Copa do Mundo FIFA de 2022

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Copa do Mundo FIFA de 2022
2022 FIFA World Cup / بطولة كأس العالم لكرة القدم 2022
Qatar 2022
Qatar 2022 bid logo.svg.png
Logotipo oficial da candidatura
Dados
Participantes 32
Anfitrião  Catar
Período 21 de novembro18 de dezembro
Gol(o)s Não disponível
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A Copa do Mundo FIFA de 2022 ou Campeonato Mundial de Futebol FIFA de 2022 será a vigésima segunda edição deste evento esportivo, um torneio internacional de futebol masculino organizado pela Federação Internacional de Futebol (FIFA), que ocorrerá no Catar. Com sete cidades-sede, o campeonato será disputado entre 21 de novembro e 18 de dezembro, primeira vez em que é disputado no final do ano.[1] A edição de 2022 será a primeira realizada no Oriente Médio e a última a ter o formato de 32 equipes, já que a competição terá uma mudança no formato e número de equipes na edição de 2026, passando para 48 equipes.

Acusações de corrupção foram feitas após o Catar ganhar o direito de sediar o campeonato. A FIFA realizou uma investigação interna sobre estas alegações e absolveu o Catar de qualquer crime cometido.[2] Em 27 de maio de 2015, promotores federais suíços abriram uma investigação sobre corrupção e lavagem de dinheiro nas eleições das cidades-sede das edições de 2018 e 2022.[3][4]

Em 7 de junho de 2015, foi anunciado que o Catar poderia perder o direito de sediar o campeonato, após denúncias de suborno. De acordo com Domenico Scala, representante da auditoria da FIFA, as denúncias surgiram após a divulgação do resultado da votação de eleição da cidade-sede.[5] Porém, nenhum indício foi comprovado e o Catar foi confirmado como sede desta edição.[6]

O Catar sofreu diversas criticas sobre as condições dos trabalhadores dos novos estádios para a competição, sendo que a Anistia Internacional referiu-se como trabalho escravo as condições dos trabalhadores, que sofriam abusos de direitos humanos, violando diversas regras da instituição.[7]

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

Candidatura[editar | editar código-fonte]

O Catar decidiu apresentar a sua candidatura apenas para 2022. Com apenas 1,6 milhão de habitantes, o país pretendeu ser a primeira nação do Oriente Médio a receber tal competição, tentando aproximar os mundos ocidentais e orientais.[8][9]

Uma das preocupações da candidatura foram as temperaturas muito elevadas que se registram naquele país. A Copa do Mundo sempre foi realizada entre junho e julho, exatamente o período de recesso das ligas europeias. Nesse período de tempo, as temperaturas ultrapassam facilmente os 40 graus celsius, nunca baixando para menos de 30 graus celsius.[10][11] O sheik Mohammed bin Hamad bin Khalifa al-Thani, autoridade responsável pela candidatura de 2022, afirmou que está em curso a introdução de uma tecnologia dentro dos estádios de modo a conseguir baixar as temperaturas em cerca de 20 graus celsius.[12]

O presidente da FIFA, Joseph Blatter, admitiu apoiar a ideia de um país do Oriente Médio recebesse a competição. Ele afirmou que a região merece receber tal competição, já que 22 países da região nunca tiveram uma oportunidade concreta de receber um torneio deste tamanho. Blatter ainda afirma que ficou surpreendido com a evolução desta candidatura e reiterou que o país já mostrou ser capaz de organizar tal competição, quando sediou com sucesso os Jogos Asiáticos de 2006.[13]

Processo de escolha[editar | editar código-fonte]

O processo de escolha para as sedes das edições de 2018 e 2022 iniciou em janeiro de 2009, e as associações interessadas tinham até 2 de fevereiro de 2009 para enviar a documentação necessária.[14] Inicialmente, onze propostas foram recebidas pela FIFA, porém o México decidiu desistir do processo,[15][16] e a candidatura da Indonésia foi rejeitada pela FIFA em fevereiro de 2010, após a Associação de Futebol da Indonésia não apresentar uma carta de garantia do governo indonésio para apoiar a candidatura.[17]

No final, havia cinco propostas para a competição, a Austrália, Catar, Coreia do Sul, Estados Unidos e Japão. Os membros do Comitê Executivo da FIFA se reuniram em Zurique em 2 de dezembro de 2010 para votar e selecionar as sedes das duas edições.[18] Dois membros foram suspensos antes da votação após alegações de corrupção em relação aos seus votos.[19]

