Campeonato Brasileiro de Futebol - Série D

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Campeonato Brasileiro de Futebol - Série D
Série D
Campeonato Brasileiro Série D logo.png
Logotipo oficial da competição.
Dados gerais
Organização CBF
Edições 14
Outros nomes Série D
Quarta Divisão
Local de disputa Brasil
Número de equipes 64
Sistema Sistema misto
Divisões
Série ASérie BSérie CSérie D
Soccerball current event.svg Edição atual
editar

O Campeonato Brasileiro de Futebol - Série D, ou simplesmente Brasileirão - Série D, é uma competição equivalente à quarta divisão do Campeonato Brasileiro de Futebol. É por meio dela que os clubes conseguem acesso para a Série C.[1]

Ao contrário de outros países onde o futebol é um esporte popular e tradicional, como a Inglaterra, que possui 24 divisões nacionais,[2] o sistema de ligas nacionais no Brasil por muitos anos chegava apenas à Série C, equivalente à terceira divisão. A primeira edição da Série D foi realizada em 2009, após confirmação da CBF no ano anterior promovendo o decréscimo de participantes da Série C de 64 para 20 clubes. Inicialmente, o regulamento previa a participação de 40 equipes selecionadas através das competições estaduais, mas o Acre desistiu de enviar representantes e a disputa ficou com 39 times. O primeiro campeão foi o São Raimundo-PA.

De 2010 a 2015, o torneio contou com 40 clubes participantes, exceção feita à edição de 2014, que teve 41 times. De 2016 a 2021, passou a abrigar 68 equipes,[3] reduzindo para 64 a partir de 2022. Apesar da variação na quantidade de participantes e de pequenas mudanças no formato, disputado em sistema misto, a competição mantinha sua extensão inalterada, variando entre 16 e 18 datas no calendário nacional, a maior parte geralmente no segundo semestre.[4][5] Tal cenário só se modificou a partir da temporada de 2020, quando a CBF prolongou o torneio para durar por pelo menos seis meses, ocupando 26 datas.

No Ranking da CBF, a Série D atribui 100 pontos ao campeão. O vice-campeão recebe 80 pontos, o terceiro recebe 75 e o quarto 70. A partir do quinto colocado, cada posição perde um ponto em relação ao colocado imediatamente anterior. Deste modo, o quinto colocado recebe 69 pontos, o sexto 68 pontos, reduzindo até 51 pontos para o 23º colocado em diante (pontuação mínima em Campeonatos Brasileiros).[6]

História[editar | editar código-fonte]

Partida entre Alecrim e Treze, válida pela primeira edição da competição, em 2009.

Em março de 2008, o presidente da Federação Gaúcha de Futebol Francisco Noveletto afirmou que a CBF criaria, pela primeira vez na história, a quarta divisão do Campeonato Brasileiro, denominada Série D, pois, com a diminuição do número de clubes participantes da Série C, muitas equipes do país não disputariam nenhuma competição nacional.[7] No início de abril, a entidade confirmou a implementação da nova competição no calendário de 2009, ainda sem detalhar formato e regulamento, mas estipulando um total de 40 participantes a serem selecionados através dos campeonatos e das copas estaduais.[8]

Jogadores do Rio Branco-ES e da Caldense disputam a bola em jogo da Série D.

Excepcionalmente, a primeira edição do torneio contou com 39 equipes, uma vez que nenhum clube do Acre demonstrou interesse em participar da competição.[9] Dessa forma, as equipes foram divididas em dez grupos regionalizados, com os dois primeiros colocados de cada chave avançando ao mata-mata que levaria até a final. O primeiro campeão da Série D foi o São Raimundo-PA, que superou o Macaé na decisão.[10] Os dois finalistas e os semifinalistas Alecrim e Chapecoense foram as primeiras equipes na história a obter o acesso para a Série C.[11]

No ano seguinte, logo na segunda edição, a Série D teve sua primeira grande polêmica: mesmo chegando até à final do torneio e ficando, inicialmente, com o vice-campeonato, o América-AM não ficou com a segunda colocação na classificação final, tampouco obteve o acesso, uma vez que foi punido com a perda de seis pontos por escalar o atleta Amaral Capixaba de forma irregular nas quartas de final, contra o Joinville. Dessa forma, o clube manauara ficou em oitavo lugar, enquanto o time catarinense tomou a quarta colocação e a vaga na Série C de 2011.[12][13]

Confronto da Série D entre Inter de Lages e Resende, no Estádio Vidal Ramos Júnior.

Em 2011, pequena mudança no formato e mais disputa nos tribunais: a competição passou a contar com oito grupos, ao invés de dez, e a fase eliminatória começou a partir das oitavas de final.[14] No âmbito extracampo, após um longo imbróglio judicial, o Treze conquistou o acesso para a Série C mesmo sem chegar às semifinais da Série D: o clube paraibano herdou a vaga do Rio Branco-AC, que foi excluído da Série C de 2012 por acionar a justiça comum contra a interdição da Arena da Floresta.[15][16] O curioso é que o Treze também acionou a justiça comum para garantir a vaga na terceira divisão e, assim, ficou suscetível a uma punição. Em 2013, para finalmente encerrar a briga jurídica, os dois clubes e a CBF entraram em um acordo no Supremo Tribunal Federal, garantindo a participação das duas equipes na Série C daquele ano, que contou com 21 clubes.[17] Por conta disso, a Série D de 2014 teve 41 participantes, uma vez que cinco times foram rebaixados da terceira divisão do ano anterior a fim de retornar ao número de participantes padrão.[18]

Mais de 40 mil pessoas no Albertão na final da edição de 2015, entre River-PI e Botafogo-SP.

Também em 2014, uma nova mecânica foi introduzida à competição: os cruzamentos na fase de mata-mata deixaram de ser regionalizados e passaram a levar em consideração a campanha das equipes ao longo das etapas anteriores.[19] Em 2016, a CBF ampliou a Série D inicialmente para 48 clubes e, após pressão das federações estaduais, confirmou a participação de 68 equipes.[20][3] Sob o novo cenário, o torneio passou a contar com 17 grupos na fase inicial e ganhou mais uma etapa de mata-mata antes das oitavas de final.[3] Na edição de 2020, foi criada uma fase preliminar com oito clubes em formato mata-mata, enquanto 60 clubes entraram direto na fase de grupos: com isso, o total de 64 equipes passou a ser dividido em oito grupos com oito participantes cada, aumentando o número de partidas de cada equipe.[21]

Desde sua criação, a Série D nunca teve um campeão repetido, porém os estados de Minas Gerais, Ceará e São Paulo têm dois títulos cada.[22] Em relação aos clubes que conquistaram o acesso, a hegemonia é do Nordeste, que em todas as temporadas teve pelo menos um representante comemorando a entrada na Série C, além de ser a única região a promover três equipes juntas em uma mesma edição, em 2018 e em 2021.[23][24] Já o estado de São Paulo lidera o ranking de acessos por federação e é o único que conseguiu promover dois representantes em uma mesma temporada.[25]

