Carrefour (Brasil)

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Carrefour (Brasil)
Razão social Carrefour Comércio & Indústria Ltda
Empresa de capital aberto
Slogan Todos merecem o melhor
Atividade Varejo
Fundação 1975
Sede São Paulo, SP, Brasil
Área(s) servida(s) Brasil
Empregados 151.000 (2018)
Marcas
  • Carrefour Hiper
  • Carrefour Bairro
  • Carrefour Express
  • Carrefour Market
  • Drogaria Carrefour
  • Posto Carrefour
  • Atacadão
  • Supeco
Empresa-mãe Carrefour
Divisões
  • Carrefour
  • Atacadão
  • Carrefour Soluções Financeiras (Banco Carrefour)
  • Carrefour.com
  • Carrefour Property Division
Valor de mercado Aumento R$ 23 bilhões (1º sem/2020)[1]
Ativos Aumento R$ 45 bilhões (1º sem/2020)[1]
Receita Aumento R$ 33,513 bilhões (1º sem/2020)[1]
Lucro Aumento R$ 1,114 bilhão (1º sem/2020)[1]
LAJIR Aumento R$ 2,539 bilhões (1º sem/2020)[1]
Renda líquida Aumento R$ 30,326 bilhões (1º sem/2020)[1]
Website oficial www.carrefour.com.br

Carrefour é uma empresa de comércio varejista brasileira controlada pelo grupo francês de nome homônimo,[2] dona de várias marcas que operam sobre a marca Carrefour e o Atacadão, sendo esse considerado como o maior atacadão do Brasil. Apesar de ser a empresa varejista que mais vende desde 2018, o Carrefour no Brasil é considerada a segunda maior empresa varejista do Brasil, de acordo com o ranking da Sociedade Brasileira de Varejo e Comércio de 2018, perdendo apenas para seu maior concorrente: o Grupo Pão de Açúcar[3]

História[editar | editar código-fonte]

Filial em Brasília, DF

A história do Carrefour no Brasil começou em 1975 com a abertura do primeiro hipermercado do Brasil localizado em São Paulo. No ano seguinte era aberto a segunda unidade do Carrefour no Brasil, agora na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. [4] Em 1989 o Carrefour fundava a Carrefour Administradora de Cartões de Crédito S/C Ltda, que passava a controlar o fluxo operacional e financeiro do Cartão Carrefour. Entre 1992 e 1999, o Carrefour abriu 59 lojas em todo o Brasil, com um investimento de U$$ 100 milhões. Em 1993 o Carrefour abriu o primeiro Posto Carrefour de marca própria localizado em Santo André.

Até 2000 o Carrefour era considerado a empresa líder no segmento varejista brasileiro, porém perdeu a sua vaga para o Grupo Pão de Açúcar (na época já consolidado no país) e pro Walmart (hoje Grupo BIG pertencente a Advent International). Apesar da forte concorrência, durante a década de 2000 o Carrefour adquiriu importantes redes varejistas regionais, como o Planaltão (que atuava em Brasília), Eldorado (atuava no interior de SP, e em 1986 uma loja em Campinas sofreu um mega incêndio), Rainha (localizado no Rio de Janeiro).[5] [6] Em 2005 era aberta a centésima loja no formato hipermercado no Brasil localizada no bairro do Morumbi, em São Paulo. No mesmo ano o Carrefour criava o Carrefour Bairro, que operava em um formato de supermercado no começo restrito apenas para São Paulo, mas depois o Carrefour Bairro abriu lojas em Minas Gerais e no Distrito Federal.[7] No mesmo ano, o Carrefour criava mais uma bandeira própria, mas desta vez operava como Drogaria Carrefour, com a venda de medicamentos e produtos de higiene e beleza. Em 2006 para continuar expandindo seus negócios, o Carrefour criou a Linha Viver, uma marca de produtos diet, light e orgânicos vendidas apenas nas lojas do grupo. No mesmo ano o Carrefour inaugurou o primeiro hipermercado aberto 24 horas por dia localizada no Guarujá. Em 2007, o Banco Central aprovou a conversão para Carrefour Soluções Financeiras e Carrefour Promotora de Vendas, assim dando na criação do Banco Carrefour.[8]

Atacadão de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Supermercado situado entre os bairros São José e Camobi.

