Citroën C3

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Citroën C3
2017 Citroen C3 1.2 Feel.jpg
Visão Geral
Produção 2002 — presente

Aulnay-sous-Bois, França
Porto Real, Brasil

Fabricante Citroën, grupo PSA Peugeot Citroën
Modelo
Classe B
Carroceria Hatch 5 portas
Ficha técnica
Transmissão Manual de 5 velocidades
Automático de 4 velocidades
Automático de 6 velocidades
Modelos relacionados
Volkswagen Fox
Chevrolet Onix
Hyundai HB20
Ford Ka
Nissan March
Toyota Etios
Renault Sandero
Chery Celer
Ford Fiesta
Tanque 45 litros
Cronologia
Citroën Saxo

O Citroën C3 é um modelo citadino ou Compacto, produzido pela Citroën desde 2002. O C3 faz parte da estratégia montada pela marca francesa para a substituição do popular Citroën Saxo. A Citroën decidiu apostar no C3 e no C2 para desta forma optimizar a oferta neste importante segmento.

O C3 tem três motorizações a gasolina (1.1, 1.4 e 1.6) e duas a diesel (1.4 e 1.6 HDI). Todos os modelos têm uma caixa manual de 5 velocidades, existindo ainda a transmissão totalmente automática opcional para algumas versões.

De acordo com a informação do Grupo PSA, o C3 tem o mesmo chassis que o Peugeot 1007 e a nível de equipamento partilha muitos dos componentes do Peugeot 206.

O Saxo era um dos automóveis menos espaçosos do seu segmento. Esta situação foi alvo de análise e de estudo pela marca, e o C3 apresenta-se agora como uma das opções mais espaçosas desse segmento.

Principais equipamentos[editar | editar código-fonte]

C3
  • Comando "Plip" de alta-frequência
  • Rádio CD com comandos no volante
  • Ar condicionado automático
  • Limpa-vidros dianteiro automático
  • Vidros eléctricos
  • Espelhos retrovisores rebatíveis e aquecidos
  • Faróis de nevoeiro
  • Accionamento automático das luzes
  • Aviso de excesso de velocidade
  • Seis airbags
  • Direcção de assistência variável
  • Caixa de velocidades SensoDrive
  • Regulador de velocidade no volante (opcional)
  • Ajuda ao estacionamento (opcional)
  • ABS com REF
  • ESP
  • Ajuda à travagem de Emergência (AFU)
  • Computador de bordo

C3 Entreprise[editar | editar código-fonte]

A versão comercial oferece um espaço bem simpático para transporte de mercadorias. Dotado de direcção assistida eléctrica e de vários equipamentos de segurança activa e passiva, este modelo revela-se eficaz.

C3 no Brasil[editar | editar código-fonte]

Fabricado no Brasil, na cidade de Porto Real, adquiriu um lugar de destaque, sendo o segundo modelo com maior sucesso da PSA no país. A introdução da opção Motor Flexível, ou seja, movido a Álcool e a Gasolina, foi, sem dúvida, um factor decisivo para o êxito do C3 no Brasil.

Primeira geração (2003–2012)[editar | editar código-fonte]

Primeira geração
Visão Geral
Produção 2003-2012
Fabricante Groupe PSA Brasil
Matriz Paris  França
Montagem Porto Real (RJ)  Brasil
Modelo
Classe Compacto
Carroceria 5 portas hatchback
Designer Donato Coco
Jean-Pierre Ploué
Ficha técnica
Motor 1.4 8V
1.4 8v Flex
1.6 16v
1.6 16v Flex
Plataforma PF1
Transmissão 5 marchas manual
4 marchas automática sequencial AL4
Layout motor dianteiro e tração traseira
Modelos relacionados Ford Fiesta
Fiat Punto
Peugeot 207
Dimensões
Comprimento 3850 mm
Entre-eixos 2460 mm
Largura 1667 mm
Altura 1510 mm
Peso 1104 kg
Tanque 47 l

