Corredor de Transporte Metropolitano Itapevi - Butantã

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Corredor Itapevi - São Paulo (EMTU)
Terminal Km 21, parte do Corredor Itapevi-São Paulo
Terminal Km 21, parte do Corredor Itapevi-São Paulo
Inauguração:março de 2018 (4 meses)
Estações:34 Paradas e 8 Terminais
Comprimento:23,6 km
Velocidade máx.:50 km/h (31,1 mph)
Estado:Em obras/ Em projeto
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TUSSAM.png8cinza.pngTerminal Itapevi Km 0
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Benedito de Abreu
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8cinza.pngEngº Cardoso
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Km 2
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Ameríndia
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Antonio C. Fonseca
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Divisa Itapevi-Jandira - Km 3
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8cinza.pngRosa Maria
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Mariana
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Prestes Maia
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TUSSAM.png8cinza.pngTerminal Jandira
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Km 5
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Under construction icon-red.svgTrecho em obras
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Secretaria de Saúde
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Divisa Jandira-Barueri
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TUSSAM.png8cinza.pngJd. Silveira
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Exército Brasileiro
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8cinza.pngJardim Belval
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Prefeitura de Barueri
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TUSSAM.png8cinza.pngE.T. Barueri
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Arsenal de Guerra
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Estrada Velha
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Barueri-Carapicuíba
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Vitório Fornazaro
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8cinza.pngSanta Terezinha
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Getúlio Vargas
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TUSSAM.png8cinza.pngCarapicuíba
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Brasil
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Fórum de Carapicuíba
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Carapicuíba-Osasco
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TUSSAM.png8cinza.pngTerminal Km 21
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Under construction icon-red.svgFim do trecho em obras
Unknown route-map component "fexLSTR"
Em Projeto
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General Florêncio
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8cinza.pngQuitaúna
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Anunciata de Lucia
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8cinza.pngCmte. Sampaio
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Praça 31 de Março
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Avenida Liberdade
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Antônio Agú
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Dona Primitiva Vianco
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Teatro Municipal
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União
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TUSSAM.png Terminal Vila Yara
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Divisa Osasco - São Paulo
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TUSSAM.png 4yellow.pngTerminal Butantã

O Corredor de Transporte Metropolitano Itapevi – São Paulo (Butantã), de 33 Km de extensão, inicia a partir do Terminal Itapevi, junto à Estação da CPTM, em Itapevi, e segue até a Estação Butantã do Metrô ( Linha 4 – Amarela), na capital paulista. O projeto abrange os municípios de Itapevi, Jandira, Barueri, Carapicuíba, Osasco e São Paulo que, juntos, somam cerca de 13 milhões de habitantes. [1]

Em sua primeira fase construção do novo viário entre Itapevi e Jandira, de aproximadamente 5 Km, fará a interligação das Estações da CPTM Itapevi, Engenheiro Cardoso, Sagrado Coração e Jandira. A obra inclui a implantação do Terminal Itapevi, estações de transferência, viaduto e passarelas. [2]

História[editar | editar código-fonte]

A região foi interligada através da Estrada velha de Itu, utilizada por tropeiros para viagens entre São Paulo, a Aldeia de Carapicuíba, Santana de Parnaíba, Sorocaba (cuja feira era a maior do interior) e Itu. Ao longo do século XIX diversas mudanças ocorreram, impulsionadas pela implantação da Estrada de Ferro Sorocabana em 1875. Com a chegada do automóvel ao Brasil, no início do século XX, estradas de rodagem foram construídas, sendo que a velha estrada para Itu foi substituída por uma rodovia (atual SP 312) em 1 de maio de 1922. Essa rodovia acabou se tornando (ao lado da ferrovia Sorocabana e das futuras rodovias Castelo Branco e Raposo Tavares) um dos corredores de transporte que impulsionou o crescimento da região, sendo um dos pontos de adensamento da população que ali chegava. [3]

