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Campeonato Paulista de Basquete Masculino

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Campeonato Paulista de Basquete Masculino
Temporada, competição ou edição atual:
evento esportivo atual Campeonato Paulista de Basquete Masculino de 2026
DesportoBasquete
País Brasil
RegiãoSão Paulo
Fundação29 de abril de 1924
Temporada inaugural1932
CEOÊnyo Correia
Nº de equipes8
Campeão
atual
 Franca (17.º título)
Maior campeão Franca (17 títulos)
Sítio eletrónicofpb.com.br

O Campeonato Paulista de Basquete Masculino é uma tradicional competição estadual de basquete masculino que ocorre uma vez por temporada envolvendo as principais equipes do estado de São Paulo.

A competição é disputada desde 1932, onde a Sociedade Esportiva Palmeiras se sagrou campeã. Desde 1951, o torneio é disputado anualmente, tendo a equipe do Franca Basquetebol Clube a maior campeã, com 17 títulos.

História

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1925-1931: Início das competições na Capital.

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Entre 1925 e 1931, o basquete paulista viveu sua fase pioneira e essencialmente paulistana. A modalidade ainda estava concentrada na capital, e as competições eram organizadas pela recém-criada Federação Paulista de Basketball (FPB), fundada em 1924 por clubes tradicionais da cidade de São Paulo, como o Clube Esperia, Club Athletico Paulistano, Palmeiras (então Palestra Itália), Associação Cristã de Moços (ACM) e Associação Atlética São Paulo.[1][2]

O primeiro campeonato da categoria masculino adulto ocorreu em 1925. A competição foi chamada de Campeonato Paulistano (ou da Capital), pois foi realizada somente entre os clubes da capital e teve como campeão o Esperia.[3]

A década foi marcada pela consolidação das regras, pela expansão do número de praticantes e pelo fortalecimento da estrutura administrativa do esporte. Embora o torneio já fosse chamado de Campeonato Paulista, na prática ele representava um campeonato da cidade de São Paulo, pois as equipes do interior ainda não participavam regularmente.

1932-1940: Início do campeonato estadual

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Em 1932, porém, equipes e ligas do interior passaram a participar oficialmente da competição principal, fazendo com que o torneio deixasse de ser, na prática, um "Campeonato Paulistano" e se tornasse um verdadeiro Campeonato Paulista que passou a ser denominado oficialmente de Campeonato Estadual da Categoria Masculina Principal.[3] Essa mudança acompanhou a expansão do esporte para cidades como Campinas, Jundiaí, Sorocaba, São Carlos e outras regiões do interior, onde clubes e ligas locais já começavam a desenvolver tradição própria. A entrada dessas equipes aumentou o alcance geográfico do torneio e criou uma rivalidade saudável entre capital e interior, característica que se tornaria uma marca histórica do basquete paulista. [4]

O Palestra Itália, uma das principais forças do estado da época, conquistou os três primeiros títulos do torneio.[5] Nos primeiros anos dessa nova fase, clubes da capital ainda mantiveram ampla supremacia. Equipes tradicionais como Esperia, Corinthians, Palestra Itália e Paulistano continuavam sendo as principais potências do estado. Entretanto, os clubes interioranos passaram a conquistar espaço rapidamente, alcançando finais e disputando títulos estaduais, demonstrando que o basquete já não era exclusividade da cidade de São Paulo.

1941-1950: Nova era de divisões entre capital e interior

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Em 1940, o campeonato foi novamente dividido em dois núcleos: o Campeonato do Interior (jogado desde 1930, mas reconhecido como oficial pela Federação Paulista de Basketball em 1940) e o Campeonato da Grande São Paulo (Paulistano ou Capital), e dessa forma, os primeiros colocados participariam posteriormente do Campeonato Estadual.[3] Entre 1943 e 1945, o torneio interiorano chegou a ser disputado sob a denominação de "Torneio de Classificação do Interior", cujo campeão obtinha representação das ligas interioranas junto à Federação Paulista. Isso demonstra como a divisão Capital–Interior não era apenas esportiva, mas também administrativa, refletindo o crescente peso político das associações do interior dentro do basquete paulista.

