Canavieiras

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Município de Canavieiras
"Canes"
Coqueiros na praia de Canavieiras

Coqueiros na praia de Canavieiras
Bandeira de Canavieiras
Brasão de Canavieiras
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 25 de maio de 1891
Fundação 13 de dezembro de 1832
Gentílico canavieirense
Lema Villa Imperialis
"Civilização que impera"
Prefeito(a) Clovis Roberto Almeida de Souza (PPS)
Localização
Localização de Canavieiras
Localização de Canavieiras na Bahia
Canavieiras está localizado em: Brasil
Canavieiras
Localização de Canavieiras no Brasil
15° 40' 30" S 38° 56' 49" O15° 40' 30" S 38° 56' 49" O
Unidade federativa Bahia Bahia
Mesorregião Sul Baiano IBGE/2008 [1]
Microrregião Ilhéus-Itabuna IBGE/2008 [1]
Municípios limítrofes Una, Belmonte, Santa Luzia e Mascote
Distância até a capital 559 km
Características geográficas
Área 1 326,931 km² [2]
População 33 570 hab. IBGE/2013[3]
Densidade 25,3 hab./km²
Altitude 5 m
Clima Tropical
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,59 baixo PNUD/2010 [4]
PIB R$ 164,588 mil IBGE/2010[5]
PIB per capita R$ 5,090 73 reais IBGE/2010[5]

Canavieiras é um município brasileiro do estado da Bahia. Sua população estimada em 2013 era de 33.570 habitantes. Estima-se que esteja entre 38-40.000 Habitantes atualmente.

É uma das quatro únicas localidades onde pode ser encontrada uma espécie da Mata Atlântica ameaçada de extinção, a Buchenavia hoehneana.[6]

Etimologia[editar | editar código-fonte]

Existem duas versões sobre a origem do nome do município de Canavieiras. A primeira é uma tentativa de dá mérito ao nome da família Vieira ( o que é uma falácia devido que a família era famosa pelas atrocidades realizadas, portanto nunca teriam essa honra), neste caso o radical Cana, seria relacionado aos grandes canaviais (economia da época) e Vieira, família Portuguesa de antigos moradores da vila até meados de 1912, quando a vila era conhecida como "Princesinha do Sul".[7]

A segunda e verídica versão, cujo o nome teve origem na cultura da cana, <lavoura de canavieira>.[8]

História[editar | editar código-fonte]

Os primeiros habitantes do município de Canavieiras foram portugueses e brasileiros vindos de Ilhéus, por volta da primeira década de 1700, século XVIII , fugindo- pelo que se encontra nos registros- dois índios pataxós que saqueavam a região, ou em procura de terras mais férteis que supunham existir mais adiante. Eles migraram para a foz do Rio Pardo onde hoje se encontra a sede do Município.[9]

O município criado com território desmembrado de Ilhéus, com a denominação de Imperial Vila de Canavieiras, por Resolução Provincial de 13 de dezembro de 1832. No início fixaram-se na região de Poxim ( que era pouco frequentado pelos indígenas, essa denominação vem do Tupi "pequeno e feio") onde criaram o orago de São Boaventura do Poxim, por Alvará Régio, de 11 de abril de 1718, do Arcebispo da Bahia e Primaz do Brasil, Dom Sebastião Monteiro da Vide, a nova ilha as margens do Rio Pardo se mostrava mais favorável e com terras mais férteis , onde se deu início ao cultivo da cana-de-açúcar . Foi elevada à categoria de cidade por Ato Estadual, de 25 de maio de 1891, do então governador José Gonçalves da Silva.[7]

Em 1746 a história econômica de toda a região sul da Bahia começou a ser mudada em Canavieiras, quando Antônio Dias Ribeiro plantou as primeiras sementes de cacau nas margens do rio Pardo, na Fazenda Cubículo. Com as diversas crises seguidas da cultura cacaueira, tendo como ápice destas a "Vassoura-de-bruxa", passou a dar maior atenção ao turismo, em especial a partir da década de 1980.[7]

Conhecida também pela pescaria de marlim azul, uma nobre pescaria esportiva conhecida no mundo inteiro. Também um dos pontos mais conhecidos para pescaria esportiva de robalo. Canavieiras tem como principal comida típica a "cabeça de robalo", que curiosamente nada tem a ver com este peixe.

