Compatibilismo (livre-arbítrio e determinismo)

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Compatibilismo é a crença de que não há verdadeiramente conflito entre determinismo e livre-arbítrio e que, na verdade, são ideias compatíveis.1

O compatibilismo foi defendido por alguns filósofos antigos e talvez também por Aristóteles[carece de fontes?], segundo alguns investigadores, mas popularizou-se durante o século XVII. Filósofos influentes da idade moderna como Thomas Hobbes, John Locke, David Hume e John Stuart Mill foram compatibilistas. Encaravam o compatibilismo como a via de reconciliação entre a experiência vulgar da liberdade e a visão científica do universo e dos seres humanos. O compatibilismo continua popular entre os filósofos e cientistas actuais por razões parecidas. Se os compatibilistas estão certos, podemos ser livres e determinados, e não precisamos de nos preocupar com a possibilidade de a ciência futura vir a destruir a nossa convicção comum de que somos agentes livres e responsáveis.

Referências[editar | editar código-fonte]

Ligações[editar | editar código-fonte]

Determinismo, liberdade e responsabilidade moral (wikilivro)

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