Chiclete com Banana
| Chiclete com Banana | |
|---|---|
Chiclete com Banana em 2012. | |
| Informações gerais | |
| Origem | Salvador, Bahia |
| País | Brasil |
| Gênero(s) | axé |
| Período em atividade | 1980–presente |
| Gravadora(s) | Bacarolla Warner Music BMG Sony BMG Music Entertainment Sony Music Entertainment |
| Integrantes |
|
| Ex-integrantes |
|
| Página oficial | www |
Chiclete com Banana é uma banda de axé music brasileira formada em 1980 por Missinho Amorim (vocais e guitarra), Bell Marques (baixo), Cacik Jonne (guitarra), Rey Gramacho (bateria), Waltinho Cruz (percussão), Deny Urpia (percussão) e Rubinho Gramacho (percussão).
Consagraram-se como um dos principais nomes do Carnaval de Salvador e do axé, cujos fãs são conhecidos como "chicleteiros". O grupo vendeu mais de 8 milhões de cópias de álbuns.
História
[editar | editar código]1979–80: Início como banda de baile
[editar | editar código]A banda originou-se de um conjunto de baile chamado Scorpius que se apresentava em festas de formatura. O grupo tocava em inglês músicas de astros estrangeiros como Rod Stewart, Paul McCartney, e Elton John. Desse grupo já faziam parte Bell Marques (guitarra), Rey Gramacho (bateria), Missinho, Rubinho Gramacho, Waltinho Magarão (percussão) e Wado Marques (teclados). Denny Urpia e Cacik Jonne se juntaram mais tarde aos demais integrantes.[1]
Em 1979 Bell sugere ao grupo tocarem em trio elétrico. Naquele ano foram contratados pelo bloco Traz os Montes para tocarem na pascoa. No ano seguinte, o engenheiro de som Wilson Silva (irmão de Bell e Wadinho) sugeriu e pôs em prática uma ideia revolucionária de fechar toda a lateral do Trio com caixas de som e usar equipamentos de potência transistorizada, passando todos os músicos a tocarem na parte superior do trio, causando assim, na época, grande diferença dentre os demais, já que nesses a percussão localizava-se nas laterais inferiores e somente os músicos de corda permaneciam na parte superior. Esta foi a maior revolução do trio elétrico na década de 80.[2]
1980–2001: Transição pro axé, sucesso nacional e mudanças na formação
[editar | editar código]Em 1981 o Chiclete com Banana iniciou experiências com todo estilo de música, do rock ao forró. Nesse ano a banda foi convidada para gravar um disco. Surgiu então a vontade de mudar o nome da banda que estava ultrapassado. Nildão, cartunista e artista gráfico foi o responsável pelo nome, que na época, criou muita polêmica. O nome "Chiclete com Banana" deu-se pela grande mistura de ritmos que a banda fazia. Com o nome da banda definido, o 1º LP foi gravado em 1981 com o nome "Traz os Montes". À época, Bell Marques passou a tocar baixo.[1]
Em 1982 gravam o álbum "Estação das Cores". Em 1983 gravam novo album, "Energia".[1] Neste biênio tocaram no "Traz a Massa", que era um bloco mais popular que o "Traz os Montes". Isso permitiu que suas músicas atingissem tanto um público mais popular quanto o das classes mais altas.[2]
Em 1985 receberam o convite do bloco "Os Internacionais",[2] onde tocaram por 5 anos (1985, 1986, 1987, 1988 e 1989). Como o Chiclete já tinha o seu próprio trio, resolveu desvincular-se de blocos de Carnaval e tocar para o povão na rua, com ou sem patrocínio, pois já tinham uma estrutura montada e até sua própria produtora, a Mazana.[2] Neste meio tempo apareceu a proposta tentadora do bloco Camaleão. Era a oportunidade de tocar para um público diferente. Firmaram então contrato com o Camaleão (estreando no carnaval de 1990), sendo hoje o bloco mais caro para desfilar no Carnaval de Salvador, onde permaneceram até 2014.[2]