O Citroën C3 foi apresentado no Brasil em 2003. Inicialmente, apenas foi lançada a versão com motor 1.6 16v. Tratava-se de um compacto premium muito bem equipado, sobretudo se comparado com os carros populares da época. No equipamento de série incluía-se ar-condicionado, direção elétrica, painel digital, vidros elétricos dianteiros e traseiros, travas e retrovisores elétricos, volante com regulagem em altura e profundidade, regulagem da altura do assento, entre outros. O motor, de fabricação nacional, rendia 110 cv e o torque era de 15,4 kgfm a 4.000 rpm. Com ele, o carro tinha um bom desempenho, tanto na aceleração, quanto na velocidade máxima. Mesmo tendo uma boa performance, o foco do modelo não era a esportividade e sim o conforto[1]. A suspensão absorvia as irregularidades do asfalto eficientemente, fornecendo um grande conforto na condução, ainda acrescentado pela direção elétrica, bem macia. O 1.6 16v se oferecia em duas versões; uma muito bem equipada, a Exclusive, e outra mais econômica, a GLX.

Em 2004, com o propósito de alavancar as vendas foi lançada uma versão com motor 1.4 8v – parece que o preço do 1.6 litro, talvez um pouco salgado, estava retraindo os possíveis compradores. Como este era importado, essa economia não foi tanto assim, 12,76% mais barato do que a versão GLX com motor 1.6. Isso se explicava em parte pelo fato do motor ser importado. Mas, além disso, deve se levar em conta que o motor 1.4 8v era bem menos potente que o da versão topo de linha, oferecendo 75 cv e um torque de 12,5 kgfm a 3400 rpm, fato este que amenizava um pouco a diferença ao ser obtido numa faixa mais baixa de rotações. Além do mais, o carro era 35 kg mais leve, o que disfarçava ainda mais a desvantagem.

Em dezembro de 2005 é apresentado o motor 1.6 com tecnologia flex.

Em 2006 se nacionaliza o motor 1.4 8v, virando flex. Para a adaptação ao biocombustível, emprega-se um novo sistema de ignição e injeção da marca Bosch. A empresa otimiza o desempenho da mecânica alterando as curvas de avanço e torque. Desse modo, o carro desenvolve 80 cv e tem um torque de 12,6 kgfm. Saindo ou não em conta a nova versão, o fato é que no ano 2006 as vendas cresceram quase 100%, passando de 12.791 a 22.272 unidades. E continuaram em alta durante os dois anos seguintes. Além do mais, aparece a versão XTR, com visual 4×4, mas sem modificações necessárias para seu uso fora das estradas. Na verdade, é a versão normal com um kit de carroceria.

Em novembro de 2008, o C3 tem uma leve renovação estética, exclusiva para os países do MERCOSUL. O modelo ganha grade, para-choques novos e aros novos (opcionais), além de outras mudanças menores. O cenário econômico brasileiro, como as vendas crescendo expressivamente desde 2004, favorece a boa marcha comercial do C3, na casa dos 35.000 emplacamentos anuais.

Em 2010 atingiu o recorde de vendas no país, com 39.930 emplacamentos. Em 2011 e no começo de 2012 continuou tendo um bom desempenho comercial, registrando apenas uma leve queda.

Em 2011, começa a montar um cambio automático de 4 marchas (AL4), mas só para a versão 1.6 16v Exclusive, convertendo-se esta em topo de linha. Segundo Túlio Moreira, o provador de motorweb, “algumas trocas são feitas com algo de lentidão, o que atrasa a resposta do acelerador”.[2]

Segunda geração (2012-)[editar | editar código-fonte]

Segunda geração
Visão Geral
Produção 2012-
Fabricante Groupe PSA Brasil
Matriz Paris  França
Montagem Porto Real (RJ)  Brasil
Modelo
Classe Compacto
Carroceria 5 portas hatchback
Designer Nome do desenhador
Ficha técnica
Motor 1.5 8V

