Copa América de 2021

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XLVII Copa América
Brasil 2021
Logotipo oficial da competição.
Dados
Participantes 10
Organização CONMEBOL
Anfitrião Brasil[a]
Período 13 de junho10 de julho
Gol(o)s 10
Partidas 4
Média 2,5 gol(o)s por partida
Melhor marcador Paraguai Ángel Romero – 2 gols
Maior goleada
(diferença)
Brasil 3–0 Venezuela
Estádio Nacional de BrasíliaBrasília
13 de junho de 2021, fase de grupos, 1ª rodada
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A Copa América de 2021, oficialmente CONMEBOL Copa América 2021, é a 47.ª edição da Copa América, o principal torneio de futebol masculino entre seleções da América do Sul. É organizada pela Confederação Sul-Americana de Futebol (CONMEBOL). Conta com a participação de todas as dez seleções sul-americanas afiliadas à CONMEBOL.

Originalmente, ela seria disputada em junho e julho de 2020, porém com o avanço da pandemia de COVID-19 a edição foi remarcada para 2021. No dia 20 de maio de 2021, a Colômbia, que iria sediar junto a Argentina a competição, abdicou a vaga devido a protestos contra o presidente colombiano Iván Duque Márquez, e em seguida, no dia 30 de maio, a Argentina também renunciou ao evento por conta do regime geral de quarentena no país.[1] Por conta disso, a CONMEBOL anunciou que o Brasil seria sede do evento, por já ter sediado a edição anterior e possuir uma melhor infraestrutura para abrigar a competição.[2] Essa também é a primeira vez na história da competição que o país recebe duas edições consecutivas do torneio.

A partir desta edição, a Copa América passa a ser realizada em anos pares, concomitantemente com o Campeonato Europeu de Futebol, como forma de auxiliar os clubes na liberação dos jogadores e remodelando o calendário de competições anuais da FIFA e UEFA.

Contexto[editar | editar código-fonte]

Em março de 2017, a CONMEBOL propôs que a Copa América ocorresse em 2020 como parte de uma mudança no calendário.[3] Após a edição de 2019 no Brasil, o torneio quadrienal passaria dos anos ímpares para os pares a partir de 2020, com a seguinte edição ocorrendo no Equador em 2024. Isso colocaria as datas do torneio de acordo com a Eurocopa, que também ocorre em anos pares.[4] Especulações sugeriram que os Estados Unidos poderiam sediar o torneio, tendo anteriormente sediado a Copa América Centenário em 2016, que comemorou o centenário da CONMEBOL e da Copa América.[5] Em 18 de setembro de 2018, os planos de mudança de calendário foram confirmados pelo presidente da CONMEBOL Alejandro Domínguez, depois de apresentar um pedido oficial à FIFA.[6]

No dia 26 de outubro de 2018, durante reunião do Conselho da FIFA em Kigali, Ruanda, o pedido foi aprovado para que a Copa América fosse realizada em anos pares, começando com a edição de 2020.[7] O torneio decorreria entre 12 de junho e 12 de julho de 2020, as mesmas datas do Campeonato Europeu de Futebol de 2020.[8]

Em 13 de março de 2019, a CONMEBOL anunciou a Argentina e a Colômbia como anfitriões da edição de 2020, depois que a proposta dos Estados Unidos foi rejeitada, juntamente com as propostas da Austrália, China, Rússia e Catar.[9] Foi oficialmente anunciado em 9 de abril de 2019 no congresso da CONMEBOL no Rio de Janeiro, assim como a forma de disputa.[10]

Em 4 de junho foi revelado que a Austrália seria a outra seleção convidada a participar dessa edição do torneio, junto com o Catar, que estava confirmado desde abril.[11] Em 15 de março de 2021 a Conmebol divulgou uma nova tabela da competição, reformulada após a desistência da Austrália e Catar por causa da Covid-19.[12]

Adiamento[editar | editar código-fonte]