No ano de 1986 com o lançamento do álbum "Gritos de Guerra", a banda vendeu quase um milhão de cópias, marcando assim o início do enorme fenômeno chamado Chiclete com Banana. Com o lançamento do disco a Banda vendeu entre 750 e 800 mil cópias recebendo 3 discos de platina surgindo os "Chicleteiros". A banda possui também o trio elétrico mais moderno e caro do país. Até abril de 1986, o Chiclete com Banana era composto por oito integrantes. Consistia em dois guitarristas (Missinho e Jonny); três percussionistas (Waltinho, Denny e Rubinho Gramacho). Os músicos Missinho e Rubinho saíram e só ficaram seis. Não houve substituição. A saída de Missinho, à epoca considerado um bom compositor e músico, gerou desconfiança nos fãs. Mas continuou com álbuns de estúdio e ao vivo de sucessos como por exemplo, "Fé Brasileira", "Tambores Urbanos", "Classificados", "Banana Coral", "É Festa", "Santo Protetor", "Chiclete Na Caixa, Banana No Cacho", "Sou Chicleteiro".[2]
2001: Problemas de saúde e saída de Cacik Jonne
[editar | editar código]Não houve grandes mudanças na banda até o início dos anos 2000. Em 2001, o guitarrista Cacik Jonne sentiu-se mal durante uma apresentação e foi diagnosticado com ataxia cerebelar, uma doença degenerativa. Inicialmente descartou-se a possibilidade de Jonne sair permanentemente da banda. O guitarrista já sofria de problemas de coordenação motora antes do diagnóstico, que o forçaram a usar uma guitarra de dois braços, cujo de cima era um baixo e o de baixo, a guitarra. O músico variava entre os dois instrumentos por não ter coordenação para fazer solos complexos, embora ainda fizesse solos menores durante as músicas.[3] Os integrantes afirmavam que o músico ficaria afastado temporariamente para se tratar. Em junho, a saída de Cacik foi confirmada e o guitarrista foi homenageado no carnaval do ano seguinte pelo vocalista Bell Marques, que cantou a canção "I Want to Break Free", da banda britânica de rock Queen.[4] Em 2002, Jonne moveu uma ação trabalhista e duas cíveis contra na Justiça da Bahia. Na ação trabalhista, ele pedia indenização de R$ 1 milhão (R$ 2,8 milhões em valores atuais) pelas duas décadas anos de serviços prestados à banda. O processo foi arquivado em última instância no Tribunal Superior do Trabalho.[5] No Carnaval de 2005, já debilitado, ele organizou um protesto junto ao trio elétrico do Chiclete com Banana, no qual foi erguida uma faixa com os dizeres: "Chiclete com Banana: vocês sabem que me devem. Paguem meus direitos. Assinado Cacik Jonne".[6][7]
2002–2018: Segundo DVD, saída de Bell Marques e entrada de Rafa Marques
[editar | editar código]
No dia 1 de novembro de 2008, a banda gravou o segundo DVD em sua história na cidade de Salvador. O evento aconteceu no Parque de Exposições da capital baiana. A festa reuniu aproximadamente 50 mil pessoas.[8] No mesmo ano, o baterista Rey foi diagnosticado com síndrome do túnel cárpico na mão esquerda. O músico apontou que os primeiros sintomas vieram quando ele deixava baquetas caírem sem perceber e só foi se dar conta ao ser avisado por um roadie da banda. Após diversos exames, foi constatado que ele não poderia mais tocar com grupo. Ele então foi substituído por Walmar Paim, que permaneceu na banda até 2016.[9]