1.2
Puretech
VTi 120 Flex Start

Plataforma PF1
Transmissão 5 marchas manual
4

marchas automático sequencial
6 marchas automático sequencial

Layout motor dianteiro e

tração traseira

Modelos relacionados Ford Fiesta
Fiat Punto
Peugeot 208
Chevrolet Sonic
Hyundai HB20
Dimensões
Comprimento 3944 mm
Entre-eixos 2460 mm
Largura 1708 mm
Altura 1521 mm
Altura livre do solo Altura do chão
Peso 1063 kg
Tanque 55 l

Em meados de 2012, o grupo PSA lança a segunda geração do C3 no Brasil. Foram investidos R$ 400 milhões no carro e no novo motor 1.5 e 450 pessoas trabalharam no desenvolvimento, iniciado em 2009. O novo modelo oferece algumas mudanças visuais com respeito ao modelo europeu, com entrada de ar entre o para-choque e o capô, enfeitada com duas linhas cromadas que integram os chevrons da Citroën (uma mudança que anteciparia a renovação estética da segunda geração na Europa). No interior, as entradas do ar-condicionado são redondas, diferentemente das quadradas do original europeu. Inicialmente, o C3 é oferecido com dois motores, um de 1449 cm3 e 8 válvulas e outro de 1598 cm3 e 16 válvulas nomeado VTi 120 Start Flex . O primeiro é uma evolução do anterior de 1.4 litro. A cilindrada aumentou para ganhar torque e reduzir desse modo o consumo. Rende 93 CV com etanol. Já a versão de 1.6 litro, se trata de um motor que o grupo PSA desenvolveu conjuntamente com a BMW (os alemães o montam no MINI), equipado com injeção direta e bomba de óleo com compressor variável, com 115 cv de potência, 5 a mais do que o anterior 1.6 litro. Vem exclusivamente com câmbio automático ATE8. No volante, umas borboletas oferecem a possibilidade de trocas manuais.

O carro foi desenvolvido sobre a plataforma PF1, a mesma da geração anterior. Por equipamento e pela sua concepção global, o C3 se posiciona na zona alta do segmento B (Ford Fiesta, Chevrolet Sonic, Fiat Punto e Peugeot 208). É 94 mm mais cumprido e 41 mm mais largo do que a geração anterior, mais mantém o mesma distância entre eixos. Exteriormente, as linhas evocam à primeira geração, continuam arredondadas, mas a evolução é evidente. No visual, destaca grandemente o para-brisas panorâmico Zenith e as luzes de led embaixo dos faróis dianteiros. O para-brisas incorpora uma cortina rígida que simula um teto normal quando levada à frente. A qualidade e acabamento dos materiais melhorou muito em comparação com o modelo anterior[3]. Também a suspensão evoluiu, sobretudo na parte traseira, com novo amortecedor. O carro continua sendo especialmente confortável, uma característica tradicional da marca, mas sem comprometer a estabilidade. Comparado com a versão europeia, não traz freio de disco traseiro, nem sequer como opção. Segundo Samuel Dumas, responsável pelo projeto de desenvolvimento do C3 na região do MERCOSUL, o motivo é que nesta zona não é comum atingir as velocidades das estradas europeias[4].

Em 2016, chega o novo motor 1.2 Puretech substituindo o 1.5 8v. Ele é produzido na fábrica francesa de La Garenne e está adaptado para usar etanol. 150 pessoas pertencentes aos centros técnicos de Porto Real, São Paulo e La Garenne participaram no desenvolvimento da versão brasileira, que levou três anos. A adaptação exigiu subir a compressão de 11:1 a 12,5:1. Rende 84 cv a gasolina e 90 cv com etanol, ambos a 5.750 rpm, e os valores do torque são 12,2 kgfm na gasolina ou 13,0 kgfm no etanol, a 2.750 rpm. Este modelo tem apenas câmbio manual de cinco marchas. Para garantir a resistência do motor foram feitas as seguintes modificações: uso de injetores cabeça de pistão para melhorar a proteção do conjunto aneis-pistão; reforço de sedes e válvulas; e a montagem de velas especiais. Ele é um tricilíndrico tecnologicamente avançado e muito eficiente, com variador de fase dos comandos de válvula e sistema de arrefecimento duplo. Em marcha, se sentem leves vibrações, algo normal nos motores de três cilindros, mas nada que incomode demais. A rumorosidade também não é muito alta. A lista do Programa de Etiquetagem Veicular da INMETRO confirmou o motor Puretech como o mais econômico do Brasil em 2016, recebendo a classificação AAA[5].

