Conde Olaf

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Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

Conde Olaf é o personagem que os leitores de Desventuras em Série menos desejam encontrar nos livros. Agindo inescrupulosamente sob diversos disfarces, ele tenta a todo custo colocar suas mãos de garras no dinheiro dos órfãos Baudelaire. Mas ele não consegue enganá-los tão facilmente assim. Suas sobrancelhas unidas e a tatuagem de um olho no tornozelo o tornam facilmente identificável para os heróis da saga. O problema maior é convencer os adultos, e, principalmente, o Sr. Poe, de que Olaf está mais uma vez disfarçado e colocando seus planos em ação. Ele teve os pais mortos por dardos envenenados, supostamente atirados pela mãe dos Baudelaire, E começou com seus atos de vilania após uma cisão em C.S.C (Originalmente V.F.D). No livro Lemony Snicket: The Unauthorized Autobiography, é sugerido que um voluntário (O) criou a cisão, o que faz pensar em Olaf.

Uma possível ideia do porquê ele resolveu atormentar a vida dos Baudelaire filhos é que Beatrice Baudelaire foi quem matou os pais de Olaf (segundo algumas referências à dardos envenenados n'O Penúltimo Perigo) com a ajuda de Lemony (segundo o nono segredo em 13 Segredos Chocantes que Você vai Querer nunca ter sabido sobre Lemony Snicket. Além de querer matar e possuir a fortuna dos Baudelaire, ele possivelmente pode ter guardado o sentimento de vingança, não só pela mãe dos Baudelaire, mas como por Violet, Klaus e Sunny.

O filme[editar | editar código-fonte]

O conde Olaf foi encarnado pelo ator Jim Carrey na adaptação cinematográfica. A personagem de Olaf foi diminuída de sinistro para arrogante. Uma grande mudança entre o filme e os livros foi a sugestão de que Olaf causou o fogo, o que aparece nos livros em volumes superiores, lembrando que o filme é a adaptação dos três primeiros livros das Desventuras em Série. No filme, Olaf tinha um conjunto de lupas gigantes apontadas para a mansão Baudelaire fazendo com que quando a luz do Sol batesse nas lupas, a mansão se incendiasse tão rapidamente não deixando escapatória aos Baudelaire pais (o que nunca foi citado nos livros).

Os disfarces de Olaf[editar | editar código-fonte]

Como pode ser visto no 10° livro, Conde Olaf visitou a base de operações de C.S.C., onde aprendeu a se disfarçar de modo a ninguém o reconhecer - embora seus disfarces são totalmente ridículos perante aos órfãos Baudelaire -, dificultando que as pessoas percebessem que estavam convivendo com o Conde Olaf. Alguns dos disfarces dele foram:

O Olho[editar | editar código-fonte]

De um modo instigante e amedrontador, Olaf tem olhos em todos os lugares em que se pode ter olhos. Tem olhos na cabeça, olhos nas roupas, olhos no tornozelo, olhos em sua casa, olhos em seus disfarces. Inicialmente, o olho no tornozelo foi o modo em que os irmãos Baudelaire identificaram ele em todas as partes, até o livro A Cidade Sinistra dos Corvos. Por causa do olho tatuado no tornozelo de Jacques Snicket, os loucos Cultores Solidários de Corvídeos o confundiram com Olaf, e Olaf o matou para incriminar os irmãos Baudelaire. A partir daí, eles perceberam que o "olho" não é privilégio apenas de Olaf, mas de todos os antigos voluntários de C.S.C.

Anagramas[editar | editar código-fonte]

Aparentemente, agrada à Daniel Handler o uso de anagramas, e encontramos muitos por toda a série, porém, infelizmente muitas destas características foram perdidas graças à tradução das obras. Podemos citar como anagramas de Count Olaf:

  • Al Funcoot: anagrama de "Count Olaf", onde Count em inglês é Conde;
  • Flacutono: outro anagrama de "Count Olaf";
  • O. Lucafont: idem;

Os anagramas acima foram citados em O Hospital Hostil, onde O. Lucafont e Flacutono são comparsas de Olaf disfarçados de doutores. Neste livro, há também a existência de outros anagramas, principalmente na lista de pacientes onde Klaus e Sunny procuram por um anagrama de Violet Baudelaire, como:

Além dos citados, existem muitos outros anagramas por todos os livros da série, além da Autobiografia Não-Autorizada de Lemony Snicket e The Beatrice Letters (não traduzido para o português).