Comarca do Rio de São Francisco

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Em vermelho, representação aproximada do território da comarca de São Francisco

A comarca do Rio de São Francisco foi instituída por alvará de 3 de junho de 1820, a partir de uma divisão da Comarca do Sertão de Pernambuco, esta sediada na Vila de Flores, província de Pernambuco.[1]

A comarca abrangia os termos de Pilão Arcado, Campo Largo e Carinhanha, tendo por cabeça a Vila da Barra.

Esta vasta região pertenceu a Pernambuco até meados de 1824. D. Pedro I a desligou do território pernambucano como punição pelo movimento separatista conhecido como Confederação do Equador. Este foi o último território desmembrado de Pernambuco, impondo àquele estado uma grande redução da extensão territorial, de 250 mil km² para os 98.311 km² atuais. Após três anos sob administração mineira, a região foi anexada à Bahia em 1827.[2][3][4]

Atualidade[editar | editar código-fonte]

O Rio São Francisco é uma proposta para uma nova unidade federativa do Brasil que ocuparia a margem ocidental do rio São Francisco, no atual estado da Bahia.

Referências

  1. «A Retaliação de Pernambuco: o caso da comarca do Rio de São Francisco.» 🔗. Clio - Revista de Pesquisa Histórica. Consultado em 23 de abril de 2015  |nome1= sem |sobrenome1= em Authors list (ajuda)
  2. «Confederação do Equador». Britannica Escola. Consultado em 6 de junho de 2015 
  3. «Comarca do São Francisco». PE-AZ. Consultado em 6 de junho de 2015 
  4. A formação territorial do Oeste Baiano: a constituição do “Além São Francisco” (1827-1985), por Paulo Roberto Baqueiro Brandão, professor assistente da Universidade Federal da Bahia (Campus de Barreiras) [1]
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