Essa mudança ocorreu porque o crescimento do basquete no interior tornava cada vez mais difícil a realização de um campeonato único durante toda a temporada. O modelo permitia que as equipes disputassem inicialmente competições regionalizadas, reduzindo deslocamentos e fortalecendo as ligas locais, para depois se enfrentarem na fase estadual. Segundo registros históricos, o Campeonato do Interior, que já existia de forma experimental desde os anos 1930, passou a ser reconhecido oficialmente pela Federação em 1940.[6]

Entretanto, entre 1941 e 1950, houve apenas uma edição do torneio estadual, em 1947.[7][8]

De 1950 a 1977, o estado de São Paulo teve três campeonatos diferentes.[9] Tal cenário só se modificou a partir do ano de 1978, quando houve uma reorganização nos campeonatos da Federação Paulista de Basketball, que extinguiu os campeonatos da Capital e do Interior e rebatizou o estadual para Campeonato Estadual Masculino de Basquete da Divisão Especial, que é disputado até os dias atuais.[3]

1978-1986: Volta do torneio único estadual e domínio paulistano

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O período de 1978 a 1986 representou uma das maiores mudanças na história do basquete paulista. Após quase quatro décadas em que o sistema estadual era dividido entre Campeonato da Capital, Campeonato do Interior e fases finais estaduais, a Federação Paulista de Basketball promoveu uma reformulação que restabeleceu um campeonato único envolvendo diretamente as principais equipes de todo o estado. A partir de 1978, o título paulista voltou a ser decidido em uma competição integrada, reunindo desde o início clubes da capital e do interior.

Essa mudança buscava modernizar a competição e adequá-la ao crescimento do basquete paulista, que já possuía polos fortes em diversas regiões do estado. Embora a reunificação aumentasse a representatividade do interior, os primeiros anos da nova fase foram marcados por ampla supremacia das equipes da capital. Clubes tradicionais da cidade de São Paulo, especialmente Corinthians,Clube Sírio, Monte Líbano, Palmeiras e Club Athletico Paulistano, concentravam os principais atletas, investimentos e estruturas do basquete paulista e brasileiro durante o período. O resultado foi uma sequência de títulos estaduais conquistados por equipes da capital ao longo da maior parte da era.

A década também coincidiu com um dos momentos mais fortes do basquete paulista no cenário nacional. Muitos atletas que integrariam seleções brasileiras e equipes campeãs nacionais atuavam nos clubes paulistanos, reforçando o desequilíbrio competitivo em relação ao interior. Ainda assim, cidades como Franca, Campinas, XV de Novembro e São José continuaram desenvolvendo projetos importantes, preparando o terreno para a ascensão interiorana que ocorreria nos anos seguintes.

1987-2008: Ascenção do domínio Interiorano

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O período de 1987 a 2000 marcou uma mudança histórica no equilíbrio de forças do basquete paulista. Se a fase anterior (1978–1986) havia sido dominada pelos tradicionais clubes da capital, a partir de 1987 o interior assumiu o protagonismo da competição. O título de Rio Claro em 1987 simbolizou o início dessa nova era, que veria equipes interioranas conquistarem a ampla maioria dos campeonatos estaduais nas duas décadas seguintes.

Durante esse período, cidades como Franca Basquetebol Clube, Rio Claro Basquete, São José Basketball, Lençóis Paulista, Mogi das Cruzes Basquete e Campinas consolidaram programas esportivos altamente competitivos. O maior destaque foi Franca, que conquistou títulos paulistas em 1988, 1990, 1992, 1997, 2000, 2006 e 2007, além de se firmar como uma das principais forças do basquete brasileiro e sul-americano.

A década de 1990 foi particularmente emblemática. Entre 1987 e 2000, apenas uma pequena parcela dos títulos ficou com equipes da capital, enquanto o interior acumulou conquistas sucessivas. Rio Claro Basquete viveu sua época mais vitoriosa, com títulos em 1987, 1991, 1993, 1994 e 1995. Além disso, surgiram campeões de diferentes regiões do estado, evidenciando uma descentralização sem precedentes do basquete paulista.