Também em 2016, no quesito da segurança, o C3 obtém quatro estrelas em relação à proteção de adultos e duas na de crianças no teste da Latin NCAP. O relatório indica que a estrutura é instável, mas que pelo fato de ter airbags frontais fica garantida a proteção ao passageiro adulto. Além disso, dito relatório sublinha que, a diferença do modelo europeu, o C3 brasileiro carece de airbags laterais e ancoragem Isofix (para fixar aos bancos às cadeiras infantis).[6]

Sobre a possibilidade de nacionalizar o motor, PSA não a descarta, mas a sua futura fabricação vai estar condicionada à conjuntura do mercado; produzindo menos de 100.000 unidades no ano não resulta rentável. Tanto em 2016 quanto em 2017 esse objetivo não foi atingido.

Em 2017, o C3 ganha nova caixa automática de marchas, EAT6, de 6 velocidades, da marca japonesa Aisam. Aproveitando esta mudança, o motor VTi 120 Start Flex recebeu uma atualização que levou a sua potência até 118 cv a 5.750 rpm e o torque até 16,0 kgfm a 4.750 rpm. As vendas no ano ficaram estagnadas na casa das 800 unidades mensais, bem por baixo do habitual até 2014.

Terceira geração[editar | editar código-fonte]

No final do ano 2016 é lançada a terceira geração do C3 na Europa com grande sucesso de vendas. Segundo o departamento de marketing da empresa, este cogitou lançar o modelo. Foi feita uma clínica logo do lançamento na Europa com potenciais consumidores e não gostaram do modelo.[7] Diante dessa realidade, e levando em conta o panorama ruim do mercado, resolveram que não valia a pena trazer um carro com altos custos de produção e que deveria ficar em produção durante 8 anos. Mas também influiu outro fato, em 2019 o grupo PSA vai começar a produzir a plataforma modular CMP para todos os modelos do segmento B lançados na região sul-americana – o modelo europeu utiliza a plataforma PF1 da geração anterior, embora modificada. Segundo PSA, a plataforma CMP, destinada aos mercados emergentes, vai permitir acompanhar os lançamentos globais do grupo num prazo bem menor que o habitual, com alta exigência de qualidade. Mas serão versões específicas, com equipamentos e motores adequados às características de cada mercado. Portanto, a próxima geração do C3 para América Latina, se houver, será desenvolvida sobre a plataforma CMP.

Emplacamentos[8][editar | editar código-fonte]

Ano 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017
Emplacamentos 4.164 7.801 12.791 22.272 29.508 35.835 33.542 39.930 37.572 34.922 33.668 28.740 17.108 11.824 9.881
Participação 0,34% 0,59% 0,89% 1,36% 1,41% 1,53% 1,27% 1,40% 1,29% 1,12% 1,11% 1,03% 0,81% 0,70% 0,53%

Motores e transmissões[editar | editar código-fonte]

