Co-link

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Este artigo ou secção necessita de referências de fontes secundárias fiáveis publicadas por terceiros (desde janeiro de 2012).
Por favor, melhore-o, incluindo referências mais apropriadas vindas de fontes fiáveis e independentes.
Fontes primárias, ou que possuem conflito de interesse geralmente não são suficientes para se escrever um artigo em uma enciclopédia.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)

A tecnologia co-link foi desenvolvida em 2003 por Alex Primo e permite que qualquer pessoa possa criar novos links em um texto já existente e/ou acrescentar novos destinos a um link já criado. [1]

A possibilidade de criação coletiva de links é considerada por muitos teóricos como uma questão política.[1] A inclusão de novos caminhos, por meio de links, dentro de um texto seria uma forma de controlar a gama de informações que um leitor poderia obter. Dessa forma, o programador dos links teria poder sobre este usuário e o conduziria por diversos outros textos de modo a reafirmar sua intenção.[2]

Trilhas associativas[editar | editar código-fonte]

Diversas associações podem ser feitas à mesma palavra ou ideia. A tecnologia segue o modelo idealizado por Vannevar Bush – proposição do Memex, Memory Extension – de criação de próprias trilhas de associação aproximando informações disponíveis.

Ao clicar no link, ficará visível para o usuário um pequeno menu com uma lista de destinos que podem ser selecionados.

Cada inserção no menu é chamada de co-link. Desta maneira, as possibilidades de navegação se multiplicam.

É possível incluir novos co-links no menu. O passo a passo pode ser visto nessa animação.

O internauta pode incluir nova URL, dar sua identificação e seu e-mail. Depois disso, toda vez que alguém acessar o link, o menu apresentará essas informações na descrição do co-link.

Aplicações e receios para o futuro[editar | editar código-fonte]

Essa nova tecnologia pretende revolucionar a navegação na Internet, tornando as contribuições cada vem mais colaborativas e democráticas. Em contrapartida, há quem diga que ela será barrada pelo marketing comercial, já que grandes empresas podem infestar todos os links com redirecionamentos para suas páginas.

É possível criar uma página utilizando a tecnologia Co-link a partir do site do projeto.

Notas e referências

  1. PRIMO, A. & Recuero, R. C. “A terceira geração da hipertextualidade: cooperação e conflito na escrita coletiva de hipertextos com links multidirecionais” in Revista Líbero. São Paulo: Cásper Líbero. Ano IX, n. 17, junho 2006.
  2. PRIMO, Alex e RECUERO, Raquel. Co-links: Proposta de uma nova tecnologia para a escrita coletiva de links multidirecionais. Apresentado no XIII Compós 2004, Junho de 2004.
  • PRIMO, A. & Recuero, R. C. “A terceira geração da hipertextualidade: cooperação e conflito na escrita coletiva de hipertextos com links multidirecionais” in Revista Líbero. São Paulo: Cásper Líbero. Ano IX, n. 17, junho 2006.
  • PRIMO, Alex e RECUERO, Raquel. Co-links: Proposta de uma nova tecnologia para a escrita coletiva de links multidirecionais. Apresentado no XIII Compós 2004, Junho de 2004.
  • PRIMO, Alex, RECUERO, Raquel and ARAÚJO, Ricardo. The Co-link Project: collaborative writing of multidirectional links. Sixth International Workshop on Collaborative Editing Systems, at the CSCW 2004 pre-conference, on November 9, 2004

Ligações externas[editar | editar código-fonte]