A equipe do COC Ribeirão Preto, consolidou uma hegemonia entre 2001 e 2005.[10]

2009-Presente: Fortalecimento e era NBB

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Em 2008, as equipes paulistas decidiram boicotar o campeonato nacional, devido aos problemas organizacionais da CBB. Foi criada a Supercopa, em organização pelas próprias equipes. A competição vencida por Franca em final contra Assis, marcou o ínicio de uma era de profissionalização do esporte a nível nacional, em liderança paulista. [11]

A partir de 2009, o Campeonato Paulista entrou em uma nova fase de crescimento impulsionada diretamente pela criação do Novo Basquete Brasil (NBB). Com o surgimento da Liga Nacional de Basquete em 2008 e a profissionalização da modalidade, os principais clubes paulistas passaram a investir mais fortemente em infraestrutura, categorias de base, comissões técnicas e montagem de elencos competitivos. O resultado foi um aumento significativo do nível técnico do campeonato estadual.[12]

Nos primeiros anos dessa nova era, o Paulista tornou-se praticamente uma extensão da elite nacional. Diversas equipes que disputavam o NBButilizavam a competição estadual como preparação para a temporada nacional, o que elevou a qualidade dos jogos e ampliou o interesse de patrocinadores, torcedores e da mídia. Em 2009, por exemplo, a própria Liga Nacional precisou adaptar o calendário do NBB para harmonizá-lo com o Campeonato Paulista, reconhecido como o estadual mais forte do país.

O período foi marcado pelo protagonismo de clubes como Franca, Paulistano, Pinheiros, São José, Bauru, Mogi das Cruzes, Limeira Basquete, Corinthians e São Paulo. Muitos desses projetos receberam investimentos de empresas, prefeituras, universidades e patrocinadores privados, permitindo a contratação de atletas de seleção brasileira e até jogadores estrangeiros. A profissionalização dos elencos foi uma consequência direta do fortalecimento do NBB, que passou a oferecer maior visibilidade nacional e retorno comercial aos clubes.

Outro fenômeno importante foi o retorno dos grandes clubes poliesportivos e de futebol ao basquete de elite. Corinthians retornou ao cenário nacional em 2018, São Paulo ingressou no NBB em 2019 e ambos rapidamente passaram a disputar posições de destaque no Campeonato Paulista. Esse movimento ampliou a exposição da competição e trouxe novas fontes de investimento para a modalidade.

