Este é um artigo bom. Clique aqui para mais informações.

Clindamicina

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Estrutura química de Clindamicina
Clindamicina
Star of life caution.svg Aviso médico
Nome IUPAC (sistemática)
(2S,4R)-N-((1R)-2-chloro-
1-((3R,4R,5S,6R)-3,4,5-trihydroxy-
6-(methylthio)-tetrahydro-2H-pyran-2-yl)propyl)-
1-methyl-4-propylpyrrolidine-2-carboxamide
Identificadores
CAS 18323-44-9
ATC J01FF01
PubChem 29029
DrugBank APRD00566
Informação química
Fórmula molecular C18H33N2ClO5S 
Massa molar 424.98 g/mol
Farmacocinética
Biodisponibilidade 90% (oral)
4–5% (tópico)
Metabolismo Hepático
Meia-vida 2–3 horas
Excreção Renal
Considerações terapêuticas
Administração Oral, IV, tópico, vaginal
DL50 ?

Clindamicina é um antibiótico usado para o tratamento de uma série de infecções bacterianas, incluindo infecções ósseas ou articulares, doença inflamatória pélvica, faringite estreptocócica, pneumonia, otite média e endocardite.[1] Pode também ser usada no tratamento do acne[1][2] e de alguns casos de Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA).[3] Em associação com quinina, pode ser usada no tratamento de malária. Está disponível para administração por via oral, por injecção intravenosa e em pomada para aplicação na pele ou na vagina.[2]

Os efeitos adversos mais comuns incluem náuseas, diarreia, erupção cutânea e dor no local da injecção.[1] A clindamicina aumenta em cerca de quatro vezes o risco de contrair colite pseudomembranosa em ambiente hospitalar, pelo que só é recomendada quando outros antibióticos não são adequados.[4] Aparenta ser geralmente segura na gravidez. Pertence à classe das lincosamidas e atua no organismo bloqueando a produção de proteínas pelas bactérias.

A clindamicina foi produzida pela primeira vez em 1966 a partir da lincomicina.[5][6][7] Faz parte da Lista de Medicamentos Essenciais da Organização Mundial de Saúde[8] e está disponível como medicamento genérico.[9] Em 2017 foi o 137º medicamento mais receitado nos Estados Unidos, com mais de quatro milhões de receitas.[10][11]

Usos médicos[editar | editar código-fonte]

A clindamicina é usada principalmente para tratar infecções anaeróbias causadas por bactérias anaeróbias susceptíveis, incluindo infecções dentárias,[12] e infecções do trato respiratório, da pele, dos tecidos moles e peritonite.[13] Em pessoas com hipersensibilidade às penicilinas, a clindamicina também pode ser usada para tratar infecções causadas por bactérias aeróbias susceptíveis. Também é usada para tratar infecções ósseas e articulares, principalmente as causadas por staphylococcus aureus.[14] A aplicação tópica de fosfato de clindamicina pode ser usada para tratar acne leve a moderada.[15]

Acne[editar | editar código-fonte]

Solução tópica de fosfato de clindamicina

No tratamento da acne, a longo prazo o uso combinado de clindamicina tópica e peróxido de benzoílo apresenta resultados semelhantes ao uso combinado de ácido salicílico e peróxido de benzoílo. No entanto, a clindamicina tópica associada a peróxido de benzoílo é mais eficaz do que apenas clindamicina tópica.[16]

Bactérias susceptíveis[editar | editar código-fonte]

A clindamicina é mais eficaz contra infecções que envolvam os seguintes tipos de organismos:

A maioria das bactérias aeróbias gram-negativas (como Pseudomonas, Legionella, Haemophilus influenzae e Moraxella) são resistentes à clindamicina,[17][19] assim como as bactérias anaeróbias facultativas Enterobacteriaceae.[20] Uma excepção notável é a Capnocytophaga canimorsus, para a qual a clindamicina é o fármaco de eleição.[21]

A seguinte lista representa os dados de susceptibilidade de concentração inibitória mínima para alguns patogénicos clinicamente significativos:[22]

  • Staphylococcus aureus: 0,016 μg/ml → 256 μg/ml
  • Streptococcus pneumoniae: 0,002 μg/ml → 256 μg/ml
  • Streptococcus pyogenes: <0,015 μg/ml → 64 μg/ml

Teste D[editar | editar código-fonte]