No dia 10 de setembro de 2013, o vocalista Bell Marques anuncia sua saída da banda através de um vídeo postado em sua conta no YouTube e causa alvoroço entre seus fãs.[10] Além disso, Walmar Paim também deixou a banda para seguir na banda que acompanharia Bell em sua carreira solo.[11][12] Desgastes internos e divergências de opinião teriam sido o motivo de seu desligamento.[13] No carnaval de 2014 em Salvador, Bell fez seu ultimo show de despedida, do Campo Grande até a Castro Alves, no bloco Camaleão. Ao chegar ao destino final, Bell deu o seu ultimo acorde na guitarra a frente da banda, deixando milhares de fãs emocionados.[14] Em seguida foi diretamente para a Barra iniciar o seu novo bloco o "Vumbora".[15] Bell começou cantando "Ave Maria", e depois seus sucessos.[16] No dia 15 de outubro de 2013, é anunciado o novo vocalista, ex-integrante da banda Via Circular, Rafa Chaves. Após a saída oficial do ex-vocalista Bell Marques, Rafa Chaves assume o vocal da Banda Chiclete com Banana, trazendo um nova canção: "Vida que segue", que faz referencia a sua chegada e o novo perfil da banda.[17]
No dia 4 de abril de 2014, a banda faz o seu primeiro show com o novo vocalista no Carnabeirão, o carnaval fora de época de Ribeirão Preto-SP. O cantor Rafa Chaves iniciou seu canto pedindo licença para fazer parte da festa. “Ô de casa, salve, salve. Dá licença pra chegar. Sou filho da fantasia que o Chiclete me ensinou a sonhar”, parte da letra da canção: "Vida que Segue".[18] No dia 6 de abril de 2014, a banda faz o seu segundo show e o primeiro show em palco, com o novo vocalista, realizado no aniversário da cidade de Limoeiro, Pernambuco,[19] onde foi bem recebido com a sua nova formação, realizaram um show para cima. Fizeram uma homenagem ao cantor de brega Reginaldo Rossi, falecido no final de 2013. O show foi bem diversificado, carimbando o legado e confirmando ainda mais que, a Banda Chiclete com Banana será sempre querida pelos fãs. Com a nova formação, além de shows pelo país, gravaram uma música com o grupo alemão Die Höhner[20] (especial para a Copa do Mundo realizada no Brasil), participaram do Fortal (carnaval fora de época de Fortaleza, Ceará)[21] e diversos programas de televisão. Lançaram também mais três faixas, "De Braços Abertos", "Pega no Ar" e "Foi no Nana". No carnaval de 2015, o Chiclete com Banana desfilou em Salvador nos blocos Nana Banana e Papa.[22][23] Fizeram ainda show em dois camarotes no carnaval de Porto Seguro.[24]
2018–presente: Entrada de Khill
[editar | editar código]Em janeiro de 2018, a banda demitiu Rafa Chaves e o substituiu por Khill, vocalista da banda Patchanka.[25] Na ocasião, Rafa Chaves reclamou que teria sido surpreendido com a demissão às vésperas do carnaval daquele ano, pois não sabia que seria substituído.[26][27] Rafa Chaves também cobrou explicações quanto a sua demissão,[28] justificativa dada menos de um mês depois pela própria banda em entrevista coletiva, onde o tecladista Wado Marques afirmou que apesar de todas as suas qualidades, Rafa Chaves tinha um perfil que não combinava com a banda.[29] Em outubro, Rafa Chaves afirmou não ter mágoas do acontecimento e que a essa altura conseguia compreender a decisão.[30] No mesmo ano, Lelo Lobão saiu da banda para se dedicar ao bloco Baianeiros.[31]
Em 26 de julho de 2019, o ex-guitarrista Cacik Jonne faleceu em sua casa em Salvador, Bahia, aos cinquenta e quatro anos, vítima de complicações da ataxia cerebelar.[32]
