Ciclone Jokwe

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Ciclone Jokwe
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text-align:center; background-color:#FFC140" | Categoria 3 (EFSS) Ciclone tropical intenso

(ECIS)
O ciclone Jokwe sobre o Canal de Moçambique em 10 de Março de 2008
Formação 4 de Março de 2008
Dissipação 15 de Março de 2008
Vento mais forte (1 min) 110 nós (204 km/h, 127 mph)
Vento mais forte (10 min) 105 nós (194 km/h, 121 mph)
Pressão mais baixa 940 hPa (mbar) ou 705 mmHg
Danos Desconhecidos
Fatalidades No mínimo 10
Áreas afetadas Madagáscar (Antsiranana) e Moçambique (Nampula e Zambézia)
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background-color:#FFC140" | Parte da
Temporada de ciclones no Oceano Índico sudoeste de 2007-08

O ciclone Jokwe (designação do JTWC: 22S; também conhecido como ciclone tropical intenso Jokwe) foi um intenso ciclone tropical que afetou o extremo norte de Madagáscar e a costa das províncias de Nampula e Zambézia, em Moçambique em Março de 2008. Jokwe formou-se de uma persistente área de convecção em 4 de Março e seguiu para oeste-sudoeste. Após atingir a província de Antsiranana, no extremo norte de Madagáscar no final da noite de 5 de Março, encontrou condições favoráveis no Canal de Moçambique e rapidamente intensificou-se antes de atingir a costa das províncias de Nampula e Zambézia, em Moçambique antes de seguir para o sul.

Jokwe causou grandes danos, principalmente em Moçambique, levando a enchentes severas e danos causados pelo vento que chegou a 200 km/h. Nas províncias de Nampula e Zambézia, os danos foram severos. Segundo o Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC), mais de 50 mil pessoas ficaram desabrigadas. Mais de 13 mil casas foram totalmente destruídas e outras 3 mil foram parcialmente danificadas. Além do mais, a Ilha de Moçambique também foi severamente afetada. Toda a região ficou sem eletricidade e sem comunicação.

História meteorológica[editar | editar código-fonte]

O caminho de Jokwe

Uma área de distúrbios meteorológicos formou-se a nordeste de Madagáscar.[1] Esta área fortaleceu-se lentamente assim que seguia para oeste-noroeste. Em 4 de Março, o Joint Typhoon Warning Center (JTWC) emitiu um aviso de formação de ciclone tropical para o sistema em desenvolvimento.[2] Logo depois, o Centro Meteorológico Regional Especializado (CMRE) de Reunião começou a emitir avisos regulares sobre a perturbação tropical "12R", notando o deslocamento para oeste-sudoeste do sistema devido a uma alta subtropical situado ao seu sul.[3] No começo da madrugada de 5 de Março, o JTWC começou a emitir avisos regulares sobre o ciclone tropical 22S (Jokwe).[4] Inicialmente, o sistema apresentava uma circulação ciclônica razoável com o seu centro exposto devido aos ventos de cisalhamento orientais moderados.[5] Seis horas depois, o CMRE de Reunião classificou a perturbação na depressão tropical "13R" enquanto o sistema continuava a seguir para oeste-sudoeste e para oeste.[6] O sistema fortaleceu-se e o CMRE de Reunião classificou o sistema numa tempestade tropical moderada seis horas depois mesmo o sistema sendo relativamente pequeno.[7]

Continuando a seguir para oeste, na periferia noroeste de uma alta subtropical, Jokwe fez landfall na província de Antsiranana, extremo norte de Madagascar no final da noite de 5 de Março. Após passar por Madagascar, Jokwe enfraqueceu-se ligeiramente devido à interação de sua circulação ciclônica com os terrenos rochosos da ilha.[8] Logo após, Jokwe começou a sofrer rápida intensificação e o CMRE de Reunião classificou diretamente Jokwe num ciclone tropical. O sistema também desenvolveu um olho irregular.[9] Depois, o olho ficou mais bem definido, embora bastante pequeno, apenas com 28 km de diâmetro. Por volta de 20:00 UTC, o olho de Jokwe passou a cerca de 150 km ao sul de Mayotte.[10]

No começo da madrugada de 7 de Março, Jokwe enfraqueceu-se ligeiramente, tornando-se uma tempestade tropical intensa, sendo que seu olho desapareceu em imagens de satélite.[11] Durante aquele dia, o ciclone variou muito quanto a sua intensidade, devido a mudanças no ambiente e a fácil acepção do sistema devido ao seu pequeno tamanho assim que continuava a seguir para oeste pela periferia da alta subtropical.[12]