XXII Copa do Mundo FIFA
Congresso Ordinário da FIFA
2 de dezembro de 2010, em Zurique, Suíça.
Países candidatos 1ª Rodada 2ª Rodada 3ª Rodada 4ª Rodada
 Catar 11 10 11 14
 Estados Unidos 3 5 6 8
 Coreia do Sul 4 5 5
 Japão 3 2
 Austrália 1

A vitória do Catar foi classificada como tendo alto risco operacional pela mídia estadunidense, australiana e britânica.[20][21] Foi severamente criticada após os escândalos de corrupção na FIFA.[22] O Catar é o menor país em área e população que irá sediar uma Copa do Mundo FIFA, superando a Suíça, que havia sediado em 1954.[23]

Eliminatórias[editar | editar código-fonte]

Trinta e duas seleções participam na competição, e a catarense não precisou disputar eliminatórias por ser a anfitriã. A distribuição das vagas pelas confederações continentais foi divulgada pelo Comitê Executivo da FIFA em maio de 2015, sem alterações em relação à edição anterior. A princípio a União das Federações Europeias de Futebol (UEFA) reiterava mais uma vaga para o continente europeu, porém a FIFA não cedeu e manteve inalterada a divisão das vagas. Assim, continuaram treze vagas para a UEFA, cinco para a CAF, quatro para a CONMEBOL, quatro para a AFC (sem incluir a vaga do anfitrião Catar) e três para a CONCACAF. Alem disso, a repescagem intercontinental ocorre entre uma seleção da AFC e da CONCACAF e outra entre uma da CONMEBOL e da OFC, que não possui vaga garantida direta ao mundial.

Sorteio[editar | editar código-fonte]

Após a entrada de novos membros, todas as 211 nações filiadas à FIFA inscreveram-se para participar das eliminatórias.[24]

  • AFC: 43 times competem por 4 vagas diretas para a Copa e 1 vaga para a repescagem intercontinental, que será disputada em jogos de ida e volta contra o 5º colocado das eliminatórias sul-americanas;
  • CAF: 54 times competem por 5 vagas diretas para a Copa;
  • CONCACAF: 35 times competem por três vagas diretas para a Copa e 1 vaga para a repescagem intercontinental, que será disputada em jogos de ida e volta contra o vencedor das eliminatórias da Oceania;
  • CONMEBOL: 10 times competem por 4 vagas diretas para a Copa e 1 vaga para a repescagem intercontinental, que será disputada em jogos de ida e volta contra o 5º colocado das eliminatórias asiáticas;
  • OFC: 11 times competem por uma vaga para a repescagem intercontinental, que será disputada em jogos de ida e volta contra o 4º colocado das eliminatórias da CONCACAF;
  • UEFA: 55 times competem por 13 vagas diretas para a Copa.

Seleções qualificadas[editar | editar código-fonte]

Confederação Seleção Classificada como Data em que a classificação foi assegurada Aparições em Copas do Mundo Aparições consecutivas Última aparição Melhor resultado anterior
AFC
(4,5 vagas + país-sede)
Flag of Qatar.svg Qatar País-sede 2 de outubro de 2010 1 1 Estreante

Sedes[editar | editar código-fonte]

Ao contrário dos eventos anteriores,esta edição deverá contar com o número mínimo de estádios (8).Originalmente,o número final seria de 12 arenas,mas devido aos cortes que o comitê organizador foi forçado a fazer, a construção de 4 arenas foi cancelada . Destas 8 arenas,apenas duas estão confirmadas: Nova Arena de Lusail que sediará o jogo de abertura e a final e o Estádio Internacional Khalifa que foi construído para os Jogos Asiáticos de 2006 e sediará o Campeonato Mundial de Atletismo de 2019.[25][26]

