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Classificação funcional da New York Heart Association

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A Classificação funcional da New York Heart Association (NYHA) proporciona um meio simples de classificar a extensão da insuficiência cardíaca. Categoriza os doentes em uma de quatro categorias baseada na limitação da atividade física.[1][2]

Foi originada em 1928[1], ⁣quando a medição da função cardíaca era impossível, para fornecer uma escala unificada entre diferentes médicos/hospitais. É a escala mais usada atualmente para classificar o grau de insuficiência cardíaca. A versão mais atualizada é a nona edição, lançada em 1994.[1]

Classes NYHA

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I Sem sintomas e nenhuma limitação em atividades rotineiras; mais de 6 METs na ergometria;
II Leves sintomas e limitações em atividades rotineiras.
Confortáveis no repouso(dispnéia a esforços habituais) . De 4 a 6 METs na ergometria;
III Com limitação importante na atividade física; atividades menores que as rotineiras produzem sintomas.
Confortáveis somente em repouso (dispnéia a esforços menores que os habituais) . 2-4 METs na ergometria; e
IV Severas limitações.
Sintomas presentes mesmo em repouso. Não tolera a ergometria.

[2][3]

Referências

  1. a b c «Classification of Functional Capacity and Objective Assessment». professional.heart.org (em inglês). Consultado em 30 de janeiro de 2025 
  2. a b «Table:Classificação de insuficiência cardíaca da New York Heart Association (NYHA)». Manuais MSD edição para profissionais. Consultado em 30 de janeiro de 2025 
  3. «O que é a classificação NYHA? Saiba a função». Medway. Consultado em 30 de janeiro de 2025 
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