Canavieiras é também conhecida como a igreja mãe das Assembleias de Deus na Bahia, pois na cidade foi fundada a primeira igreja dessa denominação evangélica no estado.

De Canavieiras derivaram-se os municípios de Camacã, Santa Luzia, Mascote, Potiraguá, Itapebi, Pau Brasil, Arataca que foi derivada de Una, que também pertenceu a Canavieiras.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Clima[editar | editar código-fonte]

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período de 1977 a 1980, 1986 a 1989 e a partir de 1993, a menor temperatura registrada em Canavieiras foi de 12 °C em 9 de agosto de 2017,[10] e a maior atingiu 33 °C em 24 de fevereiro de 2006 e 31 de dezembro de 2012.[11][[nota] 1] O maior acumulado de precipitação em 24 horas foi de 193,5 milímetros (mm) em 19 de março de 1997. Outros grandes acumulados iguais ou superiores a 150 mm foram 161,7 mm em 27 de junho de 2005 e 158,5 mm em 11 de fevereiro de 1978.[12] Março de 1997, com 604,8 mm, foi o mês de maior precipitação.[13]

Dados climatológicos para Canavieiras
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima recorde (°C) 32,4 33 32,6 32,8 31,7 30,1 29,2 29,8 30,2 30,7 30,9 33 33
Temperatura máxima média (°C) 30,1 30,5 30,3 29,7 28,5 27,3 26,8 26,6 27,3 28,2 28,7 29,5 28,6
Temperatura média compensada (°C) 26,6 26,7 26,5 25,6 24,3 22,8 22,3 22,5 23,7 24,8 25,5 26,2 24,8
Temperatura mínima média (°C) 22,6 22,7 22,8 22,1 20,4 19,1 18,4 18,3 19,4 20,9 22 22,5 20,9
Temperatura mínima recorde (°C) 18,1 18,3 18,8 17,8 15,7 13,4 12,7 12 12,9 13 16,2 18,4 12
Precipitação (mm) 95,2 118,4 180,2 195,5 145,1 135,5 140 91,2 77,4 124,8 143,2 145,3 1 591,8
Dias com precipitação (≥ 1 mm) 12 13 15 16 12 14 15 14 11 10 12 11 115
Umidade relativa compensada (%) 81 81 83,2 84,7 85,3 87,1 86,3 83,6 82,1 82,2 83,9 83,2 83,6
Horas de sol 260,5 227 221,4 188,1 182,4 156,4 169,6 189,7 193,6 208,4 196,6 217,8 2 411,5
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) (normal climatológica de 1981-2010;[14] recordes de temperatura: 01/01/1977 a 31/12/1980, 01/01/1986 a 31/03/1989 e 01/08/1993-presente)[10][11][[nota] 1]

Biodiversidade[editar | editar código-fonte]

Canavieiras é muito rica em sua fauna e flora, e grande parte da sua economia depende disto, ela tem mais de 40 quilômetros de orla recortada por rios, manguezais e reservas de Mata Atlântica, além de diversas ilhas apinhadas de coqueiros.[15]Cercado em por sete ilhas marítimas tendo como destaque a Ilha de Atalaia e Ilha das Garças e por várias ilhas fluviais do rio Pardo.

