Capitulações do Império Otomano

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As capitulações do Império Otomano foram uma série de contratos assinados entre o Império Otomano e as potências européias, particularmente a França. As capitulações turcas, ou ahdnames, eram geralmente ações bilaterais, pelas quais acordos definitivos eram encaminhados por cada uma das partes, em vez de meras concessões.[1]

As capitulações turcas foram concessões feitas por sucessivos sultões otomanos às nações cristãs, conferindo-lhes direitos e privilégios em troca da permissão de seus cidadãos para residir e efetuar comércio nos domínios otomanos, seguindo a mesma política do Império Bizantino em relação aos Estados europeus.

Referências

  1. Em termos de diferenças técnicas, um acordo ou uma convenção se aplica especificamente a um tópico em particular, enquanto um tratado normalmente envolve diversos assuntos, sejam eles comerciais ou políticos.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Este artigo incorpora texto da Encyclopædia Britannica (11ª edição), publicação em domínio público.
  • Hoyle, Mark S. W.. Mixed courts of Egypt. Londres: Graham & Trotman, 1991. p. xxvii, 206p..
  • In: Maurits H. van den Boogert e Kate Fleet (eds.). The Ottoman capitulations: text and context. Roma: Istituto per l'Oriente C.A. Nallino, 2003. vii, [575]-727, 14p. of plates : ill., facsims. p.
  • Boogert, Maurits H. van den. The capitulations and the Ottoman legal system: qadis, consuls, and beraths in the 18th century. LeidenBrill, 2005. p. xvi, 323p..