Em meados de abril de 2007 o presidente mundial do Carrefour José Luis Duran ameaçou fechar a subsidiária brasileira e todas as suas lojas num prazo máximo de dois anos. O motivo era que o Carrefour Brasil enfrentou vários problemas para crescer, enquanto que os concorrentes cresciam rapidamente. No entanto, o fechamento da multinacional francesa no Brasil só não aconteceu depois que o Grupo Carrefour comprou o Atacadão (na época já considerado o maior atacado do país) assim fazendo com que a ameaça de fechamento fosse deixada de lado, já que com a compra da rede, o Carrefour Brasil passou novamente a ser "número um" em vendas no varejo de hipermercados no Brasil, passando a frente dos concorrentes.[9] Em 2008, manteve a liderança entre as redes de supermercados no Brasil, com faturamento de 22,47 bilhões de reais.[10][11]

Em 2011 o Itaú Unibanco adquiriu 49% das ações do Carrefour Soluções Financeiras. No mesmo ano, o Carrefour iniciou o processo de reinaugurações dos hipermercados pelo país com o conceito "Nova Geração" onde além de haver mais tecnologia dentro das lojas, as unidades contariam com espaços amplos e separados para mercadoria.[12]

Filial em Belford Roxo, RJ.

Em 2014, o Carrefour abriu mais uma bandeira no Brasil, o Carrefour Express que teria lojas localizadas em grandes centros comerciais em São Paulo e teria uma versão mais compacta do Carrefour Hiper abrindo concorrência com grandes supermercados como o Pão de Açúcar. O formato Express é definido como varejo de proximidade e possui três frentes principais: produtos de consumo imediato, como saladas prontas; itens do dia a dia, como pães e leite e produtos de consumo mais planejado como como limpeza e rações. A ideia é atender a demanda crescente de consumidores por compras menores em locais próximos à residência ou trabalho.[13] No mesmo ano, o Carrefour trouxe para o Brasil, o Supeco (modelo criado na Espanha e semelhante ao Atacadão).[14]

Em 2018 mais uma bandeira era criada, desta vez o Carrefour Market. Operando em formato de supermercado, são mais de 7 mil produtos, com 700 itens frescos e uma seleção de alimentos prontos para o consumo, a loja conta com um açougue e pães assados regularmente. Além de um estacionamento na loja e wi-fi e entrega gratuitos.[15]

Em 2020 o Carrefour adquiriu 30 lojas do Makro, visando aumento na participação de mercado do Atacadão. A aquisição custou R$ 1,95 bilhão ao Carrefour e incluiu no pacote 14 postos de gasolina. A transição permitirá a expansão da presença do Atacadão no Rio de Janeiro e no Nordeste.[16]

Empresas[editar | editar código-fonte]

Carrefour[editar | editar código-fonte]

O Carrefour opera várias bandeiras com a marca Carrefour e inclui Hipermercado, Supermercado, Loja de proximidade, drogaria e posto de gasolina.

  • Carrefour Hiper: Opera como hipermercado e contém mais de 100 lojas pelo país.
  • Carrefour Bairro: Opera como loja de proximidade e é localizado dentro de grandes ou pequenos bairros. Além de contar com uma grande venda de produtos orgânicos, o Carrefour Bairro contém higienização dos produtos e estacionamentos cobertos.
  • Carrefour Express: Opera como supermercado com lojas localizadas somente no estado de São Paulo, e suas lojas operam como minimercado e fica dentro de áreas comerciais.
  • Carrefour Market: Opera como supermercado (também localizado somente no estado de São Paulo) e seu foco é na venda de produtos frescos e prontos.
  • Drogaria Carrefour: Farmácia (drugstore) com vendas de medicamentos e produtos de beleza. Suas lojas estão dentro das unidades do Carrefour Hiper.
  • Posto Carrefour: Posto de combustível que atende seis carros ao máximo com cinco tanques de gasolina. Além de estarem localizadas dentro dos Hipermercados há unidades que estão localizadas dentro das lojas do Atacadão.

Atacadão[editar | editar código-fonte]

O Atacadão é considerado o maior serviço de cash-and-carry do país. Com mais de 200 lojas no Brasil, as lojas do Atacadão operam em dois modelos:

  • Autosserviço: Modelo tradicional, com vendas de produtos em maior volume e dedicado a pequenas e médias empresas, além do consumidor final.
  • Central de Distribuição: venda de produtos para grandes empresa como hospitais e hotéis, além de grandes comerciantes.

