Centros de força

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Para a Doutrina Espírita os chacras, ali chamados de Centros de força, intermediadores da energia que flui do Perispírito para o duplo etérico, sob o influxo coordenador do pensamento, podendo trazer saúde ou doença ao corpo físico, são órgãos do mencionado duplo etérico, que, como descrito no livro Evolução em Dois Mundos, regulam as atividades corporais, por meio da influência que exercem sobre as glándulas, ao influxo do pensamento, maestro regente de toda esta arquitetura. Neste sentido, a natureza boa ou mau dos pensamentos traz grande influência no funcionamento dos chacras. A sensualidade exacerbada, por exemplo, tende a causar distúrbios na região do centro de força localizado na base da espinha dorsal, o que implica uma série de anomalia nas gônadas, próstata, etc (glândulas localizadas na região), podendo provocar, desde a infertilidade ao câncer.

Estes existem apenas enquanto estamos encarnados, desfazendo-se quando do desencarne, pois estão jungidos ao duplo etérico e não ao perispírito como erroneamente se entendem em alguns centros espíritas, muitos, por não aceitarem a existência do duplo etérico (elo entre o perispírito e o corpo físico, que se desfaz quando do desencarne). São responsáveis, também, pela coordenação do processo de reencarnação durante o processo denominado de "miniaturização" em que se perde massa perispiritual graduamente até atingir-se o tamanho do feto, promovendo a estabilização energética entre o corpo físico e o perispírito.

Também é através do chacra localizado no ombro que a psicografia é possível. Na obra Evolução em Dois Mundos, o espírito André Luiz narra sua evolução nos seres vivos.

Cada chacra, no corpo físico, está diretamente ligado, além de um plexo nervoso, a uma glândula específica. Os sete principais seguem o elenco apontado pela teosofia, mas dezenas de outros existem. Em alguns livros são também nominados de "centros psíquicos" e em Kardec aparecem como "poros perispiríticos". Embora claramente definidos pelas obras psicografadas desde a década de 1940, a aceitação no meio espírita ainda não é total, havendo grande resistência a este estudo, sob alegação de "influência oriental".

Nos anos 60, foi estudado pelo ex-padre e grande espírita, Carlos Torres Pastorino, na obra "A técnica da mediunidade".

Cada um dos chacras está associado a determinadas emoções e sentimentos. Isto explica a somatização das emoções em nossos corpos e o funcionamento de técnicas ocidentais modernas como o passe espírita.