Campeonato Brasileiro de Futebol de 2022 - Série A

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Brasileirão Assaí – Série A 2022
Brasileirão 2022 - Série A
Dados
Participantes 20
Organização CBF
Período 9 de abril – 13 de novembro
Gol(o)s 495
Partidas 210
Média 2,36 gol(o)s por partida
Melhor marcador Germán Cano (Fluminense) – 13 gols
Melhor ataque Palmeiras – 36 gols
Melhor defesa Palmeiras – 14 gols
Maiores goleadas
(diferença)
São Paulo 4–0 Athletico Paranaense
Estádio do MorumbiSão Paulo
1ª rodada, 10 de abril
 
Red Bull Bragantino 4–0 Atlético Goianiense
Estádio Nabi Abi ChedidBragança Paulista
2ª rodada, 17 de abril
 
Palmeiras 4–0 Botafogo
Allianz ParqueSão Paulo
10ª rodada, 9 de junho
 
Fluminense 4–0 Corinthians
Estádio do MaracanãRio de Janeiro
15ª rodada, 2 de julho
 
Red Bull Bragantino 4–0 Avaí
Estádio Nabi Abi ChedidBragança Paulista
16ª rodada, 9 de julho
 
Flamengo 4–0 Juventude
Estádio Mané GarrinchaBrasília
18ª rodada, 20 de julho
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atualizado em 8 de agosto

A Série A do Campeonato Brasileiro de Futebol de 2022, oficialmente Brasileirão Assaí – Série A 2022 por motivos de patrocínio,[1] é a 66.ª edição da principal divisão do futebol brasileiro. A disputa tem o mesmo regulamento dos anos anteriores, quando foi implementado o sistema de pontos corridos. Com a Copa do Mundo FIFA de 2022 ocorrendo entre 21 de novembro a 18 de dezembro, a competição iniciou um mês antes do habitual, em abril, com término previsto para 13 de novembro.[2][3][4]

Esta é a edição com o maior número de clubes do Centro-Oeste na era dos pontos corridos, com três representantes. A última vez que a região teve no mínimo três equipes na primeira divisão havia sido em 1986.[5] Por outro lado, após cinco anos seguidos com quatro equipes, a Região Nordeste tem apenas dois representantes.[6] O Sudeste segue liderando o ranking por região, com dez clubes, enquanto o Sul tem cinco participantes.[7]

Regulamento[editar | editar código-fonte]

A Série A de 2022 é disputada por vinte clubes em dois turnos. Em cada turno, todos os clubes jogam entre si uma única vez. Os jogos do segundo turno serão realizados na mesma ordem do primeiro, apenas com o mando de campo invertido. Não há campeões por turnos, sendo declarado campeão brasileiro o clube que obtiver o maior número de pontos após as 38 rodadas. Ao final da competição, os seis primeiros clubes se classificam à Copa Libertadores de 2023, os seis clubes subsequentes se classificam à Copa Sul-Americana de 2023, e os quatro últimos serão rebaixados para a Série B do ano seguinte.[8] O campeão se classificará para a Supercopa do Brasil de 2023.

Introduzido em 2019, o árbitro assistente de vídeo ou VAR (do inglês Video Assistant Referee), estará disponível em todas as 380 partidas do campeonato, tendo seus custos com tecnologia e infraestrutura pagos pela Confederação Brasileira de Futebol.[8]

O limite de troca de técnicos implantado na edição anterior, foi retirado para 2022.[9]

Critérios de desempate[editar | editar código-fonte]

Em caso de empate por pontos entre dois clubes, os critérios de desempate foram aplicados na seguinte ordem:[8]

  1. Número de vitórias;
  2. Saldo de gols;
  3. Gols pró (marcados);
  4. Confronto direto;
  5. Menor número de cartões vermelhos;
  6. Menor número de cartões amarelos;
  7. Sorteio.