A cidade abriga três biomas: parte da Mata Atlântica, Manguezal, e restinga (praia).[15]

Atualmente o ICMBio que trabalha junto com a população para promover a preservação e consumo consciente dos recursos naturais.[16] A Z-20 Colônia de Pescadores e Marisqueiros está presente na cidade e cuida dos direitos dos pescadores e marisqueiros registrados.[17]

É uma das quatro únicas localidades onde pode ser encontrada uma espécie da Mata Atlântica ameaçada de extinção, a Buchenavia hoehneana. O mangue é muito rico e é berçário para várias espécies de animais e aves. A cidade é conhecida como a Rainha do Caranguejo devido a sua imensa fartura de tal animal, e em homenagem a tal fartura acontece um Festival anual que leva o nome de Festa do Caranguejo, onde acontece várias exposições de artes e standes ensinando e conscientizando a população á preservação da natureza. [16][15]

Canavieiras foi a única cidade brasileira a ser reconhecida com um dos 10 melhores destinos de pesca oceânica/esportiva do mundo, classificados pela publicação internacional Billfish Report, uma das mais conceituadas do setor. O litoral de Canavieiras abriga o – Royal Charlotte – que é considerado o melhor ponto de pesca da Bahia. Para pescar neste banco, a principal base de saída é a cidade de Canavieiras. A grande vantagem é que, a apenas 10 milhas da costa, as embarcações já se encontram em profundidade suficiente para a pesca dos peixes de bico.[15]

A cidade é berçário do Marlin Azul e tem um torneio anual de pesca esportiva. Hoje o torneio é apenas esportivo e obedece a regulamentos onde é necessário o registro e comprovação por imagens da liberação do peixe.

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

Rios:[9][editar | editar código-fonte]

Rio Pardo na passarela do Robalo ( ponte da praia) em Canavieiras-BA.
Rio Pardo[editar | editar código-fonte]

O rio é navegável em todo município, abriga manguezais. Onde desemboca é considerado o melhor pesqueiro de Robalo. Muito utilizado pelos banhistas para prática de caiaque.

Rio Salsa [editar | editar código-fonte]

Rio navegável por embarcações de pequeno porte, liga o Rio Pardo ao Jequitinhonha através do canal do Pau-Açu. Abriga fazendas de cacau. É o local onde ocorre a pesca do robalo.

Rio Patipe[editar | editar código-fonte]

Rio que banha o Município, abriga manguezais. Forma, junto com o Oceano, a Ilha de Atalaia e junto com os Rios Cipó e Pardo, a Ilha de Canavieiras.

Rio Salgado[editar | editar código-fonte]

Rio que abriga grande extensão de manguezal.

Rio Cipó[editar | editar código-fonte]

O rio corta o município, abriga manguezais, visto logo na entrada da cidade. Forma, junto com os Rios Pardo e Patipe, a Ilha de Canavieiras.

Rio Poxim[editar | editar código-fonte]

Rio que desemboca no Município, divide os Municípios de Una e Canavieiras. É conhecido como Poxim de Fora.

Rio Passuí[editar | editar código-fonte]

Rio que liga os rios Jequitinhonha, em Belmonte, e Pardo, em Canavieiras, é cercado por manguezal, coqueiral, fazendas de cacau e Mata Atlântica.  Propício à pesca do robalo e camping selvagem.     

Rio Jacaré [editar | editar código-fonte]

Rio que banha o Município, abriga manguezais. Na foz do Rio Pardo, une Canavieiras a Belmonte.[15]

Lagoas:[9][editar | editar código-fonte]

Lagoa do Rocha: [editar | editar código-fonte]

Lagoa com 6 km de comprimento por 240 m de largura, excelente para pesca. 

Localização: Distrito de Ouricana, 35 km do Centro.

Lagoa do Carmo:  [editar | editar código-fonte]

Lagoa com 2 km de comprimento, bom para pesca. 

Localização: 25 km do Centro.