Seis times conseguiram a façanha de jogar a Série D e, posteriormente, conquistar o acesso em todas as divisões do futebol brasileiro para chegar à Série A: a Chapecoense (que subiu na Série D de 2009 e chegou à elite em 2014);[26] o Joinville (que depois do acesso na quarta divisão, em 2010, conquistou os títulos das Séries C e B);[27] o Santa Cruz (promovido na última divisão em 2011 e que retornou à Série A em 2016);[28], o CSA (o único da lista a conseguir três acessos consecutivos, jogando a Série D em 2016 e chegando à Série A em 2019);[29] o Cuiabá (que conquistou o acesso na Série D de 2011 e, nove anos depois, foi promovido para a Série A de 2021);[30] e o Juventude (vice-campeão da Série D de 2013, navegou entre as Séries B e C até retornar à elite em 2021).[31]

Transmissão televisiva[editar | editar código-fonte]

No dia 2 de julho de 2015, o Esporte Interativo adquiriu junto à CBF os direitos de transmissão da Série D de 2015 para canais fechados. Foi a primeira vez que a competição teve transmissão na televisão.[32] No mesmo ano, a partir das oitavas de final, a TV Brasil obteve os direitos da competição para transmissão em sinal aberto.[33] A rede de televisão pública transmitiu o torneio até 2016, mas abdicou de fazê-lo a partir de 2017, alegando cortes orçamentários.[34]

Em 9 agosto de 2018, o grupo Turner anunciou o fim imediato dos canais de TV Esporte Interativo.[35] Como a Série D de 2018 teve seu jogo decisivo cinco dias antes, a competição não chegou a ter sua transmissão interrompida abruptamente. Alguns conteúdos da emissora, como a Liga dos Campeões, passaram a ser transmitidos por outros canais da Turner, como por exemplo TNT e Space.[36] No entanto, a Série C não foi repassada a nenhuma parceira e simplesmente deixou de ser televisionada no decorrer do torneio, colocando em xeque a transmissão da Série D a partir de 2019 em algum canal de televisão.[37][38][39]

Contudo, no dia 3 de maio de 2019, um dia antes do início da 11ª edição, a CBF confirmou um acordo com a plataforma de streaming MyCujoo (atual Eleven Sports) para a transmissão de 700 partidas ao vivo organizadas pela entidade, o que incluiu torneios de base, como o Campeonato Brasileiro de Aspirantes e a Copa do Brasil Sub-20; as duas divisões do Campeonato Brasileiro Feminino; e a Série D.[40][41] Em 2020, a plataforma renovou a parceria com a CBF para transmitir todas as partidas.[42] Em setembro do mesmo ano, a TV Brasil anunciou o retorno do torneio com transmissões nacionais tanto na TV aberta quanto no sinal fechado por assinatura, assim como via streaming na internet. O acordo com a CBF englobou 42 partidas a partir da terceira rodada da Série D de 2020, totalizando dois jogos por rodada. A Empresa Brasil de Comunicação era a responsável pela geração de imagens.[43]

Em 2022, apenas a dois dias do início da Série D, a plataforma russa de streaming InStat TV fechou um acordo de três anos com a CBF para exibir a competição com exclusividade, encerrando assim as transmissões na Eleven Sports e na TV Brasil. A princípio, as quatro primeiras rodadas da edição de 2022 seriam transmitidas gratuitamente. No entanto, devido a uma série de problemas ocorridos na 1ª rodada, o serviço não ofereceu garantias de que todos os jogos seriam exibidos. Ainda assim, a plataforma explicitou a intenção de implementar o serviço de pay-per-view partir da 5ª rodada da fase de grupos, sem transmissão gratuita do torneio, o que aconteceu de fato a partir da 7ª rodada.[44][45][46]

Critérios para as vagas[editar | editar código-fonte]

Primeira colocada no RNF, a Federação Paulista de Futebol tem direito a mais vagas na competição.

Os participantes são selecionados através dos campeões ou melhores colocados dos campeonatos e copas estaduais que não participam das outras divisões do Campeonato Brasileiro (Séries A, B e C), além dos rebaixados da Série C do ano anterior.

Em 2009
  1. Os quatro primeiros estados do RNF (Ranking Nacional das Federações), divulgado pela CBF, tiveram direito a três representantes cada;
  2. Do quinto ao nono tiveram direito a dois representantes cada;
  3. Os demais tiveram um representante cada. O estado do Acre desistiu de enviar representantes.
  • Total: 39 vagas[9]
De 2010 a 2013 e em 2015
  1. Os quatro rebaixados da Série C do ano anterior;
  2. Os nove primeiros estados do RNF (Ranking Nacional das Federações) tiveram direito a dois representantes cada;
  3. Os demais estados tiveram um representante cada.
Em 2014
  1. Os cinco rebaixados da Série C do ano anterior;
  2. Os nove primeiros estados do RNF (Ranking Nacional das Federações) tiveram direito a dois representantes cada;
  3. Os demais estados tiveram um representante cada.
De 2016 a 2021
  1. Os quatro rebaixados da Série C do ano anterior;
  2. O primeiro estado do RNF (Ranking Nacional das Federações) tem direito a quatro representantes;
  3. Do segundo ao nono estado do RNF (Ranking Nacional das Federações) têm direito a três representantes cada;
  4. Os demais estados têm dois representantes cada.
  • Total: 68 vagas[3]
A partir de 2022
  1. Os quatro rebaixados da Série C do ano anterior;
  2. O primeiro estado do RNF (Ranking Nacional das Federações) tem direito a quatro representantes;
  3. Do segundo ao nono estado do RNF (Ranking Nacional das Federações) têm direito a três representantes cada;
  4. Do décimo ao vigésimo terceiro estado do RNF (Ranking Nacional das Federações) têm direito a dois representantes cada;
  5. Os demais estados têm um representante cada.

Campeões[editar | editar código-fonte]

Comemoração do título da Aparecidense após a final da edição de 2021.

A primeira edição da história da Série D teve como vencedor o São Raimundo-PA, até hoje o único título da região Norte na quarta divisão.[10] Após a temporada inaugural, deu-se início à hegemonia das regiões Nordeste e Sudeste, primeiramente com vantagem para os clubes nordestinos: em 2010, o Guarany de Sobral tornou-se o primeiro clube cearense a ser campeão nacional.[53] Na edição seguinte, o Tupi empatou a contagem para as equipes do Sudeste.[54]

Em 2012, foi a vez do Sampaio Corrêa celebrar o campeonato da Série D, obtendo duas marcas históricas: além de ser o primeiro time a vencer a competição de forma invicta,[55] a Bolívia Querida também se tornou a primeira (e até hoje única) equipe do país a ter conquistado o título de três divisões nacionais, uma vez que foi campeã da Série B em 1972 e da Série C em 1997.[56]

No ano seguinte, foi o Botafogo-PB quem ergueu a taça, a primeira conquista a nível nacional de um clube paraibano, aumentando a vantagem dos nordestinos na Série D.[57] Contudo, nas três temporadas subsequentes, os clubes do sudeste pularam à frente graças aos títulos do Tombense em 2014 (tornando o estado de Minas Gerais o primeiro a ter dois vencedores da Série D);[58] do Botafogo-SP em 2015;[59] e do Volta Redonda em 2016 (de forma invicta).[60]