O Atacadão é o atacadão que está em presente em todos os estados do Brasil e também no Distrito Federal. Desde a compra do atacadão pelo Carrefour, o modelo foi exportado para a Colômbia, Argentina, Marrocos, Romênia e Espanha, em alguns destes países com a bandeira SUPECO e MAXI. Algumas unidades contam com serviços, como: Posto Atacadão e Drogaria Atacadão.

Em 2014 o modelo Supeco criado na Espanha veio para o Brasil com uma loja localizada em Sorocaba, no interior de São Paulo que anteriormente era uma loja do Atacadão.[17]

Comércio eletrônico[editar | editar código-fonte]

A empresa interrompeu suas operações de vendas pelo comércio eletrônico no dia 7 de dezembro de 2012, com a justificativa de reestruturação do grupo no Brasil. No dia 26 de julho de 2016 (após 4 anos inativo), a empresa retorna com a venda comércio eletrônico, com início para apenas a região sudeste do Brasil.[18]

Atualmente a empresa vende produtos não alimentares, como eletrônicos, eletrodomésticos, móveis e outros itens duráveis através de seu site oficial com entrega para todo o Brasil.

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

Processos judicais[editar | editar código-fonte]

A partir de 2007 a rede sofreu pelo menos quatro processos[19][20][21][22][23] contra violência, racismo e homofobia, além da execução de um homem, por humilhação pública contra empregados[24] e violência infantil.

Em um dos casos um homem negro dono de uma EcoSport foi confundido com um ladrão, levado por seguranças terceirizados para dentro da rede e torturado física e psiquicamente por mais de 15 minutos, além de ouvir ofensas referentes à sua cor negra. A rede afastou o segurança e descredenciou a empresa tercerizada de segurança[19][20][23][25], contra violência, racismo e homofobia além de uma execução contra um homem que furtava 4 peças de carne de galinha, por humilhação pública contra empregados.[26]

Outro caso de espancamento seguido de morte ocorreu na loja do Supermercado Dia e Noite, subsidiária do grupo Carrefour em São Carlos. O furto de dois pães de queijo, algumas coxinhas e creme para cabelo, cometido pelo pedreiro Ademir Peraro, à época com 43 anos, motivou o seu espancamento pelo supervisor da loja e um segurança. Após a seção de tortura a vítima foi trancada no banheiro até o fechamento da loja, quando foi jogado na rua. Socorrido por familiares, foi levado ao hospital; antes de vir a óbito, o pedreiro conseguiu relatar a tortura a que foi submetido.[27]

O processo mais oneroso para o Carrefour até o momento foi na quantia de R$50 000[26], seguido por outro de R$44 640[20][21].

Caso Manchinha[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Caso Manchinha

Em dezembro de 2018, a filial em Osasco virou notícia após um cão vira-latas morrer assassinado por um dos seguranças do estabelecimento. O homem recebera ordens superiores para retirar o animal da loja, e para isso teria oferecido mortadela envenenada, além de espancá-lo com uma barra de alumínio, resultando na morte do cachorro.[28] Diante da repercussão a níveis nacional e internacional, o Carrefour emitiu comunicado oficial sobre o ocorrido em suas redes.[29] Após a abertura de inquérito pela Polícia Civil de São Paulo, o funcionário responsável pelo assassinato foi declarado réu e respondeu em liberdade por crime de abuso e maus-tratos a animais.[30] A filial foi multada em R$ 1 milhão pelo ocorrido.[31]

Morte na loja em Pernambuco[editar | editar código-fonte]

Em 14 de agosto de 2020, em uma loja de Recife, Moisés Santos, um promotor de vendas em serviço, teve um infarto e faleceu dentro da loja. O corpo do funcionário terceirizado foi coberto por guarda-sóis e caixas de papelão e a loja continuou funcionando normalmente, o que gerou controvérsia e revolta nas redes sociais.[32] O Carrefour Brasil, em nota, pediu desculpas e assimiu que "errou ao não fechar a loja imediatamente após o ocorrido à espera do serviço funerário, bem como não encontrou a forma correta de proteger o corpo do Sr. Moisés". A empresa afirmou ainda que "mudou as orientações aos colaboradores para situações raras como essa – incluindo a obrigatoriedade do fechamento da loja".[33] A matriz do Carrefour na França declarou que a empresa errou e que a forma com que o caso foi conduzido "não foi apropriada".[32]