Prêmios e indicações
[editar | editar código]| Ano | Premiação | Recipiente | Categoria | Resultado | Ref. |
|---|---|---|---|---|---|
| 1988 | Prêmio Sharp de Música Brasileira | Chiclete com Banana | Melhor Banda | Venceu | [33] |
| 2000 | Troféu Dodô e Osmar | "Cabelo Raspadinho" | Melhor música | Venceu | [34] |
| 2002 | "Diga Que Valeu" | Empate técnico (com "Festa") | |||
| 2005 | Chiclete com Banana | Melhor Banda | Venceu | [35] | |
| 2006 | Chiclete com Banana | Venceu | [36] | ||
| 2009 | Bloco Nana Banana | Melhor bloco Barra/Ondina | Venceu | [37] | |
| Bloco Camaleão | Melhor bloco Avenida | Venceu | |||
| Bell Marques (então vocalista do grupo) |
Melhor cantor | Venceu | [38] | ||
| 2010 | Bloco Nana Banana | Melhor bloco Barra/Ondina | Venceu | [39] | |
| 2011 | Bloco Camaleão | Venceu | [40] | ||
| 2014 | Venceu | [41] |
Integrantes
[editar | editar código]Formação atual
[editar | editar código]Formação da banda a partir de janeiro de 2018:[42]
- Khill – vocais, guitarra e baixo (2018–presente)
- Wado Marques – teclados (1980–presente) e vocais de apoio (1980–1981)[43][44]
- Waltinho Cruz – percussão (1980–presente)
- Deny Urpia – percussão (1980–presente)
- Shanon Gramacho – bateria (2016–presente)
- Diego Gramacho – baixo (2018–presente)
Ex-integrantes
[editar | editar código]- Bell Marques – baixo (1980–2001), vocais de apoio, voz principal ocasional (1980–1986), violão (1980–2014),[45] guitarra (2001–2014), e vocais (1986–2014)[13][46][47][48]
- Missinho Amorim – voz principal, guitarra e violão[45] (1980–1986; morreu em 2024)[49][46][47][48]
- Rubinho Gramacho – bateria (1980–1981) e percussão (1980–1986)[50][nota 1]
- Rey Gramacho – bateria (1981–2008), percussão e vocais de apoio (1980–1981)[51][nota 1]
- Cacik Jonne – guitarra (1980–2001; morreu em 2019) e baixo (2001)[32][52]
- Lelo Lobão – baixo (2001–2018)[53]
- Walmar Paim – bateria (2008–2014)[51][11]
- Flavinho Drums – bateria (2014–2016)[54]
- Rafa Chaves – voz e guitarra (2014–2018)[55]
Linha do tempo
[editar | editar código]
Discografia
[editar | editar código]
|
|
Notas e referências
Notas
Referências
- ↑ a b c «Chiclete: história da mistura de ritmos». A TARDE. 10 de setembro de 2013. Consultado em 20 de dezembro de 2024
- ↑ a b c d e f «Conheça a história do Chiclete com Banana - Imirante.com». Imirante. 17 de outubro de 2003. Consultado em 20 de dezembro de 2024
- ↑ «É MERMO!? PODCAST - WADINHO MARQUES #011». É MERMO!? PODCAST (Podcast). YouTube. 5 de agosto de 2021. Consultado em 14 de janeiro de 2025
- ↑ «Integrante do Chiclete causa comoção na Internet». PB AGORA. 25 de janeiro de 2012. Consultado em 20 de dezembro de 2024
- ↑ «Morre Cacik Jonne, guitarrista que integrou o Chiclete com Banana». GZH. 26 de julho de 2019. Consultado em 20 de dezembro de 2024
- ↑ «Morre Cacik Jonne, guitarrista que enfrentou o Chiclete com Banana». Folha de S.Paulo. 26 de julho de 2019. Consultado em 20 de dezembro de 2024
- ↑ Pitombo, João Pedro (3 de maio de 2023). «Morre Cacik Jonne, guitarrista que enfrentou o Chiclete com Banana». CadernoB. Consultado em 20 de dezembro de 2024
- ↑ «Chiclete leva público ao delírio em gravação de DVD». Consultado em 23 de janeiro de 2009
- ↑ «Rey conta porque parou de tocar bateria no Chiclete com Banana» (entrevista). Wagner Miau; Thiago Mithra. 1 de junho de 2023. Consultado em 15 de dezembro de 2025