Já a região Sul conquistou seu primeiro triunfo na Série D em 2017, com o título do Operário-PR.[61] Nos três anos seguintes, o troféu ficou com Ferroviário, Brusque e Mirassol.[62][63][64] Em 2021, a Aparecidense sagrou-se campeã e garantiu o primeiro troféu para a região Centro-Oeste.[65]

Ao contrário das divisões superiores do Campeonato Brasileiro, o predomínio na Série D é de equipes do interior do país: apenas em três ocasiões o torneio foi conquistado por times sediados em capitais, todas do Nordeste: São Luís, João Pessoa e Fortaleza.[55][57][62] No âmbito das federações, a competição é a mais democrática dentre todas as divisões do Brasil: ao todo, 21 estados já tiveram representantes nas semifinais de Série D.[66]

Campeões do Campeonato Brasileiro de Futebol - Série D[66]
Ano Final Semifinalistas Número de participantes
Campeão Placar(es) Vice 3º lugar 4º lugar
2009
Detalhes
Pará
São Raimundo-PA
2 – 3
2 – 1
Rio de Janeiro
Macaé
Santa Catarina
Chapecoense
Rio Grande do Norte
Alecrim
39
2010
Detalhes
Ceará
Guarany de Sobral
[nota 1] Rio de Janeiro
Madureira
Tocantins
Araguaína
Santa Catarina
Joinville
40
2011
Detalhes
Minas Gerais
Tupi
1 – 0
2 – 0
Pernambuco
Santa Cruz
Mato Grosso
Cuiabá
São Paulo
Oeste
40
2012
Detalhes
Maranhão
Sampaio Corrêa Cscr-featured.png
1 – 1
2 – 0
Goiás
CRAC
Rio Grande do Norte
Baraúnas
São Paulo
Mogi Mirim
40
2013
Detalhes
Paraíba
Botafogo-PB
1 – 2
2 – 0
Rio Grande do Sul
Juventude
Minas Gerais
Tupi
Pernambuco
Salgueiro
40
2014
Detalhes
Minas Gerais
Tombense
0 – 0
0 – 0
4 – 2 (pen)
Rio Grande do Sul
Brasil de Pelotas
Paraná
Londrina
Sergipe
Confiança
41
2015
Detalhes
São Paulo
Botafogo-SP
3 – 2
0 – 0
Piauí
River-PI
Pará
Remo
Rio Grande do Sul
Ypiranga de Erechim
40
2016
Detalhes
Rio de Janeiro
Volta Redonda Cscr-featured.png
0 – 0
4 – 0
Alagoas
CSA
São Paulo
São Bento
Maranhão
Moto Club
68
2017
Detalhes
Paraná
Operário-PR
5 – 0
0 – 1
Rio Grande do Norte
Globo
Acre
Atlético Acreano
Bahia
Juazeirense
68
2018
Detalhes
Ceará
Ferroviário
3 – 0
0 – 1
Paraíba
Treze
Rio Grande do Sul
São José-RS
Maranhão
Imperatriz
68
2019
Detalhes
Santa Catarina
Brusque
2 – 2
2 – 2
6 – 5 (pen)
Amazonas
Manaus
São Paulo
Ituano
Bahia
Jacuipense
68
2020
Detalhes
São Paulo
Mirassol
1 – 0
1 – 0
Ceará
Floresta
São Paulo
Novorizontino
Piauí
Altos
68
2021
Detalhes
Goiás
Aparecidense
1 – 0
1 – 1
Paraíba
Campinense
Rio Grande do Norte
ABC
Ceará
Atlético Cearense
68
Cscr-featured.png Conquistou o título de forma invicta.

Resultados[editar | editar código-fonte]

Por clube[editar | editar código-fonte]

O troféu da Série D é destaque em pintura feita no muro da sede do Ferroviário, campeão em 2018.
Clube[66] Títulos Vices 3º lugar 4º lugar
Minas Gerais Tupi 1 (2011) 0 1 (2013) 0
Pará São Raimundo-PA 1 (2009) 0 0 0
Ceará Guarany de Sobral 1 (2010) 0 0 0
Maranhão Sampaio Corrêa 1 (2012) 0 0 0
Paraíba Botafogo-PB 1 (2013) 0 0 0
Minas Gerais Tombense 1 (2014) 0 0 0
São Paulo Botafogo-SP 1 (2015) 0 0 0
Rio de Janeiro Volta Redonda 1 (2016) 0 0 0
Paraná Operário-PR 1 (2017) 0 0 0
Ceará Ferroviário 1 (2018) 0 0 0
Santa Catarina Brusque 1 (2019) 0 0 0
São Paulo Mirassol 1 (2020) 0 0 0
Goiás Aparecidense 1 (2021) 0 0 0
Rio de Janeiro Macaé 0 1 (2009) 0 0
Rio de Janeiro Madureira 0 1 (2010) 0 0
Pernambuco Santa Cruz 0 1 (2011) 0 0
Goiás CRAC 0 1 (2012) 0 0
Rio Grande do Sul Juventude 0 1 (2013) 0 0
Rio Grande do Sul Brasil de Pelotas 0 1 (2014) 0 0
Piauí River-PI 0 1 (2015) 0 0
Alagoas CSA 0 1 (2016) 0 0
Rio Grande do Norte Globo 0 1 (2017) 0 0
Paraíba Treze 0 1 (2018) 0 0
Amazonas Manaus 0 1 (2019) 0 0
Ceará Floresta 0 1 (2020) 0 0
Paraíba Campinense 0 1 (2021) 0 0
Santa Catarina Chapecoense 0 0 1 (2009) 0
Tocantins Araguaína 0 0 1 (2010) 0
Mato Grosso Cuiabá 0 0 1 (2011) 0
Rio Grande do Norte Baraúnas 0 0 1 (2012) 0
Paraná Londrina 0 0 1 (2014) 0
Pará Remo 0 0 1 (2015) 0
São Paulo São Bento 0 0 1 (2016) 0
Acre Atlético Acreano 0 0 1 (2017) 0
Rio Grande do Sul São José-RS 0 0 1 (2018) 0
São Paulo Ituano 0 0 1 (2019) 0
São Paulo Novorizontino 0 0 1 (2020) 0
Rio Grande do Norte ABC 0 0 1 (2021) 0
Rio Grande do Norte Alecrim 0 0 0 1 (2009)
Santa Catarina Joinville 0 0 0 1 (2010)
São Paulo Oeste 0 0 0 1 (2011)
São Paulo Mogi Mirim 0 0 0 1 (2012)
Pernambuco Salgueiro 0 0 0 1 (2013)
Sergipe Confiança 0 0 0 1 (2014)
Rio Grande do Sul Ypiranga de Erechim 0 0 0 1 (2015)
Maranhão Moto Club 0 0 0 1 (2016)
Bahia Juazeirense 0 0 0 1 (2017)
Maranhão Imperatriz 0 0 0 1 (2018)
Bahia Jacuipense 0 0 0 1 (2019)
Piauí Altos 0 0 0 1 (2020)
Ceará Atlético Cearense 0 0 0 1 (2021)

Por cidade[editar | editar código-fonte]

