Desbravadores

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Lenço do clube de Desbravadores sobre os ombros de um juvenil

Os Desbravadores, também conhecidos como Clube de Desbravadores, são um departamento da Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD), que trabalha especificamente com a educação cultural, social e religiosa de crianças e adolescentes situadas na faixa etária entre 10 e 15 anos.[1][2][3]

Semelhante em diversos aspectos ao escotismo,[4][5] diferencia-se deste pela ênfase religiosa dada as atividades desenvolvidas.[6] Faz parte do programa oficial da Igreja Adventista desde 1950.[7] Mundialmente o Clube de Desbravadores faz parte do Ministério Jovem da IASD, que tem como diretor o espanhol Jonatan Tejel.[8]

História[editar | editar código-fonte]

O primeiro passo rumo a organização do clube de desbravadores dentro da Igreja Adventista ocorreu em 1907, quando foi criado o Departamento de Jovens Missionários Voluntários (Missionary Volunteer Society), sob a liderança do pastor M.E. Kern.[9]

Pastor Samuthram em 1958, fundador do movimento "Missionários Voluntários" na Malásia.

Em 1909 são organizadas as primeiras sociedades de Missionários Voluntários Juvenis (MVJ), e em 1914 desenvolvem-se as primeiras lições para MV's Juvenis, que seriam a precursoras das classes progressivas dos desbravadores.[9]

Em 1911 formam-se om embriões do clube de desbravadores em Takoma Park nos Estados Unidos. Três clubes foram formados em Takoma Park em 1911, eram eles: “Scouts Missions”, “Woodland Clan & Pals” e “Takoma Indians”. Caracterizavam-se por somente aceitar meninos em suas fileiras.[10] Em 1919 Arthur Spalding fundou o clube Scouts Missionaries (Escoteiro Missionários em português), no condado de Madison, no Tennessee.[4] Spalding estudou a organização, formulou diretrizes compatíveis com os objetivos espirituais da Igreja Adventista (característica que não foi adotada inicialmente pelos clubes de Takoma Park), e criou o esboço do movimento. Os Escoteiros Missionários desenvolveram os ideais[nota 1] fundamentais para o atual clube dos desbravadores.[10]

Em 1929 pela primeira vez é utilizado o nome “pathfinder” ("desbravador" em português) em uma programação de juvenis da IASD. A Associação do Sudeste da Califórnia promove um acampamento para Juvenis Missionários Voluntários, e intitula o acampamento de “pathfinder”. E a mesma Associação (Sudeste da Califórnia), em 1946, unilateralmente oficializa e passa a patrocinar o programa, tendo seu primeiro protótipo de clube reconhecido, sendo testado em Riverside na Califórnia.[10]

A par da experiência na Califórnia, a Associação Geral da Igreja Adventista oficializa em 1950 o programa do clube, e adota um uniforme, um hino (composto em 1947 por Henry Bergh) e uma bandeira (confeccionada por Hellen Hobbs em 1948) oficiais para o novo departamento.[9] O nome adotado para o programa foi Clube de Jovens – Missionários Voluntários.[10]

Entre 09 a 11 de Outubro de 1953, a Associação Sul da Nova Inglaterra promoveu o primeiro Campori de desbravadores em Ashburnham em Massachusetts. Desde então este tem sido o principal acampamento e forma de interação entre clubes de desbravadores em todo o mundo.[11][12]

Desde a oficialização do movimento como programa da IASD, ele sofreu algumas atualizações, sendo as mais significativas:[9]

  • (1958) Desenvolvimento das classes progressivas;
  • (1959) Desenvolvimento das classes de desenvolvimento físico e moral (medalhas de ouro e prata);
  • (1976) Acréscimo dos mestrados ao currículo do clube;
  • (1982) O emblema mundial Missionários Voluntários é substituído pelo emblema mundial dos desbravadores, e o nome Missionários Voluntários cai em desuso;
  • (1988) É feita a primeira revisão geral do currículo dos desbravadores.