Edições do Campeonato Paulista

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Ano Campeão Resultado Vice
1932  Palestra Itália ?  Clube Campineiro
1933  Palestra Itália ?  Clube Campineiro
1934  Palestra Itália ? Clube Campineiro
1935  Corinthians ? Jundiaiense
1936  Esperia ? Jundiaiense
1937  Esperia ?  Sorocabano
1938  Esperia ?  Grêmio Varnhagen
1939  Corinthians ? São Carlos
1940  Esperia ?  Grêmio Varnhagen
1941 a 1946 Não realizado
1947  Corinthians ? Guaratinguetá
1948 a 1950 Não realizado
1951  Corinthians ?  Ponte Preta
1952  Corinthians ?  T.C. São José
1953 Não realizado
1954  Corinthians 2 - 1 São Carlos
1955  Corinthians 2 - 1  XV de Novembro
1956 Não realizado
1957  XV de Novembro ?  Esperia
1958  Palmeiras 2 - 1  XV de Novembro
1959  Sírio ?  XV de Novembro
1960  XV de Novembro ?  Palmeiras
1961  Palmeiras ?  Sírio
1962  Sírio ?  Palmeiras
1963  Palmeiras ?  Sírio
1964  Corinthians ?  Clube dos Bagres
1965  Corinthians ?  Palmeiras
1966  Corinthians ?  XV de Novembro
1967  Sírio ?  Corinthians
1968  Corinthians ?  Sírio
1969  Corinthians ?  Sírio
1970  Sírio ?  Clube dos Bagres
1971  Sírio ?  Emmanuel Franca
1972  Palmeiras ?  Trianon
1973  Emmanuel Franca ?  Trianon
1974  Palmeiras ?  Amazonas Franca
1975  Amazonas Franca Quadrangular Final  Palmeiras
1976  Amazonas Franca 2 - 0  Palmeiras
1977  Francana 2 - 1  Sírio
1978  Sírio 2 - 0  Francana
1979  Sírio 2 - 1  Francana
1980  T.C. São José 2 - 1  Francana
1981  T.C. São José Pentagonal Final  Monte Líbano
1982  Monte Líbano 73 - 72
(jogo único)
 Corinthians
1983  Corinthians 86 - 78
(jogo extra)
 Sírio
1984  Monte Líbano 82 - 75
(jogo único)
 Corinthians
1985  Corinthians 81 - 74
(jogo único)
 Monte Líbano
1986  Monte Líbano Pentagonal Final  Sírio
1987  Rio Claro 3 - 1  Monte Líbano
1988  Franca 4 - 0  Sírio
1989  Lwart/Lwarcel 4 - 3  Pirelli
1990  Franca 3 - 0  Rio Claro
1991  Rio Claro 3 - 1  Franca
1992  Franca 80 - 78
(jogo único)
 Ipê
1993  Rio Claro 104 - 93
(jogo único)
 Franca
1994  Rio Claro 96 - 90
(jogo único)
 Nosso Clube
1995  Rio Claro 3 - 2 A.A. Guaru
1996  Mogi das Cruzes 3 - 1  Franca
1997  Franca 3 - 0  COC/Ribeirão Preto
1998  Mackenzie/Microcamp 3 - 2  Mogi das Cruzes
1999  Bauru 3 - 1  Franca
2000  Franca 3 - 0  Bauru
2001  COC/Ribeirão Preto 3 - 1  Araraquara
2002  COC/Ribeirão Preto 3 - 0  Araraquara
2003  COC/Ribeirão Preto 3 - 0 Corinthians/Mogi das Cruzes
2004  COC/Ribeirão Preto 3 - 0 Limeira Limeira
2005  COC/Ribeirão Preto 3 - 1  Paulistano
2006  Franca 3 - 2  Assis
2007  Franca 3 - 0  Ulbra/São Bernardo
2008 Limeira Limeira 3 - 1  Franca
2009 São José dos Campos São José 3 - 0  Paulistano
2010 Limeira Limeira 3 - 1  Pinheiros
2011  Pinheiros 3 - 1 São José dos Campos São José
2012 São José dos Campos São José 3 - 2  Pinheiros
2013  Bauru 3 - 0  Paulistano
2014  Bauru 3 - 1 Limeira Limeira
2015 São José dos Campos São José 2 - 1  Mogi das Cruzes
2016  Mogi das Cruzes 2 - 0  Bauru
2017  Paulistano 3 - 2  Franca
2018
Detalhes
 Franca 2 - 0  Paulistano
2019
Detalhes
 Franca 2 - 0  Corinthians
2020
Detalhes
 Franca 70 - 54
(jogo único)
 Paulistano
2021
Detalhes
 São Paulo 2 - 1  Franca
2022
Detalhes
 Franca 2 - 1  São Paulo
2023  Paulistano 83 - 82
(jogo único)
 Corinthians
2024  Franca 2 - 0 São José dos Campos São José
2025
Detalhes
 Franca 3 - 0  Mogi das Cruzes