Participantes[editar | editar código-fonte]

Equipe Cidade Estado Em 2021 Estádio (mando) Capacidade[10] Títulos
América Mineiro Belo Horizonte Minas Gerais MG Independência 23 018 0 (não possui)
Athletico Paranaense Curitiba Paraná PR 14º Arena da Baixada 42 370[11] 1 (2001)
Atlético Goianiense Goiânia Goiás GO Antônio Accioly 10 501 0 (não possui)
Atlético Mineiro Belo Horizonte Minas Gerais MG Mineirão[12] 61 846 2 (1971, 2021)
Avaí Florianópolis Santa Catarina SC 4º (Série B) Ressacada 17 800 0 (não possui)
Botafogo Rio de Janeiro Rio de Janeiro RJ 1º (Série B) Nilton Santos 44 661 2 (1968[nota 1], 1995)
Ceará Fortaleza Ceará CE 11º Arena Castelão 63 903 0 (não possui)
Corinthians São Paulo São Paulo SP Neo Química Arena 47 605 7 (1990, 1998, 1999, 2005, 2011, 2015, 2017)
Coritiba Curitiba Paraná PR 3º (Série B) Couto Pereira 40 502 1 (1985)
Cuiabá Cuiabá Mato Grosso MT 15º Arena Pantanal 44 097 0 (não possui)
Flamengo Rio de Janeiro Rio de Janeiro RJ Maracanã 78 838 7 (1980, 1982, 1983, 1992, 2009, 2019, 2020)[nota 2]
Fluminense Rio de Janeiro Rio de Janeiro RJ Maracanã 78 838 4 (1970, 1984, 2010, 2012)
Fortaleza Fortaleza Ceará CE Arena Castelão 63 903 0 (não possui)
Goiás Goiânia Goiás GO 2º (Série B) Serrinha 16 500 0 (não possui)
Internacional Porto Alegre Rio Grande do Sul RS 12º Beira-Rio 50 842 3 (1975, 1976, 1979)
Juventude Caxias do Sul Rio Grande do Sul RS 16º Alfredo Jaconi 19 924 0 (não possui)
Palmeiras São Paulo São Paulo SP Allianz Parque 43 713 10 (1960, 1967[nota 1], 1967[nota 3], 1969, 1972, 1973, 1993, 1994, 2016, 2018)
Red Bull Bragantino Bragança Paulista São Paulo SP Nabi Abi Chedid 15 010[24] 0 (não possui)
Santos Santos São Paulo SP 10º Vila Belmiro 16 068 8 (1961, 1962, 1963, 1964, 1965, 1968[nota 3], 2002, 2004)
São Paulo São Paulo São Paulo SP 13º Morumbi 72 039 6 (1977, 1986, 1991, 2006, 2007, 2008)

Estádios[editar | editar código-fonte]

América Mineiro Athletico Paranaense Atlético Goianiense Atlético Mineiro Avaí Botafogo
Independência Arena da Baixada Antônio Accioly Mineirão Ressacada Nilton Santos
Capacidade: 23 018 Capacidade: 42 370 Capacidade: 12 500 Capacidade: 61 846 Capacidade: 17 826 Capacidade: 44 661
Arena Independência - indoors - panoramio.jpg Panoramica CAP x SEP.JPG Estadio antonio accioly reinauguracao atletico x coritiba.jpg Mineirao Stadium.jpg Ressacada 2.JPG Estádio Nilton Santos 2017.jpg
Ceará
Localização das equipes participantes da Série A de 2022.
Corinthians
Arena Castelão Neo Química Arena
Capacidade: 63 903 Capacidade: 47 605
Castelão Arena (3).jpg SCCP X CAP 2017.jpg
Coritiba Cuiabá
Couto Pereira Arena Pantanal
Capacidade: 40 502 Capacidade: 44 000
Estádio Couto Pereira.jpg Cidade Alta, Cuiabá - MT, Brazil - panoramio (4).jpg
Flamengo Fluminense
Maracanã Maracanã
Capacidade: 78 838 Capacidade: 78 838
Arena Maracanã (indoors) - panoramio.jpg Aspecto interno do Maracanã.jpg
Fortaleza Goiás
Arena Castelão Serrinha
Capacidade: 63 903 Capacidade: 16 500
Castelão Arena (3).jpg Estádio Hailé Pinheiro.png
Internacional Juventude Palmeiras Red Bull Bragantino Santos São Paulo
Beira-Rio Alfredo Jaconi Allianz Parque Nabi Abi Chedid Vila Belmiro Morumbi
Capacidade: 50 842 Capacidade: 19 924 Capacidade: 43 713 Capacidade: 15 010 Capacidade: 16 795 Capacidade: 72 039
Estádio Beira-Rio 2020.jpg Estádio Alfredo Jaconi.jpg Allianz Parque - indoors - panoramio.jpg Estádio Nabi.jpg Vila Belmiro pre-match Santos vs Grêmio 2021.jpg Estádio do Morumbi.jpg