- ↑ «A verdade sobre a saída de Bell do Chiclete». Revista Bahia. 17 de setembro de 2013. Consultado em 16 de março de 2014. Arquivado do original em 14 de janeiro de 2016
- ↑ a b «Walmar Paim, baterista, ficou com Bell Marques – Blog do Marrom». 7 de fevereiro de 2014. Consultado em 15 de dezembro de 2025
- ↑ «Contrariando o que Bell afirmou, o baterista Walmar Paim deixa o Chiclete e segue com o cantor - Bahia Notícias». www.bahianoticias.com.br. 7 de fevereiro de 2014. Consultado em 15 de dezembro de 2025
- ↑ a b «Bell Marques anuncia que vai deixar o Chiclete com Banana em 2014». G1 música. 10 de setembro de 2013. Consultado em 22 de outubro de 2015
- ↑ Melo, Ruan (4 de março de 2014). «Bell chora em despedida e ganha abraço de companheiros do Chiclete». Carnaval 2014 na Bahia. Consultado em 20 de dezembro de 2024
- ↑ «Bell Marques estreia o bloco Vumbora e leva milhares de foliões ao corredor da folia». Portal IN - Pompeu Vasconcelos - Balada IN. Consultado em 20 de dezembro de 2024
- ↑ «Emocionado, Bell arrepia o público ao cantar Ave Maria na estreia de sua carreira solo - Bahia Notícias». www.bahianoticias.com.br. 4 de março de 2014. Consultado em 20 de dezembro de 2024
- ↑ BA, Do G1 (15 de outubro de 2013). «Chiclete com Banana anuncia Rafa Chaves como novo cantor do grupo». Música na Bahia. Consultado em 20 de dezembro de 2024
- ↑ «Chiclete com Banana faz primeiro show depois da saída do cantor Bell». Portal meionews.com. 5 de abril de 2014. Consultado em 20 de dezembro de 2024
- ↑ «Chiclete com Banana estreia novo vocalista no Carnabeirão - Bahia Notícias». www.bahianoticias.com.br. 6 de abril de 2014. Consultado em 20 de dezembro de 2024
- ↑ «Chiclete com Banana grava clipe com a banda alemã Die Hohner». CARAS Brasil. 17 de junho de 2014. Consultado em 20 de dezembro de 2024
- ↑ «Famosos na pista, shows de axé... Saiba como foi o segundo dia do Fortal 2014». R7 Entretenimento. 26 de julho de 2014. Consultado em 20 de dezembro de 2024
- ↑ «Confira atrações e horários de saída dos blocos do Circuito Barra-Ondina». Carnaval 2015 na Bahia. 5 de fevereiro de 2015. Consultado em 20 de dezembro de 2024
- ↑ «Alinne Rosa, Chiclete com Banana e Babado Novo irão puxar o bloco Papa em 2015». Consultado em 20 de dezembro de 2024
- ↑ Silva, Valma (27 de janeiro de 2015). «'Saímos da inércia', diz Wadinho Marques sobre mudanças no Chiclete». Carnaval 2015 na Bahia. Consultado em 20 de dezembro de 2024
- ↑ «Vocalista do Chiclete com Banana, Rafa Chaves, é demitido». JoaoAlberto.com. 18 de janeiro de 2013. Consultado em 23 de dezembro de 2018
- ↑ «'Pego de surpresa na boca do Carnaval', desabafa Rafa Chaves após saída do Chiclete». Bahia Notícias. 16 de janeiro de 2018. Consultado em 23 de dezembro de 2018
- ↑ «Famosos: Vocalista do Chicleta com Banana não sabia que seria demitido antes do Carnaval». Blog do Ricardo Nolasco. 17 de janeiro de 2018. Consultado em 23 de dezembro de 2018
- ↑ «Surpreso, Rafa Chaves diz esperar ʹresposta da diretoriaʹ sobre saída do Chiclete». Metro1. 16 de janeiro de 2018. Consultado em 23 de dezembro de 2018
- ↑ «Chiclete explica substituição de Rafa Chaves: 'Tem um perfil que não estava combinando'». Bahia Notícias. 3 de fevereiro de 2018. Consultado em 23 de dezembro de 2018
- ↑ «"Me incomodou, mas hoje consigo compreender": Rafa Chaves relembra saída do Chiclete». Vale Notícias. 18 de outubro de 2018. Consultado em 23 de dezembro de 2018
