Carlos, Príncipe de Gales

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Carlos
Príncipe de Gales e Duque de Rothesay
Carlos em novembro de 2015
Esposas Diana Spencer (1981–1996)
Camila Shand (2005–presente)
Descendência
Guilherme, Duque de Cambridge
Henrique de Gales
Nome completo
Carlos Filipe Artur Jorge
Casa Windsor
Pai Filipe, Duque de Edimburgo
Mãe Isabel II do Reino Unido
Nascimento 14 de novembro de 1948 (67 anos)
Palácio de Buckingham, Londres, Reino Unido
Religião Anglicana
Assinatura

Carlos ou Charles (Londres, 14 de novembro de 1948) é o filho mais velho e herdeiro aparente da rainha Isabel II do Reino Unido e seu pai o príncipe Filipe, Duque de Edimburgo. Como o primeiro na linha de sucessão ele detém os títulos de Príncipe de Gales na Inglaterra, Duque de Rothesay na Escócia e Duque da Cornualha no sudoeste inglês, além de outros títulos subsidiários. Carlos é o herdeiro aparente que há mais tempo ocupa esta posição na história britânica e a segunda pessoa mais velha a ser primeiro na linha de sucessão, depois apenas de Sofia de Hanôver.

Carlos nasceu no Palácio de Buckingham como o primeiro neto do rei Jorge VI e da rainha Isabel. Ele estudou nas escolas de Cheam e Gordonstoun, onde seu pai também havia estudado, além da Geelong Grammar School na Austrália. Carlos conseguiu um bacharelado em artes na Trinity College da Universidade de Cambridge e serviu na Marinha Real Britânica entre 1971 e 1976. Ele se casou em 1981 com Diana Spencer, com quem teve dois filhos: Guilherme em 1982 e Henrique em 1984. O casal se divorciou em 1996 após vários escândalos de casos extraconjugais. Carlos se casou novamente em 2005 com Camila Shand.

Carlos tem grande interesse em várias causas humanitárias e sociais: ele fundador e patrono de diversas organizações de caridade e de artes. O príncipe há muito defende a agricultura orgânica, estabelecendo uma fazenda no Ducado da Cornualha que produz e vende desde 1990 ingredientes orgânicos para todo o Reino Unido. Carlos procura aumentar a consciência mundial sobre os perigos contra o meio ambiente, como por exemplo mudanças no clima. Por seu trabalho como ambientalista, ele já recebeu vários prêmios e honrarias de organizações e grupos ambientais ao redor do mundo. O príncipe também tem interesse em arquitetura e conservação de edifícios históricos, tendo inclusive já escrito alguns livros sobre o assunto.

Início de vida[editar | editar código-fonte]

Telegrama enviado ao governador-geral da Nova Zelândia informando sobre o nascimento de Carlos.

Carlos Filipe Artur Jorge nasceu às 21h14min do dia 14 de novembro de 1948 no Palácio de Buckingham em Londres,[1][2] o primeiro filho da então princesa Isabel, Duquesa de Edimburgo, e seu marido Filipe, Duque de Edimburgo, e também o primeiro neto do rei Jorge VI do Reino Unido e da rainha Isabel Bowes-Lyon. Ele foi batizado por Geoffrey Fisher, o Arcebispo da Cantuária, em 15 de dezembro usando água tirada do rio Jordão. Seus padrinhos foram seu avô materno o rei, seu primo o rei Haakon VII da Noruega (representado por Alexandre Cambridge, 1º Conde de Athlone), sua bisavó materna a rainha Maria de Teck, sua tia materna a princesa Margarida, seu tio-avô paterno o príncipe Jorge da Grécia e Dinamarca (representado por Filipe), sua bisavó paterna Vitória Mountbatten, Viúva Marquesa de Milforn Haven; sua prima Patricia Knatchbull, Baronesa Brabourne; e seu tio-avô materno David Bowes-Lyon.[3] Carlos não teria recebido normalmente o título de príncipe e o estilo de Sua Alteza Real por ser descendente do soberano através da linhagem feminina, ao invés disso ele assumiria como cortesia o título secundário de seu pai de Conde de Merioneth. Entretanto, o rei emitiu cartas-patente em 22 de outubro de 1948 concedendo os estilos e títulos reais para todos os filhos de Isabel e Filipe, fazendo de Carlos um membro da família real desde seu nascimento.[4]