Outros estádios[editar | editar código-fonte]

Além dos estádios de mando usual, outros estádios foram utilizados devido a punições de perda de mando de campo impostas pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva ou por conta de problemas de interdição dos estádios usuais ou simplesmente por opção dos clubes em mandar seus jogos em outros locais, geralmente buscando uma melhor renda.[25][26][27]

Transmissão televisiva[editar | editar código-fonte]

Brasil[editar | editar código-fonte]

Em setembro de 2021, a WarnerMedia anunciou que deixaria de transmitir o Brasileirão na TNT a partir desta edição, valendo-se de uma cláusula presente no contrato assinado com os clubes.[28] Com isso, os clubes que tinham direitos de transmissão com o grupo para a TV fechada renegociaram o contrato, vendendo ao Grupo Globo para o triênio 2022–2024,[29][30][31]

O Athletico Paranaense transmitirá seus jogos como mandante em sua própria plataforma de streaming, o Furacão Live,[32] e para inscritos do canal do Casimiro na Twitch,[33] se valendo da Lei nº 14205/21.[34] Todos os demais jogos serão exibidos pelo Grupo Globo em suas plataformas: TV Globo em sinal aberto, SporTV em TV fechada e Premiere pelo sistema pay-per-view.[32]

Classificação[editar | editar código-fonte]

Atualizado em 8 de agosto.
Pos. Equipes P J V E D GP GC SG % M Classificação ou rebaixamento
1 São Paulo Palmeiras 45 21 13 6 2 36 14 +22 71 Estável Fase de grupos da Copa Libertadores de 2023
2 São Paulo Corinthians 39 21 11 6 4 26 20 +6 62 Estável
3 Rio de Janeiro Fluminense 38 21 11 5 5 32 22 +10 60 Estável
4 Paraná Athletico Paranaense 37 21 11 4 6 28 22 +6 59 Estável
5 Rio de Janeiro Flamengo 36 21 11 3 7 32 19 +13 57 Estável Segunda fase da Copa Libertadores de 2023
6 Rio Grande do Sul Internacional 33 21 8 9 4 30 23 +7 52 Estável
7 Minas Gerais Atlético Mineiro 32 21 8 8 5 29 26 +3 51 Estável Fase de grupos da Copa Sul-Americana de 2023
8 São Paulo Red Bull Bragantino 30 21 8 6 7 32 25 +7 48 Estável
9 São Paulo Santos 30 21 7 9 5 26 19 +7 48 Estável
10 Minas Gerais América Mineiro 27 21 8 3 10 17 23 –6 43 Aumento3
11 São Paulo São Paulo 26 21 5 11 5 28 27 +1 41 Baixa1
12 Rio de Janeiro Botafogo 25 21 7 4 10 20 26 –6 40 Estável
13 Goiás Goiás 25 21 6 7 8 22 28 –6 40 Baixa2
14 Ceará Ceará 25 21 5 10 6 22 22 0 40 Estável
15 Paraná Coritiba 22 21 6 4 11 23 33 –10 35 Estável
16 Santa Catarina Avaí 22 21 6 4 11 22 34 –12 35 Estável
17 Ceará Fortaleza 21 21 5 6 10 19 23 –4 33 Aumento1 Zona de rebaixamento à Série B de 2023
18 Mato Grosso Cuiabá 20 21 5 5 11 14 22 –8 32 Baixa1
19 Goiás Atlético Goianiense 20 21 5 5 11 21 33 –12 32 Estável
20 Rio Grande do Sul Juventude 16 21 3 7 11 16 34 –18 25 Estável