Assassinato João Alberto Freitas em Porto Alegre[editar | editar código-fonte]

Assassinato de João Alberto Freitas

No dia 19 de novembro de 2020, um dia antes do Dia da Consciência Negra, João Alberto Silveira Freitas, um homem negro de quarenta anos, foi assassinado pelos seguranças Magno Braz Borges e Giovane Gaspar Da Silva, policial militar e ex-militar, numa loja do Carrefour no bairro Passo D'Areia, em Porto Alegre.[34][35] Ambos eram contratados da empresa Vector, sendo que Silva não tinha autorização para trabalhar como segurança.[36]

Os dois seguranças conduziram o homem até o estacionamento da unidade e o espancaram, asfixiando-o até a morte, em ato explícito de racismo.[37] Conforme testemunhas, João Alberto pedia por ajuda e suplicava que o deixassem respirar.[38] Os seguranças impediram que outras pessoas interviessem, mesmo com gritos de que estavam matando o homem.[39] Um entregador que estava no local e filmou o homicídio relatou que os assassinos tentaram apagar o vídeo e o ameaçaram.[40] Os seguranças foram presos preventivamente acusados por homicídio qualificado.[41][42]

O assassinato de João Alberto provocou uma onda de manifestações em frente a lojas do Carrefour pelo país afora no dia 20 de novembro.[43]

