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Chrisóstomo de Moura

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Coronel Chrisóstomo
Deputado federal por Rondônia
Período1 de Janeiro de 2019 até atualidade
Legislatura57ª legislatura (2023 — 2027)
Dados pessoais
Nome completoChrisóstomo de Moura
Nascimento23 de junho de 1959 (66 anos)
Tefé, AM
Nacionalidadebrasileiro
PartidoPRB (2015-2018)
PSL (2018-2022)
UNIÃO (2022)
PL (2022-presente)
ReligiãoCristão evangélico
Profissãomilitar e político
Serviço militar
LealdadeBrasil
Serviço/ramoExército Brasileiro
Graduação Coronel

Chrisóstomo de Moura, também conhecido como Coronel Chrisóstomo (Tefé, 23 de junho de 1959), é um político e militar brasileiro filiado ao Partido Liberal (PL).[1][2]

Nas eleições de 2018, foi eleito deputado federal pelo estado de Rondônia com 28.344 votos (3,62% dos válidos) e assumiu o cargo no dia 01/02/2019.[3]

O Coronel Chrisóstomo estudou no Colégio Militar de Manaus, tendo entrado na Academia Militar das Agulhas Negras em 1980, tendo concluído o curso em 1984, formando-se Aspirante a Oficial da Arma de Engenharia.

É Vice-presidente da Frente Parlamentar do Biodiesel e é membro das Comissões de Segurança Pública e de Defesa Nacional.

Durante seu mandato, votou a favor da reforma previdência, votou contra a flexibilização das regras da reforma para professores e a favor das flexibilizações para policiais[4]. Votou a favor da privatização da Eletrobrás e dos Correios. Votou a favor do voto impresso e a favor da ratificação do texto da Convenção Interamericana contra o Racismo. Votou contra a redução do fundão eleitoral e contra a suspensão do mandato de Wilson Santiago (PTB-PB), acusado de corrupção. [4]

O deputado votou a favor da PEC dos Precatórios, que facilitou a execução das emendas do relator (orçamento secreto)[5]. Em 2020 e 2021, ele recebeu cerca de R$ 2 milhões via orçamento secreto, instrumento utilizado pelo governo para garantir apoio parlamentar.[6]

PEC da Blindagem

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No dia 16 de setembro de 2025, Chrisóstomo votou a favor da PEC 3/2021, conhecida como PEC da Blindagem.[7][8] A proposta dificulta a abertura de processos criminais e prisões contra senadores e deputados, restringindo a prisão em flagrante de parlamentares.

Congressistas favoráveis à PEC afirmam que ela volta às regras ao texto da Constituição de 1988. Mas, na verdade, o texto acrescenta novas blindagens, como a votação secreta para prisão de parlamentares.[9][10] No caso de prisão em flagrante por crime inafiançável, por exemplo, os autos serão enviados à Câmara ou ao Senado dentro de 24 horas para que, pelo voto secreto da maioria de seus membros, se autorize ou não prisão do parlamentar.[11][12]

Referências

  1. «Coronel Chrisóstomo 1777 (PSL) Deputado Federal | Rondônia § Eleições 2018». Gazeta do povo. Consultado em 14 de novembro de 2018 
  2. «Bolsonaro acompanha filiação de deputados aliados ao PL». Poder360. 12 de março de 2022. Consultado em 12 de março de 2022 
  3. «Veja como fica a bancada de Rondônia na Câmara dos Deputados». G1 
  4. a b G1. «O voto dos deputados - G1 Política». G1. Consultado em 27 de janeiro de 2022 
  5. «Como cada deputado votou na nova PEC dos Precatórios». Congresso em Foco. 14 de dezembro de 2021. Consultado em 4 de fevereiro de 2022 
  6. «Veja lista de 290 parlamentares que receberam R$ 3,2 bilhões pelo orçamento secreto». O Globo. 19 de dezembro de 2021. Consultado em 4 de fevereiro de 2022 
  7. «Portal da Câmara dos Deputados». www.camara.leg.br. Consultado em 23 de setembro de 2025 
  8. «PEC da Blindagem: saiba como votou cada deputado». CNN Brasil. 16 de setembro de 2025. Consultado em 23 de setembro de 2025 
  9. «Câmara aprova PEC da Blindagem: como votaram os deputados e partidos». G1. 16 de setembro de 2025. Consultado em 23 de setembro de 2025 
  10. «PEC 3/2021 - Senado Federal». www25.senado.leg.br. Consultado em 23 de setembro de 2025 
  11. «Centrão se queixa de Motta não ter 'costurado' PEC da Blindagem com Alcolumbre antes de votação». G1. 22 de setembro de 2025. Consultado em 23 de setembro de 2025 
  12. «Câmara restabelece voto secreto em PEC da Blindagem». Agência Brasil. 17 de setembro de 2025. Consultado em 23 de setembro de 2025