Confrontos[editar | editar código-fonte]

AMM ATP ATG ATM AVA BOT CEA COR CTB CUI FLA FLU FOR GOI INT JUV PAL RBB SAN SPA
América-MG 1–0 R–38 R–25 3–1 1–1 0–2 R–27 R–25 2–1 R–33 0–0 R–32 1–0 R–35 4–1 0–1 0–3 R–22 R–30
Athletico-PR R–23 4–1 0–1 2–1 R–38 1–0 1–1 R–32 R–27 1–0 R–25 R–30 R–35 0–0 R–29 R–34 4–2 2–2 1–0
Atlético-GO 0–1 R–37 R–25 2–1 1–1 R–33 0–1 2–0 R–23 1–1 R–30 0–1 0–1 R–27 3–1 R–31 2–1 R–35 1–2
Atlético-MG 1–2 2–3 2–0 2–1 R–36 R–31 1–2 2–2 R–37 2–0 R–29 3–2 R–23 2–0 R–34 R–28 R–26 1–1 0–0
Avaí 1–0 R–26 R–29 R–27 R–30 R–37 1–1 2–1 1–2 1–2 R–32 3–2 3–2 R–23 1–2 2–2 R–35 1–0 1–1
Botafogo R–26 2–0 R–22 0–1 0–1 1–1 1–3 R–27 R–35 R–24 0–1 3–1 1–2 R–32 1–1 R–29 R–34 R–37 1–0
Ceará R–29 R–24 1–1 0–0 1–0 1–3 3–1 1–1 R–32 2–2 R–35 R–22 R–30 1–1 R–38 1–2 0–1 R–26 R–27
Corinthians 1–1 R–31 R–28 R–38 3–0 1–0 R–36 3–1 R–29 1–0 R–34 1–0 1–0 R–25 2–0 R–22 R–24 0–0 1–1
Coritiba 1–0 0–1 R–26 R–22 R–24 1–0 R–28 R–37 1–0 R–36 3–2 2–1 3–0 R–33 2–2 0–2 R–31 1–2 1–1
Cuiabá R–28 0–1 1–1 1–1 R–34 2–0 0–0 1–0 R–38 R–31 0–1 0–1 R–33 1–1 R–22 R–36 1–1 R–24 R–25
Flamengo 3–0 R–22 4–1 R–32 R–38 0–1 R–25 R–35 2–0 2–0 R–27 1–2 1–0 R–30 4–0 0–0 R–29 R–34 3–1
Fluminense R–31 2–1 0–2 5–3 2–0 R–33 2–1 4–0 R–23 1–0 1–2 R–26 R–37 0–1 R–28 R–24 2–1 0–0 R–36
Fortaleza 1–0 0–0 R–36 R–33 R–31 R–25 0–1 R–23 R–34 0–1 R–28 0–1 1–1 3–0 1–1 0–0 R–37 0–0 1–1
Goiás R–34 2–1 R–24 2–2 R–22 R–28 1–1 R–32 1–0 1–0 R–26 2–3 R–29 1–2 R–36 1–1 1–1 1–0 R–38
Internacional 1–0 R–36 1–1 3–0 0–0 2–3 R–34 2–2 3–0 R–26 3–1 R–22 2–1 R–31 R–24 R–38 R–28 R–29 3–3
Juventude 0–1 1–3 R–32 1–2 R–25 R–23 1–0 R–30 R–35 0–1 R–37 1–0 R–27 0–0 1–1 0–3 2–2 1–2 R–33
Palmeiras R–37 0–2 4–2 0–0 R–33 4–0 2–3 3–0 R–30 1–0 R–23 1–1 R–35 3–0 2–1 R–26 2–0 R–27 R–32
RB Bragantino R–36 R–33 4–0 1–1 4–0 0–1 R–23 0–1 4–2 R–30 1–0 R–38 2–1 R–27 0–2 1–0 R–25 R–32 1–1
Santos 3–0 R–28 1–0 R–30 R–36 2–0 0–0 R–33 2–1 4–1 1–2 2–2 R–38 R–25 1–1 R–31 0–1 2–2 R–23
São Paulo 1–0 4–0 R–34 R–35 R–28 R–31 2–2 R–26 R–29 2–1 0–2 2–2 R–24 3–3 R–37 0–0 1–2 R–22 2–1