Jorge VI morreu em 1952 e sua filha ascendeu ao trono como Isabel II, com Carlos virando o herdeiro aparente com apenas três anos de idade. Ele automaticamente assumiu os títulos de Duque da Cornualha, Duque de Rothesay, Conde de Carrick, Barão de Renfrew, Lorde das Ilhas e Príncipe e Grande Intendente da Escócia como o filho homem mais velho da soberana.[5] Ele compareceu à coroação de sua mãe na Abadia de Westminster em 2 de julho de 1953, sentando-se ao lado de sua avó e tia. Como era comum para as crianças reais, Catherine Peebles foi nomeada governanta de Carlos e assumiu sua educação entre os cinco e oito anos de idade. O Palácio de Buckingham acabou anunciando em 1955 que o príncipe iria para a escola ao invés de ser educado particularmente por um tutor, tornando-se o primeiro herdeiro aparente britânico a ser educado dessa maneira.[6]

Educação[editar | editar código-fonte]

O príncipe de Gales estudou no Goronstoun College, na Escócia, e freqüentou, por um período, o campus educacional ao ar-livre Timbertop, do Geelong Grammar School, na Austrália. Ele também freqüentou a universidade no Trinity College, Cambridge onde estudou antropologia e arqueologia, mais tarde estudou história, ganhando um diploma. O príncipe também freqüentou a University College de Gales, Aberystwyth, onde foi com a intenção de aprender galês - a primeira vez que um príncipe inglês faz uma tentativa de aprendê-la.

Príncipe de Gales[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Investidura do Príncipe de Gales
O Príncipe de Gales em visita aos Estados Unidos, 1981

O Duque da Cornualha tornou-se príncipe de Gales e Conde de Chester em 1958, embora sua atual investidura só viesse a ocorrer em 1 de julho de 1969. Foi uma cerimônia grandiosa no Castelo Caernarfon no norte de Gales, um local tradicionalmente associado à criação do título no século XIII. Investiduras anteriores ocorreram em várias localidades, incluindo o Palácio de Westminster, a casa do parlamento. A cidade galesa de Swansea teve seu status elevado para marcar a ocasião.

A investidura despertou consideravelmente a ira entre os nacionalistas galeses, e houve alguns focos de violência.

No final da década de 1970, o príncipe de Gales tornou-se o primeiro membro da família real desde o rei Jorge I da Grã-Bretanha a freqüentar o encontro do Cabinet britânico, sendo convidado pelo primeiro-ministro trabalhista James Callaghan para observar de perto os trabalhos governamentais.

Romances[editar | editar código-fonte]

A vida amorosa do príncipe de Gales foi sempre objeto de especulação. Ele foi relacionado a numerosas mulheres incluindo Georgina Russell (filha do Embaixador do Reino Unido na Espanha), Davina Sheffield, Fiona Watson, a Lady Sarah Spencer, a Lady Tryon (esposa do terceiro Barão Tyron), e a divorciada Jane Ward entre outras. Ainda assim, nenhuma delas pode ser considerada possíveis esposas. Como príncipe-herdeiro ao trono, o príncipe de Gales tinha que escolher uma moça com passado impecável para desposar, de preferência uma protestante ainda virgem. Presumivelmente o seu único e verdadeiro amor, atual esposa, a então Camilla Shand que o ajudou a escolher a professora de jardim de infância de 19 anos, Diana Spencer, filha do conde Spencer e irmã mais nova de Sarah Spencer. O Palácio de Buckigham anunciou o noivado em 24 de fevereiro de 1981.