Cidade Títulos[66] Equipes
Bandeira de Aparecida de Goiânia.jpg Aparecida de Goiânia 1 Aparecidense (1)
Bandeira Brusque SantaCatarina Brasil.jpg Brusque 1 Brusque (1)
Bandeira de Fortaleza.svg Fortaleza 1 Ferroviário (1)
Bandeira de João Pessoa.svg João Pessoa 1 Botafogo-PB (1)
Bandeira de Juiz de Fora.svg Juiz de Fora 1 Tupi (1)
Br-sp-ms.png Mirassol 1 Mirassol (1)
Bandeira ponta grossa.png Ponta Grossa 1 Operário-PR (1)
Bandeira de Ribeirão Preto.svg Ribeirão Preto 1 Botafogo-SP (1)
Bandeira Santarem.png Santarém 1 São Raimundo-PA (1)
Bandeira de São Luís.svg São Luís 1 Sampaio Corrêa (1)
Bandeira de Sobral - CE.svg Sobral 1 Guarany de Sobral (1)
Bandeira de tombos.jpg Tombos 1 Tombense (1)
Bandeira de Volta Redonda.svg Volta Redonda 1 Volta Redonda (1)

Por federação[editar | editar código-fonte]

Estado[68] Títulos Vices 3º lugar 4º lugar
Ceará Ceará 2 1 0 1
São Paulo São Paulo 2 0 3 2
Minas Gerais Minas Gerais 2 0 1 0
Paraíba Paraíba 1 2 0 0
Rio de Janeiro Rio de Janeiro 1 2 0 0
Goiás Goiás 1 1 0 0
Santa Catarina Santa Catarina 1 0 1 1
Pará Pará 1 0 1 0
Paraná Paraná 1 0 1 0
Maranhão Maranhão 1 0 0 2
Rio Grande do Sul Rio Grande do Sul 0 2 1 1
Rio Grande do Norte Rio Grande do Norte 0 1 2 1
Pernambuco Pernambuco 0 1 0 1
Piauí Piauí 0 1 0 1
Alagoas Alagoas 0 1 0 0
Amazonas Amazonas 0 1 0 0
Acre Acre 0 0 1 0
Mato Grosso Mato Grosso 0 0 1 0
Tocantins Tocantins 0 0 1 0
Bahia Bahia 0 0 0 2
Sergipe Sergipe 0 0 0 1

Por região[editar | editar código-fonte]

Região[68] Títulos Vices 3º lugar 4º lugar
Sudeste 5 2 4 2
Nordeste 4 7 2 9
Sul 2 2 3 2
Norte 1 1 3 0
Centro-Oeste 1 1 1 0

Participações[editar | editar código-fonte]

O Central é a agremiação recordista em participações na Série D, tendo ficado de fora apenas de três edições, em 2011, 2012 e 2022. Da mesma forma, a Patativa também detém o recorde de time com o maior número de participações consecutivas na quarta divisão: nove (de 2013 a 2021).[69][70]

Ao todo, 24 clubes que já foram campeões de outra divisão nacional já disputaram a Série D: Brasiliense, Joinville, Sampaio Corrêa e Tuna Luso entram na contagem tanto como campeões da Série B como da Série C. Outros nove campeões da segunda divisão já disputaram a Série D, assim como outros 11 vencedores da Série C. Até hoje, nenhuma equipe que já se sagrou campeã da Série A participou da última divisão do futebol brasileiro.[71]

A seguir, os clubes que mais participaram da Série D do Campeonato Brasileiro (de 2009 a 2022):[71]

Em negrito os participantes da edição de 2022.

Clube Participações Temporadas
Pernambuco Central 11 20092010 e 20132021
Goiás Aparecidense 9 20122013 e 20152021
Paraíba Campinense 2012 e 20142021
Santa Catarina Metropolitano 8 20102017
Amapá Santos-AP 2012 e 20142020
Acre Rio Branco-AC 20142020 e 2022
Sergipe Sergipe 2009, 2013, 20162019 e 20212022
Maranhão Moto Club 2009, 2014, 2016 e 20182022
Minas Gerais Caldense 20152022
Minas Gerais Villa Nova 7 2011, 20132017 e 2020
Amazonas Nacional-AM 2009, 2011, 2013, 20152016, 2018 e 2020
Sergipe Itabaiana 2012 e 20162021
Roraima São Raimundo-RR 2014 e 20172022
Em caso de igualdade na quantidade, os clubes estão dispostos em ordem cronológica das participações.

Campeões da Série B que participaram da Série D[editar | editar código-fonte]

Em negrito, os clubes participantes da edição de 2022. Em itálico, ano em que o clube em questão foi o campeão da Série D.[71]

Clube Participações na Série D
Minas Gerais Villa Nova 7 (2011, 2013, 2014, 2015, 2016, 2017 e 2020)
Distrito Federal (Brasil) Brasiliense 6 (2014, 2018, 2019, 2020, 2021 e 2022)
Distrito Federal (Brasil) Gama 4 (2011, 2015, 2020 e 2021)
Santa Catarina Joinville 4 (2010, 2019, 2020 e 2021)
Maranhão Sampaio Corrêa 3 (2010, 2011 e 2012)
Rio Grande do Sul Juventude 3 (2011, 2012 e 2013)
Paraná Londrina 3 (2009, 2013 e 2014)
Minas Gerais Uberlândia 3 (2009, 2018 e 2021)
São Paulo Portuguesa 2 (2017 e 2021)
São Paulo Inter de Limeira 2 (2021 e 2022)
Santa Catarina Chapecoense 1 (2009)
Paraná Paraná 1 (2022)
Pará Tuna Luso 1 (2022)
Em caso de igualdade na quantidade, os clubes estão dispostos em ordem cronológica das participações.

Campeões da Série C que participaram da Série D[editar | editar código-fonte]

Em negrito, os clubes participantes da edição de 2022. Em itálico, ano em que o clube em questão foi o campeão da Série D.[71]

Clube Participações na Série D
Distrito Federal (Brasil) Brasiliense 6 (2014, 2018, 2019, 2020, 2021 e 2022)
Alagoas CSA 5 (2009, 2010, 2012, 2013 e 2016)
São Paulo Ituano 5 (2009, 2014, 2016, 2017 e 2019)
Pará Remo 4 (2010, 2012, 2014 e 2015)
Paraná Operário-PR 4 (2010, 2011, 2015 e 2017)
Santa Catarina Joinville 4 (2010, 2019, 2020 e 2021)
Pernambuco Santa Cruz 4 (2009, 2010, 2011 e 2022)
Maranhão Sampaio Corrêa 3 (2010, 2011 e 2012)
São Paulo Oeste 3 (2010, 2011 e 2022)
Rio de Janeiro Macaé 2 (2009 e 2018)
Rio Grande do Norte ABC 2 (2020 e 2021)
São Paulo Paulista 1 (2009)
São Paulo XV de Piracicaba 1 (2017)
Minas Gerais Boa Esporte 1 (2021)
Pará Tuna Luso 1 (2022)
Em caso de igualdade na quantidade, os clubes estão dispostos em ordem cronológica das participações.

Treinadores e capitães campeões[editar | editar código-fonte]

Marcelo Vilar é o único treinador que conquistou o título da Série D mais de uma vez.

