Conservatório Brasileiro de Música

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O Conservatório Brasileiro de Música (CBM) foi fundado em 02 de Abril de 1936, por Oscar Lorenzo Fernández, Amália Fernandez Conde, Antonieta de Souza, Ayres de Souza, Roberta de Souza Brito e Rossini da Costa Freitas. Uma equipe de músicos que desejavam expandir o ensino e a prática da música no Brasil. Hoje o CBM-CEU, localizado no Rio de Janeiro, é um Centro Universitário, com certificado pelo Mec desde 2002 que oferece cursos de graduação em: Música; Instrumento e/ou Canto; Canto; Cordas; Sopros; Piano e Percussão; Música e Tecnologia; e Composição e Regência. O CBM é pioneiro no Brasil no curso de Musicoterapia, que, através da música, procura dar ao paciente a abertura de canais de comunicação e/ou a reabilitação de necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas. O CBM também oferece curso de pós-graduação em Musicoterapia, Cultura & Gestão, Educação Musical e Música para Cinema, Teatro e TV, além de cursos livres de instrumentos, improvisação musical e áudio.[1][2]

Marina Helena Lorenzo Fernandez Silva, filha do Oscar Lorenzo Fernandez, Cecilia Fernandez Conde, filha de Amália Fernandez Conde, e Nilda Luiz da Costa Freitas, casada com Rossini da Costa Freitas, futuramente, tornam-se diretoras, e, juntas, em 2002, transformam o CBM em Centro Universitário: única instituição de ensino superior de Música com esta titulação. Neste momento, além dos cursos tradicionais (instrumentos, composição, regência, musicoterapia, canto e licenciatura em música), novos cursos foram implementados em seu portfólio, tais como: música e tecnologia, guitarra, cordas dedilhadas, produção cultural e baixo elétrico.

Visando a continuidade do ensino da Música, o CBM abre o primeiro Mestrado (Stricto Sensu) em Música do Brasil. Paralelamente, abre-se os cursos de Pós-Graduação Lato Sensu (em nível de Especialização).

Alguns anos após a fundação do Conservatório, as sucessoras dos primeiros idealizadores, fundaram a filial do Conservatório no bairro da tijuca, onde até hoje se trabalha o primeiro e segundo graus na música, musicalização e aulas para bebês. Consta também na filial tijuca a clínica social Ronaldo Millecco, que atende as crianças excepcionais, coordenada por professores de musicoterapia e alunos formados pelo próprio Conservatório Brasileiro de Música.

O CBM pode ser considerado um patrimônio cultural deste país pela sua permanência nestes 80 anos oferecendo novos rumos para a formação musical do ser humano em todas as suas fases: infância, juventude e idosos, além de abrir espaços artístico-culturais à comunidade musical da cidade do Rio de Janeiro. Vale ressaltar a relevante participação da Instituição em projetos que visam incentivar a Cultura e Educação. Dentre eles, podemos destacar o projeto Música na Escola (em parceria com a Prefeitura do Município do Rio de Janeiro), Tocando a Vida, Festival de Música Contemporânea, dentre outros.

Em 2014 foi criado o novo departamento de cultura , Marketing e comunicação do Conservatório Brasileiro de Música pelo Jornalista e MBA em entretenimento Diêgo Conti.

Referências

  1. «Instituto Cravo Albin» 
  2. «Cecília Conde - Enciclopédia Itaú Cultural». enciclopedia.itaucultural.org.br. Consultado em 8 de fevereiro de 2016 

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