CITROËN C3 (PRIMEIRA GERAÇÃO)
Modelo Cilindrada(cm3) Potência (gasolina) Torque (gasolina) Potência (etanol) Torque (etanol) Câmbio Período de produção[9]
GLX 1.4 8v 1.360 cm3 75 cv a 5.400 rpm 12,5 kgfm a 3.400 rpm Mecânico de 5 marchas 2004-2005
GLX 1.4 8v Flex 1.360 cm3 80 cv a 5.250 rpm 12,6 kgfm a 3.250 rpm 82 cv a 5.250 12,6 kgfm a 3.250 rpm Mecânico de 5 marchas 2006-2012
Exclusive 2007-2012
GLX Exclusive 1.6 16v 1.587 cm3 110 cv a 5.750 rpm 15,3 a 4.000 rpm Mecânico de 5 marchas 2003-2005
GLX 1.6 16v Flex 1.587 cm3 110 cv a 5.660 rpm 14,5 kgfm a 4.000 rpm 113 cv a 5.600 rpm 15,8 kgfm a 4.000 rpm Mecânico de 5 marchas 2005-2010
Exclusive 2005-2012
GLX 1.587 cm3 110 cv a 5.660 rpm 14,5 kgfm a 4.000 rpm 113 cv a 5.600 rpm 14,5 kgfm a 4.000 rpm automático sequencial de 4 marchas (AL4) 2009-2010
Exclusive

Exclusive Solar Sonora

2008-2012
CITROËN C3 (SEGUNDA GERAÇÃO)
Modelo Cilindrada(cm3) Potência (gasolina) Torque (gasolina) Potência (etanol) Torque (etanol) Câmbio Período de produção[10]
Origine

Attraction Tendance

1.5 8v 1.449 cm3 89 cv a 5.500 rpm 13,5 kgfm a 3000 rpm 93 cv a 5.500 rpm 14,2 kgfm a 3.000 rpm Mecânico de 5 marchas 2012-2016
1.2 Puretech 1.199 cm3 84 cv a 5.750 rpm 12,2 kgfm a 2.750 rpm 90 cv a 5.750 rpm 13 kgfm a 2.750 rpm Mecânico de 5 marchas 2016-
Attraction Tendance

Exclusive

VTi 120 Flex Start 1.587 cm3 115 cv a 6.000 rpm 15,5 kgfm a 4.000 rpm 122 cv a 5.800 rpm 16,4 kgfm a 4.000 rpm automático sequencial de 4 marchas (ATE 8) 2012-2017
VTi 120 Flex Start 115 cv a 5.750 rpm 16,1 kgfm a 4.000 rpm 118 cv a 5.750 rpm 16,1 kgfm a 4.750 rpm automático sequencial de 6 marchas (EAT 6) 2017-

Galeria[editar | editar código-fonte]

Primeira geração (2002-09) 
Segunda geração (2009-16) 
Terceira geração (2016-presente) 

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Citroën C3

Referências

  1. «Revolución francesa». Revista Parabrisas, nº 299. Setembro de 2003. Consultado em 8 de fevereiro de 2018 
  2. Moreira, Túlio (8 de agosto de 2011). «Teste: C3 Exclusive 1.6 16V Automatique - Menor esforço». Motordrean [portal]. Consultado em 6 de fevereiro de 2018 
  3. Cavalcante, Ulisses (Agosto de 2012). «Novos flertes». Revista Quatro Rodas 
  4. «Crítica: Citroën C3 II». ARGENTINA AUTOBLOG (em espanhol). 29 de janeiro de 2014 
  5. «INMETRO» (PDF). INMETRO. Consultado em 8 de fevereiro de 2018 
  6. «Resultados oficiales de la valoración de seguridad del Citroen C3 + 2 Airbags 2015». LATIN NCAP - PARA AUTOS MAS SEGUROS (em espanhol). Consultado em 8 de fevereiro de 2018 
  7. «"Novo Citroën C3 não foi bem em clínicas no Brasil", diz diretor da PSA». Motor1.com 
  8. «FENABRAVE. Índices e números». FENABRAVE ( Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). 2002–2018. Consultado em 8 de fevereiro de 2018 
  9. «Fipe - Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas». Fipe. Consultado em 8 de fevereiro de 2018 
  10. «Fipe - Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas». Fipe. Consultado em 8 de fevereiro de 2018 
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