Em 2001 somavam nos quadros do movimento, 2 milhões de desbravadores e 90.000 clubes, espalhados por mais de 150 países.[13]

Filosofia e objetivos[editar | editar código-fonte]

O clube de desbravadores é um programa religioso centrado no tripé físico-mental-espiritual,[14][15] que desenvolve atividades para atender às necessidades e interesses de crianças e adolescentes (juvenis) entre 10 e 15 anos de idade, com foco específico nesta faixa etária.[16]

Grande parte do programa do clube de desbravadores é construído em torno de atividades físicas. Segundo o manual do clube de desbravadores, o foco nisto explica-se porque “os jovens entre 10 e 15 anos de idade estão num estágio de crescimento e desenvolvimento físico muito rápido”.[17] Segundo a filosofia do clube, atividades que envolvam ação, aventura, desafio e atividades em grupo, “oferecem oportunidades para o desenvolvimento de novas atitudes e habilidades que produzem o crescimento pessoal, de equipe e espírito de comunidade”, que ainda de acordo com a filosofia do programa, fazem parte do tripé da “cidadania e lealdade” que prega o respeito para com “Deus, Sua criação, e Sua igreja”.[18]

Enquanto o clube de desbravadores existe principalmente para os juvenis, um de seus propósitos básicos é também reunir pais e membros da igreja através de um envolvimento ativo com o clube.[19] O objetivo deste envolvimento é corrigir (ou fazer desaparecer) a lacuna entre gerações aproximando juvenis e adultos, para que trabalhem e se divirtam juntos em um vínculo de experiência comum.[17]

Toda a filosofia dos desbravadores é construída sobre a premissa de que "os juvenis e as crianças aprendem melhor pelo exemplo, ao invés dos preceitos".[20] A forma como veem os líderes e os valores dos pais é utilizada como um modelo espiritual e social a ser seguido.[17] Com isto espera-se desenvolver altos princípios morais, atitudes de amor, carinho e determinação, sobressaltando estes em todas as atividades desenvolvidas. A filosofia educacional do clube, destaca ainda que os juvenis aprendem mais efetivamente numa atmosfera positiva, feliz e segura.[17] Segundo a Conferência Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia, “a atitude dos dirigentes do clube é, portanto, um ingrediente vital em garantir o sucesso e a eficácia deste ministério para a juventude, pois será ele um dos principais modelos a ser seguido pelos juvenis”.[21]

Papel da liderança[editar | editar código-fonte]

A liderança tem como papel "ajudar os jovens a compreender e amar a Deus e zelar pela igreja e pelo próximo".[21] Segundo o Manual do clube de desbravadores, os objetivos e deveres da liderança do clube são:[17][22]

  • “Encorajar os desbravadores a descobrir o seu potencial dado por Deus e usar seus dons e habilidades para atender as expectativas do plano de salvação”;
  • “Inspirá-los a dar expressão pessoal de seu amor a Deus, se unindo com outros juvenis em várias atividades de extensão”;
  • “Tornar como prioridade número um do programa do clube, a salvação pessoal de cada desbravador”;
  • “Construir no desbravador o apreço por uma vida saudável (desfrutar de atividades ao ar livre) e cultivar neles o amor pela criação de Deus”;
  • “Ensinar ao desbravador habilidades envolventes e interativas de forma a tornar o tempo e os talentos do juvenil mais significativos”;
  • Ele deve “incentivar o desbravador a se manter fisicamente apto, e ensina-los a cuidar de seu corpo e estabelecer hábitos que irão dar benefícios a sua saúde”;[23].
  • “Dar oportunidade para o desenvolvimento de liderança encorajando os membros do clube a trabalhar em conjunto e compartilhando as responsabilidades da liderança.”;
  • “E objetivar a promoção do desenvolvimento harmonioso do desbravador, cuidando de todos os aspectos necessários, sejam eles o físico, o social, o intelectual e o espiritual”.

Organização[editar | editar código-fonte]

Cada clube de desbravadores é administrado por um diretor de clube, vice-diretores (normalmente chamados de “associados”), conselheiros, instrutores, capelão, secretário e tesoureiro. Os cargos administrativos do clube demandam que pessoas treinadas estejam ocupando a função. A conferência Geral do Departamento Jovem instrui que preferencialmente sejam líderes investidos – maiores de 16 que cumpriram a “Classe de Líder” – ou no mínimo que estejam cumprindo os requisitos da Classe de Líder.[24]

