Norte Rio Grande do Norte 3 4
Paraná Paraná 2 0
Bahia Bahia 2 1
Ceará Ceará 2 2
Pará Pará 2 2
Pernambuco Pernambuco 2 2
Amazonas Amazonas 1 0
Alagoas Alagoas 1 1
Goiás Goiás 1 1
Piauí Piauí 1 1
Sergipe Sergipe 1 1
Tocantins Tocantins 1 1
Acre Acre 1 2
Mato Grosso Mato Grosso 1 2
Distrito Federal (Brasil) Distrito Federal 0 2

Artilheiros

Ano Artilheiro(s)[66] Clube(s) Gols
2009 Michell Parintins Pará São Raimundo-PA 10
2010 Danilo Pitbull Ceará Guarany de Sobral 11
2011 Fernando
Marcinho Beija-Flor
Mato Grosso Cuiabá
São Paulo Oeste
11
2012 Nino Guerreiro Goiás CRAC 13
2013 Ademilson Minas Gerais Tupi 12
2014 Nena Rio Grande do Sul Brasil de Pelotas 8
2015 São Paulo São Caetano 12
2016 Manoel Piauí Altos 10
2017 Eduardo
Weverton
Acre Atlético Acreano
Amazonas Princesa do Solimões
9
2018 Edson Cariús Ceará Ferroviário 11
2019 Júnior Pirambu Santa Catarina Brusque 10

Público

Maiores públicos

Estes são os vinte maiores públicos presentes da história da Série D:

A torcida do Santa Cruz é responsável pelos quatro maiores públicos da história da Série D.
Mais de 40 mil pessoas no Albertão na final da edição de 2015, entre River-PI e Botafogo-SP.
Público Mandante Placar Visitante Estádio Data Ano Ref.
1 59 966 Santa Cruz Pernambuco 0–0 Paraíba Treze Arruda 16 de outubro 2011 [67]
2 54 815 Santa Cruz Pernambuco 0–2 Minas Gerais Tupi Arruda 20 de novembro 2011 [68]
3 50 897 Santa Cruz Pernambuco 4–3 Ceará Guarany de Sobral Arruda 5 de setembro 2010 [69]
4 45 007 Santa Cruz Pernambuco 2–2 Pernambuco Central Arruda 11 de julho 2009 [70]
5 44 896 Manaus Amazonas 2–2 Santa Catarina Brusque Arena da Amazônia 18 de agosto 2019 [71]
6 44 642 Santa Cruz Pernambuco 1–0 Alagoas Coruripe Arruda 25 de setembro 2011 [72]
7 42 584 Santa Cruz Pernambuco 0–0 Ceará Guarani de Juazeiro Arruda 24 de julho 2011 [73]
8 42 004 River-PI Piauí 0–0 São Paulo Botafogo-SP Albertão 14 de novembro 2015 [74]
9 40 100 Sampaio Corrêa Maranhão 2–0 Goiás CRAC Castelão 21 de outubro 2012 [75]
10 40 028 Santa Cruz Pernambuco 1–2 Sergipe Sergipe Arruda 25 de julho 2009 [76]
11 40 000 Sampaio Corrêa Maranhão 4–1 Rondônia Vilhena Castelão 12 de setembro 2012 [77]
12 35 689 Manaus Amazonas 3–0 Rio Grande do Sul Caxias Arena da Amazônia 20 de julho 2019 [78]
13 35 020 Santa Cruz Pernambuco 1–0 Rio Grande do Norte Santa Cruz-RN Arruda 14 de agosto 2011 [79]
14 34 123 Sampaio Corrêa Maranhão 1–0 Rio Grande do Norte Baraúnas Castelão 10 de outubro 2012 [80]
15 33 900 Sampaio Corrêa Maranhão 0–0 Mato Grosso Mixto Castelão 23 de setembro 2012 [81]
16 33 099 Santa Cruz Pernambuco 2–1 Rio Grande do Norte Alecrim Arruda 18 de setembro 2011 [82]
17 31 681 Remo Pará 3–1 Paraná Operário-PR Mangueirão 18 de outubro 2015 [83]
18 29 702 Santa Cruz Pernambuco 2–2 Alagoas CSA Arruda 9 de agosto 2009 [84]
19 28 130 Remo Pará 3–0 Tocantins Palmas Mangueirão 3 de outubro 2015 [85]
20 27 746 Santa Cruz Pernambuco 1–0 Pernambuco Porto-PE Arruda 4 de setembro 2011 [86]