Títulos por equipe

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Clubes Títulos Vices
 Franca 17 (1973, 1975, 1976, 1977, 1988, 1990, 1992, 1997, 2000, 2006, 2007, 2018, 2019, 2020, 2022, 2024 e 2025) 14 (1964, 1970, 1971, 1974, 1978, 1979, 1980, 1991, 1993, 1996, 1999, 2008, 2017 e 2021)
 Corinthians 14 (1935, 1939, 1947, 1951, 1952, 1954, 1955, 1964, 1965, 1966, 1968, 1969, 1983 e 1985) 6 (1967, 1982, 1984, 2003[a], 2019 e 2023)
 Palmeiras 8 (1932, 1933, 1934, 1958, 1961, 1963, 1972 e 1974) 5 (1960, 1962, 1965, 1975 e 1976)
 Sírio 7 (1959, 1962, 1967, 1970, 1971, 1978 e 1979) 8 (1961, 1963, 1968, 1969, 1977, 1983, 1986 e 1988)
São José dos Campos São José 5 (1980, 1981, 2009, 2012 e 2015) 3 (1952, 2011 e 2024)
 Rio Claro 5 (1987, 1991, 1993, 1994 e 1995) 1 (1990)
 COC/Ribeirão Preto 5 (2001, 2002, 2003, 2004 e 2005) 1 (1997)
 Esperia 4 (1936, 1937, 1938 e 1940) 1 (1957)
 Monte Líbano 3 (1982, 1984 e 1986) 3 (1981, 1985 e 1987)
 Bauru 3 (1999, 2013 e 2014) 2 (2000 e 2016)
 Paulistano 2 (2017 e 2023) 5 (2005, 2009, 2013, 2018 e 2020)
 XV de Novembro 2 (1957 e 1960) 4 (1955, 1958, 1959 e 1966)
 Mogi das Cruzes 2 (1996 e 2016) 4 (1998, 2003[a], 2015 e 2025)
Limeira Limeira 2 (2008 e 2010) 2 (2004 e 2014)
 Pinheiros 1 (2011) 2 (2010 e 2012)
 São Paulo 1 (2021) 1 (2022)
 Lwart/Lwarcel 1 (1989) 0
 Mackenzie/Microcamp 1 (1998) 0
 Clube Campineiro 0 3 (1932, 1933 e 1934)
 Jundiaiense 0 2 (1935 e 1936)
 Grêmio Varnhagen 0 2 (1938 e 1940)
 São Carlos 0 2 (1939 e 1954)
 Trianon 0 2 (1972 e 1973)
 Araraquara 0 2 (2001 e 2002)
 Sorocabano 0 1 (1937)
 Guaratinguetá 0 1 (1947)
 Ponte Preta 0 1 (1951)
 Pirelli 0 1 (1989)
 Ipê 0 1 (1992)
 Nosso Clube 0 1 (1994)
A.A. Guaru 0 1 (1995)
 Assis 0 1 (2006)
 Ulbra/São Bernardo 0 1 (2007)
  • a Em 2003, o Corinthians e o Mogi das Cruzes firmaram uma parceria e disputaram duas edições do Campeonato Paulista em conjunto.


Campeonato Paulistano (Campeonato da Capital 1925-1977)

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Ano Campeão Vice
1925  Esperia ?
1926  Esperia ?
1927  Esperia  Palestra Itália
1928  Palestra Itália  Esperia
1929  Palestra Itália  A.A. São Paulo
1930  A.A. São Paulo  Tietê
1931  Palestra Itália  A.A. São Paulo
1932  Palestra Itália  A.A. São Paulo
1933  Palestra Itália  Corinthians
1934  Palestra Itália  Corinthians
1935  Palestra Itália  Esperia
1936  Corinthians  Esperia
1937  Esperia  Palestra Itália
1938  Esperia  Palestra Itália
1939  Esperia  Palestra Itália
1940[13]  Esperia  Palestra Itália
1941  Esperia  São Paulo Railway
1942  Esperia  Paulistano
1943  São Paulo  Corinthians
1944  Paulistano  Corinthians
1945  Esperia  Corinthians
1946  Esperia  Corinthians
1947  Corinthians  Esperia
1948  Corinthians  Esperia
1949  Esperia  Corinthians
1950  Corinthians  Esperia
1951  Corinthians  Paulistano
1952  Corinthians  Pinheiros
1953  Corinthians  Pinheiros
1954  Corinthians  Pinheiros
1955  Corinthians  Esperia
1956  Corinthians  Tietê[14]
1957  Esperia  Corinthians
1958  Palmeiras  Sírio
1959  Sírio  Palmeiras
1960  Sírio  Palmeiras
1961  Sírio  Palmeiras
1962  Sírio  Palmeiras
1963  Sírio  Corinthians
1964  Corinthians  Sírio
1965  Corinthians  Sírio
1966  Corinthians  Palmeiras
1967  Corinthians  Sírio
1968  Corinthians  Sírio
1969  Corinthians  Sírio
1970  Corinthians  Sírio
1971  Sírio  Corinthians
1972  Palmeiras  Sírio
1973  Sírio  Palmeiras
1974  Palmeiras  Sírio
1975  Palmeiras  Sírio
1976  Palmeiras  Sírio
1977  Sírio  Palmeiras

