Cheirinho da loló

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Frasco de éter, um dos principais componentes do loló, que é geralmente uma preparação química caseira, similar ao lança-perfume.

Loló [1][2][3] é o nome popular de um entorpecente preparado clandestinamente baseado em clorofórmio e éter[4]. É também conhecido por gírias, como "L Johnson", etc., e já foi antigamente conhecido por "cheirinho da Loló", de onde deriva o atual nome.

Apesar de não existirem estudos conclusivos sobre dependência, sabe-se que o loló possui diversos efeitos colaterais. No Brasil, foi proibido pelos vários relatos de parada cardíaca pelo uso desta droga, que também está conectada a casos de depressão e de morte quando usada em excesso[5].

O loló é usado como inalante; coloca-se um pouco em uma peça de tecido pequena e inala-se pelo nariz ou pela boca. Também é usado diretamente, inalando-se de uma latinha ou garrafa pela boca ou narinas, com efeitos parecidos ao do gás butano.

As alucinações do loló implicam em desequilíbrio, uma lentidão nos movimentos e vozes ao redor, confusão auditiva e, em alguns casos, visual. O loló também deixa as pessoas mais animadas e avulsas para confusões, o usuário torna-se desinibido e suas pupilas dilatam. Relata-se que algumas pessoas têm como efeito auditivo escutar um som comparado ao de uma ambulância, como um sino. Em Nilópolis (LABR-ESC), houve casos do sentido sonoro, ser comparado à audição de um morcego.

Referências

  1. «Significado de Lol%c3%b3». www.dicionarioinformal.com.br. Consultado em 6 de junho de 2016 
  2. «Loló pode provocar parada cardíaca. Especialista alerta sobre perigos da droga - Casa Saudável». Casa Saudável. 22 de janeiro de 2016. Consultado em 6 de junho de 2016 
  3. «Loló não é brincadeira, é um risco neste carnaval». Nominuto.com. Consultado em 6 de junho de 2016 
  4. «Solventes ou Inalantes». Consultado em 13 de novembro de 2012 
  5. «Especialista alerta sobre os riscos do uso do 'Loló'». www.leiaja.com. Consultado em 22 de maio de 2016 
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