Lusail Doha Doha Doha
Estádio Nacional Lusail Estádio Internacional Khalifa Estádio da Cidade dos Esportes Estádio da Cidade da Educação
Capacidade: 86,250
(planejado)
Capacidade: 40,000
(planos de expansão para 68,030)
Capacidade: 47,560
(planejado)
Capacidade: 45,350
(planejado)
Khalifa International Stadium interior night 2009 Emir Cup.jpg
Al Khor Madinat ash Shamal
Estádio Al-Khawr Estádio Al-Shamal
Capacidade: 45,330
(planejado)
Capacidade: 45,120
(planejado)
Al Wakrah Umm Salal
Estádio Al-Wakrah Estádio de Umm Salal
Capacidade: 45,120
(planejado)
Capacidade: 45,120
(planejado)
Doha Doha Al Rayyan Doha
Estádio do Porto de Doha Estádio Al-Gharafa Estádio Ahmed bin Ali Estádio da Universidade do Qatar
Capacidade: 44,950
(planejado)
Capacidade: 21,282
(planos de expansão para 44,740)
Capacidade: 21,282
(planos de expansão para 44,740)
Capacidade: 43,520
(planos de expansão para 43,520)
Ahmed bin Ali stadium.jpg Qatar univ stadium Doha.jpg

Fase de grupos[editar | editar código-fonte]

Equipes classificadas para a fase final
Equipes eliminadas

Fase final[editar | editar código-fonte]

Esquema[editar | editar código-fonte]

Oitavas de final Quartas de final Semifinais Final
                           
           
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Controvérsias[editar | editar código-fonte]

Uma série de grupos e meios de comunicação expressaram preocupação com a adequação do Qatar para acolher o evento[27][28] no que diz respeito à interpretação dos direitos humanos, particularmente as condições dos trabalhadores, os direitos dos torcedores da comunidade LGBT,[28][29][30][31] as condições climáticas extremas do país e as acusações de que o governo local apoia o terrorismo de forma diplomática e financeira.[32]

A escolha do Qatar como país anfitrião tem sido controversa; as autoridades da FIFA foram acusadas de corrupção e de permitirem que o Qatar "comprasse" a Copa do Mundo,[33] o tratamento dos trabalhadores das construções dos estádios foi questionado por grupos de direitos humanos[34] e os altos custos necessários para tornar o evento uma realidade foram criticados. As condições climáticas fizeram com que alguns chamassem de hospedagem do torneio no país de "impossível", apesar de projetos que previam estádios com ar condicionado e até a mudança da data do torneio para um período do ano que fosse menos quente. Sepp Blatter, que foi o presidente da FIFA quando o Qatar foi selecionado, depois observou que escolha do Qatar como a sede da Copa do Mundo foi um "erro" devido ao calor extremo.[35][36]

Condições dos trabalhadores[editar | editar código-fonte]

A questão dos direitos dos trabalhadores migrantes também atraiu a atenção, depois que uma investigação do jornal The Guardian alegou que a muitos dos trabalhadores são negados alimentos e água, que seus documentos de identidade são retidos e que eles não são pagos em dia ou simplesmente não recebem salários, fazendo com que alguns deles sejam escravos. O jornal britânico estimou que até 4.000 trabalhadores podem morrer devido às falhas de segurança e outras causas quando a competição for realizada.[34] Essas reivindicações foram baseadas no fato de que 522 trabalhadores nepaleses[37] e outros de 700 trabalhadores indianos[38] morreram desde o ano de 2010, quando a candidatura do Qatar como anfitrião da Copa do Mundo foi conquistada. Cerca de 250 trabalhadores indianos morreram por ano,[39] mas dado que há meio milhão de trabalhadores indianos no Qatar, o governo da Índia diz que é um número bastante normal de mortes.[39] No Reino Unido, em qualquer grupo de meio milhão de homens de 25 a 30 anos, uma média de 300 morrem a cada ano, uma taxa maior que entre os trabalhadores indianos no Qatar.[39]

Em maio de 2015, uma equipe de quatro jornalistas da BBC foram presos por dois dias depois de terem tentado denunciar a condição dos trabalhadores no país. Os repórteres foram convidados a visitar o país como convidados do governo qatariano.[40]

Em junho de 2015, o The Wall Street Journal informou que a Confederação Sindical Internacional estimou que mais de 1.200 trabalhadores haviam morrido enquanto trabalhavam em projetos imobiliários e de infraestrutura relacionados à Copa do Mundo, sem qualquer explicação do governo do Qatar.[41] A BBC informou mais tarde que este número muitas vezes citado de 1.200 trabalhadores que morreram na construção da Copa do Mundo entre 2011 e 2013 não é correto e que o número de 1.200 representa as mortes de todos os indianos e nepaleses que trabalham no Catar, não apenas dos trabalhadores envolvidos na preparação para a Copa do Mundo e/ou apenas dos trabalhadores da construção civil.[39] A maioria dos nativos do Qatar evita fazer trabalhos manuais ou empregos pouco qualificados; além disso, eles recebem preferência no local de trabalho.[42][43]