Maiores médias de público

Ano Média Clube Ref.
2009 38 246 Pernambuco Santa Cruz [87]
2010 30 243 Pernambuco Santa Cruz [88]
2011 36 916 Pernambuco Santa Cruz [89]
2012 19 247 Maranhão Sampaio Corrêa [90]
2013 8 095 Pernambuco Salgueiro [91]
2014 7 676 Pernambuco Central [92]
2015 15 394 Pará Remo [93]
2016 8 945 Alagoas CSA [94]
2017 8 094 Rio Grande do Norte América de Natal [95]
2018 4 827 Paraíba Treze [96]
2019 10 594 Amazonas Manaus [97]

Maiores goleadas

Estas são as dez maiores goleadas da história da Série D:[98]

Mandante Placar Visitante Estádio Data Ano Ref.
1 Plácido de Castro Acre 9–1 Mato Grosso Vila Aurora Arena da Floresta 10 de setembro 2011 [99]
2 Atlético Acreano Acre 8–0 Roraima Náutico-RR Florestão 7 de agosto 2016 [100]
América de Natal Rio Grande do Norte 8–0 Paraíba Serrano Arena das Dunas 9 de junho 2019 [101]
4 Santos-AP Amapá 8–1 Acre Plácido de Castro Zerão 27 de maio 2018 [102]
5 River-PI Piauí 7–1 Ceará Guarany de Sobral Albertão 21 de setembro 2014 [103]
6 Cianorte Paraná 6–0 São Paulo Marília Olímpico 24 de junho 2012 [104]
Sampaio Corrêa Maranhão 6–0 Amapá Santos-AP Nhozinho Santos 12 de agosto 2012 [105]
Friburguense Rio de Janeiro 6–0 Minas Gerais Guarani-MG Eduardo Guinle 26 de agosto 2012 [106]
São Raimundo-RR Roraima 0–6 Acre Rio Branco-AC Ribeirão 20 de setembro 2014 [107]
Boavista-RJ Rio de Janeiro 0–6 Santa Catarina Metropolitano Eucy Resende 21 de setembro 2014 [108]
CSA Alagoas 6–0 Ceará Guarani de Juazeiro Rei Pelé 19 de junho 2016 [109]
São Raimundo-PA Pará 6–0 Acre Rio Branco-AC Colosso do Tapajós 10 de julho 2016 [110]
Serrano Paraíba 0–6 Rio Grande do Norte América de Natal Amigão 4 de maio 2019 [111]
Novorizontino São Paulo 6–0 Rio de Janeiro Itaboraí Jorjão 9 de junho 2019 [112]

Notas e referências

Notas

  1. a b A final desta edição foi decidida entre Guarany de Sobral e América-AM, com vitória por 5–2 no placar agregado a favor do time cearense.[43] Porém, posteriormente a CBF divulgou a classificação final excluindo o clube amazonense da semifinal, punido com a perda de seis pontos mais os pontos ganhos nas quartas de final contra o Joinville (quatro no total) por escalação irregular do jogador Amaral Pernambucano. Assim, o América-AM terminou na oitava colocação, enquanto o Joinville ficou em quarto lugar e garantiu o acesso.[14]
  2. O Brasil de Pelotas foi rebaixado ao perder seis pontos no STJD, devido à escalação irregular do atleta Cláudio.[63]
  3. Devido a questões judiciais, o Treze tomou a vaga do Rio Branco-AC na Série C de 2012. O clube do Acre foi excluído da competição e tampouco disputou a Série D.[17]
  4. Devido a questões judiciais, o Betim foi rebaixado após decisão do STJD, mesmo terminando na oitava colocação.[64] O CRAC, que havia sido o clube rebaixado no grupo B (o mesmo do Betim), permaneceu na Série C.[65]

Referências

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Ver também

Ligações externas