Desempenho por rodada[editar | editar código-fonte]

Posições de cada clube por rodada:[35]

Rodada ↓ AMM ATP ATG ATM AVA BOT CEA COR CTB CUI FLA FLU FOR GOI INT JUV PAL RBB SAN SPA
16 20 11 4 6 17 5 3 2 7 10 13 15 19 18 8 14 9 12 1
9 20 18 2 14 10 12 1 8 11 4 6 19 17 13 16 15 3 5 7
14 16 17 2 6 12 15 3 10 4 9 13 20 18 5 19 8 7 1 11
10 16 17 3 9 13 15 1 4 7 12 14 20 18 8 19 11 2 6 5
4 12 19 7 3 8 17 1 10 11 14 15 20 16 9 18 13 5 2 6
8 15 19 2 7 4 18 1 6 14 16 12 20 13 11 17 9 10 5 3
9 12 17 4 10 5 19 1 8 16 14 7 20 15 11 18 2 13 6 3
10 6 18 2 13 7 15 3 4 17 8 11 20 16 12 19 1 14 9 5
5 8 19 3 14 10 16 1 4 18 11 13 20 12 7 17 2 15 9 6
10ª 9 3 18 4 16 15 12 2 5 17 14 8 20 13 7 19 1 11 10 6
11ª 9 5 15 6 10 17 13 2 7 18 16 8 20 14 4 19 1 12 11 3
12ª 13 4 17 6 7 14 15 2 12 18 10 11 20 16 3 19 1 9 8 5
13ª 16 3 12 4 11 7 13 2 15 18 14 6 19 17 5 20 1 10 8 9
14ª 17 3 13 5 11 10 15 2 16 18 9 6 20 14 4 19 1 12 7 8
15ª 13 2 16 3 11 9 15 4 12 18 8 6 20 17 5 19 1 14 10 7
16ª 15 6 18 4 16 10 17 2 14 13 9 5 20 12 3 19 1 11 8 7
17ª 17 6 18 2 12 11 14 3 16 15 7 5 19 13 4 20 1 8 10 9
18ª 17 5 18 3 13 12 11 2 16 15 7 4 19 14 6 20 1 8 9 10
19ª 15 5 18 4 16 11 12 2 13 17 6 3 20 14 7 19 1 8 9 10
20ª 13 4 19 7 16 12 14 2 15 17 5 3 18 11 6 20 1 8 9 10
21ª 10 4 19 7 16 12 14 2 15 18 5 3 17 13 6 20 1 8 9 11
22ª 20 1
23ª
24ª
25ª
26ª
27ª
28ª
29ª
30ª
31ª
32ª
33ª
34ª
35ª
36ª
37ª
38ª
Rodada ↑ AMM ATP ATG ATM AVA BOT CEA COR CTB CUI FLA FLU FOR GOI INT JUV PAL RBB SAN SPA

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Hat-tricks[editar | editar código-fonte]