Eleição[editar | editar código-fonte]

As alegações de corrupção nos processos de licitação para as Copas do Mundo de 2018 e 2022 causaram ameaças da The Football Association da Inglaterra para boicotar o torneio.[44] A FIFA nomeou Michael J. Garcia, advogado dos Estados Unidos, para investigar e produzir um relatório (o Relatório Garcia) sobre as alegações de corrupção. Embora o relatório nunca tenha sido publicado, a FIFA divulgou um resumo de 42 páginas de suas descobertas, conforme determinado pelo juiz alemão Hans-Joachim Eckert. O resumo de Eckert livra a Rússia e o Qatar de qualquer irregularidade, mas foi denunciado pelos críticos como parcial.[45] Garcia criticou o resumo como sendo "materialmente incompleto" com "representações errôneas e conclusões dos fatos" e apelou ao Comitê de Recurso da FIFA.[46][47] O comitê se recusou a ouvir seu recurso, então Garcia renunciou em protesto contra a conduta da FIFA, citando uma "falta de liderança" e falta de confiança na independência de Eckert.[48]

Em 3 de junho de 2015, o FBI confirmou que as autoridades federais estavam investigando os processos de licitação e adjudicação para as Copas do Mundo de 2018 e 2022.[49][50] Em uma entrevista publicada em 7 de junho de 2015, Domenico Scala, chefe do Comitê de Auditoria e Cumprimento da FIFA, declarou que "deveria haver evidências de que as eleições do Qatar e da Rússia aconteceram apenas por causa de votos comprados, então os escolhas poderiam ser canceladas".[5][6]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «FIFA Executive Committee confirms November/December event period for Qatar 2022». FIFA.com. 19 de março de 2015 
  2. «Fifa report 'erroneous', says lawyer who investigated corruption claims». BBC Sport. British Broadcasting Corporation. 13 de novembro de 2014. Consultado em 24 de fevereiro de 2015 
  3. «Criminal investigation into 2018 and 2022 World Cup awards opened». ESPN FC. ESPN. 27 de maio de 2015. Consultado em 27 de maio de 2015 
  4. «The Office of the Attorney General of Switzerland seizes documents at FIFA». The Federal Council. The Swiss Government. 27 de maio de 2015. Consultado em 27 de maio de 2015 
  5. a b «'Russia & Qatar may lose World Cups' – Fifa official». BBC News. 7 de junho de 2015 
  6. a b Owen Gibson (7 de junho de 2015). «Russia and Qatar may lose World Cups if evidence of bribery is found». The Guardian 
  7. Amnesty says workers at Qatar World Cup stadium suffer abuse Eurosport
  8. «Rússia, em 2018, e Qatar, em 2022, são escolhidos para sediar a Copa». R7. 2 de dezembro de 2010. Consultado em 2 de dezembro de 2010 
  9. «Qatar 2022 announces Bid Committee leadership» (em inglês). Dubai Chronicle. 25 de março de 2009. Consultado em 2 de dezembro de 2010 
  10. Heathcote, Neil (4 de maio de 2010). «Qatar pitches cool World Cup bid» (em inglês). BBC World News. Consultado em 7 de maio de 2010 
  11. «Monthly Averages for Doha, Qatar» (em inglês). The Weather Channel. Consultado em 26 de outubro de 2009 
  12. Tripathi, Raajiv; Nag, Arindam (25 de março de 2009). «Qatar will be great host for WC 2022» (em inglês). Qatar Tribune 
  13. «Blatter reaches out to Arabia» (em inglês). Al Jazeera. 25 de abril de 2010. Consultado em 1 de maio de 2010 
  14. Goff, Steve (16 de janeiro de 2009). «Future World Cups». The Washington Post. Consultado em 16 de janeiro de 2009 
  15. «2018 and 2022 FIFA World Cup bids begin in January 2009». Consultado em 29 de setembro de 2009 
  16. «World Cup 2018». 5 de janeiro de 2015 
  17. «Indonesia's bid to host the 2022 World Cup bid ends». BBC Sport. 19 de março de 2010. Consultado em 19 de março de 2010. Cópia arquivada em 20 de março de 2010 
  18. «Combined bidding confirmed». FIFA. 20 de dezembro de 2008. Consultado em 20 de dezembro de 2008. Cópia arquivada em 22 de janeiro de 2009 
  19. Wilson, Steve (18 de novembro de 2010). «World Cup 2018: meet Amos Adamu and Reynald Temarii, the Fifa pair suspended over corruption». The Telegraph. London. Consultado em 20 de março de 2014 
  20. «World Cup 2022: Blow to Qatar's 2022 bid as FIFA brands it "high risk"». Bloomberg. 18 de novembro de 2010. Consultado em 3 de dezembro de 2010. Cópia arquivada em 1 de dezembro de 2010 
  21. James, Stuart (2 de dezembro de 2010). «World Cup 2022: 'Political craziness' favours Qatar's winning bid». The Guardian. London. Consultado em 3 de dezembro de 2010 
  22. «Qatar world cup part of FIFA corruption scandal». 7 de junho de 2015. Consultado em 7 de junho de 2015 
  23. «Population structure». Qatar Statistics Authority. 31 de janeiro de 2013 
  24. «Current allocation of FIFA World Cup™ confederation slots maintained». FIFA.com. 30 de maio de 2015 
  25. Roscoe, Andrew (13 de maio de 2010). «Qatar unveils World Cup building plans» (em inglês). Meed.com. Consultado em 3 de dezembro de 2010 
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  27. Kaufman, Michelle. «Tiny Qatar beats out America for World Cup – Total Soccer | Fútbol Total». Miami Herald. Consultado em 2 de dezembro de 2011 
  28. a b James, Stuart (2 de dezembro de 2010). «World Cup 2022: 'Political craziness' favours Qatar's winning bid». The Guardian. London 
  29. Geen, Jessica. «Gay groups' anger at 'homophobic' World Cup hosts Russia and Qatar». Pink News. Consultado em 2 de dezembro de 2011 
  30. «Qatar's World Cup won't be gay-friendly». news.com.au. 3 de dezembro de 2010 
  31. "Still Slaving Away." The Economist. 6 June 2015: 38-39. Print.
  32. Samuel, Martin (18 de março de 2014). «New Qatar controversy as World Cup hosts are linked to terrorism». dailymail.co.uk. Londres 
  33. «Valcke denies 2022 'bought' claim». BBC News. 30 de maio de 2011 
  34. a b Booth, Robert. «Qatar World Cup construction 'will leave 4,000 migrant workers dead'». The Guardian. Consultado em 26 de setembro de 2013 
  35. «Sepp Blatter: awarding 2022 World Cup to Qatar was a mistake | Football». theguardian.com. Consultado em 16 de maio de 2014 
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  37. http://www.itv.com/news/2015-06-09/fifa-2022-world-cup-the-human-cost-in-qatar/
  38. Gibson, Owen (24 de setembro de 2013). «More than 500 Indian workers have died in Qatar since 2012, figures show | World news». The Guardian. Consultado em 20 de fevereiro de 2014 
  39. a b c d http://www.bbc.com/news/magazine-33019838
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  41. Rory Jones and Nicolas Parasie (4 de junho de 2015). «Blatter's Resignation Raises Concerns About Qatar's FIFA World Cup Prospects». WSJ 
  42. http://www.dailymail.co.uk/news/article-3106899/The-squalid-conditions-building-Qatar-s-tainted-260-billion-World-Cup-4-000-predicted-die-tournament.html
  43. http://www.migrant-rights.org/2015/10/qatar-no-country-for-migrant-men/
  44. Ornstein, David (17 de novembro de 2014). «World Cup: Former FA chief David Bernstein calls for boycott». BBC Sport. Consultado em 17 de novembro de 2014 
  45. Dunbar, Graham. «FIFA under fire after report on Qatar, Russia». Associated Press. Consultado em 14 de novembro de 2014. Arquivado do original em 16 de novembro de 2014 
  46. Roan, Dan (17 de novembro de 2014). «Greg Dyke: FA demands full report findings into World Cup corruption». BBC Sport. Consultado em 17 de novembro de 2014 
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  49. «Ben Rumsby, "Fifa in crisis: FBI extends investigation to Russia 2018 and Qatar 2022 World Cup bids", The Telegraph». 4 de junho de 2015. Consultado em 4 de junho de 2015 
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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