Chan Santokhi

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Chan Santokhi
9.º Presidente do Suriname
Período 16 de julho de 2020
a atualidade
Vice-presidente
Ronnie Brunswijk
Antecessor(a) Dési Bouterse
Dados pessoais
Nome completo Chandrikapersad Santokhi
Nascimento 3 de fevereiro de 1959 (62 anos)
Lelydorp, Suriname
Cônjuge Melissa Seenacherry
Partido Partido da Reforma Progressista
Religião Hinduísmo
Profissão Chefe de Polícia

Chandrikapersad Santokhi mais conhecido como Chan Santokhi (Lelydorp, 3 de fevereiro de 1959) é um político e ex-chefe de polícia. Atua como Presidente do Suriname desde 16 de julho de 2020, quando foi empossado na capital Paramaribo, onde reside atualmente.[1]

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Chan nasceu em fevereiro de 1959, em Lelydorp, capital do distrito de Wanica. Cresceu no campo como o caçula de uma família de nove filhos. Seu pai trabalhava no porto de Paramaribo e sua mãe trabalhava como assistente de loja em Lelydorp.

Em 2010, Santokhi participou das eleições parlamentares, e teve, apesar de ter sido colocado na lista de eleitores do Partido da Reforma Progressista, o segundo maior número de votos em todo o país (Dési Bouterse teve o maior número). Em julho daquele mesmo ano, ele foi apontado como candidato à presidência em nome da combinação política da Frente Nieuw, mas o oponente de Santokhi nas eleições presidenciais, Dési Bouterse, venceu e foi eleito o oitavo presidente do Suriname.[2]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Policial[editar | editar código-fonte]

Após terminar o colegial em Paramaribo, Santokhi recebeu uma bolsa para estudar na Holanda. De 1978 a 1982, estudou na Academia de Polícia de Holanda, em Apeldoorn, Guéldria. Depois de completar seu estudo Santokhi retornou ao Suriname em setembro de 1982 para trabalhar para a polícia. Desde a idade de 23 anos, trabalhou como inspetor de polícia em Wanica até a sua nomeação como chefe da polícia judiciária nacional em 1989. Em 1991 foi nomeado comissário de polícia do Suriname.

Ministro da Justiça[editar | editar código-fonte]

Em setembro de 2005, Santokhi foi empossado como ministro da Justiça e Polícia em nome de Vooruitstrevende Hervormingspartij (Partido Progressista Reformador). Seu período como ministro foi marcada por uma forte ofensiva contra a criminalidade, especialmente o tráfico de drogas, e aplicação rigorosa da lei e da ordem. Devido a isso, as pessoas chamavam o "sheriff", um alcunha que ele recebeu de Desi Bouterse.

Caso criminal dos Assassinatos de Dezembro[editar | editar código-fonte]

Santokhi que, como comissário de polícia, liderou a investigação sobre os Assassinatos de Dezembro feitas no início do seu mandato como ministro muito para os Assassinatos de Dezembro poderiam ser julgados. Por exemplo, exclusividade a os Assassinatos de Dezembro Santokhi construiu uma sala de tribunal fortemente guardada em Domburg, Wanica. Porque Santokhi foi o impulso por trás desse ensaio, Santokhi se tornou uma questão muito discutida de Desi Bouterse, o principal suspeito no ensaio.

Eleição[editar | editar código-fonte]

No primeiro semestre de 2020, Chan Santokhi concorreu às eleições de seu país. Os resultados preliminares mostraram que o VHP era o maior partido e que Santokhi era o candidato mais provável a se tornar o nono Presidente do Suriname. Em 30 de maio, Chan anunciou sua candidatura ao cargo de presidente da nação sul-americana. Em 29 de junho, seu partido o nomeou como candidato à Presidência. Nenhum outro candidato foi indicado até o tempo previsto pela lei surinamesa. E em 13 de julho de 2020, Santokhi foi eleito presidente por aclamação em uma eleição incontestada.[3][4]

Presidência[editar | editar código-fonte]

O Governo de Chan Santokhi iniciou os trabalhos focando nos desafios de recuperação da crise econômica que surgiu no Governo de Desi Bouterse e foi ainda mais aprofundada pela Pandemia de COVID-19.[5] O pequeno país sofre com uma dívida externa bilionária, segundo o próprio Santokhi, que prometeu solucioná-la.[6]

Logo que assumiu a presidência, Chan manifestou interesse em retomar parcerias políticas e econômicas com os Países Baixos. Ele também retomou conversações com os Estados Unidos, através do Secretário de Estado, Mike Pompeo, e com o Brasil, em uma conversa com o presidente Jair Bolsonaro que se comprometeu a aumentar a relação mútua entre as duas nações sul-americanas.[7]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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