Carruagem de Ana Jansen

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A lenda da carruagem de Ana Jansen trata de uma mulher muito rica que se instalou com a família em São Luís do Maranhão e, que, por maltratar seus escravos, teria sido condenada a vagar perpetuamente pelas ruas da cidade numa carruagem assombrada.

O coche maldito parte do cemitério do Gavião, em noites de quinta para sexta-feira, e ai de quem encontrá-lo pelo caminho. Ao incauto, Ana Jansen oferece uma vela acesa que, na manhã seguinte, estará transformada em osso de defunto. Um escravo sem cabeça conduz a carruagem, puxada por cavalos também decapitados.

A história é uma fábula universal da figura do Ogro personificado, isto é, de personagens reais da aristocracia de uma localidade que assumiram entre o imaginário folclórico as características de um ser aterrorizante pelos seus terríveis feitos, tal como o Vlad, o Empalador na Romênia, Gilles de Rais na França e Isabel Bathory na Hungria.

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