Teste D

Ao testar uma cultura bacteriana gram-positiva quanto à sensibilidade à clindamicina, é comum realizar um "teste D" para determinar se há uma subpopulação de bactérias resistente a macrolídos presentes. Esse teste é necessário porque algumas bactérias expressam um fenótipo conhecido como MLSB, no qual os testes de sensibilidade indicam que as bactérias são susceptíveis à clindamicina, mas in vitro o patogénico apresenta resistência induzível.[23][24]

Para realizar um teste D, uma placa de ágar é inoculada com a bactéria em questão e dois discos impregnados com substâncias (um com eritromicina, um com clindamicina) são colocados entre 15 a 20 mm de distância na placa. Se a área de inibição ao redor do disco de clindamicina tiver a forma de "D", o resultado do teste é positivo e a clindamicina não deve ser usada devido à possibilidade de patogénicos resistentes e, por sua vez, falha da terapia. Se a área de inibição ao redor do disco de clindamicina for circular, o resultado do teste é negativo e a clindamicina pode ser usada.[25]

Malária[editar | editar código-fonte]

Administrada com cloroquina ou quinina, a clindamicina é eficaz e bem tolerada no tratamento da malária por Plasmodium falciparum; a última combinação é particularmente útil para crianças e é o tratamento de escolha para mulheres grávidas que estão infectadas em áreas onde a resistência à cloroquina é comum.[26][27] A clindamicina não deve ser usada como antimalárico por si só, embora pareça ser muito eficaz como tal, devido à sua acção lenta. Foi relatado que derivados isolados de Plasmodium falciparum da Amazónia peruana são resistentes à clindamicina, conforme evidenciado por testes de sensibilidade a drogas in vitro.[28]

Outros[editar | editar código-fonte]

A clindamicina pode ser útil em infecções de pele e tecidos moles causadas por Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA).[3] Muitas cepas de MRSA ainda são susceptíveis à clindamicina; entretanto, nos Estados Unidos, espalhando-se da costa oeste para o leste, o MRSA tem-se tornando cada vez mais resistente. Embora tenha sido usado em infecções intra-abdominais, esse uso geralmente não é recomendado devido à resistência.[1]

A clindamicina é usada em casos de suspeita de síndrome do choque tóxico,[29] frequentemente em combinação com um agente bactericida como a vancomicina. A justificativa para essa abordagem é uma suposta sinergia entre a vancomicina, que causa a morte da bactéria por quebra da parede celular, e a clindamicina, que é um poderoso inibidor da síntese de toxinas. Os estudos in vitro e in vivo mostraram que a clindamicina reduz a produção de exotoxinas pelos estafilococos;[30] também pode induzir alterações na estrutura da superfície das bactérias que as tornam mais sensíveis ao ataque do sistema imunológico (opsonização e fagocitose).[31][32]

Foi comprovado que a clindamicina diminui o risco de partos prematuros em mulheres com diagnóstico de vaginose bacteriana durante o início da gravidez para cerca de um terço do risco de mulheres não tratadas.[33] A combinação de clindamicina e quinina é o tratamento padrão para babesiose grave.[34] A clindamicina também pode ser usada para tratar a toxoplasmose[17][35][36] e, em combinação com a primaquina, é eficaz no tratamento da pneumonia por Pneumocystis jirovecii leve a moderada.[37] A clindamicina, aplicada na pele ou por via oral, também pode ser usada na hidrosadenite supurativa.[38]

Efeitos secundários[editar | editar código-fonte]

Reacções adversas comuns a medicamentos associadas à terapia sistémica com clindamicina – encontrado em mais de 1% das pessoas – incluem: diarreia, colite, náuseas, vómitos, dor abdominal ou cólicas e/ou erupção cutânea. Doses altas (intravenosas e orais) podem causar disgeusia. Reacções adversas comuns a medicamentos associadas a formulações tópicas – encontradas em mais de 10% das pessoas – incluem: secura, queimaduras, prurido, escamação ou descamação da pele, eritema e oleosidade. Os efeitos colaterais adicionais incluem dermatite de contacto.[39][40] Efeitos colaterais comuns – encontrados em mais de 10% das pessoas – em aplicações vaginais incluem infecção fúngica. Raramente – em menos de 0,1% das pessoas – a terapia com clindamicina foi associada a anafilaxia, discrasias sanguíneas, poliartrite, icterícia, níveis elevados de enzimas hepáticas, disfunção renal, paragem cardíaca e/ou hepatotoxicidade.[39]