Jokwe começou a sofrer novamente rápida intensificação e foi classificado como um ciclone tropical por volta do meio-dia de 7 de Março.[13] e como um ciclone tropical intenso seis horas depois. O ciclone desenvolveu novamente um pequeno olho, com menos de 18 km de diâmetro.[14] No começo da madrugada de 8 de Março, Jokwe alcançou seu pico de intensidade, com ventos constantes em 10 minutos de 205 km/h.[15]

Jokwe durante seu pico de intensidade, pouco antes de atingir a costa moçambicana

Continuando a seguir para oeste, na periferia de uma alta subtropical, Jokwe começou a se enfraquecer ligeiramente assim que sua circulação ciclônica começou a interagir com a costa de Moçambique.[16] Por volta de meio-dia de 8 de Março, Jokwe fez landfall, entre a Ilha de Moçambique e a cidade de Angoche, na costa moçambicana, com rajadas de vento que ultrapassavam 200 km/h. Devido à interação da circulação ciclônica de Jokwe com Moçambique, o sistema enfraqueceu-se rapidamente num ciclone tropical.[17] Jokwe começou a seguir para o sudoeste com a aproximação de um cavado de médias latitudes. Com isso, o centro do ciclone começou a seguir sobre a costa de Nampula.[18] Na madrugada de 9 de Março, parte da circulação ciclônica de Jokwe estava sobre Moçambique, que causou um enfraquecimento adicional e o ciclone tornou-se uma tempestade tropical intensa.[19]

Jokwe emergiu no Canal de Moçambique novamente assim que começou a seguir para o sul devido à aproximação de um cavado de média latitude. Com isso, o ciclone encontrou novamente condições favoráveis e tornou-se novamente um ciclone tropical. Um olho novamente se formou no interior das áreas de convecção do sistema.[20] No entanto, devido ao pequeno tamanho do ciclone, Jokwe respondia muito rapidamente às algumas pequenas variações do ambiente. Seu olho desapareceu em imagens de satélite.[21] No entanto, o olho reapareceu seis horas depois, mostrando a tendência de intensificação do ciclone.[22] No começo da madrugada de 11 de Março, o sistema fortaleceu-se suficientemente para ser classificado como um ciclone tropical intenso. No entanto, o padrão de nuvens de Jokwe deteriorou-se em imagens de satélite. Horas antes, o centro de Jokwe passou a apenas 35 km a leste da Ilha Europa. Na ilha, uma estação meteorológica registrou uma pressão atmosférica mínima de 985,5 mbar. Jokwe intensificou-se mesmo sobre uma área com condições marginais de desenvolvimento.[23]

Assim que Jokwe aproximou-se do cavado de médios a altos níveis que o conduzia para o sul, começou a ser abatido por ventos de cisalhamento verticais produzidos pelo cavado e Jokwe enfraqueceu-se num ciclone tropical.[24] No começo da madrugada de 12 de Março, os ventos de cisalhamento vindos do noroeste enfraqueceram ainda mais o sistema e Jokwe enfraqueceu-se numa tempestade tropical intensa. Seu centro ficou exposto das áreas de convecção, que migraram para sudeste devido aos fortes ventos de cisalhamento. O cavado de média latitude e de médios a altos níveis dissipou-se, permitindo a regeneração da alta subtropical. Com isso, Jokwe começou a mover-se novamente para oeste.[25]

Imagem TRMM do Ciclone Jokwe

No entanto, Jokwe interrompeu a sua tendência de enfraquecimento devido à formação de novas áreas de convecção, mesmo continuamente abatido por ventos de cisalhamento.[26] No começo da madrugada de 13 de Março, um olho desenvolveu-se novamente no interior do sistema. Jokwe começou a mover-se para noroeste devido à influência de áreas de alta pressão sobre o Zimbábue.[27] Com a diminuição dos ventos de cisalhamento, Jokwe continuou a se fortalecer e tornou-se, por um período de 4 horas, novamente um ciclone tropical.[28]