Títulos por equipe

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Clube Títulos
 Corinthians 17 (1936, 1947, 1948, 1950, 1951, 1952, 1953, 1954, 1955, 1956, 1964, 1965, 1966, 1967, 1968, 1969 e 1970)
 Esperia* 13 (1925, 1926, 1927, 1937, 1938, 1939, 1940, 1941, 1942, 1945, 1946, 1949 e 1957)
 Palmeiras 12 (1928, 1929, 1931, 1932, 1933, 1934, 1935, 1958, 1972, 1974, 1975 e 1976)
 Sírio 8 (1959, 1960, 1961, 1962, 1963, 1971, 1973, e 1977)
 A.A. São Paulo 1 (1930)
 São Paulo 1 (1943)
 Paulistano 1 (1944)

* O Esperia venceu um campeonato entre os clubes da Capital, organizado pela Associação Paulista de Esportes Atléticos (APEA), em 1923, além de um torneio realizado em 1924. No entanto, nenhum dos dois é considerado como oficial pela Federação Paulista de Basketball (FPB) em seus documentos.

Campeonato da Capital de 2º quadros

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Ano Campeão
1924  Esperia
1925  Esperia
1926  Esperia
1927  Esperia (FPBC)
 A.A. São Paulo (LaCB)
1928  Esperia
1929  Esperia
1930  Tietê
1931  Corinthians
1932  Palestra Itália
1933  Esperia
1940  São Paulo Railway
1943  Corinthians[15]

Títulos por equipe

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Clube Títulos
 Esperia 7 (1924, 1925, 1926, 1927, 1928, 1929, e 1933)
 Corinthians 2 (1931 e 1943)
 A.A. São Paulo 1 (1927)
 Tietê 1 (1930)
 Palestra Itália 1 (1932)
 São Paulo Railway 1 (1940)

Campeonato do Interior (1940-1977)

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Ano Campeão Vice
1939  Grêmio Varnhagen ?
1940[16]  Grêmio Varnhagen Liga Campineira
1941 Não realizado
1942 Não realizado
1943 Taubaté Clube  Nosso Clube
1944  Nosso Clube Taubaté Clube
1945 Vasco da Gama ?
1946 Não realizado
1947  Sorocabano E.C. Mogiana
1948 Guaratinguetá  Sorocabano
1949  Clube Campineiro Recreativa
1950  Sorocabano Ateneu Paulista
1951  Ponte Preta ?
1952  T.C. São José  São Carlos
1953 Não realizado
1954  São Carlos Liga Araraquarense
1955[17]  XV de Novembro  São Carlos
1956  São Carlos  T.C. São José
1957  XV de Novembro  T.C. São José
1958  XV de Novembro  São Carlos
1959  XV de Novembro  São Carlos
1960  XV de Novembro  T.C. São José
1961 Não realizado
1962 Clube dos Bagres  T.C. São José
1963 Clube dos Bagres  XV de Novembro
1964[18] Clube dos Bagres  XV de Novembro
1965 Clube dos Bagres  XV de Novembro
1966 Clube dos Bagres  XV de Novembro
1967 Clube dos Bagres São Caetano
1968 Clube dos Bagres  T.C. São José
1969  T.C. São José Clube dos Bagres
1970  T.C. Campinas  T.C. São José
1971 Clube dos Bagres  T.C. Campinas
1972 Emmanuel Franca  Trianon
1973  Trianon Emmanuel Franca
1974  XV de Novembro Emmanuel Franca
1975 Amazonas Franca  T.C. Campinas
1976 Amazonas Franca  T.C. Campinas
1977 Francana  T.C. Campinas