Clostridioides difficile[editar | editar código-fonte]

A colite é uma condição potencialmente letal frequentemente associada à clindamicina, mas que também ocorre com outros antibióticos.[4][41] O crescimento excessivo de clostridioides difficile, que é inerentemente resistente à clindamicina, resulta na produção de uma toxina que causa uma série de efeitos secundários, desde diarreia até colite e megacólon tóxico.[39][42]

Gravidez e amamentação[editar | editar código-fonte]

O uso de clindamicina durante a gravidez é geralmente considerado seguro.[43]

A clindamicina é classificada como compatível com a amamentação pela Academia Americana de Pediatria,[44] no entanto, a OMS categoriza-a como "evitar, se possível".[45] É classificado como "L2" provavelmente compatível com a amamentação, segundo Medicamentos e Leite Materno.[46] Uma revisão de 2009 concluiu que era provavelmente seguro em mães que amamentam, mas encontrou uma complicação (hematoquezia) num bebé amamentado que pode ser atribuída à clindamicina.[47] LactMed lista efeitos gastrointestinais potencialmente negativos em bebés cujas mães o tomam durante a amamentação, mas não viu isso como justificativa para interromper a amamentação.[48]

Interacções[editar | editar código-fonte]

A clindamicina pode prolongar os efeitos de drogas bloqueadoras neuromusculares, como a succinilcolina e o vecurónio.[49][50][51] A sua semelhança com o mecanismo de acção dos macrolídos e do cloranfenicol significa que não devem ser administrados simultaneamente, pois isso causa incompatibilidade[19] e uma possível resistência cruzada in vitro.[52]

Química[editar | editar código-fonte]

Fosfato de clindamicina[53]

A clindamicina é um derivado semissintético da lincomicina, um antibiótico natural produzido pela actinobacteria streptomyces lincolnensis. É obtido por 7 (S) - cloro - substituição do grupo 7 (R) - hidroxila da lincomicina.[54][55] A síntese da clindamicina foi anunciada pela primeira vez por BJ Magerlein, RD Birkenmeyer e F Kagan na quinta Conferência Interciência sobre Agentes Antimicrobianos e Quimioterapia (ICAAC) em 1966.[56] Está no mercado desde 1968.[40]

A clindamicina é branca ou amarela. É muito solúvel em água.[57] O fosfato de clindamicina usado topicamente é um pró-fármaco fosfato-éster da clindamicina.[53]

Mecanismo de ação[editar | editar código-fonte]

Mecanismo de clindamicina

A clindamicina tem um efeito principalmente bacteriostático. Em concentrações mais altas, pode ser bactericida.[57] É um inibidor da síntese de proteína bacteriana por inibir a translocação ribossomal,[58] de uma forma semelhante aos macrolídos. Ela faz isso ligando-se ao rRNA 50S da grande subunidade do ribossoma bacteriano, sobrepondo-se aos locais de ligação da 2-oxazolidona, pleuromutilina e antibióticos macrolídos, entre outros.[17][59] A ligação é reversível.[60] A clindamicina é mais eficaz do que a lincomicina.[57]

As estruturas cristalinas de raios-X da clindamicina ligada aos ribossomos (ou subunidades ribossómicas) derivadas de escherichia coli,[61] deinococcus radiodurans[62] e Haloarcura marismortui[63] foram determinadas; a estrutura do antibiótico, intimamente relacionada, da lincomicina ligada à subunidade ribossómica 50S de staphylococcus aureus também foi relatada.[64]

Mercado[editar | editar código-fonte]

Custo[editar | editar código-fonte]

A clindamicina está disponível como medicamento genérico e não é muito cara.[9][65] O custo bruto no mundo em desenvolvimento é de cerca de 0,06 a 0,12 dólares por comprimido.[66] Nos Estados Unidos, custa cerca de 2,70 dólares por dose.[1]

Formulários disponíveis[editar | editar código-fonte]

As preparações de clindamicina que são administradas por via oral incluem cápsulas (contendo cloridrato de clindamicina) e suspensões orais (contendo cloridrato de palmitato de clindamicina).[26] A suspensão oral não é recomendada para administração de clindamicina em crianças, devido ao seu sabor e odor extremamente desagradáveis. A clindamicina é formulada num creme vaginal e como supositórios vaginais para o tratamento da vaginose bacteriana.[33] Também está disponível para administração tópica na forma de gel, loção e espuma (cada um contendo fosfato de clindamicina) e uma solução em etanol (contendo cloridrato de clindamicina) e é usado principalmente como um tratamento prescrito para acne.[67]