Em março de 2020, a pandemia de COVID-19 na América começou a impactar o futebol. A Federação Internacional de Futebol (FIFA) anunciou que as duas primeiras rodadas das eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo de 2022, que deveriam ocorrer em março, foram adiadas, enquanto a CONMEBOL suspendeu temporariamente a Copa Libertadores.[13][14] Em 17 de março de 2020, a CONMEBOL anunciou que a Copa América seria adiada para o ano seguinte, passando a ocorrer de 12 de junho a 12 de julho de 2021, com o objetivo de proteger a saúde e segurança das equipes, mídia, visitantes e cidades-sede.[15] No dia seguinte, o Conselho da FIFA aprovou a mudança de data no Calendário de Jogos Internacionais da entidade. Com isso, o novo formato da Copa do Mundo de Clubes da FIFA, que deveria ocorrer em junho e julho de 2021, será adiada.[16]

Desistência da Colômbia e Argentina[editar | editar código-fonte]

Em 22 de abril de 2021, durante a exibição do programa Blog Desportivo da BluRadio de Bogotá na Colômbia, a Argentina estava cogitando desistir de sediar a Copa América de 2021 por conta da segunda onda da Pandemia de COVID-19, gerando preocupações do Governo Argentino. Se caso houvesse a desistência da Argentina, a Colômbia passaria a ser sede única, com a inclusão das cidades de Ibagué, Palmira, Manizales e Armênia.[17]

No dia 28 de abril de 2021, a Colômbia viveu o início de uma onda de manifestações contra a reforma tributária, com números maiores na capital Bogotá e em Cali, ambas cidades sedes da Copa América e a última sendo sede da primeira edição dos Jogos Pan-Americanos Juniores que acontecerão em novembro.[18] A tensão cresceu com o uso da força policial no segundo dia de protestos no dia 29, com várias greves sendo realizadas de diversos setores como caminhoneiros e taxistas. No dia 3 de maio, o presidente Ivan Duque anunciou a revogação do processo de reforma tributária após o crescimento do movimento de oposição, já que a medida afetaria as classes médias e baixas. Além disso, passaram a circular nas redes sociais, vídeos de repressão policial, trazendo preocupação para as entidades como a União Europeia e a ONU, que emitiram notas oficiais no dia 4 de maio. O governo colombiano nega que tenha usado o exército para reprimir os manifestantes.[19]

Os protestos também afetaram em cheio os jogos da Copa Libertadores da América, sobretudo a partida entre Atlético Nacional (Colômbia) e Nacional (Uruguai) em Pereira, que aconteceu com atraso no dia 12 de maio, após os manifestantes bloquearem o hotel onde estavam hospedados a equipe técnica e os jogadores do time uruguaio, além do bloqueio das pistas da cidade pedindo o cancelamento de todos os jogos da Libertadores e da Copa América na Colômbia. A partida aconteceu por volta da meia noite do dia 13, terminando em empate de zero a zero.[19] No mesmo dia, uma partida entre Atlético Mineiro e América de Cali precisou ser interrompida por cinco vezes devido ao fato dos jogadores sentirem o gás lacrimogêneo de uma manifestação que ocorria em frente ao Estádio Romelio Martínez em Barranquilla. O jogo terminou com a vitória do time brasileiro.[20]

Em 13 de maio, apesar do pior momento da Pandemia de COVID-19 na Argentina e pela Crise Social na Colômbia, a CONMEBOL anuncia que irá bancar a realização da Copa América nos dois países.[21] No dia 18, através de comentários internos na confederação, passou a ser discutido uma possibilidade dos jogos acontecerem apenas na Argentina por conta das tensões sociais e instabilidade na Colômbia. O presidente argentino, Alberto Fernández, em entrevista anunciou que coloca o país a disposição da CONMEBOL para assumir os jogos que acontecerem na Colômbia (Lado Norte).[22]

No dia 20 de maio, através de uma publicação do Jornal Marca, foi anunciado que a Colômbia teria desistido de sediar a Copa América em razão da onda de protestos no país e pela altos números de casos confirmados e de óbitos da COVID-19, fazendo com que a Argentina se tornasse sede única das competições.[23] Tal fato se confirmou horas depois pela Conmebol que anunciou que Argentina, até o momento, iria receber todas as partidas da competição. Houve até mesmo uma tentativa de migrar as competições do Lado Norte para o Chile, reutilizando os estádios da edição de 2015, porém, foi descartada por questões comerciais.[24] Após a confirmação, a entidade passou a discutir uma possibilidade de escolher um novo país para substituir a Colômbia, com o objetivo de realizar algumas partidas com uma parte do público.[25]