O cearense Marcelo Vilar é o técnico mais vencedor da Série D, o único a conquistar o título em duas ocasiões: primeiro com o Botafogo-PB, em 2013, e cinco anos depois com o Ferroviário, clube de sua cidade natal. Curiosamente, na grande decisão de 2018, ele enfrentou o Treze, à época comandado pelo também cearense Flávio Araújo, que já havia se sagrado campeão anteriormente com o Sampaio Corrêa.[72] Araújo também foi vice-campeão com o River-PI, em 2015, totalizando três finais de Série D.[73] Outro treinador que acumula mais de uma decisão da quarta divisão no currículo é Oliveira Canindé: igualmente natural do estado do Ceará, ele venceu a competição comandando o Guarany de Sobral, em 2010, e levou o CSA ao vice-campeonato seis temporadas depois.[74]

Entre os capitães, destaque para dois defensores: o zagueiro Heitor, além de ter vestido a braçadeira e levantado a taça com o Mirassol, também fez parte do elenco campeão do Tombense, em 2014;[75] já o zagueiro Wesley Matos conquistou o título com o Tupi em 2011 e, dez anos depois, foi o capitão na campanha vitoriosa da Aparecidense.[76]

Ano Equipe Treinador Capitão Ref.
2009 Pará São Raimundo-PA Lúcio Santarém Trindade [77]
2010 Ceará Guarany de Sobral Oliveira Canindé Junior Alves [78][79]
2011 Minas Gerais Tupi Ricardo Drubscky Sílvio [80][81]
2012 Maranhão Sampaio Corrêa Flávio Araújo Arlindo Maracanã [82][83]
2013 Paraíba Botafogo-PB Marcelo Vilar Lenílson [84][85]
2014 Minas Gerais Tombense Eugênio Souza Darley [58]
2015 São Paulo Botafogo-SP Marcelo Veiga César Gaúcho [86][87]
2016 Rio de Janeiro Volta Redonda Felipe Surian Mota [88][89]
2017 Paraná Operário-PR Gerson Gusmão Chicão [90][91]
2018 Ceará Ferroviário Marcelo Vilar Leanderson [92][93]
2019 Santa Catarina Brusque Waguinho Dias Zé Carlos [63]
2020 São Paulo Mirassol Eduardo Baptista Heitor [94][95]
2021 Goiás Aparecidense Thiago Carvalho Wesley Matos [96][97]

Artilheiros[editar | editar código-fonte]

Com passagens por grandes clubes do futebol brasileiro, o atacante Zé Love foi um dos artilheiros da edição de 2020 pelo Brasiliense.

Ao todo, 16 jogadores já foram artilheiros de uma edição de Série D, uma vez que em três ocasiões a artilharia terminou empatada por dois atletas. Os maiores goleadores de uma única temporada são Nino Guerreiro, que anotou 13 gols na campanha do acesso do CRAC em 2012, e Gabriel Santos, que fez o mesmo número de gols pela Caldense em 2021.[98][99]

Somando todas as edições da quarta divisão, quem detém o recorde de maior número de gols é Aleílson: o atacante defende o Trem na atual edição e, ao todo, jogando por cinco times diferentes em oito temporadas, acumula 28 gols na Série D.[100][101]

Por edição[editar | editar código-fonte]

A lista abaixo contempla os artilheiros de cada edição da Série D:[102]

Ano Artilheiro(s) Clube(s) Gols
2009 Michell Parintins Pará São Raimundo-PA 10
2010 Danilo Pitbull Ceará Guarany de Sobral 11
2011 Fernando
Marcinho Beija-Flor
Mato Grosso Cuiabá
São Paulo Oeste
11
2012 Nino Guerreiro Goiás CRAC 13
2013 Ademilson Minas Gerais Tupi 12
2014 Nena Rio Grande do Sul Brasil de Pelotas 8
2015 São Paulo São Caetano 12
2016 Manoel Piauí Altos 10
2017 Eduardo
Weverton
Acre Atlético Acreano
Amazonas Princesa do Solimões
9
2018 Édson Cariús Ceará Ferroviário 11
2019 Júnior Pirambu Santa Catarina Brusque 10
2020 Wallace Pernambucano
Zé Love
Rio Grande do Norte América de Natal
Distrito Federal (Brasil) Brasiliense
12
2021 Gabriel Santos Minas Gerais Caldense 13

Maiores artilheiros[editar | editar código-fonte]

A lista abaixo contempla os treze maiores artilheiros da Série D de todos os tempos, considerando todas as edições de 2009 a 2022:[103]

Em negrito os jogadores participantes da edição de 2022.

Jogador Período Gols Último clube na Série D
1 Aleílson 2013–2022 28 Amapá Trem (2022)
2 Nonato 2011–2019 26 Goiás Aparecidense (2019)
3 Manoel 2016–2020 25 Piauí Altos (2020)
4 Ademilson 2009–2019 21 Minas Gerais Tupi (2019)
Alex Henrique 2013–2021 Goiás Aparecidense (2021)
6 Eduardo 2012–2017 20 Acre Atlético Acreano (2017)
Joélson 2015–2020 Pernambuco Central (2020)
8 Mateus Oliveira 2012–2022 19 Amazonas São Raimundo-AM (2022)
Zé Love 2020–2021 Distrito Federal (Brasil) Brasiliense (2021)
10 Etinho 2012–2021 18 Piauí 4 de Julho (2021)
Luquinhas 2014–2022 Distrito Federal (Brasil) Brasiliense (2022)
Rafael Granja 2013–2019 Bahia Fluminense de Feira (2019)
Zulu 2011–2016 Santa Catarina Brusque (2016)

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Públicos[editar | editar código-fonte]

A torcida do Santa Cruz é responsável pelos quatro maiores públicos da história da Série D.

De uma maneira geral, a Série D é marcada por uma baixa presença de torcedores nos estádios. A única vez que o torneio teve uma média de público superior a 3 mil pagantes por jogo foi na edição de 2011: neste ano, foram 3.280 espectadores por partida, número alavancado pela campanha do acesso do Santa Cruz, que registrou nesta temporada os dois maiores públicos da história da quarta divisão.[104][105][54]

O clube pernambucano, inclusive, ostenta os quatro maiores públicos da história da Série D e é o responsável por onze dentre os vinte jogos com maior número de torcedores, todos disputados no Estádio do Arruda. Mais quatro equipes aparecem como mandantes na lista de maiores públicos da quarta divisão, todas das regiões Norte ou Nordeste: Manaus, River-PI, Sampaio Corrêa e Remo.[106][107][108][109]

O Santinha também teve as maiores médias de público nas três primeiras edições da Série D, incluindo a maior de todos os tempos na temporada inaugural, em 2009: eliminado na primeira fase, o time do Recife disputou apenas três jogos em casa naquele ano, registrando média de 38.246 torcedores por partida.[110]

Por outro lado, a edição de 2017 registrou a menor média geral, com apenas 1.159 espectadores por partida.[111] Já o menor público pagante de todos os tempos, sem considerar partidas com portões fechados, ocorreu em 2018, quando apenas três pessoas pagaram ingresso para assistir ao empate entre Belo Jardim e Guarani de Juazeiro, no Estádio Sesc Mendonção, em Belo Jardim, interior de Pernambuco.[112][113]