O clube é dividido em unidades separadas, classificadas por sexo e por idade. Cada unidade tem em média seis ou oito desbravadores, acompanhados de um conselheiro, que é o seu líder.[25] A unidade funciona como uma célula do clube, ou um “micro-clube”, pois também desenvolve um organograma administrativo com um capitão,um secretário e um tesoureiro,além de desenvolver atividades práticas e teóricas através da interação entre seus membros.[25]

Os clubes também são organizados em “regionais”, que funcionam como agrupamentos de vários clubes.[26] Normalmente tem a atribuição de desenvolver atividades de âmbito maior (a exemplo de camporis), que demandam mais esforço e planejamento, também dando suporte ao clube, através da “equipe regional”. A regional é coordenada por um coordenador regional, normalmente um líder[nota 2] investido.[26]

Num âmbito maior está a coordenação local dos campos de desbravadores (missões, associações, uniões e divisões), que, assim como as regionais, tem a atribuição de coordenar atividades que demandem mais planejamento,[26] além de responderem a Associação Geral por todas as atividades e trabalhos desenvolvidos em sua região geográfica.[24]

Atividades desenvolvidas[editar | editar código-fonte]

Os adventistspejderne em um campori em 2006. Adventistspejderne é o nome dado aos desbravadores dinamarqueses.

Várias atividades são desenvolvidas no programa do clube, sendo subdivididas de acordo com o tripé educacional do clube, focando o físico, o mental e o espiritual.[27]

Âmbito físico[editar | editar código-fonte]

Como parte do programa oficial, o desenvolvimento físico (prática de atividades físicas) é valorizado. Isso se explica na filosofia do clube ao afirmar que “os juvenis (entre 10 e 15 anos) estão num estágio de crescimento e desenvolvimento físico muito rápido”. Várias atividades como caminhadas, trilhas na selva, ciclismo, montanhismo, entre outras, tem destaque nas atividades do departamento.[27]

As atividades dentro e fora da reunião regular do clube focam o desenvolvimento físico. Desenvolvem-se jogos, atividades recreativas e brincadeiras, que incentivam a prática de exercícios.[25] Até mesmo atividades tradicionais da reunião regular, como a ordem unida, prezam pelo aspecto físico, conjugado com o desenvolvimento mental.

As atividades físicas devem em sua essência (dentro da filosofia oficial), entreter e atrair a criança e o adolescente, e permitir que a mesma desenvolva seu aspecto mental e espiritual conjuntamente.[25]

Âmbito mental[editar | editar código-fonte]

Como parte do desenvolvimento mental incentiva-se o juvenil a estudar e desenvolver as classes e especialidades, que são análogas a séries[nota 3] e disciplinas escolares.

Embora compreendam também os aspectos físico e espiritual, as classes e especialidades trazem um maior benefício no âmbito mental ao desbravador, pois proporcionam um aprendizado ampliado sobre os mais diversos assuntos.[24]

Âmbito espiritual[editar | editar código-fonte]

Embora a parte física exija bastante tempo dentro das atividades, o desenvolvimento espiritual é o foco maior do clube. O objetivo central é a levar o juvenil a ter uma "experiência diária e constante com Deus", fazendo-o refletir acerca da "Sua criação e de Seu cuidado para com ele".[28][27]

Em matéria espiritual, leva-se a cabo várias atividades a fim de envolver o juvenil. Destacam-se trabalhos missionários, estudos bíblicos e trabalhos voluntários.[29] O clube normalmente realiza duas reuniões semanais, sendo uma no domingo, onde trabalha o aspecto físico e mental dos juvenis, e uma no sábado, onde desenvolve atividades de âmbito espiritual, tais como, visita a asilos e orfanatos, doação de alimentos e roupas, distribuição de panfletos religiosos, campanhas contra a violência e contra as drogas[14], entre outras atividades.[27]

Cidadania cristã[editar | editar código-fonte]

Dentro do âmbito espiritual há a noção de cidadania cristã no clube de desbravadores. Esta é parte integrante do trabalho com os juvenis, e estabelece os conceitos (ou o segundo tripé) de “cidadania e lealdade” que são três: servir a Deus, à pátria, e ao próximo. O trabalho social de todo o departamento é norteado por este conceito.[29]

Classes e especialidades[editar | editar código-fonte]

Classes regulares e avançadas[editar | editar código-fonte]