Com a saída da Colômbia, a Argentina também apresentou projetos de estádios para receber a competição junto com os outros quatro aprovados desde o início, sendo eles: o Estádio Jorge Luis Hirschi e Estádio Único, ambos localizados em La Plata, além do La Bombonera, Nuevo Gasometro, El Cilindro e Libertadores da America, todos em Buenos Aires, evitando assim o deslocamento de atletas a outras cidades. Países como Chile, Equador e Venezuela também mostraram interesse em receber os jogos do Lado Sul, sendo o Chile o favorito devido ao avanço da vacinação no país, facilitando assim o plano da Conmebol de realizar as competições com público, mesmo sendo limitado. Entre os estádios chilenos confirmados se caso a proposta chilena for escolhida estão o Estádio Nacional e Estádio Monumental em Santiago, Estádio Sausalito em Viña del Mar e Estádio El Teniente em Rancagua.[26]

Em 30 de maio, a Conmebol anuncia que a Copa América não vai mais acontecer na Argentina, sem maiores explicações. Além disso, os países interessados em receber o evento terão as propostas analisadas e em seguida, a confederação anuncia a decisão final.[27] Antes do anúncio da suspensão da competição no país, a Ministra da Saúde, Carla Vizzoti, teria dito que a realização do evento não está "100% definida". Uma pesquisa de opinião pública, divulgada no dia 28, mostrou que 70% dos argentinos rejeitam a Copa América no país.[28]

Brasil como nova sede[editar | editar código-fonte]

Em 31 de maio de 2021, a Conmebol anuncia que os jogos irão acontecer no Brasil, sob os argumentos de que o país possui a melhor estrutura para abrigar as competições.[29] Tal anúncio pegou a imprensa e o mercado esportivo de surpresa, levando a várias matérias criticando a escolha do país, sob argumentos da alta no número de óbitos pela COVID-19 e pelo ritmo lento de vacinação.[30][31] O vice-presidente da República, Hamilton Mourão (PRTB), destacou que a realização da Copa América no Brasil representa menos risco do que na Argentina.[32] Contudo, a posição do governo brasileiro frente à realização da Copa América vai de encontro à posição diante da possibilidade de sediar a Copa do Mundo Feminina de 2023, quando o Brasil desistiu de sediar o torneio alegando falta de apoio do Governo Federal que citou dificuldades resultantes da pandemia de Covid-19.[33]

Logo após o anúncio, o governo de Pernambuco anunciou que não irá receber as competições, vetando qualquer proposta.[34] Além de Pernambuco, os estados do Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Minas Gerais também recusaram a proposta de receber o torneio se forem sondados. Os governos da Bahia, São Paulo, Mato Grosso e Amazonas anunciaram que não irão se opor ao evento, desde que aconteçam sem a presença de público e seguindo protocolos locais.[35][36][37] No dia 1° de junho, é anunciada a confirmação do país como nova sede, anunciando as competições nas cidades de Brasília, Goiânia, Cuiabá e Rio de Janeiro, podendo ter mais sedes quando sair a confirmação oficial.[38]

Ameaças de boicote e saída de patrocinadores[editar | editar código-fonte]

Logo após o anúncio da escolha do Brasil como sede, jogadores da Seleção Argentina teriam se irritado com a decisão, manifestando um desejo de um possível boicote.[39] Em 4 de junho, o técnico da seleção Lionel Scaloni, demonstrou preocupação do evento no país, mas garantiu que a seleção estará presente, descartando um boicote visto inicialmente.[40]

Um grupo de jogadores da Seleção Brasileira, formado por Neymar, Casemiro, Thiago Silva, Alisson, Marquinhos e Danilo participaram de uma conversa com o presidente da CBF, Rogério Caboclo, para afirmar que não foram consultados sobre a decisão da CONMEBOL de realizar a Copa América no Brasil, sob ameaças de não participar do evento. Tal decisão de oposição ao evento também motivou jogadores de outros países como Luis Suárez e Edinson Cavani da Seleção Uruguaia e Lionel Messi da Argentina.[41] Patrocinadores da CBF também demonstraram indignação com a escolha do país na Copa América.[42] Logo após o jogo das Eliminatórias da Copa contra o Equador, Casemiro afirmou em uma entrevista a TV Globo que a posição dos jogadores e da comissão técnica quanto a Copa América, segue sendo a mesma, dando a entender a oposição ao torneio no país e a suposta ameaça de boicote.[43] A crise na CBF, sendo também agravada por uma denúncia contra o presidente da confederação por assédio moral e sexual a uma funcionária, levou a uma suposta interferência do Governo Federal a Seleção Brasileira, pensando em retirar jogadores e o técnico Tite por conta dos protestos contra a Copa América, indo de contra a uma determinação no estatuto publicado pela FIFA.[44][45]

