João Bosco (músico)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Comissão de Frente (álbum))
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
João Bosco
João Bosco em 2012.
Informação geral
Nome completo João Bosco de Freitas Mucci
Nascimento 13 de julho de 1946 (72 anos)
Origem Ponte Nova,  Minas Gerais
País  Brasil
Gênero(s) Samba, MPB
Ocupação(ões) Cantor, músico e compositor
Instrumento(s) Vocais, violão
Período em atividade 1972-presente
Gravadora(s) RCA, Ariola, Barclay, CBS, Columbia, Epic, Sony Music, Universal Music, MP,B, Som Livre
Afiliação(ões) Aldir Blanc, Elis Regina, Chico Buarque
Influência(s) Ângela Maria, Cauby Peixoto, Elvis Presley, Little Richard
Página oficial joaobosco.com.br

João Bosco de Freitas Mucci, mais conhecido como João Bosco, (Ponte Nova, 13 de julho de 1946)[1] é um cantor, violonista e compositor brasileiro.[2][3]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Disco compacto em que está a primeira gravação de João Bosco, Agnus Sei.

Filho de pai libanês[4], João Bosco começou a tocar violão aos doze anos, incentivado por uma família repleta de músicos. Suas primeiras influências foram Ângela Maria, Cauby Peixoto, Elvis Presley e Little Richard, integrou a banda X-Gare (inspirada na canção "She's got it" de Richard).[5]

Alguns anos depois, iniciou na Escola de Minas em Ouro Preto cursando Engenharia Civil.[2] Apesar de não deixar de lado os estudos, dedicava-se sobremaneira à carreira musical, influenciado principalmente por gêneros como jazz e bossa nova e pelo tropicalismo.[1] Foi em Ouro Preto, em 1967, na casa do pintor Carlos Scliar, que conheceu Vinícius de Moraes, com o qual compôs as seguintes canções: rosa-dos-ventos, Samba do Pouso e O mergulhador - dentre outras.[1][3]

Em 1970 conheceu aquele que viria a ser o mais frequente parceiro, com quem compôs mais de uma centena de canções: Aldir Blanc, O mestre sala dos mares, O bêbado e a equilibrista, Bala com bala, Kid cavaquinho, Caça à raposa, Falso brilhante, O rancho da goiabada, De frente pro crime, Fantasia, Bodas de prata, Latin Lover, O ronco da cuíca, Corsário, dentre muitas outras.[3]

A primeira gravação saiu no disco de bolso do jornal O Pasquim: Agnus Sei (1972). No ano seguinte, selou contrato com a gravadora RCA, lançando o primeiro disco, que levava apenas seu nome.[2]

Em 1972 conheceu Elis Regina, que gravou uma parceria sua com Blanc: Bala com Bala; a carreira deslanchou quando da interpretação da cantora para o bolero Dois pra lá, dois pra cá.[2]

Discografia[3][editar | editar código-fonte]

João Bosco, em Milão, Itália, no Festival Latinoamericano, 1996

RCA[editar | editar código-fonte]

Ariola[editar | editar código-fonte]

Barclay[editar | editar código-fonte]

CBS[editar | editar código-fonte]

Columbia[editar | editar código-fonte]

Epic / Sony Music[editar | editar código-fonte]

  • 1995 - Dá Licença Meu Senhor
  • 1997 - As Mil e Uma Aldeias
  • 2000 - Na Esquina
  • 2001 - Na Esquina - Ao Vivo
  • 2003 - Malabaristas do Sinal Vermelho

MP,B / Universal Music[editar | editar código-fonte]

  • 2006 - Obrigado, Gente! - Ao Vivo
  • 2008 - Senhoras do Amazonas - com NDR BIG BAND
  • 2009 - Não Vou Pro Céu, Mas Já Não Vivo no Chão
  • 2012 - 40 Anos Depois

MP,B / Som Livre[editar | editar código-fonte]

  • 2017 - Mano Que Zuera

Participações[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Wikiquote
O Wikiquote possui citações de ou sobre: João Bosco (músico)