Primeiro casamento[editar | editar código-fonte]

Em 29 de julho de 1981, o príncipe de Gales e Lady Diana casam-se na Catedral de São Paulo frente a 3500 convidados e 750 milhões de pessoas no resto do mundo, pela televisão. Todos os chefes de estado da Europa participaram (exceto o rei Juan Carlos I da Espanha, que foi advertido a não participar, já que a lua-de-mel poderia passar pelo território de disputa de Gibraltar). Também a maioria dos chefes de Governo, com a notável exceção de Karamanlis da Grécia, que recusou o convite já que o rei exilado Constantino II, amigo pessoal do príncipe, ter sido convidado como "rei da Grécia" (descrição tecnicamente correta a monarcas exilados que não abdicaram) no convite, o que enfureceu republicanos gregos; Patrick Hillery, então presidente da Irlanda, foi advertido pelo primeiro-ministro Charles J. Haughey a não comparecer por causa dos problemas envolvendo britânicos e a Irlanda do Norte.

Com o casamento com o príncipe-herdeiro, Lady Diana recebeu o título de princesa de Gales juntamente a Sua Alteza Real; embora ela fosse inúmeras vezes chamada de "Princesa Diana", essa forma está incorreta. Eles se instalaram em Highgrove em Gloucestershire e no Palácio de Kensington. Quase imediatamente, a Princesa de Gales tornou-se uma estrela, perseguida por paparazzi, e suas mudanças (incluindo as de estilo de cabelo) foram conferidas por milhões em fotos vendidas por milhares de dólares a tablóides e jornais do mundo inteiro.

Críticos da princesa de Gales alegavam que ela era insustentável e temperamental. Com apenas cinco anos de casamento o conto de fadas de Gales já estava à beira de um colapso. Ironicamente, o príncipe e princesa de Gales se pareciam em algumas coisas: ambos tiveram problemas de infância. Ambos levaram seus papéis públicos a sério e dedicaram-se muito a trabalhos voluntários, sendo bastante bem-vistos por isso. (A Princesa de Gales notavelmente dedicou-se muito tempo ajudando pessoas com SIDA (Aids), enquanto o Príncipe de Gales dedicou muito esforço aos grupos marginalizados de centros urbanos através de seu programa Prince's Trust).

Ambos os parceiros subsequentemente admitiram casos extra-conjugais, que formalmente consistiam em adultério ou fornicação, ele com Camilla Parker-Bowles. Embora eles permanecessem um casal em público, eles se separaram no começo dos anos 90, ele ficou morando em Highgrove, e ela se mudou ao Palácio de Kensington. A imprensa notou o distanciamento do casal e o constrangimento deles quando estavam juntos. Evidência de infidelidade começou a surgir nos noticiários. Em 1992, era óbvio que o casamento estava acabado. O casal formalmente se separou, com as fontes da imprensa assumindo posições distintas em que lado ficar na chamada "Guerra dos Galeses".

O casamento do príncipe e princesa de Gales terminou formalmente em divórcio em 28 de agosto de 1996. Eles tiveram dois filhos, Guilherme, Duque de Cambridge e Henrique de Gales. Pese embora as evidências de adultério, não se põe em causa que os dois rapazes sejam efetivamente filhos de Carlos.

Morte da Princesa Diana[editar | editar código-fonte]

Príncipe Charles em 2011
Ver artigo principal: Morte de Diana, Princesa de Gales

Diana, Princesa de Gales morreu em um acidente de carro em 1997, em Paris. Como Diana não era mais membro da família real, a responsabilidade do funeral coube a seus parentes de sangue, os Spencers. O príncipe de Gales voou a Paris para acompanhar o traslado do cadáver de sua ex-esposa e insistiu que fosse dado a ela um funeral real formal; uma nova categoria de funeral formal foi criado especialmente a ela. O papel de pai do príncipe ganhou mais simpatia, em particular em como ele lidou com a crise da revelação que seu filho mais novo, Príncipe Harry, estava usando drogas. De impopular em meados dos anos 90, O príncipe de Gales tornou-se um dos membros mais populares da Família Real.