- ↑ Scardua, Laura (26 de fevereiro de 2025). «Baianeiros celebra 10 anos da mistura que 'tem tudo a ver'». Estado de Minas. Consultado em 15 de dezembro de 2025
- ↑ a b «Ex-integrante do Chiclete com Banana, Cacik Jonne morre aos 54 anos em Salvador». g1. 26 de julho de 2019. Consultado em 26 de julho de 2019
- ↑ «Chiclete com Banana». Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira. Consultado em 20 de dezembro de 2024
- ↑ Gustavo Maia. «Carnaval de Salvador: as melhores músicas dos últimos 20 anos». NE10/Bahia. Arquivado do original em 13 de julho de 2013
- ↑ «Troféu Dodô e Osmar 2005». Carnaxe. Consultado em 20 de dezembro de 2024
- ↑ «Troféu Dodô e Osmar 2006». Carnaxe. Consultado em 20 de dezembro de 2024
- ↑ Cunha, Lucas (1 de abril de 2009). «Blocos puxados pelo Chiclete Com Banana levam prêmios no Dodô & Osmar». A Tarde. Consultado em 20 de dezembro de 2024
- ↑ «Troféu Dodô e Osmar 2009». Carnaxe. Consultado em 20 de dezembro de 2024
- ↑ «Troféu Dodô e Osmar 2010». Carnaxe. Consultado em 20 de dezembro de 2024
- ↑ Albuquerque, Rafael (7 de abril de 2011). «Confira o resultado do Troféu Dodô e Osmar». BNews. Consultado em 20 de dezembro de 2024
- ↑ Mascarenhas, Fabiana (8 de abril de 2014). «Artistas baianos fazem a festa na noite do Troféu». A Tarde. Consultado em 20 de dezembro de 2024. Arquivado do original em 13 de abril de 2014
- ↑ «Banda Chiclete com Banana anuncia novo vocalista e diz que vai desfilar sem cordas no carnaval de Salvador 2018». G1. 16 de janeiro de 2018. Consultado em 23 de janeiro de 2018
- ↑ a b «Contra-capa do álbum Traz os Montes (1981)». Discogs. Consultado em 5 de dezembro de 2025
- ↑ a b «Contra-capa do álbum Estação das Cores (1982)». Discogs. Consultado em 5 de dezembro de 2025
- ↑ a b «Chiclete com Banana - Cronologia, Trajetória Histórica, Carreira, discografia Completa . Origem e História e muito mais ...::: CarnAxE». www.carnaxe.com.br. Consultado em 13 de dezembro de 2025
- ↑ a b «Morre Missinho, primeiro vocalista da banda Chiclete com Banana, aos 64 anos». ESTRELANDO. Consultado em 13 de dezembro de 2025
- ↑ a b «Morre Missinho, primeiro vocalista do Chiclete com Banana». www.correio24horas.com.br. Consultado em 13 de dezembro de 2025
- ↑ a b Estado, Agência (16 de maio de 2024). «Morre fundador e ex-vocalista do Chiclete com Banana aos 64 anos». Diversão e Arte. Consultado em 13 de dezembro de 2025
- ↑ «Amigos e familiares se despedem de Missinho, ex-vocalista da banda Chiclete com Banana». G1. 17 de maio de 2024. Consultado em 20 de dezembro de 2024
- ↑ «Chiclete com Banana - Cronologia, Trajetória Histórica, Carreira, discografia Completa . Origem e História e muito mais». www.carnaxe.com.br. Consultado em 20 de dezembro de 2024
- ↑ a b «WALMAR PAIM». PEARL DRUM BRASIL. Consultado em 20 de dezembro de 2024
- ↑ «Morre Cacik Jonne, ex-guitarrista do Chiclete com Banana». Tribuna do Norte. 26 de julho de 2019. Consultado em 15 de maio de 2025
- ↑ «Lelo Lobão deixa o Chiclete com Banana e toca seu projeto Baianeiros em Minas». Correio24horas. 17 de janeiro de 2018. Consultado em 20 de dezembro de 2024
- ↑ Bahia, Redação do Jornal Grande (16 de julho de 2015). «Banda Chiclete com Banana lança álbum». Jornal Grande Bahia (JGB). Consultado em 15 de dezembro de 2025
- ↑ «Lelo Lobão deixa o Chiclete com Banana e toca seu projeto Baianeiros em Minas». Correio da Bahia. 17 de janeiro de 2018. Consultado em 23 de janeiro de 2018