Confederação Brasileira de Esgrima

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Confederação Brasileira de Esgrima - CBE
Fundação 5 de junho de 1927 (90 anos)
Filiação à FIE  ?
Sede Rio de Janeiro, RJ
Presidente Ricardo Machado
Ouro nas Olimpíadas nenhum
Ouro em Pan  ?
Mundiais  ?

A Confederação Brasileira de Esgrima (CBE) é o órgão responsável pela organização dos eventos e representação dos atletas de esgrima no Brasil.

Atualmente (2017-2021), a instituição tem como Presidente Ricardo Pacheco Machado e Vice Presidente Arno Périllier Schneider. Diretor Financeiro Marcio da Silva Loureiro, Diretor Técnico Eduardo Romão Gomes. Diretor Social e de Relações Públicas Luiz Carlos Ribeiro dos Santos Filho e Diretora de Relações Internacionais Clarisse dos Santos Vieira Menezes.

Assessor Jurídico: João Antonio de Albuquerque e Souza. Assessora de Comunicação e Marketing: Rosele Sanchotene. Assessora de Eventos: Maria Nilda da Silva Krause. Assessor de Estatística: Carlos Henrique Costa Moreira.

Conselho Técnico: Alto Rendimento: - Alexandre Alves Teixeira. - Alkhas Lakerbai. - Marcos de Faria Cardoso. - Giocondo Cezar Cabral. - Fernando Fumio Kato. Categorias de Base: - Emerson Correa. - Jorge Tuffi Daher Junior. - Ricardo Ferrazzi Junior. - Oswaldo de Almeida Monteiro. - Leonardo de Campos Simões.

Instituto Brasileiro de Esgrima - IBE: Coordenação Técnica: Arno Périllier Schneider. Eduardo Romão Gomes. Regis Trois de Ávila.

Rio 2016[editar | editar código-fonte]

A esgrima esteve representada nos Jogos Olímpicos Rio 2016 pela maior delegação da sua história, tendo classificado pelo critério de ranking internacional os atletas Renzo Agresta, no sabre masculino, Nathalia Moullhausen, na espada feminina, e a equipe de florete masculino, formada por Guilherme Toldo, Henrique Marques e Ghislain Perrier. Foi a primeira vez que a esgrima conseguiu classificar para a participação nos Jogos, uma equipe completa numa modalidade entre as melhores do mundo.

Participaram com direito a vaga por ser o país sede: Taís Rochel e Bia Bulcão no florete feminino; Nicolas Ferreira, Athos Schwantes e Guilherme Melaragno na equipe da espada masculina; Marta Baeza no sabre feminino e Rayssa Costa na equipe de espada feminina.

Como reservas de equipe, Fernando Scavasin na equipe de florete masculino, Alexandre Camargo na equipe de espada masculina e Amanda Neto Simeão pela equipe de espada feminina.

Os melhores resultados foram o sexto lugar obtido na espada feminina individual por Nathalie Moelhausen, e o oitavo lugar obtido por Guilherme Toldo no florete masculino individual, ambos eliminados na fase quarta de final.

Esta foi a melhor participação brasileira da esgrima nas edições dos Jogos Olímpicos.

Competições[editar | editar código-fonte]

A Confederação Brasileira de Esgrima organiza anualmente o Circuito Nacional de Esgrima

A esgrima começou no Brasil durante o período imperial devido ao interesse de Dom Pedro II na modalidade. Em 1858, é estabelecida a esgrima regimentalmente para os cursos de Infantaria e Cavalaria da Escola Militar de Realengo e ocorre a fundação de uma escola de esgrima no Batalhão de Caçadores de São Paulo.

No final do século XIX, já no Brasil República, surge um movimento a favor da esgrima, na Praia Vermelha. Em 1906, por iniciativa do Coronel Pedro Dias de Campos, do Batalhão de Caçadores de São Paulo, é criado o Curso de Formação em Ginástica e Esgrima, que ficou a comando do Capitão Balandie. Em 1909, é criado um curso de esgrima na Escola de Educação Física da Força Pública de São Paulo.

Em 1922, a construção do Centro Militar de Educação Física na Vila Militar do Rio de Janeiro, incentiva a vinda do mestre d'armas francês Lucien de Merignac e a criação de um núcleo de esgrima no Colégio Militar do Rio de Janeiro, por parte de Valério Falcão, instrutor do estabelecimento. O Exército Brasileiro contrata os serviços do mestre Gauthier, instrutor de esgrima da Escola Joinville le Point, da França, para ministrar esgrima aos militares no Brasil.

Em 1927, a Federação Paulista de Esgrima e a Federação Carioca de Esgrima se unem e criam a União Brasileira de Esgrima, com o apoio da Liga de Desportos do Exército e da Marinha.

A União Brasileira de Esgrima se filia à Federação Internacional de Esgrima, e, em 1936, o Brasil participa dos Jogos Olímpicos de Berlim. Em 1937, o Exército cria o Curso de Mestre d'Armas, único do Brasil e em funcionamento até hoje.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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