Títulos por equipe

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Clube Títulos Vices
 Franca 12 (1962, 1963, 1964, 1965, 1966, 1967, 1968, 1971, 1972, 1975, 1976, e 1977) 3 (1969, 1973 e 1974)
 XV de Novembro 6 (1955, 1957, 1958, 1959, 1960 e 1974) 4 (1963, 1964, 1965 e 1966)
 Sorocabano 2 (1947 e 1950) 0
 São José 2 (1952 e 1969) 6 (1956, 1957, 1960, 1962, 1968 e 1970)
 São Carlos 2 (1954 e 1956) 4 (1952, 1955, 1958 e 1959)
 Grêmio Varnhagen 2 (1939) e 1940) 0
Taubaté Clube 1 (1943) 1 (1944)
 Nosso Clube 1 (1944) 1 (1943)
Vasco da Gama 1 (1945) 0
Guaratinguetá 1 (1948) 0
 Campineiro 1 (1949) 0
 Ponte Preta 1 (1951) 0
 T.C. Campinas 1 (1970) 4 (1971, 1975, 1976 e 1977)
 Trianon 1 (1973) 1 (1972)

Edições não oficiais da FPB do Campeonato do Interior (1932-1939)

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Ano Campeão
1932  Clube Campineiro
1933  Clube Campineiro
1934  Clube Campineiro
1935 Não realizado
1936 Jundiaiense
1937 Jundiaiense
1938  Grêmio Varnhagen
1939 Não realizado

Fatos sobre o Campeonato do Interior

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  • De 1943 a 1945, o Campeonato do Interior, foi disputado como Torneio de Classificação do Interior, dando ao campeão a representação das Ligas do Interior no Conselho Supremo da Federação Paulista de Basketball.
  • Em 1956 e 1957, a Federação Paulista de Basketball, não realizou este campeonato, mas por resolução da diretoria ficou prevalecendo como seus os resultados do Troféu Bandeirantes do DEFE.
  • Em 1968, foi realizado um Quadrangular final em sistema de ida e volta para apurar-se o campeão. Os terceiros colocados de cada grupo disputaram entre si a última vaga para o Campeonato Paulista da categoria.
  • Em 1969, foi entregue ao campeão o Troféu "Pedro Vicente Fonseca (Pecente)".
  • Em 1977, as três primeiras equipes colocadas classificaram-se automaticamente para disputar o Campeonato Paulista Estadual Principal Masculino deste mesmo ano, e os seis primeiros colocados participaram da recém criada Divisão Especial Adulta Masculina.

Troféu Bandeirantes (1947-1974)

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O Troféu Bandeirantes foi um torneio de basquete que envolvia as equipes do interior de São Paulo. Era organizada pelo Governo Estadual, não tendo elo com a Federação Paulista de Basketball.

Ano Campeão Vice
1947  Sorocabano E.C. Mogiana
1948 Guaratinguetá  Sorocabano
1949  Clube Campineiro S.R.E. de Ribeirão Preto
1950  Sorocabano Ateneu Paulista
1951  T.C. São José Clube 22 de Agosto
1952  A.A. Scarpa Ateneu Paulista
1953  São Carlos Jundiaiense
1954 C.R. Guaratinguetá  T.C. Sorocaba
1955  XV de Novembro  T.C. São José
1956[19][20]  São Carlos  T.C. São José
1957  XV de Novembro  T.C. São José
1958  T.C. São José  XV de Novembro
1959  XV de Novembro  São Carlos
1960  XV de Novembro  São Carlos
1961  XV de Novembro Clube dos Bagres
1962 Clube dos Bagres  XV de Novembro
1963 Clube dos Bagres Birigui
1964 a 1971 Não realizado
1972 ? ?
1973 Não realizado
1974  Luso  São Carlos

Títulos por equipe

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Clube Títulos
 XV de Novembro 5 (1955, 1957, 1959, 1960 e 1961)
 Sorocabano 2 (1947 e 1950)
 São José 2 (1951 e 1958)
 São Carlos 2 (1953 e 1956)
 Franca 2 (1962 e 1963)
Guaratinguetá 1 (1948)
 Campineiro 1 (1949)
 A.A. Scarpa 1 (1952)
C.R. Guaratinguetá 1 (1954)
 Luso 1 (1974)

Torneio Novo Milênio (2001-2011)

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O Torneio Novo Milênio disputado entre 2001 e 2011, tinha como objetivo reunir as equipes paulistas que disputavam a elite estadual, mas não disputavam o campeonato brasileiro, junto das melhores colocadas na divisão de acesso estadual.

