Companhia Siderúrgica do Atlântico
| CSA | |
|---|---|
| Slogan | Nós pensamos o futuro do aço. |
| Tipo | Empresa de capital fechado |
| Indústria | Siderúrgica |
| Fundação | 18 de junho de 2010 (6 anos) |
| Sede | Rio de Janeiro, |
| Empregados | 5.500[1] |
| Produtos | 5 milhões de placas de aço/ano |
| Acionistas | ThyssenKrupp 73,13 % Companhia Vale do Rio Doce 26,87 % |
| Significado da sigla |
Companhia Siderúrgica do Atlântico |
| Página oficial | www.thyssenkrupp-csa.com.br |
A Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), é uma das maiores siderúrgicas do Brasil e da América Latina. A planta entrou em operação em junho de 2010[1].
A construção ocupa uma área de aproximadamente 10 milhões de m², e está situada na Avenida João XXIII, entre a Base Aérea de Santa Cruz e o Canal São Francisco, no Distrito Industrial de Santa Cruz, Rio de Janeiro[2]
Serviços[editar | editar código-fonte]
A empresa beneficiará o minério retirado no estado de Minas Gerais pela Companhia Vale do Rio Doce, que é uma das sócias do empreendimento junto com o grupo ThyssenKrupp, que é o controlador. A produção está voltada para a exportação de placas para serem laminadas nas unidades da ThyssenKrupp no Alabama (Estados Unidos) e Alemanha que por sua vez venderão o produto final para a indústria automobilística e de eletrodomésticos.
Construção[editar | editar código-fonte]
A pedra fundamental[2] da siderúrgica foi lançada na sexta-feira, dia 29 de setembro de 2006. A CSA contratou para fazer a dragagem do Canal São Francisco, da Baía de Sepetiba, construção de entrada particular de navios e aterro da área foi construída pela empresa Deme Brazil Serviços de Dragagem Ltda, empresa do grupo Deme, formado pelas gigantes Dredging International B.V. e Royal Boskalis N.V., duas das maiores no ramo no mundo inteiro.
Fazem parte do complexo industrial um porto privativo com dois terminais, um ramal ferroviário da MRS Logística S.A. e uma usina termoelétrica[1]. O primeiro alto-forno entrou em operação em 2010 e o segundo em 2011.
A siderúrgica esta dimensionado para processar 42 milhões de toneladas de minério por ano, devendo aumentar esta capacidade para 72 milhões de toneladas até 2016.
Referências
- ↑ a b c Glauber Gonçalves. «CSA sai, finalmente, do papel». O Estado de S.Paulo, Caderno de Economia B6 23-5-2010. Consultado em 26-5-2010.
- ↑ a b Erica Ribeiro. «ThyssenKrupp Steel lança pedra fundamental da siderúrgica CSA». Jornal O Globo, Caderno de Economia 29-9-2006. Consultado em 26-5-2010.