Maiores públicos

Estes são os vinte maiores públicos presentes da história da Série D:

Público Mandante Placar Visitante Estádio Data Ano Ref.
1 59 966 Santa Cruz Pernambuco 0–0 Paraíba Treze Arruda 16 de outubro 2011 [105]
2 54 815 Santa Cruz Pernambuco 0–2 Minas Gerais Tupi Arruda 20 de novembro 2011 [54]
3 50 897 Santa Cruz Pernambuco 4–3 Ceará Guarany de Sobral Arruda 5 de setembro 2010 [114]
4 45 007 Santa Cruz Pernambuco 2–2 Pernambuco Central Arruda 11 de julho 2009 [115]
5 44 896 Manaus Amazonas 2–2 Santa Catarina Brusque Arena da Amazônia 18 de agosto 2019 [106]
6 44 642 Santa Cruz Pernambuco 1–0 Alagoas Coruripe Arruda 25 de setembro 2011 [116]
7 42 584 Santa Cruz Pernambuco 0–0 Ceará Guarani de Juazeiro Arruda 24 de julho 2011 [117]
8 42 004 River-PI Piauí 0–0 São Paulo Botafogo-SP Albertão 14 de novembro 2015 [107]
9 40 100 Sampaio Corrêa Maranhão 2–0 Goiás CRAC Castelão 21 de outubro 2012 [118]
10 40 028 Santa Cruz Pernambuco 1–2 Sergipe Sergipe Arruda 25 de julho 2009 [119]
11 40 000 Sampaio Corrêa Maranhão 4–1 Rondônia Vilhena Castelão 12 de setembro 2012 [108]
12 35 689 Manaus Amazonas 3–0 Rio Grande do Sul Caxias Arena da Amazônia 20 de julho 2019 [120]
13 35 020 Santa Cruz Pernambuco 1–0 Rio Grande do Norte Santa Cruz-RN Arruda 14 de agosto 2011 [121]
14 34 123 Sampaio Corrêa Maranhão 1–0 Rio Grande do Norte Baraúnas Castelão 10 de outubro 2012 [122]
15 33 900 Sampaio Corrêa Maranhão 0–0 Mato Grosso Mixto Castelão 23 de setembro 2012 [123]
16 33 099 Santa Cruz Pernambuco 2–1 Rio Grande do Norte Alecrim Arruda 18 de setembro 2011 [124]
17 31 681 Remo Pará 3–1 Paraná Operário-PR Mangueirão 18 de outubro 2015 [109]
18 29 702 Santa Cruz Pernambuco 2–2 Alagoas CSA Arruda 9 de agosto 2009 [125]
19 28 130 Remo Pará 3–0 Tocantins Palmas Mangueirão 3 de outubro 2015 [126]
20 27 746 Santa Cruz Pernambuco 1–0 Pernambuco Porto-PE Arruda 4 de setembro 2011 [127]
Médias de público
Torcida do Parnahyba em duelo da Série D de 2017, edição com a menor média de público de todos os tempos.
Ano Média geral
[104]
Clube com a maior
média de público
Maior média
de público
Ref.
2009 2 580 Pernambuco Santa Cruz 38 246 [110]
2010 2 730 Pernambuco Santa Cruz 30 243 [128]
2011 3 280 Pernambuco Santa Cruz 36 916 [129]
2012 2 333 Maranhão Sampaio Corrêa 19 247 [130]
2013 1 832 Pernambuco Salgueiro 8 095 [131]
2014 1 897 Pernambuco Central 7 676 [132]
2015 2 662 Pará Remo 15 394 [133]
2016 1 631 Alagoas CSA 8 945 [134]
2017 1 159 Rio Grande do Norte América de Natal 8 094 [111]
2018 1 184 Paraíba Treze 4 827 [135]
2019 1 219 Amazonas Manaus 10 594 [136]
2020 Não houve[nota 2]
2021[nota 3] 2 023 Rio Grande do Norte ABC 5 324 [139]

Maiores goleadas[editar | editar código-fonte]

O Estádio Anacleto Campanella foi palco da maior goleada da história da Série D, após greve dos jogadores do São Caetano.

A maior goleada da história da Série D, considerando a diferença de gols, é um 9–0 que ocorreu na partida entre São Caetano e Pelotas, válida pelo Grupo A8 da edição de 2020. Na ocasião, o time do ABC Paulista precisou escalar às pressas jogadores das categorias de base para evitar um W.O., uma vez que o elenco profissional entrou em greve e se recusou a jogar: o clube não pagava salários há quatro meses, além de direitos de imagem, premiações e demais benefícios. Ao todo, o São Caetano conseguiu reunir 16 jogadores dos elencos sub-17 e sub-20. Um dos atletas chegou ao Anacleto Campanella apenas às 17h50 para a partida que estava marcada para às 18h. Das maiores goleadas da história da competição, esta é a única em que o time goleado era o mandante.[140][141]

Outros dois confrontos tiveram uma equipe marcando nove gols: em 2011, o Plácido de Castro aplicou 9–1 no Vila Aurora, mesmo placar da goleada do ABC sobre o Caucaia, dez anos depois.[142][143] Já a equipe que mais vezes marcou em uma mesma partida foi o Trem, que fez 10–2 contra o Náutico-RR na edição de 2022, a segunda maior goleada de todos os tempos da quarta divisão.[144]

A única partida da listagem de maiores goleadas da Série D que não aconteceu na fase de grupos foi Atlético Acreano versus Náutico-RR: na edição de 2016, o time roraimense fez história como a primeira equipe do estado a avançar de fase na quarta divisão, mas sucumbiu no confronto de ida do primeiro mata-mata e levou 5–1 dos acreanos, mesmo jogando em Boa Vista.[145] Para o jogo da volta, o time perdeu sete atletas e viajou com apenas 12 jogadores, sofrendo nova goleada, dessa vez por 8–0. No placar agregado, o Atlético-AC aplicou 13–1 sobre o Náutico-RR.[146][147]

Já em finais de Série D, a maior diferença de gols aconteceu na decisão de 2017: na partida de ida em Ceará-Mirim, na Grande Natal, o Operário-PR fez 5–0 sobre o Globo, praticamente garantindo o título, que se confirmou no jogo da volta mesmo após a derrota por 1–0 em Ponta Grossa, interior do Paraná.[148]

Estas são as catorze maiores goleadas da história da Série D:[149]