Ano Campeão Vice
2001  Pinheiros  Palmeiras
2002  Rio Pardo Limeira Limeira
2003  Hebraica São Caetano
2004  Assis Limeira Limeira
2005  Assis  Bauru
2006  Casa Branca São José dos Campos São José
2007  Ulbra/São Bernardo Guarujá
2008  Casa Branca  Americana
2009  Metodista/São Bernardo  XV de Novembro
2010  Liga Sorocabana  Metodista/São Bernardo
2011  XV de Novembro  América

Títulos por equipe

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Clube Títulos
 Assis 2 (2004 e 2005)
 Casa Branca 2 (2006 e 2008)
 Pinheiros 1 (2001)
 Rio Pardo 1 (2002)
 Hebraica 1 (2003)
 Ulbra/São Bernardo 1 (2007)
 Metodista/São Bernardo 1 (2009)
 Liga Sorocabana 1 (2010)
 XV de Novembro 1 (2011)

Ver também

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Referências

  1. «CAP Club». www.paulistano.org.br. Consultado em 22 de junho de 2026
  2. Viquiato, Luca (7 de outubro de 2024). «Conheça o Campeonato Paulista de Basquete Masculino, o principal torneio regional do país». Sportingbet. Consultado em 22 de junho de 2026
  3. 1 2 3 4 Beneli 2007, p. 80.
  4. «Final entre São José e Franca reforça tradição do basquete do interior – FPB». fpb.com.br. Consultado em 22 de junho de 2026
  5. «TRAJETÓRIA GLORIOSA». Website oficial da Liga Nacional de Basquete. 26 de agosto de 2014. Consultado em 21 de outubro de 2021. Cópia arquivada em 20 de junho de 2018
  6. «BASQUETE Flâmula do III CAMPEONATO DO INTERIOR DE BASQUETE, Santo André, Julho de 1960». Antiguidades CASA DO VELHO. Consultado em 22 de junho de 2026
  7. Beneli 2007, p. 155.
  8. «Técnico do Lwart-Lwarcel diz que título paulista de 89 foi um 'exagero'». Folha de S.Paulo. 23 de dezembro de 1989. Consultado em 21 de outubro de 2021
  9. Beneli 2007, p. 144-149.
  10. «Ribeirão vence outra contra Limeira e é tetracampeão paulista - 18/01/2005 - UOL Esporte - Basquete». esporte.uol.com.br. Consultado em 23 de maio de 2016
  11. «Precursora do NBB, Supercopa completa 12 anos; troféu foi último de Hélio Rubens no Franca». ge. 31 de março de 2020. Consultado em 22 de junho de 2026
  12. «A Ascensão da NBB: A História da Liga Brasileira de Basquete e sua Trajetória de Sucesso». 11 de maio de 2023. Consultado em 22 de junho de 2026
  13. http://memoria.bn.gov.br/pdf/182664/per182664_1941_00155.pdf
  14. http://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=104140&Pesq=%22S%c3%a3o%20Carlos%22&pagfis=23493
  15. http://memoria.bn.gov.br/pdf/182664/per182664_1944_00301.pdf
  16. http://memoria.bn.gov.br/pdf/182664/per182664_1941_00145.pdf
  17. http://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=104140&Pesq=%22S%c3%a3o%20Carlos%22&pagfis=30689
  18. Pages, Digital. «Folha de S.Paulo - Edição de 21/12/1964». acervo.folha.com.br. Consultado em 23 de setembro de 2015
  19. http://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=104140&Pesq=%22S%c3%a3o%20Carlos%22&pagfis=26973
  20. http://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=104140&Pesq=%22S%c3%a3o%20Carlos%22&pagfis=27008

Bibliografia

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Ligações externas

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