Ciência e tecnologia na República Popular da China

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A ciência e tecnologia na China sempre preocupou seus líderes, e de fato, as lideranças políticas chinesas vieram quase exclusivamente de um plano de fundo técnico e têm um grande respeito pela ciência. Deng Xiaoping chamou estes recursos como "a primeira força produtiva". Ultimamente, com Hu Jintao, Wen Jiabao, e seus predecessores Jiang Zemin e Zhu Rongji, sendo engenheiros antes de exercer o cargo máximo político chinês, os líderes da China vem sendo descritos como tecnocratas.

Desde o início da década de 1980, tem-se dado uma prioridade máxima especial para a modernização da ciência e da tecnologia na China. Planos foram feitos para construir uma estrutura educacional, para montar um sistema de intercâmbio estrangeiro, para negociar buscas tecnológicas e transferir arranjos com os Estados Unidos, entre outros, para prover meios de disseminar as informações científicas e tecnológicas. As áreas de interesse crítico são o setor de microeletrônica, telecomunicações, computadores, fabricação automatizada e energia. A China também tem um programa espacial desde a década de 1960, e até a década de 1990, tinha lançado com sucesso 25 satélites.

Por outro lado, distorções na economia e na sociedade criados pelo poder do Partido Comunista cortaram seriamente a ciência chinesa, de acordo com alguns especialistas em política científica da China. A Academia de Ciências da China, modelado sobre o sistema soviético, pois grande parte da ciência da China sobre uma aparelhagem grande, porém mal-estruturada, isolada da indústria. Porém, a partir de 1979, com a introdução das reformas econômicas, a situação está sendo lentamente revertida.

Os estrategistas científicos chineses estão vendo as maiores oportunidades da China no ramo de ciência e tecnologia em nas áreas em ascensão, tais como a biotecnologia e informática, onde ainda há espaço para a China se tornar um participante importante. A maior parte dos chineses que foram estudar fora do país não retornou,[1] mas construíram uma rede densa de contratos globais que facilitaram grandemente as cooperações científicas internacionais.[2] O crescente programa espacial chinês, que levou com sucesso um homem em órbita por duas vezes, é um foco de orgulho nacional.

Até o final de 1996, a China tinha 5.434 instituições estatais e independentementes de pesquisa, e desenvolveu instituições científicas no nível de condados ou maior. Havia também outras 3.400 instituições ligadas a universidades e outras 13.744 instituições ligadas a médias e grandes empresas industriais. Além disso, havia 726 instituições ligadas a empresas do setor de construção. Cerca de 2,8 milhões de pessoas estavam engajadas em atividades científicas e tecnológicas nestas instituições.

O acordo científico e tecnológico sino-americano continua sendo a estrutura das cooperações bilaterais entre os dois países neste campo. O acordo foi assinado originalmente em 1979. Um acordo de cinco anos para estender e realizar algumas emendas foi assinado em 2001, e renovado em abril de 2006. O acordo está entre os acordos entre a China e os Estados Unidos que a há mais tempo está vigorando, e inclui 11 agências federais americanas e vários outros correlatos que participam nas trocas cooperativas sob o acordo de comércio sino-americano e seus 60 protocolos, memorandos de entendimento, acordos e anexos. O acordo cobre a cooperação em áreas como a conservação marítima, física de alta energia, energia renovável e saúde pública. As Reuniões Conjuntas de Comissão de Ciência e Tecnologia trazem especialistas de ambos os lados para a coordenação conjunta em ciência e tecnologia. Reuniões de secretariados executivos são realizados bienalmente para implementar os programas específicos de cooperação. Além dos Estados Unidos, a União Europeia e o Japão também mantêm relações constantes com a China sobre o intercâmbio de informações tecnológicas e científicas.

Referências

  1. Jake Grovum (13 de junho de 2007). «U affects Chinese 'brain drain' trends» (em inglês). The University of Minnesotta. Consultado em 21 de abril de 2009 
  2. «80 percent of China's presidents are Chinese returned from overseas» (em inglês). Cheer Foundation. Consultado em 21 de abril de 2009