Referências

  1. a b c d e f «Carrefour - Relação com Investidores» (PDF). GCBr Investors Relations 
  2. Erro de citação: Etiqueta <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs de nome UOL_Economia
  3. «10 maiores varejistas do Brasil faturaram R$ 226 bilhões em 2017; veja ranking». InfoMoney. 11 de setembro de 2018. Consultado em 20 de outubro de 2018 
  4. «Trajetória». carrefour.com.br. Consultado em 24 de abril de 2020  Texto "Grupo Carrefour" ignorado (ajuda)
  5. Fátima Fernandes (1 de junho de 1999). «Carrefour compra controle do Planaltão». Folha de S. Paulo. Consultado em 24 de abril de 2020 
  6. «30 anos do incêndio no supermercado eldorado veja imagens da tragedia em campinas». G1.com. 23 de dezembro de 2016. Consultado em 24 de abril de 2020 
  7. Juliana Cardilli (6 de julho de 2008). «Falta de tempo traz de volta mercadinhos de bairro em SP». G1.com. Consultado em 24 de abril de 2020 
  8. «Conheça nossa história - Sobre o Carrefour». Carrefour Soluções.com. Consultado em 25 de abril de 2020 
  9. «A ameaça da guilhotina». Portal EXAME. 10 de fevereiro de 2009. Consultado em 4 de fevereiro de 2017 
  10. Erro de citação: Etiqueta <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs de nome :0
  11. «Carrefour, Pão de Açúcar, Wal-Mart e GBarbosa mantêm posição em 2008». Extra Online 
  12. «Itaú Unibanco adquire fatia de 49% do Banco Carrefour por R$ 725 milhões». InfoMoney. 14 de abril de 2011. Consultado em 31 de julho de 2020 
  13. Marcela Bourroul (28 de agosto de 2014). «Carrefour lança novo modelo de mercado no Brasil». Época Negócios. Consultado em 25 de abril de 2020 
  14. «Carrefour eleva aposta em atacarejo com abertura de Supeco». EXAME.com. 9 de outubro de 2014. Consultado em 25 de abril de 2020 
  15. Karin Salomão (16 de abril de 2018). «Carrefour lança novo formato de loja de proximidade em SP». Exame.com. Consultado em 25 de abril de 2020 
  16. «Carrefour compra 30 lojas da rede Makro para acelerar Atacadão». Editora Abril por EXAME. Consultado em 16 de fevereiro de 2020 
  17. «Carrefour eleva aposta em atacarejo com abertura de Supeco». EXAME.com. 9 de outubro de 2014. Consultado em 25 de abril de 2020 
  18. «Economia: mercado, finanças, bolsa de valores e dinheiro». Terra.com. 15 de março de 2013. Consultado em 4 de fevereiro de 2017 
  19. a b «Discriminação: homem negro é espancado por segurança do Carrefour». VOOZ. 28 de julho de 2013. Consultado em 4 de fevereiro de 2017 
  20. a b c «Carrefour é condenado a pagar R$14.880 a transexuais discriminadas - Especial em Política no A Capa». A Capa - site e revista gay 
  21. a b «Supermercado Carrefour é Condenado por Homofobia». Prefeitura de São Paulo. 15 de outubro de 2009. Consultado em 4 de fevereiro de 2017 
  22. «Carrefour é condenado por falsa acusação de furto contra consumidora». www.mprs.mp.br. Consultado em 4 de fevereiro de 2017 
  23. a b «"Atores acusam Carrefour e PM de racismo"». conteúdo digital em Cotidiano. Folha de S.Paulo. 3 de maio de 2004 
  24. «Observatório Social» 
  25. «Homem negro é confundido com bandido e espancado por segurança de supermercado na Grande SP - O Globo». 22 de agosto de 2009. Consultado em 4 de fevereiro de 2017 
  26. a b Soraia (3 de julho de 2015). «Panorama Econômico do Setor de Papel e Celulose nos países do Cone Sul». Instituto Observatório Social. Consultado em 4 de fevereiro de 2017 
  27. «Seguranças acusados de matar pedreiro». (Folha de S.Paulo +) Agora são paulo / UOL. 8 de agosto de 2009. Consultado em 10 de junho de 2016. Cópia arquivada em 14 de agosto de 2009 
  28. «Imagens flagraram o momento em que segurança do Carrefour agride cachorro». iG. 5 de dezembro de 2018. Consultado em 16 de fevereiro de 2019 
  29. «Caso Carrefour: Luisa Mell divulga imagens de câmeras de segurança após morte de cachorro». BOL Notícias. 4 de dezembro de 2018. Consultado em 16 de fevereiro de 2019 
  30. Kleber Tomaz (18 de dezembro de 2018). «Polícia de SP conclui inquérito e culpa segurança do Carrefour por agressão e morte de cachorro». G1. Consultado em 16 de fevereiro de 2019 
  31. «Hipermercado recebe multa de R$ 1 milhão por morte de cadela». SBT–Primeiro Impacto. 18 de março de 2019. Consultado em 19 de março de 2019 
  32. a b «Cadáver em loja, cão espancado e idoso expulso: matriz do Carrefour na França diz que problemas no Brasil são 'isolados'». BBC News Brasil. 20 de agosto de 2020. Consultado em 21 de agosto de 2020 
  33. «Carrefour pede desculpas e diz que errou em deixar corpo de funcionário na loja». Diário de Pernambuco. 19 de fevereiro de 2020. Consultado em 21 de agosto de 2020 
  34. «PM envolvido na morte de homem negro em Porto Alegre não tinha registro para trabalhar como segurança, diz Polícia Federal». G1. Consultado em 21 de novembro de 2020 
  35. «PM fazia "bico" em sua 1ª noite como segurança no Carrefour, diz advogado». noticias.uol.com.br. Consultado em 21 de novembro de 2020 
  36. «PM fazia "bico" em sua 1ª noite como segurança no Carrefour, diz advogado». noticias.uol.com.br. Consultado em 21 de novembro de 2020 
  37. «Laudo inicial da perícia aponta asfixia como causa da morte de homem negro espancado em supermercado em Porto Alegre». G1. Consultado em 21 de novembro de 2020 
  38. «Perícia aponta asfixia como provável causa da morte de João Alberto Freitas». GZH. 20 de novembro de 2020. Consultado em 21 de novembro de 2020 
  39. AE. «A gente gritava estão matando o cara, mas continuaram até ele parar de respirar». Correio do Povo. Consultado em 21 de novembro de 2020 
  40. «Entregador que filmou agressões no Carrefour diz que seguranças tentaram apagar vídeo e relata ter sofrido ameaças». GZH. 20 de novembro de 2020. Consultado em 21 de novembro de 2020 
  41. «Homem negro é espancado até a morte em supermercado do grupo Carrefour em Porto Alegre». G1. Consultado em 21 de novembro de 2020 
  42. «Sete vezes em que o Carrefour atuou com descaso e violência». Brasil de Fato. Consultado em 21 de novembro de 2020 
  43. «Morte de João Alberto provoca protestos em várias cidades». G1. Consultado em 21 de novembro de 2020