Relação com Camilla Parker-Bowles[editar | editar código-fonte]

A relação do príncipe de Gales com Camilla Parker-Bowles eventualmente tornou-se publicamente conhecida quando ela tornou-se consorte não-oficial. O casamento permanecia impedido de ocorrer por dois problemas principais requirindo resolução e aceitação. Como futuro Chefe Supremo da Igreja da Inglaterra, o panorama de seu casamento com Camilla, com quem ele havia tido um relacionamento enquanto ambos eram casados, foi mal-visto por alguns. Ambos eram divorciados, mas como seu ex-marido ainda estava vivo, seu segundo casamento ficaria mais problemático e controverso. As opiniões — tanto públicas quanto da Igreja — mudou de um jeito para que o segundo casamento fosse aceitável.Se tornou clara a relação um com o outro depois de uma revista americana relatar uma ligação,onde Carlos dizia que gostaria de ser o absorvente de Camilla.

Segundo casamento[editar | editar código-fonte]

O Príncipe de Gales e Camilla em visita a Jamaica, 2008

Em 10 de Fevereiro de 2005, foi anunciado pela Clarence House que o príncipe de Gales e Camilla Parker-Bowles iriam casar-se em 8 de abril daquele ano numa cerimónia civil no Castelo de Windsor com uma benção religiosa na Capela de São Jorge. Subsequentemente, a localidade foi mudada para a Prefeitura de Windsor, possivelmente depois da descoberta de que o Castelo de Windsor deveria ficar livre para o casamento de outras pessoas. Em 4 de Abril foi anunciado que o casamento seria adiado em um dia indo para 9 de Abril devido ao funeral do Papa João Paulo II, para o qual o príncipe de Gales foi convidado.

O Príncipe foi o primeiro membro da família real a casar-se em uma cerimónia civil na Inglaterra. Stephen Shetney questionou se Carlos e Camilla poderiam casar-se numa cerimónia civil, sendo a família real especificamente excluída da lei que institui casamentos civis na Inglaterra. A rede britânica de televisão BBC, publicou um documento oficial que dizia que os membros reais não poderiam se casar pelo civil na Inglaterra, mas a Clarence House rejeitou o aviso.

O casamento com Camila aconteceu no dia 9 de abril de 2005, tendo a Igreja Anglicana dado sua benção ao eventual casamento do príncipe Charles, herdeiro da coroa britânica, com Camila, segundo informa o jornal The Times; a posição foi manifestada pelo Lord Carey, ex-arcebispo da Cantuária e primaz da Igreja Anglicana, que qualificou a união entre Carlos e Camila como "natural".Em 10/07/2014 ocorreu o divorcio.

O arcebispo da Cantuária, Rowan Williams, deu sua benção pessoal ao príncipe. A decisão da Igreja Anglicana acaba com anos de debate sobre o casamento do príncipe herdeiro com Camilla que se tornou Camila Rosemary Mountbatten-Windsor. Para não desagradar a opinião pública, a coroa britânica já tomou as providências para que Camilla não se torne rainha, hipótese rejeitada por 98% dos britânicos, segundo pesquisa do jornal Daily Express, caso o aparente príncipe herdeiro da Coroa do Reino Unido assuma o trono, Camilla vai ser princesa consorte. Até lá, entrará para a família real como Duquesa da Cornualha, uma região situada no sudoeste da Inglaterra e da qual o príncipe Carlos ganhou o título de Duque, passado sempre ao filho mais velho do soberano britânico, quando sua mãe Elizabeth II foi coroada rainha.