Canais:[9][editar | editar código-fonte]

Canal do Poaçu / Pau-Açu[editar | editar código-fonte]

Canal que liga o Rio Pardo ao Jequitinhonha, através do Rio Salsa.[9]

Praias[editar | editar código-fonte]

Praia da Costa, na Ilha de Atalaia, em Canavieiras

Praia da costa[editar | editar código-fonte]

Praia urbana bem movimentada, com 6 km de extensão, situada na Ilha de Atalaia, possui ondas fracas e um extenso coqueiral. É cortada pelo Rio Pardo e muito procurada por suas areias monazítica e por suas barracas que são bem animadas e oferecem pratos típicos maravilhosos como crustáceos, moquecas em diversificadas e o famosa Cabeça de Robalo ( prato típico). Abriga casas para veraneio pousadas e chalés. Os moradores costumam praticar esportes na orla- inclusive o surf, fazer caminhadas e se deliciar com maravilhosos banhos de mar ( está área é vigiada por profissionais salva-vidas).

Praia de Atalaia[editar | editar código-fonte]

Praia deserta, situada no povoado da Atalaia, com ondas fracas e areia branca e fina. Possui algumas casas de veraneio e de pescadores.Propícia ao banho e à caminhada.

Praia do Patipe[editar | editar código-fonte]

Praia com ondas calmas, areia clara e solta, cobertas de conchas multicoloridas e coqueiros. Propícia à pesca, ao caiaque e ao windsurf. Possui sítios e casas de veraneio.

Praia da Barra Velha[editar | editar código-fonte]

Praia reta com ondas fracas, areia branca e solta, coqueiros e Mata Atlântica preservada. Propícia à pesca com molinete, banho de mar e caminhadas. Seu acesso é feito pela BA-001 mais 6 km de estrada de terra para se tomar uma balsa e cruzar o Rio Salgado com seu manguezal e depois mais 4 km de terra.

Praia do Sul[editar | editar código-fonte]

Praia deserta com ondas fortes, areia batida, coqueiros e mangue. Propícia à pesca. Seu acesso é feito por barco a partir do Rio Pardo. Abriga a foz do Rio Pardo.

Praia do Norte / Praia da Oiticica[editar | editar código-fonte]

Praia deserta, situada ao sul da Ilha de Comandatuba, com 11 km de extensão, ondas fortes, areia branca e fina, Mata Atlântica e fazendas.

Praia da Barra do Albino[editar | editar código-fonte]

Praia calma, rasa e com areia monazítica. Possui coqueiral, sítios e casas de veraneio. Abriga a foz do Rio Patipe.

Praia da Barra de Canavieiras[editar | editar código-fonte]

Praia situada após o povoado de Atalaia, seu acesso é feito por barco ou carro. Propícia às caminhadas.

Rio Pardo, separando o centro da Cidade de Canavieiras e a ilha de Atalaia

Economia[editar | editar código-fonte]

O município possui uma economia basicamente agropecuária, pesca, carcinicultura e de turismo. Tendo um dos grandes rebanhos bovinos da Bahia.

Rebanho[editar | editar código-fonte]

  • Bovinos - efetivo dos rebanhos - 100.940 cabeças
  • Suínos - efetivo dos rebanhos - 5.390 cabeças
  • Galos, frangas, frangos e pintos - efetivo dos rebanhos - 12.200 cabeças: Galinhas - efetivo dos rebanhos - 4.490 cabeças
  • Vacas ordenhadas - quantidade - 12.000 cabeças
  • Leite de vaca - produção - quantidade - 10.680 Mil litros

Além de possuir uma fábrica de Leite Dahler.

