Cirurgia plástica

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A cirurgia plástica é uma das mais de 50 especialidades médicas reconhecidas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM)[1] e pela Associação Médica Brasileira. Por meio de avançadas técnicas cirúrgicas, seu objetivo é reconstituir alguma parte do corpo para tratar doenças e deformidades anatômicas, congênitas, adquiridas, traumáticas, degenerativas e oncológicas, bem como de suas conseqüências, objetivando beneficiar os pacientes visando seu equilíbrio biopsicosocial e conseqüente melhoria sobre a sua qualidade de vida;

As cirurgias plásticas são realizadas sob duas perspectivas: a cirurgia plástica reparadora e a cirurgia plástica estética.

A cirurgia plástica reparadora tem como objetivo corrigir lesões deformantes, defeitos congênitos ou adquiridos. É considerada tão necessária quanto qualquer outra intervenção cirúrgica.

A cirurgia plástica estética é aquela realizada com o objetivo de melhorar a aparência física do indivíduo. A pessoa quando se submete a tal intervenção cirúrgica não a faz com intenção ou propósito de obter alguma melhora em seu estado de saúde, mas sim para melhorar algum aspecto físico que não lhe agrada, ou seja, corrigir uma deformidade congênita, por exemplo, como uma orelha proeminente ou em abano, ou uma mama flácida que pode lhe dificultar um relacionamento afetivo. Situações que não lhe causam prejuízo da ordem funcional, mas sim de ordem psicológica. Atualmente, as duas cirurgias plásticas estéticas mais realizadas no Brasil são a lipoaspiração e o implante de prótese de silicone nos seios[carece de fontes?][2].

Cirurgia plástica em ex-obesos[editar | editar código-fonte]

Com o crescente número de pacientes que se submetem a gastroplastia redutora, consequentemente cresce o número de cirurgias plásticas em ex-obesos. Após doze meses da cirurgia, o paciente apresenta considerável excesso de pele, devido à redução de peso. As cirurgias plásticas são necessárias para a remoção desse excesso de pele — que, em alguns casos, são consideradas como cirurgias higiênicas. A mais comum das cirurgias plásticas em ex-obesos é a abdominoplastia, seguida da mastopexia (com ou sem implante de silicone) e dos liftings crural, toracobraquial e cervicofacial. O objetivo maior dessas cirurgias é a remoção dos últimos vestígios da obesidade, para proporcionar ao paciente melhora de sua autoestima e, consequentemente, de sua qualidade de vida.[3]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Brasil 247, Redação (20 de agosto de 2021). «Como escolher corretamente o seu cirurgião plástico?». Brasil 247. Consultado em 2 de setembro de 2021 
  2. «CIRURGIA PLÁSTICA» (PDF). Hospital Universitário Onofre Lopes. Consultado em 10 de fevereiro de 2019 
  3. FURTADO, Isaac Rocha, et al. "Cirurgia plástica após gastroplastia redutora: planejamento das cirurgias e técnicas". In: Revista da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. v.19, n.2, p.29-40. (2004)

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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