As classes regulares são atividades que englobam os mais variados temas, sempre considerando a filosofia educacional do clube. Assemelham-se a graus acadêmicos, pois se recomenda que sejam desenvolvidas no espaço de um ano, respeitando a idade correta para cada classe.[27] Desenvolvem-se conjuntamente as classes avançadas, que contém requisitos mais elaborados, e geralmente com um certo grau de dificuldade em relação as classes regulares. São doze[nota 4] as classes existentes para os juvenis:[26]

  • Amigo e Amigo da Natureza (10 anos);
  • Companheiro e Companheiro de Excursionismo (11 anos);
  • Pesquisador e Pesquisador de Campo e Bosque (12 anos);
  • Pioneiro e Pioneiro de Novas Fronteiras (13 anos);
  • Excursionista e Excursionista na Mata (14 anos);
  • Guia e Guia de Exploração (15 anos).

Classes de líder e mérito físico[editar | editar código-fonte]

Ao completar os 16 anos o desbravador tem a possibilidade de escolher permanecer no clube e compor o quadro da liderança. Se esta for a escolha do jovem, ele passará a responder as classes de líder, que são três: Líder; Líder Máster; e Líder Master Avançado.[17] Estas classes tem a função de preparar e capacitar o jovem que irá compor os quadros da liderança, dando todas as instruções necessárias neste sentido.[27][22]

Há ainda as classes de mérito físico, que são as seguintes: Medalha de Prata; e Medalha de Ouro. Caracterizam-se por incentivar fortemente o desenvolvimento físico e atlético[30] dos juvenis a partir de 14 anos, e dos jovens que estão nos quadros de liderança do clube de desbravadores, do clube de Aventureiros e do clube de Jovens.[22]

Especialidades e mestrados[editar | editar código-fonte]

As especialidades são atividades teóricas e práticas focadas em determinado tema específico, como se fossem cursos intensivos. Seu objetivo é levar o desbravador a assimilar novos conhecimentos, desde áreas referentes a nutrição e a saúde, até áreas recreativas, de forma que o capacite e treine para lidar com as mais diversas situações.[29] A sua filosofia especialidades também enseja que esta ajude no desenvolvimento espiritual e moral do desbravador.[26]

Os mestrados são agrupamentos de especialidades afins que se desenvolvidas, dão ao desbravador, através do sistema de méritos do clube, a possibilidade deste ser agraciado com o mérito de conhecedor de determinada área de conhecimento, seja ela, por exemplo, desde "arte campestre", até "artes e habilidades manuais".[27]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas e referências

Notas

  1. Ideias no clube de desbravadores referem-se ao Voto, a Lei, o Lema, o Objetivo e o Voto á bíblia, que normalmente são citados em todas as reuniões do clube
  2. Desbravador maior de 16 anos que cumpriu todos os requisitos da Classe de Líder
  3. Neste caso, sinônimo de grau de escolaridade
  4. Seis classes regulares e seis classes avançadas

Referências

  1. «Crianças ajudam a construir roda gigante artesanal no Tocantins.». G1 Tocantins. 6 de julho de 2013 
  2. SAPO/Infopress (14 de setembro de 2017). «Clube de Desbravador da Associação das Igrejas Adventistas do 7º dia organiza a primeira edição de concurso de Ordem Unida». Jornal SAPO Notícias de Cabo Verde 
  3. «Quarenta crianças do Clube dos Desbravadores recebem informações do Doador do Futuro». Aracaju: Agência Sergipe de Notícias. 6 de Agosto de 2012. Cópia arquivada em 28 de junho de 2013 
  4. a b Martins, Ireana da Costa.; Souza, Lucineia Moreira de. (31 de agosto de 2017). «Pedagogia Social e Clube de Desbravadores em Guarapuava» (PDF). Curitiba/PR: IV Seminário Internacional de Representações Sociais, Subjetividade e Educação (SIRSSE)/VI Seminário Internacional sobre Profissionalização Docente (SIPD/Cátedra UNESCO). Anais do XIII Congresso Nacional de Educação 
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  8. «Líder mundial de Desbravadores motiva acampantes no norte do país». ASN. 13 de novembro de 2016 
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  30. White, Ellen. Conselhos Sobre Regime Alimentar. [S.l.]: Casa Publicadora Brasileira. p. 243 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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