No entanto, os ventos de cisalhamento ocidentais começaram novamente abater o ciclone, que se enfraqueceu novamente uma tempestade tropical intensa. As áreas de convecção migraram para o semicírculo oriental do sistema, deixando o centro da circulação de Jokwe exposto.[29] O sistema ficou quase estacionário em seu movimento, por estar numa área com correntes concorrentes de vento assim que continuou a se desorganizar.[30] Os ventos de cisalhamento continuaram a abater o sistema e Jokwe enfraqueceu-se numa tempestade tropical moderada.[31] Durante o dia de 14 de Março, os ventos de cisalhamento se intensificaram, deixando a circulação ciclônica de baixos níveis totalmente exposta das áreas de convecção restantes. Com isso, Jokwe enfraqueceu-se numa depressão tropical.[32] Ao mesmo tempo, o JTWC emitiu seu último aviso sobre o Ciclone Tropical 22S (Jokwe).[33] No começo da madrugada de 15 de Março, Jokwe enfraqueceu-se numa perturbação tropical e o CMRE de Reunião emitiu seu último aviso sobre o sistema.[34]

Preparativos[editar | editar código-fonte]

Assim que Jokwe adentrou o Canal de Moçambique, o diretor do Instituto Nacional de Meteorologia de Moçambique, Mussa Mustafá, disse que a cidade portuária de Nacala poderia ser atingida por chuvas torrenciais e ventos de até 140 km/h.[35] Em 7 de março, o Centro Nacional de Operações de Emergência de Moçambique (CENOE) recomendou aos residentes nos distritos costeiros de Zambézia e Nampula a ficarem alertas. Naquele momento, os distritos de Moma, Mogincual, Mossuril, Angoche e Ilha de Moçambique já estavam sofrendo com chuvas moderadas a fortes causadas pelos primeiros sinais da chegada do ciclone. O CENOE disse aos residentes e as autoridades locais a terem as medidas de precaução necessárias e também para seguirem qualquer outro alarme emitido pelo CENOE.[36] Logo após, assim que a previsão da trajetória foi mudada para uma região mais ao sul, já não era esperado que o olho do ciclone atingisse diretamente o país africano. No entanto, o alerta continuava, pois mesmo sem atingir diretamente a costa moçambicana, Jokwe poderia causar fortes ventos e chuvas para a região.[37] No entanto, segundo o diretor do Instituto Nacional de Meteorologia, não havia planos para a evacuação das áreas ameaçadas pelo ciclone.[38]

Já após atingir as províncias de Nampula e Zambézia, o ciclone Jokwe, que tinha rumado para o sul e emergido novamente no Canal de Moçambique, começou a representar uma ameaça para a costa de Inhambane, um alerta amarelo foi declarado para os distritos de Vilanculos e Govuro, importantes regiões turísticas de Moçambique.[39]

Impactos[editar | editar código-fonte]

Durante a noite de 5 de Março, o ciclone Jokwe atingiu o extremo norte da ilha de Madagascar, na província de Antsiranana, com ventos de até 115 km/h. A ilha turística de Nosy Be, a cerca de 480 km ao norte de Antananarivo, capital de Madagascar, foi a mais afetada. Na ilha, cerca de 44 casas foram destruídas, que deixou mais de 400 desabrigados. A capital da província, a cidade de Antsiranana, apesar de ser atingida pelo ciclone, saiu ilesa e não houve relatos de danos.[40]

Nampula, juntamente com Zambézia, foi duramente atingido pelo ciclone Jokwe

Por volta do meio-dia de 8 de março, o olho do ciclone Jokwe atingiu a costa de Moçambique, entre o distrito de Angoche e a Ilha de Moçambique, com ventos de até 200 km/h. O governo moçambicano declarou alerta vermelho para a província de Nampula e um alerta amarelo para outras províncias da região central. Segundo o Ministro da Administração Estatal, Lucas Chomera, que também é vice-presidente do Conselho Coordenador de Gestão de Desastres, disse à rádio que o governo moçambicano tinha começado a avaliação dos danos provocados por Jokwe. Segundo ele, foram enviados equipes de socorro para ajudar as autoridades locais nos esforços de alívio.[41] Assim que o ciclone movia-se paralelamente à costa moçambicana, a CENOE avisou novamente aos residentes a ficarem em locais seguros e que não se aventurem ao ar livre, devido ao risco representado pelos ventos fortes. O CENOE também avisou aos donos de barcos de pesca para que ancorassem firmemente suas embarcações e para não irem, em nenhuma hipótese, para o mar.[42]

O distrito da Ilha de Moçambique, na costa setentrional de Nampula, ficou totalmente sem o fornecimento de eletricidade, devido aos ventos fortes e às chuvas torrenciais. Os ventos ciclônicos derrubaram postes e danificaram casas feitas de materiais frágeis. As duas escolas da ilha foram destelhadas e o comando policial local ficou sem comunicação, pois sua antena caiu com os ventos. O Instituto Nacional de Gerenciamento de Calamidades (INGC) enviou equipes de especialistas para assistir na avaliação, juntamente com as autoridades locais, na Ilha de Moçambique. O CENOE novamente recomendou às autoridades locais para que tomassem as medidas devidas.[43]