Vários tratamentos combinados de acne contendo clindamicina também são comercializados, como formulações de produto-único de clindamicina com peróxido de benzoílo - vendido como BenzaClin (Sanofi-Aventis), Duac (uma forma de gel feita pela Stiefel) e Acanya, entre outros nomes comerciais - e, nos Estados Unidos, uma combinação de clindamicina e tretinoína, vendida como Ziana.[68] Na Índia, supositórios vaginais contendo clindamicina em combinação com clotrimazol são fabricados pela Olive Health Care e vendidos como Clinsup-V.[69] No Egito, um creme vaginal contendo clindamicina é vendido com o nome Vagiclind, sendo indicado para vaginose.[70][71]

A clindamicina está disponível como medicamento genérico, tanto para uso sistémico (oral e intravenoso) quanto tópico.[26] A excepção é o supositório vaginal, que não está disponível como genérico nos EUA.[72] A clindamicina é comercializada como genérica e sob nomes comerciais, incluindo Cleocin HCl, Cleocin Pediatric, Cleocin Phosphate, Cleocin Phosphate ADD-Vantage, Clindesse e ClindaMax Vaginal.[73]

Uso veterinário[editar | editar código-fonte]

Os usos veterinários da clindamicina são bastante semelhantes às suas indicações em humanos e incluem o tratamento de osteomielite,[74] infecções de pele e toxoplasmose, para as quais é o medicamento de eleição em cães e gatos.[75] O seu uso pode ser feito por via oral e topicamente.[57] Uma desvantagem é que a resistência bacteriana pode desenvolver-se rapidamente.[57] Também podem ocorrer distúrbios gastrointestinais.[57] A toxoplasmose raramente causa sintomas na maioria dos gatos adultos, ocorrendo mais frequentemente em filhotes ou em gatos com imunocomprometidos.[76]

Notas[editar | editar código-fonte]

  • Este artigo foi parcialmente traduzido do artigo da Wikipedia em inglês, cujo título é «Clindamycin».

Referências

  1. a b c d e «Clindamycin Hydrochloride». The American Society of Health-System Pharmacists. Consultado em 4 de setembro de 2015. Cópia arquivada em 5 de setembro de 2015 
  2. a b Hidradenitis suppurativa. Berlin: Springer; 2006. ISBN 9783540331018. p. 152.
  3. a b «Clinical practice. Skin and soft-tissue infections caused by methicillin-resistant Staphylococcus aureus». N. Engl. J. Med. 357: 380–90. Julho de 2007. PMID 17652653. doi:10.1056/NEJMcp070747 
  4. a b «Antibiotics and hospital-acquired Clostridium difficile-associated diarrhoea: a systematic review» (PDF). J Antimicrob Chemother. 51: 1339–50. 2003. PMID 12746372. doi:10.1093/jac/dkg254. Cópia arquivada (PDF) em 7 de janeiro de 2016 
  5. The Canadian Journal of Infectious Diseases. 9. PMID 22346533.
  6. Neonatal Formulary: Drug Use in Pregnancy and the First Year of Life. John Wiley & Sons 7 ed. [S.l.: s.n.] 2014. ISBN 9781118819517 
  7. Can J Infect Dis. 9. PMID 22346533.
  8. World Health Organization model list of essential medicines: 21st list 2019. World Health Organization. Geneva: [s.n.] 2019. WHO/MVP/EMP/IAU/2019.06. License: CC BY-NC-SA 3.0 IGO 
  9. a b Tarascon Pocket Pharmacopoeia 2015 Deluxe Lab-Coat Edition. Jones & Bartlett Learning; 2015. ISBN 9781284057560. p. 108.
  10. «The Top 300 of 2020». ClinCalc. Consultado em 11 de abril de 2020 
  11. «Clindamycin - Drug Usage Statistics». ClinCalc. Consultado em 11 de abril de 2020 
  12. «Clindamycin in dentistry: more than just effective prophylaxis for endocarditis?». Oral Surg Oral Med Oral Pathol Oral Radiol Endod. 100: 550–8. Novembro de 2005. PMID 16243239. doi:10.1016/j.tripleo.2005.02.086 
  13. «Cleocin I.V. Indications & Dosage». RxList.com. 2007. Consultado em 1 de dezembro de 2007. Cópia arquivada em 27 de novembro de 2007 
  14. «Antibiotic treatment of gram-positive bone and joint infections» (PDF). J Antimicrob Chemother. 53: 928–35. 2004. PMID 15117932. doi:10.1093/jac/dkh191. Cópia arquivada (PDF) em 6 de novembro de 2015 
  15. «Diagnosis and treatment of acne» (PDF). Am Fam Physician. 69: 2123–30. Maio de 2004. PMID 15152959. Cópia arquivada (PDF) em 27 de julho de 2011 
  16. «Meta-analysis comparing efficacy of benzoyl peroxide, clindamycin, benzoyl peroxide with salicylic acid, and combination benzoyl peroxide/clindamycin in acne». J. Am. Acad. Dermatol. 63: 52–62. Julho de 2010. PMID 20488582. doi:10.1016/j.jaad.2009.07.052 
  17. a b c d «Lincosamides, Oxazolidinones, and Streptogramins». Merck Manual of Diagnosis and Therapy. Merck & Co. Novembro de 2005. Consultado em 1 de dezembro de 2007. Cópia arquivada em 2 de dezembro de 2007 
  18. «Clindamycin: Uses, Dosage, Side Effects, Warning & Interactions». RxList (em inglês). Consultado em 23 de novembro de 2020 
  19. a b Bell EA (janeiro de 2005). «Clindamycin: new look at an old drug». Infectious Diseases in Children. Consultado em 1 de dezembro de 2007. Cópia arquivada em 8 de outubro de 2011 
  20. «Clindamycin - an overview | ScienceDirect Topics». www.sciencedirect.com. Consultado em 23 de novembro de 2020 
  21. «Antimicrobial treatment of Capnocytophaga infections». Int J Antimicrob Agents. 29: 367–73. Abril de 2007. PMID 17250994. doi:10.1016/j.ijantimicag.2006.10.005 
  22. Clindamycin Phosphate Susceptibility and Minimum Inhibitory Concentration (MIC) Data, PDF de 1 de junho de 2020
  23. Perez, Leandro Reus Rodrigues; Caierão, Juliana; Antunes, Ana Lúcia Souza; d'Azevedo, Pedro Alves (abril de 2007). «Use of the D test method to detect inducible clindamycin resistance in coagulase negative staphylococci (CoNS)». Brazilian Journal of Infectious Diseases (em inglês) (2): 186–188. ISSN 1413-8670. doi:10.1590/S1413-86702007000200002. Consultado em 23 de novembro de 2020 
  24. «the_d_test [TUSOM | Pharmwiki]». tmedweb.tulane.edu. Consultado em 23 de novembro de 2020 
  25. Macrolide-Inducible Resistance to Clindamycin and the D-Test [archived 2016-01-07; citado em 2012-06-16].
  26. a b c «Clindamycin as an Antimalarial Drug: Review of Clinical Trials» (PDF). Antimicrobial Agents and Chemotherapy. 46: 2315–20. 2002. ISSN 0066-4804. PMC 127356Acessível livremente. PMID 12121898. doi:10.1128/AAC.46.8.2315-2320.2002. Cópia arquivada (PDF) em 29 de setembro de 2011 
  27. «Treatment of malaria in the United States: a systematic review». JAMA. 297: 2264–77. 2007. PMID 17519416. doi:10.1001/jama.297.20.2264 
  28. «Genome scanning of Amazonian Plasmodium falciparum shows subtelomeric instability and clindamycin-resistant parasites». Genome Research. 20: 1534–44. 2010. PMC 2963817Acessível livremente. PMID 20829224. doi:10.1101/gr.105163.110 
  29. «Managing toxic shock syndrome with antibiotics». Expert Opin Pharmacother. 5: 1701–10. 2004. PMID 15264985. doi:10.1517/14656566.5.8.1701 
  30. Coyle EA, Society of Infectious Diseases Pharmacists (2003). «Targeting bacterial virulence: the role of protein synthesis inhibitors in severe infections. Insights from the Society of Infectious Diseases Pharmacists». Pharmacotherapy. 23: 638–42. PMID 12741438. doi:10.1592/phco.23.5.638.32191. Cópia arquivada em 5 de dezembro de 2008 
  31. «Regulation of protein A biosynthesis in Staphylococcus aureus by certain antibiotics: its effect on phagocytosis by leukocytes». J Antimicrob Chemother. 12: 587–97. 1983. PMID 6662837. doi:10.1093/jac/12.6.587 
  32. «Potentiation of opsonization and phagocytosis of Streptococcus pyogenes following growth in the presence of clindamycin». Journal of Clinical Investigation. 67: 1249–56. Maio de 1981. PMC 370690Acessível livremente. PMID 7014632. doi:10.1172/JCI110152 
  33. a b Lamont RF (2005). «Can antibiotics prevent preterm birth—the pro and con debate». BJOG. 112: 67–73. PMID 15715599. doi:10.1111/j.1471-0528.2005.00589.x 
  34. «Babesiosis» (PDF). Clin Microbiol Rev. 13: 451–69. Julho de 2000. PMC 88943Acessível livremente. PMID 10885987. doi:10.1128/CMR.13.3.451-469.2000. Cópia arquivada (PDF) em 21 de julho de 2006 
  35. «Okuläre Toxoplasmose» [Ocular toxoplasmosis]. Ophthalmologe (em German). 104: 603–16. 2007. PMID 17530262. doi:10.1007/s00347-007-1535-8 
  36. «Intérêt de la clindamycine dans le traitement de la toxoplasmose oculaire» [Value of clindamycin in the treatment of ocular toxoplasmosis]. Journal Français d'Ophtalmologie (em francês). 20: 418–22. 1997. ISSN 0181-5512. PMID 9296037 
  37. Fishman JA (junho de 1998). «Treatment of Infection Due to Pneumocystis carinii» (PDF). Antimicrobial Agents and Chemotherapy. 42: 1309–14. ISSN 0066-4804. PMC 105593Acessível livremente. PMID 9624465. doi:10.1128/AAC.42.6.1309. Cópia arquivada (PDF) em 7 de janeiro de 2016 
  38. Saunte, Ditte Marie Lindhardt; Jemec, Gregor Borut Ernst (28 de novembro de 2017). «Hidradenitis Suppurativa: Advances in Diagnosis and Treatment». JAMA (em inglês). 318: 2019–2032. ISSN 0098-7484. PMID 29183082. doi:10.1001/jama.2017.16691 
  39. a b c Rossi S, editor. Australian Medicines Handbook 2006. Adelaide: Australian Medicines Handbook; 2006.
  40. a b Clindamycin and taste disorders. British Journal of Clinical Pharmacology. 2007;64(4):542–545. doi:10.1111/j.1365-2125.2007.02908.x. PMID 17635503.
  41. Starr J (2005). «Clostridium difficile associated diarrhoea: diagnosis and treatment». BMJ. 331: 498–501. PMC 1199032Acessível livremente. PMID 16141157. doi:10.1136/bmj.331.7515.498 
  42. New England Journal of Medicine. 330. PMID 8043060.
  43. Antimicrobial Agents and Chemotherapy. 46. PMID 12121898.
  44. «Transfer of drugs and other chemicals into human milk». Pediatrics. 108: 776–89. Setembro de 2001. PMID 11533352. doi:10.1542/peds.108.3.776 
  45. «Breastfeeding and maternal medication : recommendations for drugs in the Eleventh WHO Model List of Essential Drugs». World Health Organization. 2002 
  46. Medications & mothers' milk. Seventeenth ed. New York, NY: Springer; 2017. ISBN 9780826128584. OCLC 959873270.
  47. Pharmacotherapy. 29. PMID 19698015.
  48. «Clindamycin». National Library of Medicine (US). Drugs and Lactation Database (LactMed). 2006. PMID 30000267. Bookshelf ID: NBK501208. Consultado em 13 de novembro de 2019 
  49. «Prolongation of a pancuronium-induced neuromuscular blockade by clindamycin». Anesthesiology. 41: 407–8. 1974. PMID 4415332. doi:10.1097/00000542-197410000-00023 
