Carne branca

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A carne de frango é a mais consumida entre as carnes brancas.

O termo carne branca se refere às carnes de aves e peixes, ainda que a categorização da carne de porco não tenha chegado a um consenso.

Saúde[editar | editar código-fonte]

Ainda que as chamadas carnes brancas sejam uma fonte de ômega 3 e ômega 6, bem como de ácidos graxos, substâncias que melhoram o funcionamento do organismo e contribuem para a boa nutrição. No entanto, o consumo destas carnes já é observado com atenção pelos cientistas, e já se sabe que o consumo exagerado pode oferecer perigo para a saúde.

As carnes de aves como frango e peru por vezes são consideradas boas alternativas menos gordurosas e calóricas que as carnes vermelhas. No entanto, nem sempre isto ocorre. Principalmente se a carne da ave for consumida com pele, frita ou com adicional de molhos gordurosos ou queijo. Para garantir o mínimo de gordura e calorias na carne de frango ou peru, a carne deve ser consumida sem pele e de preferência cozida ou grelhada.

As carnes de aves são ricas em vitamina B e proteínas, mas pobre em ferro, e possuem praticamente a mesma quantidade de colesterol que a carne bovina.

As carnes de peixe são uma boa fonte de proteínas, como toda carne, e além disso fonte também de muito minerais importantes para o funcionamento do nosso organismo, como cálcio, fósforo, iodo e cobalto, e vitaminas A, D e B. A maioria dos peixes possui pouca gordura, o que acelera sua digestão, e alguns são fontes de Ômega 3, gordura benéfica à saúde e que diminui o risco de doenças cardíacas, aterosclerose (endurecimento das artérias) e auxilia no tratamento inflamações, no desenvolvimento cerebral e na regeneração das células nervosas.

Em geral as carnes brancas são menos gordurosas e mais leves que as carnes vermelhas, sendo o seu consumo mais incentivado por nutricionistas e dietéticos.

Mito dos Hormônios[editar | editar código-fonte]

Acerca das carnes de aves há uma discussão científica com relação ao uso de hormônios para acelerar e potencializar o crescimento das mesmas. No entanto, há um grande equívoco nesta informação, pois na verdade não são utilizados hormônios nos frangos de corte, e sim promotores de crescimento, que são produzidos pela indústria farmacêutica. O potencial prejuízo à saúde neste caso, é que os promotores de crescimento podem contribuir para a resistência de bactérias aos antibióticos, e isso atinge o tratamento de doenças humanas.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências