Comari

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Ambox question.svg
Esta página ou seção carece de contexto (desde outubro de 2015).

Este artigo (ou seção) não possui um contexto definido, ou seja, não explica de forma clara e dire(c)ta o tema que aborda. Se souber algo sobre o assunto edite a página/seção e explique de forma mais clara e objetiva o tema abordado.

Question book.svg
Esta página ou secção não cita fontes confiáveis e independentes, o que compromete sua credibilidade (desde outubro de 2015). Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Disambig grey.svg Nota: Não confundir com Granja Comary.

Comari é um dos maiores sub bairros de Campo Grande da cidade do Rio de Janeiro, estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Está situado a cerca de 43 quilômetros do Centro, pela via férrea saltando-se na Estação de Campo Grande, da Estrada de Ferro Central do Brasil, ou 48 quilômetros por via rodoviária (via Avenida Brasil e Estrada do Mendanha), concebido pelo engenheiro e construtor Joaquim Júlio de Proença na década de 1940, com base em um arruamento aprovado no ano de 1936 pela Prefeitura do então Distrito Federal.

Nome[editar | editar código-fonte]

Comari, também era conhecido como Vila Comari. É conhecido por outros como INPS (Devido o posto médico do INSS) e alguns moradores de Campo Grande também o chamam erroneamente de "Comarim". O nome correto é "Comari" em língua indígena designa um tipo de pimenta nativa, talvez abundante na localidade.

Composição[editar | editar código-fonte]

Compõe em sua parte central por um morrete que atinge a cota 34 na Praça Major Vieira de Melo. A área era originalmente uma fazenda de exploração de carvão. Foi servida pela extinta empresa de bondes elétricos de Campo Grande, de 1917 até 1968, e tinha como acesso principal a Estrada do Monteiro, da qual subia um rua com seu nome. "Comari" em língua indígena designa um tipo de pimenta nativa, talvez abundante na localidade.

O bairro tinha uma concepção exclusivamente residencial com um comércio em torno da praça. Era muito arborizado, com árvores frondosas em todas as ruas, nos quintais das casas e principalmente na praça, sendo que a partir dos anos 90, muitas ruas perderam sua vegetação - Um espaço fechado foi construído para se tornar um clube social dos moradores. Esse clube era administrado por uma administração eleita pelos próprios moradores e os eventos eram patrocinados pelos próprios moradores com a compra dos convites. Esse clube teve vários períodos de ascensão e declínio - haja vista que dependia da iniciativa dos próprios moradores em administrá-lo. Ainda há moradores do bairro que que participaram desses antigos eventos sociais, destacando-se os bailes dançantes e os bailes de carnaval.

Em 1972, o clube dos moradores cedeu espaço para o antigo SANDU estabeleceu um pequeno posto médico no local que mais tarde foi incorporado a rede de PAMs do INAMPS, ganhando inclusive uma útil pequena emergência, desativada no final dos anos 1980. Dez anos mais tarde o posto foi municipalizado com a criação do SUS. Sua arquitetura, simples mas elegante, baseada em linhas retas e arcos, transformou a praça central e a escola João Proença em verdadeiros marcos da arquitetura de sua época, mas hoje, infelizmente, este estilo está bastante comprometido por intervenções desastrosas da comunidade e de administrações passadas do PAM.

A área originalmente era uma "ilha" urbana cercada de densa mata, destruída nos fins dos anos 1960, para a construção de vários loteamentos, que ao bairro acabaram por se incorporar. Hoje o bairro é bastante habitado e movimentado, mas ainda dependente das atividades em torno do posto de saúde.

O que era antes um bairro modelo, hoje se tornou um bairro atrasado. Os loteamentos que foram se incorporando ao longo dos anos, se organizou e hoje possuem aparelhos sociais mais adequados aos padrões de qualidade de vida modernos. Mesmo tendo um Posto Médico, a praça do bairro perdeu o glamour do passado. Ao contrário dos bairros vizinhos que possuem quadras de esportes, ciclovias, pistas de skate, playground, etc.

Cultura e nível de escolaridade[editar | editar código-fonte]

O Comari é uma colcha de retalhos sócio-econômico-cultural, é possível encontrar pessoas das mais variadas. Desde pessoas com o mínimo de instrução, um grande número de pessoas de nível médio e algumas pessoas nível superior inclusive poliglotas.

Da mesma forma há pessoas de vários ramos profissionais: Militares, profissionais liberais, pequenos comerciantes, professores, construtores civis, enfermeiros, contadores,advogados, etc.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ícone de esboço Este artigo sobre bairros é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.