Mandante Placar Visitante Estádio Data Ano Ref.
1 São Caetano São Paulo 0–9 Rio Grande do Sul Pelotas Anacleto Campanella 24 de outubro 2020 [141]
2 Trem Amapá 10–2 Roraima Náutico-RR Zerão 6 de junho 2022 [150]
3 Plácido de Castro Acre 9–1 Mato Grosso Vila Aurora Arena da Floresta 10 de setembro 2011 [142]
ABC Rio Grande do Norte 9–1 Ceará Caucaia Frasqueirão 9 de agosto 2021 [143]
5 Atlético Acreano Acre 8–0 Roraima Náutico-RR Florestão 7 de agosto 2016 [147]
América de Natal Rio Grande do Norte 8–0 Paraíba Serrano-PB Arena das Dunas 9 de junho 2019 [151]
Mirassol São Paulo 8–0 Paraná Nacional-PR Maião 17 de outubro 2020 [152]
Ferroviária São Paulo 8–0 Minas Gerais URT Fonte Luminosa 17 de abril 2022 [153]
9 Santos-AP Amapá 8–1 Acre Plácido de Castro Zerão 27 de maio 2018 [154]
10 ABC Rio Grande do Norte 7–0 Alagoas Jacyobá Frasqueirão 27 de setembro 2020 [155]
Itabaiana Sergipe 7–0 Alagoas Jacyobá Etelvino Mendonça 8 de novembro 2020 [156]
Cabofriense Rio de Janeiro 7–0 Paraná Nacional-PR Correão 13 de novembro 2020 [157]
Ferroviária São Paulo 7–0 Mato Grosso do Sul Águia Negra Fonte Luminosa 3 de julho 2021 [158]
Sousa Paraíba 7–0 Ceará Caucaia Marizão 10 de julho 2021 [159]

Mais participações no "jogo do acesso"[editar | editar código-fonte]

Esta é uma lista de clubes que participaram mais de uma vez das quartas de final da Série D de 2009 a 2021:

Clube Participações nos jogos do acesso Ref.
Total Vencedor Aumento Perdedor Estável Aprov.
Minas Gerais Tupi 3 2 (2011 e 2013) 1 (2009) 66,7% [160][161][162]
Paraíba Campinense 3 1 (2021) 2 (2012 e 2018) 33,3% [163][164][165]
Paraná Operário-PR 3 1 (2017) 2 (2010 e 2015) 33,3% [166][167][168]
Rio Grande do Norte América de Natal 3 0 3 (2017, 2020 e 2021) 0% [169][170][163]
Rio Grande do Sul Caxias 3 0 3 (2018, 2019 e 2021) 0% [171][172][173]
Goiás Aparecidense 2 1 (2021) 1 (2020) 50% [174][175]
Acre Atlético Acreano 2 1 (2017) 1 (2016) 50% [176][177]
Ceará Floresta 2 1 (2020) 1 (2019) 50% [170][178]
São Paulo Ituano 2 1 (2019) 1 (2016) 50% [179][180]
Bahia Jacuipense 2 1 (2019) 1 (2014) 50% [178][181]
Bahia Juazeirense 2 1 (2017) 1 (2019) 50% [169][182]
Amazonas Manaus 2 1 (2019) 1 (2018) 50% [172][183]
São Paulo Mirassol 2 1 (2020) 1 (2011) 50% [175][184]
Maranhão Moto Club 2 1 (2016) 1 (2014) 50% [177][185]
Rio Grande do Sul São José-RS 2 1 (2018) 1 (2017) 50% [176][186]
Paraíba Treze 2 1 (2018) 1 (2011)[nota 4] 50% [171][105]
Goiás Anapolina 2 0 2 (2011 e 2014) 0% [160][187]
Sergipe Itabaiana 2 0 2 (2016 e 2019) 0% [188][179]
Mato Grosso Mixto 2 0 2 (2012 e 2013) 0% [189][161]
Minas Gerais Uberaba 2 0 2 (2009 e 2010) 0% [190][191]

Promoção e rebaixamento[editar | editar código-fonte]

O meia Diego Valderrama celebra o gol que garantiu o acesso do Moto Club na Série D de 2016.

Desde sua primeira edição, a Série D promove os quatro melhores times para a Série C, que, por sua vez, desde 2009 rebaixa quatro clubes para a quarta divisão. As únicas exceções aconteceram em 2011 e 2013, devido ao imbróglio judicial envolvendo o Treze e o Rio Branco-AC.[69]

Em 2011, a equipe paraibana foi promovida mesmo ficando na quinta colocação da Série D, para preencher a vaga do clube acreano, excluído da terceira divisão por acionar a justiça comum contra a interdição da Arena da Floresta antes de esgotadas todas as instâncias na esfera desportiva.[15][16] Contudo, como o Galo da Borborema também acionou precocemente a justiça comum para obter o acesso, criou-se um precedente para novas punições, gerando um acordo entre todas as partes envolvidas para que o Rio Branco retornasse à Série C em 2013, que, assim, teve um participante a mais e, por isso, rebaixou cinco clubes para a quarta divisão.[17][18]

Questões judiciais à parte, Treze e Tupi são as únicas duas equipes que conquistaram o acesso mais de uma vez. Contudo, os dois clubes também são os recordistas de rebaixamentos, juntamente com o Salgueiro, com dois descensos cada. O estado de São Paulo contabiliza o maior número de acessos, com sete no total; mas também possui a maior quantidade de rebaixamentos, somando oito.[69] Em relação às regiões do Brasil, destaque para os times do Nordeste: em todos os anos, pelo menos uma equipe da região foi promovida na Série D.[23]

Equipe do Macaé que foi promovida para a Série C em 2009.
Na Série D de 2017, o Atlético-AC conquistou o acesso inédito de um time do Acre.
Ano[69] Rebaixados da Série C Promovidos para a Série C
2009 Sergipe Confiança
Santa Catarina Marcílio Dias
Mato Grosso Mixto
Maranhão Sampaio Corrêa
Rio Grande do Norte Alecrim
Santa Catarina Chapecoense
Rio de Janeiro Macaé
Pará São Raimundo-PA
2010 Rio Grande do Norte Alecrim
Distrito Federal (Brasil) Gama
Rio Grande do Sul Juventude
Pará São Raimundo-PA
Tocantins Araguaína
Ceará Guarany de Sobral
Rio de Janeiro Madureira
Santa Catarina Joinville[nota 1]
2011 Tocantins Araguaína
Paraíba Campinense
São Paulo Marília
Rio Grande do Sul Brasil de Pelotas[nota 5]
Mato Grosso Cuiabá
São Paulo Oeste
Pernambuco Santa Cruz
Minas Gerais Tupi
Paraíba Treze[nota 4]
2012 Ceará Guarany de Sobral
Pernambuco Salgueiro
São Paulo Santo André
Minas Gerais Tupi
Rio Grande do Norte Baraúnas
Goiás CRAC
São Paulo Mogi Mirim
Maranhão Sampaio Corrêa
2013 Rio Grande do Norte Baraúnas
Distrito Federal (Brasil) Brasiliense
São Paulo Grêmio Barueri
Acre Rio Branco-AC
Minas Gerais Betim[nota 6]
Paraíba Botafogo-PB
Rio Grande do Sul Juventude
Pernambuco Salgueiro
Minas Gerais Tupi
2014 Goiás CRAC
Rio de Janeiro Duque de Caxias
São Paulo São Caetano
Paraíba Treze
Rio Grande do Sul Brasil de Pelotas
Sergipe Confiança
Paraná Londrina
Minas Gerais Tombense
2015 Pará Águia de Marabá
Rio Grande do Sul Caxias
Ceará Icasa
Rio de Janeiro Madureira
São Paulo Botafogo-SP
Pará Remo
Piauí River-PI
Rio Grande do Sul Ypiranga de Erechim
2016 Rio Grande do Norte América de Natal
São Paulo Guaratinguetá[nota 7]
São Paulo Portuguesa
Piauí River-PI
Alagoas CSA
Maranhão Moto Club
São Paulo São Bento
Rio de Janeiro Volta Redonda
2017 Alagoas ASA
Rio de Janeiro Macaé
São Paulo Mogi Mirim
Maranhão Moto Club
Acre Atlético Acreano
Rio Grande do Norte Globo
Bahia Juazeirense
Paraná Operário-PR
2018 Santa Catarina Joinville
Bahia Juazeirense
Pernambuco Salgueiro
Minas Gerais Tupi
Ceará Ferroviário
Maranhão Imperatriz
Rio Grande do Sul São José-RS
Paraíba Treze
2019 Rio Grande do Norte ABC
Acre Atlético Acreano
Rio Grande do Norte Globo
Mato Grosso Luverdense[nota 8]
Santa Catarina Brusque
São Paulo Ituano
Bahia Jacuipense
Amazonas Manaus
2020 Minas Gerais Boa Esporte
Maranhão Imperatriz
São Paulo São Bento
Paraíba Treze
Piauí Altos
Ceará Floresta
São Paulo Mirassol
São Paulo Novorizontino
2021 Bahia Jacuipense
São Paulo Oeste
Paraná Paraná
Pernambuco Santa Cruz
Rio Grande do Norte ABC
Goiás Aparecidense
Ceará Atlético Cearense
Paraíba Campinense
Os rebaixados e promovidos por ano estão dispostos em ordem alfabética e não pela ordem de classificação, a não ser em casos extracampo.

