Cotia

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Município de Cotia
"Cidade das Rosas"
Cidade De Cotia.jpg

Bandeira de Cotia
Brasão de Cotia
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 2 de abril de 1856 (162 anos)
Gentílico cotiano [1]
Prefeito(a) Rogério Franco (PSD)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de Cotia
Localização de Cotia em São Paulo
Cotia está localizado em: Brasil
Cotia
Localização de Cotia no Brasil
23° 36' 14" S 46° 55' 08" O23° 36' 14" S 46° 55' 08" O
Unidade federativa São Paulo
Região
intermediária

São Paulo IBGE/2017 [2]

Região
imediata

São Paulo IBGE/2017

Região metropolitana São Paulo
Municípios limítrofes Oeste: Ibiúna
Noroeste: São Roque e Vargem Grande Paulista
Norte: Itapevi, Jandira e Carapicuíba
Nordeste: Osasco
Leste: São Paulo (Minimamente)
Sudeste: Itapecerica da Serra, Embu das Artes e Taboão da Serra
Sul: São Lourenço da Serra
Distância até a capital 34 km[3]
Características geográficas
Área 323,891 km² [4]
População 237 750 hab. IBGE/2017[5]
Densidade 734,04 hab./km²
Altitude 853 m
Clima subtropical Cfb
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,780 (SP: 44°) – elevado PNUD/2010[6]
PIB R$ 9 883 959 mil (BR: 81º) – IBGE/2013[7]
PIB per capita R$ 44 735,74 IBGE/2013[7]
Página oficial
Prefeitura www.cotia.sp.gov.br/

Cotia é um município brasileiro do estado de São Paulo, Microrregião de Itapecerica da Serra, na Zona Sudoeste da Região Metropolitana de São Paulo, em conformidade com a lei estadual nº 1.139, de 16 de junho de 2011[8] e, consequentemente, com o Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado da Região Metropolitana de São Paulo (PDUI)[9]. A população estimada em 2014 era de 225 306 habitantes[10] e sua área é de 323,89 km², o que resulta numa densidade demográfica de 620,6 hab/km². Localiza-se às margens do rio Cotia, afluente do Rio Tietê.

É considerada uma área de expansão dos bairros residenciais da Região Metropolitana de São Paulo, na direção oeste. Foi conhecida como "Cidade das Rosas" em virtude da Fazenda Roselândia, um antigo patrimônio histórico, onde havia o cultivo e a comercialização de rosas e outras espécies de flores. A área onde existia a fazenda está em fase de loteamento para a construção de um condomínio horizontal. Atualmente, Cotia é um dos municípios mais ricos e desenvolvidos da região à qual pertence. Conta também com muitos condomínios, entre eles alguns luxuosos, principalmente no distrito de Granja Viana, um subúrbio nobre da região. Muitos residentes de Cotia trabalham em São Paulo, o que gera um intenso tráfego de veículos e congestionamentos constantes na Rodovia Raposo Tavares. Muitos desses condomínios foram criados ao longo da década de 1990 como bolsões residenciais, e algumas ruas antes públicas foram tornadas particulares. Geralmente, com exceção do serviço de coleta de lixo, todos o trabalho de manutenção da rua (segurança, recapeamento, etc.) é feito por empresas particulares. O modelo recebe críticas por supostamente infringir o direito de ir e vir, por privatizar espaços públicos e por impor o pagamento de mensalidades aos moradores; por outro lado, é defendido por trazer mais segurança às ruas.[11]

A partir dos anos 2010, a tendência em Cotia foi a criação de condomínios horizontais, com casas de metragens relativamente pequenas e voltadas para o público de padrão médio, geralmente oriundo das Zonas Sul e Leste da cidade de São Paulo.[12]

História[editar | editar código-fonte]

História política[editar | editar código-fonte]

Freguesia de Cotia, em detalhe do mapa de 1750, intitulado "Costa do Brasil desde a ponta de Itapetininga, São Paulo, até o rio Imbou ao sul da Ilha de Santa Catarina" (Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro)