Em 6 de junho, a Argentina decide participar da Copa América, após especulações de um possível boicote com protestos de jogadores.[46] Em 7 de junho, os jogadores da Seleção Brasileira decidem participar da Copa América mediante a protestos.[47] Posteriormente, Mastercard, Ambev, Diageo e TCL decidiram não vincular suas marcas à Copa América 2021.[48][49] Em 11 de junho, o Kwai, um dos patrocinadores das transmissões no SBT decidiu também não vincular sua marca ao evento.[50] Apesar da desistência do aplicativo de vídeos de patrocinar o evento nas transmissões em TV aberta, a Havan anunciou o patrocínio e a vinculação da marca ao evento, junto ao site de apostas Betfair.[51][52]

Sedes[editar | editar código-fonte]

Em 1 de junho de 2021, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou as cidades de Brasília, Goiânia, Cuiabá e Rio de Janeiro como sedes da Copa América de 2021.[53]

Copa América de 2021 (Brasil)
Brasília
Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha
Capacidade: 69.349
Brasilia Stadium - June 2013.jpg
Cuiabá
Arena Pantanal
Capacidade: 44.097
Cuiaba Arena.jpg
Rio de Janeiro Goiânia
Estádio do Maracanã Estádio Olímpico Nilton Santos Estádio Olímpico Pedro Ludovico Teixeira
Capacidade: 78.838 Capacidade: 44.661 Capacidade: 13.500
Maracana internal view april 2013.jpg Rio2016 Gerais 030 8069 -c-2016 GabrielHeusi HeusiAction.jpg Estadio Olimpico Goiania.jpg

Equipes[editar | editar código-fonte]

Todas as dez seleções nacionais da CONMEBOL estavam elegíveis para participar.[10]

Equipe Participação Melhor desempenho
Flag of Argentina.svg Argentina 43.ª Campeão (1921, 1925, 1927, 1929, 1937, 1941, 1945, 1946, 1947, 1955, 1957, 1959, 1991 e 1993)
Flag of Bolivia.svg Bolívia 28.ª Campeão (1963)
Brasil Brasil 37.ª Campeão (1919, 1922, 1949, 1989, 1997, 1999, 2004, 2007 e 2019)
Flag of Chile.svg Chile 40.ª Campeão (2015 e 2016)
Flag of Colombia.svg Colômbia 23.ª Campeão (2001)
Flag of Ecuador.svg Equador 29.ª 4.º lugar (1959 e 1993)
Flag of Paraguay.svg Paraguai 38.ª Campeão (1953 e 1979)
Flag of Peru.svg Peru 33.ª Campeão (1939 e 1975)
Flag of Uruguay.svg Uruguai 45.ª Campeão (1916, 1917, 1920, 1923, 1924, 1926, 1935, 1942, 1956, 1959, 1967, 1983, 1987, 1995 e 2011)
Flag of Venezuela.svg Venezuela 19.ª 4.º lugar (2011)

Arbitragem[editar | editar código-fonte]

Em 21 de abril de 2021, a CONMEBOL anunciou um total de 14 árbitros, 22 árbitros assistentes, 16 árbitros assistentes de vídeo (VAR) e 10 árbitros de apoio nomeados para o torneio.[54][55] Esta edição contará com a participação de uma equipa de arbitragem espanhola no âmbito do memorando de entendimento assinado pela CONMEBOL e pela UEFA em fevereiro de 2020, que incluiu um programa de intercâmbio de árbitros.[56]

Em 5 de junho de 2021, os árbitros assistentes de vídeo uruguaios Leodán González e Daniel Fedorczuk foram substituídos por Andrés Cunha do Uruguai. Além disso, Juan Soto da Venezuela e Jhon Alexander León da Colômbia substituíram o árbitro assistente de vídeo Nicolás Gallo e o árbitro assistente Miguel Roldán, respectivamente, ambos de Colômbia.[57] Nicolás Gallo e Miguel Roldán haviam sido suspensos por tempo indeterminado em decorrência de sua atuação na partida entre Uruguai e Paraguai válida pela Eliminatórias para a Copa do Mundo da CONMEBOL.[58][59]