O mais velho Príncipe de Gales[editar | editar código-fonte]

Com 67 anos completados no dia 14 de novembro de 2015, Carlos segue como o mais velho Príncipe de Gales - título concedido a herdeiros diretos do trono - que a família real já teve. Diferente do primeiro Príncipe de Gales Eduardo II que em 1307 foi coroado com 23 anos de idade. Antes de Carlos, somente os reis Jorge IV, que assumiu com 63 anos em 1820, e Eduardo VII, que reinou a partir de 1901 com 59 anos, chegaram perto da idade, mas não eram sucessores diretos. Carlos segue distante do trono, e pode nunca chegar a assumi-lo. A sua mãe, a rainha Isabel II, já deu indícios de que não pretende abdicar do trono em favor do filho, mesmo aos 90 anos. Se a atual Rainha viver até 101 anos ou mais, como a Rainha-Mãe, ele terá 79 anos quando finalmente se tornará Rei.[7]

Títulos e brasões[editar | editar código-fonte]

Títulos e estilos[editar | editar código-fonte]

  • 14 de novembro de 1948 – 6 de fevereiro de 1952: "Sua Alteza Real, príncipe Carlos de Edimburgo"
  • 6 de fevereiro de 1952 – presente: "Sua Alteza Real, o Duque da Cornualha"
    • Na Escócia: "Sua Alteza Real, o Duque de Rothesay"
  • 28 de julho de 1958 – presente: "Sua Alteza Real, o Príncipe de Gales"

Seu título completo é "Sua Alteza Real, príncipe Carlos Filipe Artur Jorge, Príncipe de Gales, Duque da Cornualha, Duque de Rothesay, Conde de Carrick, Conde de Chester, Barão de Renfrew, Lorde das Ilhas, Príncipe e Grande Intendente da Escócia, Cavaleiro Companheiro Real da Mais Nobre Ordem da Jarreteira, Cavaleiro Extra da Mais Antiga e Mais Nobre Ordem do Cardo-selvagem, Grão-Mestre e Principal Cavaleiro da Grande-Cruz da Mais Honorável Ordem do Banho, Membro da Ordem do Mérito, Cavaleiro da Ordem da Austrália, Companheiro da Ordem de Serviço da Rainha, Membro do Mais Honorável Conselho Privado de Sua Majestade, Ajudante de Campo de Sua Majestade".[8]

Brasões[editar | editar código-fonte]

Coat of Arms of Charles, Prince of Wales.svg
Coat of Arms of the Duke of Rothesay.svg
Prince of Wales's feathers Badge.svg
Arms of the Duchy of Cornwall.svg
Brasão de Carlos como Príncipe de Gales
Brasão de Carlos como
Duque de Rothesay
Emblema heráldico de Carlos como Príncipe de Gales
Brasão de Carlos como
Duque da Cornualha

Descendência[editar | editar código-fonte]

Imagem Nome Nascimento Casamento
Data | Cônjuge
Seus filhos
Prince William Chatham House Prize 2014.jpg Guilherme,
Duque de Cambridge
21 de junho de 1982 29 de abril de 2011 Catarina Middleton Jorge de Cambridge
Carlota de Cambridge
Prince Harry June 2014.jpg Henrique 15 de setembro de 1984

Ancestrais[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. (15 de novembro de 1948) "Extraordinary: Whitehall, November 15, 1948". The London Gazette (38455) p. 6003.
  2. Brandreth 2007, p. 120
  3. «Christenings of the Royal Family». Yvonne's Royalty. Consultado em 29 de maio de 2016. 
  4. (9 de novembro de 1948) "Whitehall, November 9, 1948". The London Gazette (38452) p. 5889.
  5. Brandreth 2007, p. 127
  6. Johnson, Bonnie; Sanderson Healy, Laura; Thorpe-Tracey, Rosemary; Nolan, Cathy (25 de abril de 1988). «Growing Up Royal». Time. Arquivado desde o original em 31 de março de 2005. Consultado em 29 de maio de 2016. 
  7. "O mais velho Príncipe de Gales longe do trono" - no UOL.
  8. «The Prince of Wales: Styles and titles». The British Monarchy. Consultado em 19 de março de 2016. 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Brandreth, Gyles (2007). Charles and Camilla: Portrait of a Love Affair (Londres: Random House). ISBN 0-09-949087-0. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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Casa de Windsor
Ramo da Casa de Wettin
14 de novembro de 1948
Precedido por
Eduardo VIII
Coat of Arms of Charles, Prince of Wales.svg
Príncipe de Gales
26 de julho de 1958 – presente
Titular