Catió

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Disambig grey.svg Nota: Para o sector do mesmo nome, veja Catió (sector).
Catió
Catió.PNG
Catió market.jpg
Nome oficial
CatióVisualizar e editar dados no Wikidata
Nome local
Catió
Geografia
País
Subdivisões
Sector
Sede
Sector de Catió
Capital de
Área
1 020,1 km2Visualizar e editar dados no Wikidata
Altitude
1 mVisualizar e editar dados no Wikidata
Coordenadas
GW-Catio.png
Demografia
População
26 999 hab. ()Visualizar e editar dados no Wikidata
Densidade
26,5 hab./km2 ()
Gentílico
cationense
Funcionamento
Diocese
Geminação

Catió é uma cidade e sector da Guiné-Bissau, a capital e mais populosa povoação da região de Tombali.

Segundo o censo demográfico de 2009 o sector possuía uma população de 26 999 habitantes,[1] sendo que 4 886 habitantes somente na zona urbana da cidade de Catió, distribuídos numa área territorial de 1 020,1 km².[2][3]

História[editar | editar código-fonte]

Catió foi fundada pelos portugueses em 1931.[4]

Posteriormente foi escolhida capital do distrito de Cacine, em substituição a cidade de Cacine. Permaneceu como capital quando o distrito de Cacine tornou-se a região de Tombali.[4]

Geografia[editar | editar código-fonte]

A cidade e sector são limitados por diversos rios, entre os quais se destacam o Cumbija, Camechade e o Cobade. Entre os canais o destaque é para o do Cabodo.[5]

Ilhas importantes fazem parte do território do sector, entre elas as de Caiar, além de Infada e Colbert.[1]

O sector é composto pela secções Sede, equivalente à cidade de Catió, além das secções de Cufar, Cassacá, Caiar, etc.. Já a cidade de Catío compõe-se dos bairros de Piriame, Amedalai, Fula, Biangha, São Bento, Centro, Gã-Pameira, Balanta, etc..[1]

Economia[editar | editar código-fonte]

A maior actividade económica do sector é a agricultura de subsistência. Na produção de alimentos há escassos meios de conservação, limitando o aumento da capacidade produtiva.

Nas margens dos rios encontram-se excelentes depósitos de argila para produção de loiça.

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Canoas no rio Cumbija, perto do Catió.

Comunicações[editar | editar código-fonte]

Em sinal de televisão aberta, existe o canal Televisão da Guiné-Bissau, e; entre as operadoras de rádio, há transmissões da Rádio Educativa Voz Tombali e da Radiodifusão Nacional da Guiné-Bissau. Os serviços postais, de encomendas e de cargas da cidade e do sector são geridos pelos Correios da Guiné-Bissau.[6]

Transportes[editar | editar código-fonte]

Catió é ligada ao território nacional pela Estrada Regional nº 7 (R7), que a liga à Batambali e Buba, ao nordeste. Outra rodovia importante é a Estrada Local nº 31 (L31), que a liga a vila de Tombali.[7]

Catió também possui um pequeno porto fluvial especializado em embarque e desembarque de mariscos e pescados.

Educação[editar | editar código-fonte]

A cidade possui um campus-polo da Escola Normal Superior Tchico Té (ENSTT), instituição componente da Universidade Amílcar Cabral. A ENSTT oferta basicamente licenciaturas.[8]

Referências

  1. a b c «Guinea Bissau Census Data, 2009 - Série Temporal de População Total Residente - Sector de Catió». Instituto Nacional de Estatística. 15 de janeiro de 2016. Consultado em 25 de junho de 2020 
  2. Estudo: Guiné-Bissau. Lisboa: ANEME, 2018.
  3. «Boletim Estatístico da Guiné-Bissau: Guiné-Bissau em Números 2015» (PDF). Instituto Nacional de Estatística. 2015 
  4. a b Gomes, Américo. (2012). «História da Guiné-Bissau em datas.» (PDF). Lisboa 
  5. Vanden Bossche, J.-P.; Bernacsek, G.M.. Source book for the inland fishery resources of Africa: Guinea-Bissau. CIFA Technical Paper. No. 18.2. Rome, FAO. 1990. 411p.
  6. Lopes, António Soares. (Agosto de 2015). Os media na Guiné-Bissau (PDF). Bissau: Europress / Edições Corubal 
  7. Mapa Rodoviário da Guiné-Bissau. Direcção Nacional de Estradas e Pontes. Outubro de 2018.
  8. Onde Estamos: Guiné-Bissau. Instituto Camões. 2020.
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