Por federação[editar | editar código-fonte]

Esta é uma lista da quantidade de promoções e rebaixamentos por federação:

Estado[69] P Aumento R Baixa
São Paulo São Paulo 7 9
Ceará Ceará 4 2
Paraíba Paraíba 4 3
Rio Grande do Sul Rio Grande do Sul 4 3
Rio Grande do Norte Rio Grande do Norte 4 5
Santa Catarina Santa Catarina 3 2
Maranhão Maranhão 3 3
Rio de Janeiro Rio de Janeiro 3 3
Minas Gerais Minas Gerais 3 4
Goiás Goiás 2 1
Paraná Paraná 2 1
Piauí Piauí 2 1
Bahia Bahia 2 2
Pará Pará 2 2
Pernambuco Pernambuco 2 3
Amazonas Amazonas 1 0
Alagoas Alagoas 1 1
Sergipe Sergipe 1 1
Tocantins Tocantins 1 1
Acre Acre 1 2
Mato Grosso Mato Grosso 1 2
Distrito Federal (Brasil) Distrito Federal 0 2

Clubes que subiram da Série D para a Série A[editar | editar código-fonte]

Considera-se apenas clubes que chegaram à Série A a partir de acessos em todas as divisões. Em casos onde há mais de um acesso antes de chegar à Série A, entra na lista o mais recente.

Clube D Aumento C Aumento B Aumento A Ref.
Santa Catarina Chapecoense 2009 2012 2013 2014 [26]
Santa Catarina Joinville 2010 2011 2014 2015 [27]
Pernambuco Santa Cruz 2011 2013 2015 2016 [28]
Alagoas CSA 2016 2017 2018 2019 [29]
Mato Grosso Cuiabá 2011 2018 2020 2021 [30]
Rio Grande do Sul Juventude[nota 9] 2013 2019 2020 2021 [31]

Clubes que caíram da Série A para a Série D[editar | editar código-fonte]

Considera-se apenas clubes que chegaram à Série D a partir de rebaixamentos em todas as divisões. Em casos onde há mais de um rebaixamento antes de chegar à Série D, entra na lista o mais recente.

Clube A Baixa B Baixa C Baixa D Ref.
Distrito Federal (Brasil) Gama[nota 10] 2002 2008 2010 2011 [199]
Rio Grande do Sul Juventude 2007 2009 2010 2011 [200]
São Paulo Santo André 2009 2010 2012 2013 [201][202]
Distrito Federal (Brasil) Brasiliense 2005 2010 2013 2014 [199]
Minas Gerais Ipatinga[nota 11] 2008 2012 2013 2014 [203]
São Paulo Grêmio Barueri 2010 2012 2013 2014 [204]
São Paulo São Caetano 2006 2013 2014 2015 [205]
Rio Grande do Norte América de Natal[nota 12] 2007 2014 2016 2017 [208]
São Paulo Portuguesa 2013 2014 2016 2017 [209]
Santa Catarina Joinville 2015 2016 2018 2019 [210]
Pernambuco Santa Cruz 2016 2017 2021 2022 [211]
Paraná Paraná 2018 2020 2021 2022 [212]

Notas e referências

Notas

  1. a b A final desta edição foi decidida entre Guarany de Sobral e América-AM, com vitória por 5–2 no placar agregado a favor do time cearense.[67] Porém, posteriormente a CBF divulgou a classificação final excluindo o clube amazonense da semifinal, punido com a perda de seis pontos mais os pontos ganhos nas quartas de final contra o Joinville (quatro no total) por escalação irregular do jogador Amaral Pernambucano. Assim, o América-AM terminou na oitava colocação, enquanto o Joinville ficou em quarto lugar e garantiu o acesso.[13]
  2. Por conta da pandemia de COVID-19, a edição da Série D de 2020 não teve presença de público.[137]
  3. Considera-se apenas as partidas em que houve presença de público, uma vez que a maior parte da competição foi disputada com portões fechados devido à pandemia de COVID-19.[138]
  4. a b Devido a questões judiciais, o Treze tomou a vaga do Rio Branco-AC na Série C de 2012 por ter sido o clube melhor colocado dentre os eliminados nas quartas de final da Série D de 2011. O clube do Acre foi excluído da competição e tampouco disputou a Série D, ficando sem divisão nacional.[16]
  5. O Brasil de Pelotas foi rebaixado após perder seis pontos no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), devido à escalação irregular do atleta Cláudio.[192]
  6. Devido a questões judiciais, o Betim foi rebaixado após decisão do STJD, mesmo terminando na oitava colocação.[193] O CRAC, que havia sido o clube rebaixado no grupo B (o mesmo do Betim), permaneceu na Série C.[194]
  7. O Guaratinguetá foi rebaixado, mas desistiu de disputar a Série D e ficou sem divisão nacional.[195]
  8. O Luverdense foi rebaixado, mas desistiu de disputar a Série D e ficou sem divisão nacional.[196]
  9. Além dos acessos listados, o Juventude foi promovido para a Série B em 2016, mas foi rebaixado para a Série C em 2018.[197][198]
  10. Além dos rebaixamentos listados, o Gama foi rebaixado para a Série C em 2003, mas foi promovido para a Série B em 2004.[199]
  11. Além dos rebaixamentos listados, o Ipatinga foi rebaixado para a Série C em 2010, mas foi promovido para a Série B em 2011.[203]
  12. Além dos rebaixamentos listados, o América-RN foi rebaixado para a Série C em 2010, mas foi promovido para a Série B em 2011.[206][207]

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Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]