Jogador Clube Adversário Placar Data Ref.
Argentina Jonathan Calleri São Paulo Athletico Paranaense 4–0 (C) 10 de abril [38]
Brasil Róger Guedes Corinthians Avaí 3–0 (C) 16 de abril [39]

Público[editar | editar código-fonte]

Maiores públicos

Estes são os dez maiores públicos do campeonato:

Público[nota 4] Mandante Placar Visitante Estádio Data Rodada Ref.
1 65 392 Flamengo Rio de Janeiro 4–0 Rio Grande do Sul Juventude Mané Garrincha 20 de julho 18ª [40]
2 64 816 Flamengo Rio de Janeiro 0–0 São Paulo Palmeiras Maracanã 20 de abril [41]
3 59 999 Flamengo Rio de Janeiro 4–1 Goiás Atlético Goianiense Maracanã 30 de julho 20ª [42]
4 59 294 Flamengo Rio de Janeiro 1–2 Ceará Fortaleza Maracanã 5 de junho [43]
5 57 844 Fluminense Rio de Janeiro 2–1 Ceará Ceará Maracanã 9 de julho 16ª [44]
6 54 981 Flamengo Rio de Janeiro 0–1 Rio de Janeiro Botafogo Mané Garrincha 8 de maio [45]
7 53 113 Fluminense Rio de Janeiro 1–2 Rio de Janeiro Flamengo Maracanã 29 de maio [46]
8 52 003 Ceará Ceará 2–2 Rio de Janeiro Flamengo Arena Castelão 14 de maio [47]
9 51 094 Flamengo Rio de Janeiro 3–1 São Paulo São Paulo Maracanã 17 de abril [48]
10 48 310 Atlético Mineiro Minas Gerais 2–0 Rio de Janeiro Flamengo Mineirão 19 de junho 13ª [49]
Menores públicos

Estes são os dez menores públicos do campeonato, sem considerar as partidas com portões fechados:

Público[nota 4] Mandante Placar Visitante Estádio Data Rodada Ref.
1 1 022 América Mineiro Minas Gerais 4–1 Rio Grande do Sul Juventude Independência 16 de abril [50]
2 1 114 América Mineiro Minas Gerais 0–3 São Paulo Red Bull Bragantino Independência 17 de julho 17ª [51]
3 1 134 América Mineiro Minas Gerais 0–2 Ceará Ceará Independência 8 de junho 10ª [52]
4 1 196 América Mineiro Minas Gerais 2–1 Mato Grosso Cuiabá Independência 4 de junho [53]
5 1 201 América Mineiro Minas Gerais 1–0 Paraná Athletico Paranaense Independência 30 de abril [54]
6 1 470 América Mineiro Minas Gerais 3–1 Santa Catarina Avaí Independência 31 de julho 20ª [55]
7 1 476 América Mineiro Minas Gerais 1–0 Goiás Goiás Independência 3 de julho 15ª [56]
8 1 661 América Mineiro Minas Gerais 0–0 Rio de Janeiro Fluminense Independência 15 de junho 12ª [57]
9 2 271 Juventude Rio Grande do Sul 1–0 Rio de Janeiro Fluminense Alfredo Jaconi 5 de junho [58]
10 2 351 Red Bull Bragantino São Paulo 4–0 Goiás Atlético Goianiense Nabi Abi Chedid 17 de abril [59]
Médias de público

Estas são as médias de público dos clubes no campeonato. Considera-se apenas os jogos da equipe como mandante e o público pagante:[60]