Em 9 de Março, foram divulgadas as primeiras informações sobre a avaliação dos danos.[44] Em 10 de Março, novas informações foram liberadas. Paulo Zucula, diretor do INGC, disse que Jokwe foi mais perigoso do que o Ciclone Favio, que atingiu o país um ano antes. Segundo ele, milhares de pessoas foram afetados.[45] Os desabrigados recorreram a abrigos públicos.[46]

Sumário de precipitação associada ao ciclone Jokwe entre 6 e 10 de Março

Segundo Bonifácio António, diretor do INGC, pelo menos 80 escolas foram destelhadas. O Exército moçambicano liberou estradas por retirar árvores caídas.[47] Em Angoche, todo o fornecimento de eletricidade foi interrompido. Um gerador foi instalado no distrito. Cerca de 75% do sistema de eletricidade do distrito foi destruída. Em Mogincual, o ciclone afetou duas fábricas de processamento de caju. Em Mossuril, uma ponte foi levada pela água. A penitenciária local foi destelhada e 11 painéis solares que fornecia eletricidade para uma casa de saúde foram destruídos. O INGC enviou um helicóptero para sobrevoar os distritos afetados pelo ciclone em Nampula, para que a avaliação fosse mais bem executada. Também foram enviados alimentos, tendas e utensílios culinários para as regiões afetadas. O governo também ativou a Unidade Nacional de Proteção Civil para remover árvores caídas e postes de eletricidade, para ajudar as pessoas a reconstruírem suas casas.[48] 1.600 casas foram destruídas em Mogincual, 230 em Mossuril e 131 na Ilha de Moçambique. O alerta vermelho foi estendido para Zambézia, nos distritos de Pebane e Maganja da Costa, e para a capital da província, Quelimane. O ciclone gerou ondas de até sete metros.[49] Assim que Jokwe moveu-se mais ao sul, um alerta amarelo foi declarado para a província turística de Inhambane.[50] O fundo para crianças das nações unidas disse que enviou equipes para avaliar a situação das crianças na região afetada pelo ciclone.[51] No total, 55.000 desabrigados e 165.000 pessoas afetadas pelo ciclone.[52] Alerta de ciclone foi dado em Govuro e Vilanculos, cidades turísticas. Mais de 13.000 casas foram destruídas, de acordo com Bonifácio António, diretor do INGC. Mesquitas sucumbiram com o vento forte. No total, 10 pessoas morreram como conseqüência da passagem de Jokwe[53]; um homem morreu quando sua casa desabou. Três pessoas morreram quando um muro de uma mesquita caiu sobre elas. Outras quatro morreram quando uma árvore caiu.[54]

Após a tempestade[editar | editar código-fonte]

O Instituto Nacional de Gerenciamento de calamidades de Moçambique disse que distribuiu tendas e alimentos para 25.000 pessoas afetadas por Jokwe.[55] A cruz vermelha de Moçambique montou 145 tendas e distribuiu 97 lonas. Além disso, a Cruz Vermelha distribuiu redes para mosquitos, cobertores, baldes plásticos e esteiras de dormir.[56] O Fundo de Alimentos das Nações Unidas distribuiu alimentos para emergências para cerca de 60.000 pessoas afetadas.[57]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Furacão Catrina Portal da
meteorologia

Referências

  1. «ABIO10A». Joint Typhoon Warning Center. Consultado em 12 de março de 2008 
  2. Joint Typhoon Warning Center. «TCFA». Consultado em 12 de março de 2008 
  3. Météo-France. «Perturbação tropical 13R ad 01». Consultado em 12 de março de 2008 [ligação inativa]
  4. Weather Unisys. «Tropical Cyclone 22S ad 01». Consultado em 12 de março de 2008 
  5. Météo-France. «Tropical Disturbance 12R». Consultado em 12 de março de 2008 
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  7. Météo-France. «Moderate Tropical Storm Jokwe ad 01». Consultado em 12 de março de 2008 [ligação inativa]
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  10. Météo-France. «Tropical Cyclone Jokwe». Consultado em 12 de março de 2008 
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  12. Météo-France. «Severe Tropical Storm Jokwe». Consultado em 12 de março de 2008 
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  15. Météo-France. «Intense Tropical Cyclone Jokwe». Consultado em 13 de março de 2008 
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