Chantal Akerman

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Chantal Akerman (Bruxelas, 6 de Junho de 1950 - Paris, 5 de Outubro de 2015) foi principalmente uma argumentista e realizadora belga, era também actriz, productora cinematográfico e directora da fotografia[1].

Biografia[editar | editar código-fonte]

A família de Chantal Akerman é de tradição judia da Polónia. Seus avós e a sua mãe foram deportados no campo de concentração de Auschwitz. A mãe dela foi a única a regressar.

Chantal Akerman desde a sua adolescência se interessou pelo cinema de autor, tendo como uma de suas principais referências o cineasta francês Jean-Luc Godard. Sua obra é marcada por uma linguagem cinematográfica bastante particular e criativa. A temática de seus filmes caminha desde uma visão crítica do comportamento da classe média, atendo-se principalmente à mulher, até os problemas políticos mais gerais da sociedade, relacionando as questões subjetivas às questões objetivas de suas personagens.

Alcançou um reconhecimento maior com o filme Jeanne Dielman, 23 Quai du Commerce, 1080 Bruxelles, entretanto, não teve ainda o espaço e divulgação que merece sua obra, de onde se destaca filmes como De l'autre côté, brilhante filme sobre a fronteira dos EUA com o país vizinho mexicano. Aparece como atriz em parte de seus filmes, tendo também trabalhado em filmes de outros diretores.

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Cinema[2][editar | editar código-fonte]

Televisão[editar | editar código-fonte]

  • 1980 : Aujourd'hui, dis-moi
  • 1983 : Un jour Pina m'a demandé
  • 1983 : L'Homme à la valise
  • 1984 : Lettre d'un cinéaste: Chantal Akerman
  • 1984 : Family Business: Chantal Akerman Speaks About Film
  • 1992 : Le Déménagement (episódio que faz parte de Monologues)
  • 1994 : Portrait d'une jeune fille de la fin des années 60 à Bruxelles
  • 1997 : Chantal Akerman par Chantal Akerman (reportagem : Cinéma, de notre temps)
  • 2003 : Avec Sonia Wieder-Atherton
  • 2009 : À l'Est avec Sonia Wieder-Atherton

Publicações[editar | editar código-fonte]

  • 1997 : Hall de nuit, Paris, L'Arche Éditeur[3]
  • 1998 : Une famille à Bruxelles, Paris, L'Arche Éditeur
  • 2004 : Chantal Akerman : autoportrait en cinéaste, Paris, Centre Pompidou : livro publicado para a exposição sobre a realizadora[4]
  • 2013 : Ma mère rit, Paris, Mercure de France: é uma narração autobiográfica[5]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. REGNIER isabelle (6 de Outubro de 2015). «La cinéaste Chantal Akerman est morte». Le Monde. Consultado em 7 de Outubro de 2015. 
  2. Luís Miguel Oliveira (6 de Outubro de 2015). «Morreu Chantal Akerman, cineasta moderna». Público. Consultado em 7 de Outubro de 2015. 
  3. «Hall de nuit». France Culture. 13 de Junho de 1997. Consultado em 7 de Outubro de 2015. 
  4. «Chantal Akerman : autoportrait en cinéaste». France Culture. 7 de Maio de 2004. Consultado em 7 de Outubro de 2015. 
  5. «Ma mère rit». France Culture. Consultado em 7 de Outubro de 2015.