Cláudio Cajado

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Cláudio Cajado Sampaio
Cláudio Cajado
Deputado federal da Bahia
Período 1 de fevereiro de 2015
até atualidade

1º: 1995 a 1999

2º: 1999 a 2003

3º: 2003 a 2007

4º: 2007 a 2011

5º: 2011 a 2015

Vereador de Dias d'Ávila
Período 1º: 1989 a 1992
Dados pessoais
Nascimento 1 de dezembro de 1963 (53 anos)
Salvador, Bahia
Nacionalidade brasileiro
Cônjuge Andreia Xavier
Partido DEM
Profissão Advogado
Website www.claudiocajado.com.br

Cláudio Cajado Sampaio (Salvador, 1 de dezembro de 1963) é um advogado e político brasileiro filiado ao Democratas (DEM).[1]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Em 2010, Cláudio foi reeleito deputado federal com 72.098 votos, representando 1,08% dos votos. É casado com Andreia Xavier, ex-prefeita de Dias D’Ávila (DEM-BA). Devido a sua boa relação com as cidades do interior baiano, Cláudio Cajado foi condecorado como cidadão honorário das cidades de Dias D’Ávila, Mata de São João, Várzea Nova e Madre de Deus. Tem como principais atividades partidárias:[2] foi vereador de Dias D’Ávila pelo PFL de 1989 a 1992, sendo presidente de sua Câmara Municipal e foi vice-líder da Câmara dos Deputados em 2007 pelo PFL. De 2009 a 2011, Cláudio Cajado foi coordenador do Democratas na Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO) e, ainda, vice-líder do DEM.

Ainda em 2010, foi reeleito deputado federal com 72.098 votos, representando 1,08 por cento dos votos.

Em 2011, integrou a Comissão Especial do Código Brasileiro de Combustíveis que analisou a Proposta de Emenda Constitucional 61 sobre a Desvinculação de Receitas da União (DRU). De 2011 a 2013, foi ainda vice-líder da Minoria no Congresso Nacional e líder substituto do DEM por duas vezes.

Suspeitas de fraude[editar | editar código-fonte]

Em março de 2013, Cláudio Cajado foi acusado por fraudes ocorridas no pleito de 2004, no município de Dias D’Ávila, no interior da Bahia. Junto com outros candidatos, o parlamentar era acusado de crimes de corrupção eleitoral, coação de eleitor, falsidade documental, previstos no Código Eleitoral[3][4]. Cajado também é conhecido por tentar restringir a liberdade de expressão na internet.[5][6]

Arquivamento[editar | editar código-fonte]

Em 2006, foi arquivado o processo contra Cajado por suposto crime de corrupção eleitoral, coação de eleitor e falsidade documental.[7][8]

55ª legislatura[editar | editar código-fonte]

Em 2014, foi eleito[9] pela sexta vez deputado federal com 89.118 votos (1,34%). Posteriormente, passou a fazer também parte da Procuradoria Parlamentar da Câmara. [10]

Em abril de 2017 votou a favor da Reforma Trabalhista.[11] Em agosto de 2017 votou a favor do presidente Michel Temer, no processo em que se pedia abertura de investigação, e que poderia afastá-lo da presidência da república. O voto do deputado ajudou a arquivar a denúncia do Ministério Público Federal.[12]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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