Pos. Equipe Média Total Mandos Maior Menor
1 Rio de Janeiro Flamengo 50 889 458 001 9 65 392 33 778
2 São Paulo Corinthians 37 954 341 590 9 44 672 30 335
3 São Paulo Palmeiras 34 541 345 409 10 40 235 23 973
4 São Paulo São Paulo 31 416 282 742 9 47 141 20 466
5 Ceará Ceará 30 444 273 997 9 52 003 21 337
6 Minas Gerais Atlético Mineiro 28 738 287 380 10 48 310 11 714
7 Rio de Janeiro Fluminense 27 186 299 039 11 57 844 4 009
8 Ceará Fortaleza 25 183 251 825 10 37 507 17 709
9 Rio Grande do Sul Internacional 21 779 196 015 9 32 804 11 050
10 Paraná Coritiba 21 015 210 152 10 27 356 17 788
11 Rio de Janeiro Botafogo 20 974 188 765 9 34 344 7 463
12 Paraná Athletico Paranaense 19 298 173 681 9 25 965 12 325
13 São Paulo Santos 11 997 119 972 10 25 797 7 256
14 Mato Grosso Cuiabá 9 664 86 976 9 20 591 3 796
15 Santa Catarina Avaí 9 508 95 078 10 15 933 4 709
16 Goiás Goiás 8 204 73 836 9 11 442 4 910
17 Goiás Atlético Goianiense 6 280 62 798 10 10 887 3 533
18 São Paulo Red Bull Bragantino 5 137 51 366 10 9 993 2 351
19 Rio Grande do Sul Juventude 4 099 40 991 10 6 752 2 271
20 Minas Gerais América Mineiro 1 880 16 923 9 4 886 1 022
Total 20 069 3 813 172 190 65 392 1 022

Mudanças de técnicos[editar | editar código-fonte]

Clube Antecessor Data Última partida Rod Pos Sucessor Ref.
Paraná Athletico Paranaense Brasil Alberto Valentim 10 de abril São Paulo 4–0 Athletico Paranaense 20º Brasil Fábio Carille [61][62]
Minas Gerais América Mineiro Brasil Marquinhos Santos 11 de abril Avaí 1–0 América Mineiro 16º Brasil Vagner Mancini [63][64]
Goiás Goiás Brasil Glauber Ramos (interino) 14 de abril Coritiba 3–0 Goiás 19º Brasil Jair Ventura [65][66]
Rio Grande do Sul Internacional Uruguai Alexander Medina 15 de abril Internacional 1–1 Guaireña[nota 5] 18º Brasil Mano Menezes[nota 6] [68][69]
Rio de Janeiro Fluminense Brasil Abel Braga 28 de abril Fluminense 0–0 Unión de Santa Fe[nota 5] 13º Brasil Fernando Diniz[nota 7] [71][72]
Paraná Athletico Paranaense Brasil Fábio Carille 3 de maio The Strongest 5–0 Athletico Paranaense[nota 8] 16º Brasil Luiz Felipe Scolari[nota 9] [74][75]
Mato Grosso Cuiabá Brasil Pintado 12 de maio Cuiabá 0–0 Atlético Goianiense[nota 10] 11º Portugal António Oliveira[nota 11] [78][79]
Goiás Atlético Goianiense Brasil Umberto Louzer 15 de maio Atlético Mineiro 2–0 Atlético Goianiense 19º Brasil Jorginho [80][81]
Ceará Ceará Brasil Dorival Júnior 9 de junho América Mineiro 0–2 Ceará 10ª 12º Brasil Marquinhos Santos [82][83]
Rio de Janeiro Flamengo Portugal Paulo Sousa Red Bull Bragantino 1–0 Flamengo 14º Brasil Dorival Júnior [84][85]
Rio Grande do Sul Juventude Brasil Eduardo Baptista 20 de junho Atlético Goianiense 3–1 Juventude 13ª 20º Brasil Umberto Louzer [86][87]
São Paulo Santos Argentina Fabián Bustos 7 de julho Santos 1–1 Deportivo Táchira[nota 5] 15ª 10º Brasil Lisca[nota 12] [89][90]
Minas Gerais Atlético Mineiro Argentina Antonio Mohamed 21 de julho Cuiabá 1–1 Atlético Mineiro 18ª Brasil Cuca[nota 13] [92][93]

Premiação[editar | editar código-fonte]

Campeonato Brasileiro 2022
Série A
Brasil
A definir
Campeão
(?º título)

Jogador do mês[editar | editar código-fonte]