A administração portuguesa da região oeste da Capitania de São Vicente foi iniciada em 1580, com a concessão, pelo capitão-mor Jerônimo Leitão, de sesmaria, no sítio de Carapicuíba, aos índios da Aldeia de Pinheiros (fundada em 1562). Pouco depois, foram doadas aos jesuítas a fazenda de Carapicuíba em 1615 e a sesmaria M’boy (Embu) em 1624. A partir de 1603 iniciaram-se as bandeiras de apresamento dos índígenas e a guerra entre jesuítas e paulistas, e em 1626 a bandeira de Raposo Tavares percorreu o braço principal do antigo caminho indígena do Peabiru (também denominado Caminho de Cotia), que ligava a região da Vila de São Vicente ao Paraná e ao Paraguai rumo às reduções jesuíticas do Guairá com a finalidade de captura de índios, tipo de ação que os historiadores do século XIX passaram a denominar "desbravamento".[13] Desde pelo menos as décadas de 1640 e 1650 já existiam fazendas e residências rurais no oeste paulista (período da construção das casas atualmente conhecidas como Sítio do Padre Inácio, Sítio do Mandu e Sítio Santo Antônio, este último pelo bandeirante Fernão Paes de Barros em c.1640) e as primeiras vilas da região foram instituídas em 1657 (São Roque) e 1661 (Sorocaba). Em 8 de setembro de 1662 foi instalada a capela curada de Cotia (dedicada a Nossa Senhora do Monte Serrate), na confluência entre o Rio Cotia e o Caminho do Peabiru (na região da atual Estrada Fernando Nobre), e que tornou-se rota bandeirante no século XVII e rota de tropeiros que traziam muares do Paraguai nos séculos XVIII e XIX (origem da atual Rodovia Raposo Tavares).[14][15][16][17][18][19][20]

Cotia já era paróquia em 1684, quando foi visitada pelo Bispo do Rio de Janeiro, Dom José de Barros Alarcão e, em 1686, possuía 405 habitantes. Somente em 8 de setembro de 1713 foi inaugurada a capela de Nossa Senhora do Monte Serrate no alto da colina na qual atualmente se encontra (em configuração semelhante a de outras vilas portuguesas instaladas sobre colinas, como a própria Vila de São Paulo), fazendo surgir a Freguesia de Cotia em 1723, que passou a figurar em mapas da região a partir do século XVIII. Cotia possuía 912 habitantes em 1736, 1.735 habitantes em 1766, 1.825 habitantes em 1786 e 3.770 habitantes em 1836, sendo, nessa última data, 17% escravos e 83% cidadãos livres, o que dá uma dimensão do seu pequeno desenvolvimento econômico até essa fase. Cotia foi elevada a vila em 2 de abril de 1856, com o nome de Nossa Senhora do Monte Serrate de Cotia, registrando 5.024 habitantes em 1876 e 7.517 habitantes em 1886. Em 19 de dezembro de 1906, por meio da Lei Estadual nº 1.030, foi elevada à categoria de município, com o atual nome de Cotia.[14][15][16][17][18][19][20][21][22]