  50. «Clindamycin-induced neuromuscular blockade». Can J Anaesth. 42: 614–7. 1995. PMID 7553999. doi:10.1007/BF03011880 
  51. «Prolongation of rapacuronium neuromuscular blockade by clindamycin and magnesium» (PDF). Anesth Analg. 94: 123–4, table of contents. 2002. PMID 11772813. doi:10.1097/00000539-200201000-00023 
  52. «Clindamycin - an overview | ScienceDirect Topics». www.sciencedirect.com. Consultado em 23 de novembro de 2020 
  53. a b «Clindamycin Phosphate Topical Solution». RxList. Consultado em 27 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 2 de fevereiro de 2017 
  54. Journal of Medicinal Chemistry. 13. PMID 4916317.
  55. «Microbiological and Pharmacological Behavior of 7-Chlorolincomycin». Appl Microbiol. 17: 653–7. 1969. PMC 377774Acessível livremente. PMID 4389137. doi:10.1128/AEM.17.5.653-657.1969 
  56. Antimicrobial Agents and Chemotherapy. 6. PMID 5985307.
  57. a b c d e f Applied Microbiology and Biotechnology. 64. PMID 14762701.
  58. Clindamycin University of Michigan. Consultado em 31 de julho de 2009
  59. Ribosome-targeting antibiotics and mechanisms of bacterial resistance. Nature Reviews Microbiology. 12. PMID 24336183.
  60. Beauduy CE, Winston LG. Tetracyclines, Macrolides, Clindamycin, Chloramphenicol, Streptogramins, & Oxazolidinones. In: Katzung BG. eds. Basic & Clinical Pharmacology, 14e New York, NY: McGraw-Hill; .
  61. Proceedings of the National Academy of Sciences. 107. PMID 20876128.
  62. Structural basis for the interaction of antibiotics with the peptidyl transferase centre in eubacteria. Nature. 2001;413(6858):814–821. doi:10.1038/35101544. PMID 11677599.
  63. Structures of MLSBK Antibiotics Bound to Mutated Large Ribosomal Subunits Provide a Structural Explanation for Resistance. Cell. 2005;121(2):257–270. doi:10.1016/j.cell.2005.02.005. PMID 15851032.
  64. Structural insights of lincosamides targeting the ribosome of Staphylococcus aureus. Nucleic Acids Research. 2017;45(17):10284–10292. doi:10.1093/nar/gkx658. PMID 28973455.
  65. Cunha, Burke A.; Cunha, Burke (2009). Infectious Diseases in Critical Care Medicine. CRC Press (em inglês). [S.l.: s.n.] ISBN 978-1-4200-9241-7 
  66. «Clindamycin». International Drug Price Indicator Guide. Consultado em 6 de setembro de 2015. Cópia arquivada em 7 de janeiro de 2016 
  67. «A randomized, double-blind comparison of a clindamycin phosphate/benzoyl peroxide gel formulation and a matching clindamycin gel with respect to microbiologic activity and clinical efficacy in the topical treatment of acne vulgaris». Clin Ther. 24: 1117–33. 2002. PMID 12182256. doi:10.1016/S0149-2918(02)80023-6 
  68. FDA Approvals: Ziana, Kadian, Polyphenon E; December 1, 2006.
  69. «CLINSUP V SUPPOSITARY ( RESILIENT COSMECEUTICALS PVT LTD ) - Buy CLINSUP V SUPPOSITARY Online at best Price in India - MedPlusMart». www.medplusmart.com (em inglês). Consultado em 23 de novembro de 2020 
  70. «Vagiclind 2%». Drugs.com (em inglês). Consultado em 23 de novembro de 2020 
  71. «Vagiclind 2% generic. Price of vagiclind 2%. Uses, Dosage, Side effects». ndrugs (em inglês). Consultado em 23 de novembro de 2020 
  72. «Generic Cleocin Vaginal Availability». Drugs.com. Consultado em 13 de outubro de 2019 
  73. «Clindamycin Uses, Dosage & Side Effects». Drugs.com (em inglês). Consultado em 23 de novembro de 2020 
  74. (8 de fevereiro de 2005) "Osteomyelitis" Arquivado em 7 de janeiro de 2008 no Wayback Machine., in Kahn, Cynthia M., Line, Scott, Aiello, Susan E. (ed.): The Merck Veterinary Manual, 9th ed., John Wiley & Sons. ISBN 0-911910-50-6. Consultado em 14 de dezembro de 2007.
  75. (8 de fevereiro de 2005) "Toxoplasmosis: Introduction" Arquivado em 20 de dezembro de 2007 no Wayback Machine., in Kahn, Cynthia M., Line, Scott, Aiello, Susan E. (ed.): The Merck Veterinary Manual, 9th ed., John Wiley & Sons. ISBN 0-911910-50-6. Consultado em 14 de dezembro de 2007.
  76. «Toxoplasmosis». American Veterinary Medical Association (em inglês). Consultado em 23 de novembro de 2020 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Clindamicina