Mês Jogador Pos. Clube Estatísticas Ref.
J G A
Abril Argentina Jonathan Calleri A São Paulo 3 4 0 [94]
Maio 5 4 1 [95]
Junho Brasil Gustavo Scarpa M Palmeiras 6 3 3 [96]
Julho Argentina Germán Cano A Fluminense 5 5 1 [97]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas e referências

Notas

  1. a b Taça Brasil
  2. Em 1987, a CBF passava por uma grave crise financeira e anunciou que não poderia organizar o Campeonato Brasileiro nos mesmos moldes. Como resultado, os então treze grandes clubes do Brasil da época fundaram o Clube dos 13 para organizaram seu próprio campeonato chamado de Copa União. Vendo o sucesso que o novo torneio já demonstrava ter, a CBF decidiu que o campeão e vice-campeão da Copa União (Troféu João Havelange/Módulo Verde) enfrentaria o campeão e o vice-campeão do Troféu Roberto Gomes Pedrosa (Módulo Amarelo — que foi disputado por outras equipes) em um quadrangular. O Clube dos 13 não aceitou o regulamento e não permitiu que Flamengo e Internacional (campeão e vice-campeão da Copa União) jogassem o quadrangular. O Flamengo ganhou a Copa União, que foi disputada pelos maiores clubes do Brasil,[13] sendo reconhecida pelo Clube dos 13 e pelo Conselho Nacional de Desportos (CND), contrariando a resolução do CND e a maioria dos juízes do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) em 1988, que na época eram as maiores instâncias do futebol nacional e mais tarde, em 2011 pela CBF que eventualmente revogou a decisão por uma decisão judicial. Note-se que, para a CBF, o Flamengo é considerado, de forma não oficial*, ao lado de Sport, campeão brasileiro de 1987, como demonstrado em 2011, não podendo homologá-lo por conta da decisão final do Supremo Tribunal Federal (STF).[14][15] Em 24 de novembro de 2019, quando o Flamengo ganhou o Campeonato Brasileiro daquele ano, a entidade pôs, em seu site oficial, o título da Copa União na lista de conquistas do clube carioca, mas diferenciando os títulos em "Brasileiro" e "Copa União".[16] No dia seguinte, a CBF informou que acata a decisão do STF de que o Sport é o único campeão brasileiro de 1987 e, por isso, considera oficialmente o Flamengo como hexacampeão brasileiro — e não hepta.[17][18] Mas, em uma nota enviada a imprensa, a entidade informou que, "a título de opinião, sob o ponto de vista esportivo, o Flamengo é merecedor da designação de heptacampeão brasileiro".[19][20] Além disso, quando foi entregar o troféu de Campeão Brasileiro de 2019 ao clube, o presidente da CBF, Rogério Caboclo, ergueu o troféu sete vezes, segundo o Globoesporte.com, ratificando novamente a opinião da CBF sobre a conquista de 1987.[21][22][23]
  3. a b Torneio Roberto Gomes Pedrosa
  4. a b Considera-se apenas o público pagante.
  5. a b c Partida válida pela Copa Sul-Americana.
  6. Cauan de Almeida comandou o Internacional interinamente na 2ª rodada.[67]
  7. Marcão comandou o Fluminense interinamente na 4ª rodada.[70]
  8. Partida válida pela Copa Libertadores.
  9. Wesley Carvalho comandou o Athletico-PR interinamente na 5ª rodada.[73]
  10. Partida válida pela Copa do Brasil.
  11. Luiz Fernando Iubel comandou a Cuiabá interinamente entre a 7ª e a 9ª rodada e Bernardo Franco comandou a equipe interinamente na 10ª rodada.[76][77]
  12. Marcelo Fernandes comandou o Santos interinamente da 16ª a 18ª rodada.[88]
  13. Lucas Gonçalves comandou o Atlético-MG interinamente na 19ª rodada.[91]

Referências

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Ligações externas[editar | editar código-fonte]