Associação Árbitros Árbitros assistentes Árbitros de vídeo Árbitros de apoio Árbitros assistentes de suporte
 Argentina Néstor Pitana
Patricio Loustau
Ezequiel Brailovsky
Gabriel Chade
Mauro Vigliano
Facundo Tello
Cristian Navarro
 Bolívia Gery Vargas José Antelo
Edwar Saavedra
Ariel Guizada
 Brasil Wilton Pereira Sampaio
Raphael Claus
Danilo Manis
Bruno Pires
Wagner Reway
Rafael Traci
Rafael Alves
 Chile Roberto Tobar Christian Schiemann
Claudio Ríos
Julio Bascuñán
Cristián Garay
Ángelo Hermosilla
 Colômbia Wilmar Roldán
Andrés Rojas
Alexander Guzmán
Jhon Alexander León
Jhon Ospina Sebastián Vela
Equador Guillermo Guerrero Christian Lescano
Byron Romero
Augusto Aragón
 Paraguai Eber Aquino Eduardo Cardozo
Milciades Saldívar
Derlis López
Juan Gabriel Benítez
José Cuevas
 Peru Víctor Hugo Carrillo Jonny Bossio
Raúl López Cruz
Diego Haro Kevin Ortega
Flag of Spain.svg Espanha Jesús Gil Manzano Diego Barbero Sevilla
Ángel Nevado Rodríguez
Ricardo de Burgos Bengoetxea
José Luis Munuera Montero
Uruguai Esteban Ostojich Carlos Barreiro
Martín Soppi
Andrés Cunha Andrés Matonte
 Venezuela Alexis Herrera Carlos López
Jorge Urrego
Jesús Valenzuela
Juan Soto
Alberto Ponte

Fase de grupos[editar | editar código-fonte]

Legenda
Equipes classificadas para a fase final
Equipes eliminadas

As seleções foram divididas inicialmente duas zonas, conforme sua posição geográfica.[10] Com a mudança de sede para o Brasil, as competições acontecerão integralmente no país.

Grupo A[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Copa América de 2021 - Grupo A
Pos. Seleção Pts J V E D GP GC SG
1 Flag of Paraguay.svg Paraguai 3 1 1 0 0 3 1 +2
2 Flag of Argentina.svg Argentina 1 1 0 1 0 1 1 0
3 Flag of Chile.svg Chile 1 1 0 1 0 1 1 0
4 Flag of Uruguay.svg Uruguai 0 0 0 0 0 0 0 0
5 Flag of Bolivia.svg Bolívia 0 1 0 0 1 1 3 -2
14 de junho
Argentina 1 – 1 Chile Rio de Janeiro (Nilton Santos)
Paraguai 3 – 1 Bolívia Goiânia
18 de junho
Chile Bolívia Cuiabá
Argentina Uruguai Brasília
21 de junho
Uruguai Chile Cuiabá
Argentina Paraguai Brasília
24 de junho
Bolívia Uruguai Cuiabá
Chile Paraguai Brasília
28 de junho
Bolívia Argentina Cuiabá
Uruguai Paraguai Rio de Janeiro (Nilton Santos)

Grupo B[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Copa América de 2021 - Grupo B
Pos. Seleção Pts J V E D GP GC SG
1 Brasil Brasil 3 1 1 0 0 3 0 +3
2 Flag of Colombia.svg Colômbia 3 1 1 0 0 1 0 +1
3 Flag of Peru.svg Peru 0 0 0 0 0 0 0 0
4 Flag of Ecuador.svg Equador 0 1 0 0 1 0 1 –1
5 Flag of Venezuela.svg Venezuela 0 1 0 0 1 0 3 –3
13 de junho
Brasil 3 – 0 Venezuela Brasília
Colômbia 1 – 0 Equador Cuiabá
17 de junho
Colômbia Venezuela Goiânia
Brasil Peru Rio de Janeiro (Nilton Santos)
20 de junho
Venezuela Equador Rio de Janeiro (Nilton Santos)
Colômbia Peru Goiânia
23 de junho
Equador Peru Goiânia
Brasil Colômbia Rio de Janeiro (Nilton Santos)
27 de junho
Brasil Equador Goiânia
Venezuela Peru Brasília

