Chocolate belga

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Algumas variedades de pralinês em uma chocolateria em Antuérpia.

Chocolate belga é um chocolate produzido na Bélgica. Enquanto sementes de cacau e outros ingredientes, como açucar podem ser originais de outros lugares que não a Bélgica, para que seja considerado como tal, deverá ser produzido no país. O chocolate belga é conhecido internacionalmente e data por volta do século XVII. Também integra uma importante parte da economia e cultura belga.

História[editar | editar código-fonte]

A associação da Bélgica com o chocolate data desde 1635 quando o país estava sob ocupação espanhola logo após o chocolate ter sido trazido para a Europa da Mesoamérica.[1] Por volta de meados do século XVIII, o chocolate se tornou extremamente popular na classe alta e média, particularmente na forma de chocolate quente. Entre eles estava Carlos Alexandre de Lorena, um governador de território austríaco..[2] No início do século XX, o país foi capaz de importar grandes quantidades de cacau de sua colônia africana, o Congo Belga. O pralinê é uma invenção de uma fábrica de chocolates belga.[3]

Produção[editar | editar código-fonte]

A composição do chocolate belga é regulamentada em lei desde 1884. Com a intenção de prevenir adulteração do chocolate com gorduras de baixa qualidade de outras fontes, foi imposto a quantidade mínima de 35% de cacau puro[4]. A aderência às técnicas de manufatura tradicionais também servem para aumentar a qualidade do chocolate. Em particular, gorduras artificiais, baseadas em vegetais ou aquelas com base em óleo de côco, que aumentam o ponto de derretimento são banidas de produtos que indicam ser "chocolates belga". Muitas firmas produzem chocolates artesanalmente, o que é laboral e explica a prevalência de pequenos outlets independentes de chocolates, bastante populares entre os turistas. Companhias de chocolate famosas seguem estritamente suas receitas tradicionais (e por muitas vezes secretas.


Variedades[editar | editar código-fonte]

Pralinês[editar | editar código-fonte]

Pralinês feitos na bélgica são normalmente centradas em confecções de caixas com chocolates macios. Eles se distinguem pela castanha e os doces de açucar populares na França e nos Estados Unidos que, por vezes, são chamados pelo mesmo nome. Foram introduzidos pela primeira vez por Jean Neuhaus II em 1912.[5]

Veja também[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Savage, Maddy (31 de dezembro de 2012). «Is Belgium still the capital of chocolate?». BBC. Consultado em 14 de fevereiro de 2013 
  2. Mercier, Jacques (2008). The Temptation of Chocolate. Bruxelas: Lannoo. p. 87. ISBN 2873865334 
  3. Mercier, Jacques (2008). The Temptation of Chocolate. Bruxelas: Lannoo. p. 101. ISBN 2873865334 
  4. Mercier, Jacques (2008). The Temptation of Chocolate. Bruxelas: Lannoo. p. 94. ISBN 2873865334 
  5. Amy M. Thomas (22 de dezembro de 2011). «Brussels: The Chocolate Trail». The New York Times. Consultado em 25 de dezembro de 2011. Ever since the Brussels chocolatier Jean Neuhaus invented the praline 100 years ago, the city has been at the forefront of the chocolate business. ... They are breaking away from traditional pralines—which Belgians classify as any chocolate shell filled with a soft fondant center... 
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