Em 1934 surgem as primeiras linhas de ônibus regulares entre Carapicuíba e o Largo da Batata e a Lapa, que se tornam os principais centros regionais da região oeste da grande São Paulo.Nos próximos 30 anos ocorrem desmembramentos nos municípios de São Paulo, Santana de Parnaíba e Cotia, surgindo novas cidades: Itapevi (1949), Barueri (1949), Osasco (1962), Carapicuíba (1964) e Jandira (1964). As regiões semi-adensadas lindeiras do corredor, com pequenas casas intercaladas com grandes glebas desaparecem, dando lugar a empreendimentos comerciais e industriais, como por exemplo, o Matadouro do Km 21 (1914) [4], Asilo Santa Terezinha (1923) [5], fábrica Brown Boveri (1945) [6], fábrica Osram (1955) [7], Hospital Cruzeiro do Sul (1968). Dessa forma, a rodovia SP 312 é desmembrada em várias avenidas dos novos municípios.

O transporte público até então é controlado pelo estado através de permissões, gerando dezenas de empresas e pequenos proprietários de veículos. Essa situação muda na década de 1970 com a criação da EMTU, que passa a regulamentar as linhas intermunicipais. Nessa mesma década surge o primeiro projeto de modernização desse corredor de transporte. A prefeitura de São Paulo sugere a implantação de um corredor de trólebus entre o Largo da Batata e Osasco.[8] Apesar da obra não ter saído do papel, a EMTU continua planejando o corredor (agora chamado de Corredor Viário Oeste) ao longo dos anos 1980 e 1990. [9]

Vias integrantes do Corredor[editar | editar código-fonte]

O Corredor é formado pelas seguintes vias:

Via Cidade Inauguração original Paradas Status das obras do Corredor
Avenida Vital Brasil São Paulo Maio de 1922 N/D Em estudos
Avenida Corifeu de Azevedo Marques São Paulo Maio de 1922 N/D Em estudos
Avenida dos Autonomistas Osasco Maio de 1922 11 Em projeto
Avenida Desembargador Dr. Eduardo Cunha de Abreu Carapicuíba Maio de 1922 3 Em obras
Avenida Governador Mário Covas Carapicuíba Maio de 1922 1 Em obras
Avenida Deputado Emílio Carlos Carapicuíba Maio de 1922 3 Em obras
Avenida Marechal Rondon Barueri Maio de 1922 1 Em obras
Rua Anhanguera Barueri Maio de 1922 2 Em obras
Estrada de Jandira Barueri 1998 3 Em obras
Avenida Municipal Barueri Déc. 1950 1 Em obras
Avenida João Balhesteiro Jandira Déc. 1950/março de 2018 (prolongamento) 5 Em obras (2)/ Em operação (3)
Rua Nelson Ferreira da Costa Itapevi março de 2018 4 Em operação


Galeria[editar | editar código-fonte]

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Referências

  1. Emplasa - ITDP (Janeiro de 2017). «Avaliação do Potencial de Desenvolvimento Orientadoao Transporte Sustentável (DOTS): Corredores de Transporte na Sub-região Oeste da Região Metropolitana de São Paulo» (PDF). Emplasa. Consultado em 23 de junho de 2018. 
  2. «Obras do Corredor Metropolitano Itapevi - São Paulo». EMTU. Consultado em 21 de junho de 2018. 
  3. Correio Paulistano (3 de maio de 1922). «S.Paulo-Itú». Biblioteca Nacional-Hemeroteca Digital Brasileira. Consultado em 23 de junho de 2018. 
  4. «De 1920-1940:Osasco nos Anos 20». Câmara Municipal de Osasco. Consultado em 23 de junho de 2018. 
  5. «Institucional». Associação Santa Terezinha. Consultado em 23 de junho de 2018. 
  6. «A Chegada das Indústrias em Osasco». Câmara Municipal de Osasco. Consultado em 23 de junho de 2018. 
  7. Hagop Koulkdjian Neto. «O Desenvolvimento da Osram do Brasil». Hagop Garagem. Consultado em 23 de junho de 2018. 
  8. Renato Lobo (14 de outubro de 2014). «São Paulo teria 280 km de corredores de trólebus». Via Trólebus. Consultado em 23 de junho de 2018. 
  9. Secretaria dos Transportes Metropolitanos de São Paulo (1995). «Programa Integrado de Transportes Urbanos» (PDF). Emplasa-Biblioteca Virtual 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]