Fase final[editar | editar código-fonte]

Quartas de final Semifinais Final
                   
2 de julho — Goiânia        
 Flag of None.svg 2º B  
5 de julho — Rio de Janeiro (Nilton Santos)
 Flag of None.svg 3º A    
 Flag of None.svg  
2 de julho — Rio de Janeiro (Nilton Santos)
   Flag of None.svg    
 Flag of None.svg 1º B  
10 de julho – Rio de Janeiro (Maracanã)
 Flag of None.svg 4º A    
 Flag of None.svg  
3 de julho — Brasília
   Flag of None.svg  
 Flag of None.svg 2º A  
6 de julho — Brasília
 Flag of None.svg 3º B    
 Flag of None.svg   3º lugar
3 de julho — Goiânia
   Flag of None.svg    
 Flag of None.svg 1º A    Flag of None.svg  
 Flag of None.svg 4º B      Flag of None.svg  
9 de julho — Brasília

Estatística[editar | editar código-fonte]

Artilharia[editar | editar código-fonte]

2 gols (1)
1 gol (8)

Direitos de transmissão[editar | editar código-fonte]

No Brasil, os jogos são transmitidos pelo SBT em TV aberta, após a conclusão das negociações com a produtora Dentsu. Além da SBT, outro canal que mostrou interesse na Copa América 2021 é o canal por assinatura ESPN Brasil, que anteriormente tinha recusado as transmissões, mas de "última hora", aceitou a transmitir o torneio. Essa é a primeira edição da história a não ter a cobertura da TV Globo em TV aberta e do SporTV na TV por assinatura.[60][61]

Na Índia, a cobertura é feita pelos canais da Sony Pictures Entertainment tanto em TV por assinatura, como no streaming. Nos Estados Unidos, a cobertura acontece pelo canal hispânico Univisión (também no Canadá) e Fox Sports, no caso da último, a cobertura é feita simultaneamente pelo aplicativo oficial.[62][63]

América do Sul (CONMEBOL)[editar | editar código-fonte]

País Emissora Notas Ref
 Brasil (Anfitrião) SBT Todos os jogos da seleção brasileira e a fase final [64]
ESPN Brasil, Fox Sports, Rede Transamérica e Rádio Jornal Cobertura de todos os jogos [61][65][66]
América Latina ESPN Cobertura de todos os jogos [63]
 Argentina Televisión Pública Argentina Todos os jogos da seleção argentina e a fase final
TyC Sports e TyC Max Cobertura de todos os jogos
DirecTV Sports
 Bolívia Unitel Todos os jogos da seleção boliviana e a fase final
Tigo Sports Cobertura de todos os jogos
 Chile Canal 13 Todos os jogos da seleção chilena e a fase final
TNT Sports Cobertura de todos os jogos
DirecTV Sports
 Colômbia Caracol Televisión Todos os jogos da seleção colombiana e a fase final
RCN Televisión
Win Sports Cobertura de todos os jogos
Equador TC Televisión Todos os jogos da seleção equatoriana e a fase final
El Canal del Fútbol Cobertura de todos os jogos
 Peru América Televisión Todos os jogos da seleção peruana e a fase final
DirecTV Sports Cobertura de todos os jogos
 Paraguai Tigo Sports Cobertura de todos os jogos
DirecTV Sports
Uruguai Dexary Todos os jogos da seleção uruguaia e a fase final
DirecTV Sports Cobertura de todos os jogos
 Venezuela La Tele Tuya Todos os jogos da seleção venezuelana e a fase final
IVC
DirecTV Sports Cobertura de todos os jogos
Simple TV

América do Norte e Caribe[editar | editar código-fonte]

País Emissora Notas Ref
 Canadá Univisión Cobertura de todos os jogos [63]
 Estados Unidos Univisión Cobertura de todos os jogos em espanhol
Fox Sports Cobertura de todos os jogos em inglês

Europa[editar | editar código-fonte]

País Emissora Nota Ref
União Europeia BT Sport Cobertura de todos os jogos [67]
BeIN Sports
 Reino Unido BBC

Ásia e Oceania[editar | editar código-fonte]

País Emissora Nota Ref
Médio Oriente BeIN Sports Cobertura de todos os jogos [63]
 Austrália Optus Sport
 China Kuya Live
Kuaishou
PPTV
ÍndiaÍndia Sony Ten
Sony Six

