Companhia Maranhense de Gás

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Companhia Maranhense de Gás- Gasmar
Razão social Companhia Maranhense de Gás
Sociedade de economia mista
Sede São Luís (MA)
Área(s) servida(s) Maranhão
Produtos Gás Natural
Acionistas Governo do Estado do Maranhão

Termogás S/A e Gaspetro- Petrobrás Gás S/A

Website oficial http://www.gasmar.com.br/index.php

A Companhia Maranhense de Gás (Gasmar) é uma sociedade de economia mista dotada de personalidade jurídica de direito privado e patrimônio próprio e tem o Governo do Maranhão como acionista controlador. A companhia tem, ainda, como sócios a Petrobras Gás S.A - Gaspetro e a Termogás, grupo privado.[1]

A empresa foi criada pela Lei Estadual nº 7.595/2001 e é vinculada à Secretaria de Estado de Minas e Energia[2], tendo como objeto a exploração, com exclusividade, dos serviços de distribuição e comercialização de gás canalizado no Maranhão.[1]

A empresa também pode explorar outras formas de distribuição de gás natural e manufaturado, inclusive comprimido ou liquefeito, de produção própria ou de terceiros, nacional ou importado, para fins comerciais, industriais, residenciais, automotivos, de geração termelétrica ou quaisquer outras finalidades e usos possibilitados pelos avanços tecnológicos, em todo o território do Estado do Maranhão.[3]

Atualmente, a Gasmar tem um contrato de operação e manutenção de sistema de distribuição de gás natural com a UTE Parnaíba Geração de Energia S.A.[1]

Gás natural no Maranhão[editar | editar código-fonte]

Bacias sedimentares são depressões da crosta terrestre onde se acumulam rochas sedimentares que podem ser portadoras de petróleo ou gás natural. No Maranhão, se observa a existência de quatro importantes bacias: Bacia de Barreirinhas (mar/terra); Bacia Pará-Maranhão (mar); Bacia do Parnaíba (terra); e Bacia de São Luís-Bragança-Viseu (terra).[4]

A Bacia do Parnaíba tem área de 674.329 km² e área efetiva (com interesse para exploração e produção de hidrocarbonetos) de 458.877 km² . Atualmente, oito campos são declarados comerciais: cinco deles em produção (Gavião Real, Gavião Vermelho, Gavião Branco, Gavião Caboclo e Gavião Azul) e três em desenvolvimento (Gavião Preto, Gavião Branco Norte e Gavião Tesoura).[4][5]

Atualmente, a exploração de gás na Bacia do Parnaíba tem capacidade de produzir até 8,4 milhões de m³ de gás por dia, explorados pela empresa Eneva, utilizados na produção de energia termelétrica, com a implantação de 153 km de gasodutos[6], ao custo do investimento de R$ 9 bilhões. [7]

Os maiores estados produtores em 2017 foram: Rio de Janeiro (46%); São Paulo (17%); Amazonas (12%); Espírito Santo (9%); Bahia (6%); Maranhão (5%); Sergipe/Alagoas (3%); Ceará/Rio Grande do Norte (1%).[8]

O estado do Maranhão é pioneiro na exploração de gás em terra firme e transporte por gasodutos até um parque termelétrico e o segundo maior produtor de gás em terra firme no Brasil. [7]

As cidades envolvidas na exploração de gás são: Lima Campos, Santo Antônio dos Lopes, Capinzal do Norte, Trizidela do Vale e Pedreiras.[7]

Referências

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