Charlotte Perkins Gilman

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Charlotte Perkins Gilman (3 de Julho de 186017 de Agosto de 1935) foi uma grande romancista Americana; também escritora de contos, poesia e não-ficção e uma palestra sobre reforma social. Ela era uma utopista feminista em uma época em que suas ações não condiziam com as atitudes das mulheres, e serviu de modelo para futuras gerações feministas por causa de seus conceitos não ortodoxos e seu estilo de vida. O seu trabalho mais famoso é seu conto semi-autobiográfico O Papel de Parede Amarelo.

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Informações biográficas retiradas do posfácio de O papel de parede Amarelo - 1º Edição, escrito por Elaine R. Hedges e traduzido por Diogo Henriques.

Charlotte Perkins Gilman foi uma feminista ativa e uma autora sobretudo de não ficção: escreveu Women and Economics - uma análise espirituosa e mordaz da situação das mulheres na sociedade norte-americana, que foi usada como texto universitário na década de 1920 e traduzida para sete idiomas - e também muitas outras obras sobre a situação econômica das mulheres. Foi também uma professora incansável e inspiradora. Seu trabalho durande a última década do século XIX e as duas primeiras décadas do século XX levou um historiador a dizer há alguns anos que ela foi a "principal liderança intelectual no movimento das mulheres nos Estados Unidos" em sua época¹. Que o interesse por Gilman tenha ressurgido nos últimos tempos é algo gratificante, e mais que justo. [...] E, no entanto, ela merece o maior público possível, uma vez que, além de lançar luz sobre os dramas pessoais - e o triunfo artístico sobre eles - de uma das principais feministas norte-americanas,é também um dos raros textos literários (sobre O papel de parede amarelo) de uma autora do século XIX que confrontam diretamente a política sexual das relações homem-mulher, marido-esposa. Em seu tempo (e provavelmente ainda hoje, dada sua inclusão na antologia Psychopathology and Literature), a história foi lida basicamente como um conto de terror na tradição de Poe - e também como uma narrativa de aberração mental. É ambas as coisas. Mas é mais do que isso. Trata-se de um documento feminista que discorre sobre a política sexual numa época em que poucos escritores ousavam abordar o tema, pelo menos não com tanta franqueza.