Notas[editar | editar código-fonte]

  1. Originalmente, a competição ocorreria na Argentina e na Colômbia. No dia 20 de maio de 2021, a Colômbia foi removida como co-anfitriã devido a problemas políticos no país, enquanto no dia 30 de maio, a Argentina foi removida devido ao aumento de casos da COVID-19 no país.[1] No dia 31 de maio de 2021, a CONMEBOL decidiu que a competição seria sediada no Brasil.[2]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b «Colombia removed as co-host of next month's Copa America». Sportsnet.ca. 20 de maio de 2021 
  2. a b «Copa América será disputada no Brasil, decide Conmebol». www.uol.com.br. Consultado em 31 de maio de 2021 
  3. Gonzalez, Roger (20 de março de 2017). «The Copa America is reportedly coming back to the United States in 2020». CBSSports.com. CBS Interactive. Consultado em 26 de outubro de 2018 
  4. Fernandez, Martín (20 de março de 2017). «Conmebol fará Copa América nos mesmos anos da Euro a partir de 2020» [CONMEBOL to have Copa América in same years of Euros from 2020]. Globo Esporte. Grupo Globo. Consultado em 26 de outubro de 2018 
  5. Wahl, Grant (24 de março de 2017). «Wheels are in motion for another combined Copa America in USA for 2020». Sports Illustrated. Meredith Corporation. Consultado em 26 de outubro de 2018 
  6. «CONMEBOL to change Copa America calendar». SuperSport. Naspers. 18 de setembro de 2018. Consultado em 26 de outubro de 2018 
  7. Gabilondo, Aritz (26 de outubro de 2018). «Oficial: la Copa América será los años pares desde 2020» [Official: Copa América will be in even years from 2020]. Diario AS (em Spanish). PRISA. Consultado em 26 de outubro de 2018 
  8. «FIFA Council makes key decisions for the future of football development». FIFA.com. Fédération Internationale de Football Association. 26 de outubro de 2018. Consultado em 26 de outubro de 2018 
  9. «Argentina and Colombia to host 2020 Copa America». Mundo Albiceleste Argentina. 13 de março de 2019. Consultado em 13 de março de 2019 
  10. a b c «Copa América 2020: Duas Zonas geográficas na América do Sul e maior acessibilidade dos torcedores aos jogos». CONMEBOL. Consultado em 9 de abril de 2019 
  11. «Austrália deve disputar a Copa América de 2020; Catar será o outro convidado». Globoesporte. Consultado em 11 de junho de 2019 
  12. «Conmebol publica novo calendário da Copa América com dois dias a menos; Brasil estreia contra a Venezuela». Globoesporte. Consultado em 15 de março de 2021 
  13. «Update on upcoming FIFA World Cup qualifiers in South America». FIFA.com. 12 de março de 2020 
  14. «La CONMEBOL Libertadores queda suspendida temporalmente». CONMEBOL.com. 12 de março de 2020 
  15. Superesportes; Superesportes (17 de março de 2020). «Fifa adia Mundial de Clubes de 2021 e define nova data nesta quarta» 
  16. «Bureau of the FIFA Council decisions concerning impact of COVID-19». FIFA.com. Fédération Internationale de Football Association. 18 de março de 2020. Consultado em 18 de março de 2020 
  17. «Argentina vai desistir de sediar Copa América, diz rádio». www.uol.com.br. Consultado em 19 de maio de 2021 
  18. Semana (29 de abril de 2021). «Paro Nacional: así titularon los medios internacionales la jornada de protesta en Colombia». Semana.com Últimas Noticias de Colombia y el Mundo (em spanish). Consultado em 19 de maio de 2021 
  19. a b «Colômbia: Reforma tributária causa manifestações e 19 mortes foram registradas, diz organização». CNN Brasil. Consultado em 19 de maio de 2021 
  20. «América de Cali 1 x 3 Atlético-MG - Taça Libertadores rodada 4 - Tempo Real - Globo Esporte». ge.globo. Consultado em 19 de maio de 2021 
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  23. «Colombia se queda sin Copa América y Argentina la asumiría toda». MARCACOLOMBIA (em espanhol). 20 de maio de 2021. Consultado em 20 de maio de 2021 
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