Carlos Apolinário

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Carlos Alberto Eugênio Apolinário (São Paulo, 28 de abril de 1952)[1] é um político brasileiro do Estado de São Paulo. Foi deputado estadual três vezes, deputado federal, e vereador durante três mandatos em São Paulo. É filiado ao PDT.[2]

Vida[editar | editar código-fonte]

Filho de Pedro Eugênio Apolinario e de Minervina Eugenio Apolinario, Apolinario veio de uma família de origem humilde. Cresceu na periferia da cidade de São Paulo, mais precisamente nos Bairros da Vila Maria e Vila Medeiros, zona norte de São Paulo.

Formado em Direito, é empresário e político na cidade de São Paulo. Começou a trabalhar aos catorze anos de idade como auxiliar de torneiro mecânico. Passou três anos na metalurgia, até iniciar uma carreira como vendedor de carteiras plásticas, aos dezessete. Um ano mais tarde Apolinario abriu uma empresa de produtos plásticos.

Casado com Dalva Apolinario, ele tem dois filhos, Carlos Apolinario Junior e Claudio Apolinario, que é casado com Elisangela Apolinario e tem três netos.[2]

Evangélico desde a infância, é membro da Igreja Assembléia de Deus[1] do Ministério de Madureira/Brás, em São Paulo.

Cargos públicos[editar | editar código-fonte]

Em 1982 foi eleito deputado estadual pela primeira vez, tinha 29 anos de idade, era formado em Direito e dono de uma indústria de plástico.[2] Foi reeleito por mais dois mandatos consecutivos, (1987/1991 e 1991/1995) pelo PMDB.[1] Na Assembléia Legislativa foi membro das comissões de Transporte e Comunicação, de Promoção Social e Administração Pública. No último mandato como deputado estadual, no biênio 1991/1993, foi presidente da Assembléia Legislativa e assumiu o Governo de São Paulo interinamente entre 8 e 18 de maio de 1992.[1]

Em 1994, eleito deputado federal, foi relator da Lei Eleitoral e vice-presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia e Comunicação. Em 2000, foi eleito vereador em São Paulo, sendo reeleito em 2004 e 2008.[1]

Projetos de Lei[editar | editar código-fonte]

Como deputado estadual por doze anos, foram apresentados 72 projetos de lei, 43 emendas à Constituição e 798 pareceres nas Comissões Técnicas. Entre as leis, destacou-se a Lei Seca, que proíbe a venda de bebidas alcoólicas nos bares e restaurantes às margens das estradas do estado de São Paulo.[2]

Na Câmara Federal foi relator da Lei Eleitoral.

Como vereador em São Paulo, foram apresentados 17 projetos. Os principais são: o que restringe a propaganda de bebidas e cigarros nos outdoors da cidade; o que estabelece novos valores de multas para quem desrespeitar a lei que disciplina a exposição de propaganda de material com apelo sexual; o que disciplina a reciclagem do lixo em São Paulo e o Projeto que abranda a de Lei do PSIU (Programa de Silêncio Urbano), acabando com a denúncia anônima e mudando o local de medição para a casa do denunciante.

A nova lei do PSIU foi motivo de polêmica e muita crítica, virando Trend Topic no twitter. A grande maioria das críticas era relacionada ao estímulo à poluição sonora que a lei gerou, por causar constrangimento ao denunciante, que não pode mais ser anônimo. Outros pontos polêmicos foram abaixar o valor da multa e dar pelo menos 90 dias para que o barulho seja resolvido. Segundo os jornais locais e o próprio Carlos Apolinário (em entrevista ao site Defesa da Fé), o objetivo era evitar a fiscalização abusiva em igrejas.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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