Carlos Apolinário

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Gnome globe current event.svg
Este artigo ou seção é sobre alguém que morreu recentemente. A informação apresentada pode mudar com frequência. Não adicione especulações, nem texto sem referência a fontes confiáveis. (data da marcação: 17 de fevereiro de 2019; editado pela última vez em 16 de fevereiro de 2019) Twemoji 1f464.svg
Carlos Apolinário
Vereador de São Paulo
Período 1º de janeiro de 2001
até 31 de dezembro de 2012
(3 mandatos consecutivos)
Deputado Federal por São Paulo
Período 1º de fevereiro de 1995
até 31 de janeiro de 1999
Deputado Estadual de São Paulo
Período 15 de março de 1983
até 31 de dezembro de 1994
(3 mandatos consecutivos)
Dados pessoais
Nome completo Carlos Alberto Eugênio Apolinário
Nascimento 21 de junho de 1952
São Paulo, SP
Morte 14 de fevereiro de 2019 (66 anos)
São Paulo, SP
Nacionalidade brasileiro
Progenitores Mãe: Minervina Eugenio Apolinário
Pai: Pedro Eugenio Apolinário
Cônjuge Gedalva Lucena Silva Apolinário
Filhos Cláudio Apolinário
Carlos Apolinário Júnior
Partido PMDB (1982-2002)
PGT (2002)
PDT (2003-2007)
DEM (2007-2008)
PMDB (2008-2012)
PDT (2013-2019)
Profissão Advogado

Carlos Alberto Eugênio Apolinário (São Paulo, 28 de abril de 1952 - São Paulo, 14 de fevereiro de 2019)[1] foi um político brasileiro. Foi deputado estadual por três mandatos, deputado federal e vereador durante três mandatos em São Paulo.[2]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Filho de Pedro Eugênio Apolinário e de Minervina Eugênio Apolinário, Carlos veio de uma família de origem humilde. Cresceu na periferia da cidade de São Paulo, mais precisamente nos Bairros da Vila Maria e Vila Medeiros, zona norte de São Paulo.

Formado em Direito, foi empresário e político na cidade de São Paulo. Começou a trabalhar aos catorze anos de idade como auxiliar de torneiro mecânico. Passou três anos na metalurgia, até iniciar uma carreira como vendedor de carteiras plásticas, aos dezessete. Um ano mais tarde Apolinário abriu uma empresa de produtos plásticos.

Casado com Dalva Apolinário, ele tem dois filhos, Carlos Apolinário Junior e Claudio Apolinário, que é casado com Elisângela Apolinário e tem três netos.[2]

Evangélico desde a infância, foi membro da Igreja Assembléia de Deus[1] do Ministério de Madureira/Brás, em São Paulo.

Cargos públicos[editar | editar código-fonte]

Em 1982 foi eleito deputado estadual pela primeira vez, tinha 29 anos de idade, era formado em Direito e dono de uma indústria de plástico.[2] Foi reeleito por mais dois mandatos consecutivos, (1987/1991 e 1991/1995) pelo PMDB.[1] Na Assembléia Legislativa foi membro das comissões de Transporte e Comunicação, de Promoção Social e Administração Pública. No último mandato como deputado estadual, no biênio 1991/1993, foi presidente da Assembléia Legislativa e assumiu o Governo de São Paulo interinamente entre 8 e 18 de maio de 1992.[1]

Em 1994, eleito deputado federal, foi relator da Lei Eleitoral e vice-presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia e Comunicação.[3] Em 2000, foi eleito vereador em São Paulo, sendo reeleito em 2004 e 2008.[1]

Em 2002 pelo PGT e em 2006 pelo PDT candidatou-se ao Governo do Estado de SP mas não foi eleito terminando em 4.º lugar nos dois pleitos.[4][5]

Projetos de Lei[editar | editar código-fonte]

Como deputado estadual por doze anos, foram apresentados 72 projetos de lei, 43 emendas à Constituição e 798 pareceres nas Comissões Técnicas. Entre as leis, destacou-se a Lei Seca, que proíbe a venda de bebidas alcoólicas nos bares e restaurantes às margens das estradas do estado de São Paulo.[2]

Na Câmara Federal foi relator da Lei Eleitoral.

Como vereador em São Paulo, foram apresentados 17 projetos. Os principais são: o que restringe a propaganda de bebidas e cigarros nos outdoors da cidade; o que estabelece novos valores de multas para quem desrespeitar a lei que disciplina a exposição de propaganda de material com apelo sexual; o que disciplina a reciclagem do lixo em São Paulo e o Projeto que abranda a de Lei do PSIU (Programa de Silêncio Urbano), acabando com a denúncia anônima e mudando o local de medição para a casa do denunciante.

A nova lei do PSIU foi motivo de polêmica e muita crítica, virando Trend Topic no twitter. A grande maioria das críticas era relacionada ao estímulo à poluição sonora que a lei gerou, por causar constrangimento ao denunciante, que não pode mais ser anônimo. Outros pontos polêmicos foram abaixar o valor da multa e dar pelo menos 90 dias para que o barulho seja resolvido. Segundo os jornais locais e o próprio Carlos Apolinário (em entrevista ao site Defesa da Fé), o objetivo era evitar a fiscalização abusiva em igrejas.

Referências

  1. a b c d e «Biografia dos Deputados Constituintes de São Paulo, Carlos Apolinário, Assembleia Legislativa de São Paulo». Al.sp.gov.br 
  2. a b c d «Biografia da Câmara Municipal de São Paulo». Camara.sp.gov.br 
  3. «Deputado(a) Federal CARLOS APOLINÁRIO». www.camara.leg.br. Consultado em 15 de fevereiro de 2019 
  4. «Folha Online - Especial - 2002 - Eleições». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 15 de fevereiro de 2019 
  5. «Folha Online - Especial - 2006 - Eleições - Apuração - São Paulo - Governador (1º turno)». eleicoes.folha.uol.com.br. Consultado em 15 de fevereiro de 2019 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Wikiquote
O Wikiquote possui citações de ou sobre: Carlos Apolinário