Campos Machado

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Campos Machado
Deputado Estadual de São Paulo
Período 15 de março de 1987
até atualidade
(8 mandatos consecutivos)
Dados pessoais
Nome completo Antônio Carlos Campos Machado
Nascimento 31 de outubro de 1939 (82 anos)
Cerqueira César, SP
Nacionalidade brasileiro
Cônjuge Wilma Campos Machado
Partido PTB (1988-2020)
Avante (2020-presente)
Profissão Advogado criminalista
Serviço militar
Condecorações Medalha Santos-Dumont[1]

Antônio Carlos Campos Machado (Cerqueira César, 31 de outubro de 1939)[2] é um advogado e político brasileiro, deputado estadual de São Paulo pelo Avante.[3]

Entre os projetos aprovados na Assembleia Legislativa, estão a gratuidade no transporte público estadual para pessoas com mais de 60 anos[4], a lei 15.365/14, que criou o "dia da liberdade religiosa" no estado de São Paulo, entre outras.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Nascido no município de Cerqueira César, no Estado de São Paulo, casou-se com Marlene Campos Machado, também política e presidente nacional do PTB-Mulher[5], e tem três filhos. É advogado criminalista e ingressou na carreira política por meio de Jânio Quadros[6].

Filiação ao Avante[editar | editar código-fonte]

Campos Machado Deixa o PTB após o Presidente Nacional do Partido: Roberto Jefferson demonstrar uma inclinação ideológica pró-governo Bolsonaro.[7]

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

Em 2013, Campos Machado propôs a emenda constitucional 01/2013[8], que tinha por objetivo tornar exclusiva atribuição do procurador geral de justiça funções institucionais do Ministério Público, como "zelar pelo efetivo respeito dos poderes públicos" e "promover o inquérito civil e a ação civil pública, para a proteção do patrimônio público e social, do meio ambiente e de outros interesses difusos e coletivos"[9], quando a autoridade alvo da reclamação for alguém exercendo função de governador ou vice, secretário de Estado, deputado estadual, membro do Poder Judiciário, membro do Ministério Público, conselheiro do Tribunal de Contas ou prefeito. A proposta foi criticada por tentar reduzir os poderes do Ministério Público e considerada uma forma de mandonismo[10]. O político defendeu sua proposta respondendo em artigo de opinião da Folha de S.Paulo, alegando buscar com ela inibir perseguições pessoais e políticas[11].

Referências

  1. «Relação de Agraciados do Mérito Santos-Dumont» (PDF). Força Aérea Brasileira (pdf). Consultado em 8 de setembro de 2020 
  2. «Políticos do Brasil». Uol. Consultado em 22 de Agosto de 2014 
  3. «Painel: Após 30 anos, Campos Machado troca PTB por Avante e chama Jefferson de ditador». Folha de S.Paulo. 11 de dezembro de 2020. Consultado em 14 de dezembro de 2020 
  4. Valle, Caio do (20 de setembro de 2013). «O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,assembleia-aprova-passe-livre-aos-60,1077032». O Estado de S. Paulo. Consultado em 22 de Agosto de 2014 
  5. Nascimento, Gilberto (12 de agosto de 2014). «Conselho evangélico tenta fechar apoio conjunto a candidatos». Brasil Econômico - Último Segundo. Consultado em 22 de Agosto de 2014 
  6. «Sítio da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo». Consultado em 22 de Agosto de 2014 
  7. «Roberto Jefferson provoca racha interno ao 'bolsonarizar' PTB - Política». Estadão. Consultado em 6 de janeiro de 2021 
  8. «Emenda constitucional 01/2013». Sítio da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. Consultado em 22 de Agosto de 2014 
  9. «Artigo 129 da Constituição Federal do Brasil». Sítio do Senado Federal. Consultado em 22 de Agosto de 2014 
  10. Livianu, Roberto; Cavalcanti, Felipe (27 de março de 2013). «Mandonismo à Paulista». Folha de S.Paulo. Consultado em 22 de Agosto de 2014 
  11. Machado, Campos (18 de abril de 2013). «Sobre a distorção da verdade». Folha de S.Paulo. Consultado em 22 de Agosto de 2014