Carboxiterapia

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A Carboxiterapia consiste na aplicação subcutânea de dióxido de carbono (CO2) com fins terapêuticos. Segundo os seus partidários melhora a circulação e oxigenação dos tecidos.

Essa terapia é supostamente indicada para o combate de celulite, gordura localizada (ajuda a reduzir medidas), flacidez, estrias, micro-varizes e pré e pós lipoescultura (melhora os resultados evitando fibroses). Por estimular a formação de colágeno e novas fibras elásticas, a terapia também é indicada no tratamento de olheiras e rejuvenescimento corporal e facial.

O tratamento é divido em sessões, normalmente de 10 a 20, variando conforme a necessidade de cada organismo. Não é necessário repouso e a pessoa em tratamento retorna às suas atividades normais logo ao final de cada sessão.

Esta medida terapêutica, trata-se de uma ação invasiva, sendo assim deve ser feito por profissionais habilitados como por exemplo Biomédicos especialistas na área.

Alega-se que a carboxiterapia destrói as células adiposas (adipócitos), estimula o fluxo sanguíneo, melhora a elasticidade da pele e reduz o aparecimento de celulite, embora ainda não tenha sido clinicamente testada nem aprovada pela FDA.[1] As possíveis complicações principais derivam-se da reutilização de agulhas não esterilizadas (infeções por Micobactérias) ou volumes massivos incontrolados (enfisema subcutâneo)[2].

Referências

  1. «Carboxytherapy And Mesotherapy Unproven». 2009. Consultado em 20 de março de 2016. 
  2. Calonge, Wenceslao M.; Lesbros-Pantoflickova, Drahoslava; Hodina, Marina; Elias, Badwi (1 de fevereiro de 2013). «Massive Subcutaneous Emphysema After Carbon Dioxide Mesotherapy». Aesthetic Plastic Surgery (em inglês). 37 (1): 194–197. ISSN 0364-216X. doi:10.1007/s00266-012-0006-z 

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