Na agricultura destaca-se a produção de cacau, coco, mamão e banana:

  • Coco-da-baía - Quantidade produzida - 22.500 frutos
  • Cacau (em amêndoa) - Quantidade produzida - 1.245 toneladas
  • Mamão - Quantidade produzida - 450 toneladas

Produto Interno Bruto[editar | editar código-fonte]

  • Valor adicionado bruto da agropecuária a preços correntes - 31.273 mil reais
  • Valor adicionado bruto da indústria a preços correntes - 17.560 mil reais
  • Valor adicionado bruto dos serviços a preços correntes - 109.086 mil reais
  • Impostos sobre produtos líquidos de subsídios a preços correntes - 6.667 mil reais
  • PIB a preços correntes - 164.588 mil reais
  • PIB per capita a preços correntes - 5.090,73 reais

Bandeira[editar | editar código-fonte]

Em 1967, durante o governo do prefeito João Perelo, o Lions Clube promoveu um concurso para criação da bandeira da cidade de Canavieiras, este foi vencido por Jorge Silva Souza.[7]

A bandeira possui três cores, composta por listras verticais branco e verde, uma faixa na diagonal vermelha e três emblemas dentro da faixa diagonal:[7]

  • O verde representa as canas dos canaviais que existiam no início do povoamento da cidade, e as extensas matas presentes;
  • O branco representa as praias do extenso litoral da cidade;
  • O vermelho representa a cor da roupa do padroeiro da cidade São Boaventura (manto de São Boaventura);
  • Dentro da faixa diagonal vermelha existem três emblemas que, segundo uns representam patas de caranguejo e, segundo outros, conchas que aparecem nas areias das praias.[7]   [9]
  1. a b Máximas disponíveis até 2 de junho de 2015.

Referências

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008. 
  2. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010. 
  3. «Censo Populacional 2013». Censo Populacional 2013. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2013. Consultado em 3 de novembro de 2013. 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 23 de agosto de 2013. 
  5. a b «IBGE» 
  6. IUCN Red List
  7. a b c d e f Filho, Durval França; Schommer, Aurélio. Canavieiras – Terra Mater do Cacau. Canavieiras: Editora Cultura Editorial Ltda 
  8. Costa, Alcides (1963). Canavieiras- sua Historia e sua Gente- (Lendas e Festas). Canavieiras: Imprensa Oficial da Bahia. pp. 5,6,7,15,16,17 
  9. a b c d e f FRANÇA FILHO, Durval Pereira da (1991). 100 anos de Canavieiras. CANAVIEIRA-BA: [s.n.] 
  10. a b «BDMEP - série histórica - dados diários - temperatura mínima (°C) - Canavieiras». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 18 de julho de 2018. 
  11. a b «BDMEP - série histórica - dados diários - temperatura máxima (°C) - Canavieiras». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 18 de julho de 2018. 
  12. «BDMEP - série histórica - dados diários - precipitação (mm) - Canavieiras». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 18 de julho de 2018. 
  13. «BDMEP - série histórica - dados mensais - precipitação total (mm) - Canavieiras». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 18 de julho de 2018. 
  14. «NORMAIS CLIMATOLÓGICAS DO BRASIL». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 18 de julho de 2018. 
  15. a b c d e Pacheco, Vladimir Félix (16 de abril de 2014.). «RESERVA EXTRATIVISTA MARINHA DE CANAVIEIRAS - BA: CONFLITOS E USO DO SOLO» (PDF). Monografia apresentada ao Curso degraduação em Geografia,Departamento de Geografia, Instituto de Geociências, Universidade Federal da Bahia,  line feed character character in |titulo= at position 50 (ajuda); line feed character character in |jornal= at position 131 (ajuda); Verifique data em: |data= (ajuda)
  16. a b «Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - Resex de Canavieiras». www.icmbio.gov.br. Consultado em 14 de janeiro de 2018. 
  17. UFBA, CNPq (2013). «Colônias, Associações, Sindicatos e Cooperativas de Pesca cadastradas na Superitendência da Pesca e Aquicultura do Estado da Bahia - 2013» (PDF). Projeto GeografAR - A Geografia dos Assentamentos na Área Rural (UFBA/CNPq). Consultado em 17 de janeiro de 2018.  Parâmetro desconhecido |Link do Autor= ignorado (ajuda)

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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