Em divisão administrativa do ano de 1911, o município de Cotia foi constituído como distrito-sede e, pela Lei n.º 1.471, de 19/10/1920, foi criado o distrito de Itapevi, anexado ao município de Cotia. Em divisão referente ao ano de 1933, o município estava constituído de dois distritos, Cotia e Itapevi, assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31/12/1936 e 31/12/1937. Pelo Decreto-lei Estadual n.º 14.334, de 30/11/1944, foi criado o distrito de Caucaia do Alto, anexado ao município de Cotia. Pela Lei Estadual n.º 233, de 24/12/1948, foi criado o distrito de Jandira, com terras desmembradas do distrito de Itapevi, e anexado ao município de Cotia. Em divisão territorial datada de 01/07/1950, o município estava constituído de quatro distritos, Cotia, Caucaia do Alto, Itapevi e Jandira, assim permanecendo em divisão territorial datada de 01/07/1955. Pela Lei Estadual n.º 5.285, de 18/02/1959, foi desmembrado do município de Cotia o distrito de Itapevi, assim elevado à categoria de município. Em divisão territorial datada de 01/07/1960, o município estava constituído de três distritos: Cotia, Caucaia do Alto e Jandira. Pela Lei Estadual n.º 8.092, de 28/02/1964, foi desmembrado do município de Cotia o distrito de Jandira, assim elevado à categoria de município. Sob a mesma Lei Estadual, foi criado o distrito de Raposo Tavares e incorporado ao município de Cotia. Em divisão territorial datada de 31/12/1968, o município de Cotia estava constituído de três distritos: Cotia, Caucaia do Alto e Raposo Tavares. Pela Lei Estadual n.º 3.198, de 23/12/1981, foi desmembrado do município de Cotia o distrito de Raposo Tavares, para constituir o novo município de Vargem Grande Paulista. Em divisão territorial datada de 01/06/1995, o município de Cotia estava constituído de dois distritos, Cotia e Caucaia do Alto, assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.[22][23]

História econômica[editar | editar código-fonte]

De acordo com o folheto “Cotia”, de Fernando Pereira Cardim, da Diretoria de Documentação e Divulgação do CNE, publicado pelo IBGE em 1964, o primeiro crescimento econômico da região de Cotia deve-se à produção e distribuição, nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, da “batata de Cotia” (batata inglesa), introduzida na região por agricultores japoneses em 1913.[22] Esse desenvolvimento foi responsável pela ampliação das atividades agrícolas na região e resultou na criação da Cooperativa Agrícola de Cotia em 1927. O desenvolvimento agrícola do município provocou seu primeiro aumento populacional acentuado, em meados do século XX: a variação populacional, de 1950 para 1960, foi de mais 238% (920 para 3.113 habitantes) no distrito-sede de Cotia, de menos 59% (351 para 145 habitantes) no distrito de Caucaia do Alto e de mais 76% (630 para 1.110 habitantes) no distrito de Jandira. O censo de 1960 registrou, em Cotia, 17.906 pessoas em 3.469 domicílios, sendo 13.125 pessoas em 2.522 domicílios no distrito-sede (76% na zona rural), 2.734 pessoas em 536 domicílios no distrito de Caucaia do Alto (95% na zona rural) e 2.047 pessoas em 411 domicílios no distrito de Jandira (46% na zona rural).[22]

O segundo grande aumento populacional de Cotia, na segunda metade do século XX (prosseguindo no início do século XXI), bem mais acentuado que o anterior e com forte aumento da densidade demográfica, foi o resultado de vários fatores, mas principalmente da mudança do perfil de trabalho, na região, de agrícola para industrial, na segunda metade do século XX: o município já contava, em 1961, com 25 fábricas, 37 unidades escolares e 131 estabelecimentos comerciais.[22] O encerramento das atividades da Cooperativa Agrícola de Cotia em 1994 e a diminuição do cultivo da uva em São Roque[24] são indícios dessa mudança, porém outros fatores participaram do aumento populacional de Cotia na segunda metade do século XX, como o crescimento da oferta de empregos na capital, aliada ao desenvolvimento do transporte terrestre na Rodovia Raposo Tavares, a imigração de pessoas procedentes de diversas regiões brasileiras e a criação dos primeiros condomínios horizontais da região, destinados inicialmente a residências de campo e posteriormente à população excedente da capital, que manteve trabalho em São Paulo e transferiu seu domicílio para Cotia, fenômeno que ocorreu também nos municípios vizinhos, como Osasco, Barueri, Itapevi, Vargem Grande Paulista, Itapecerica da Serra e outros.[25] A população registrada, no último censo (2010), foi de 201.150 pessoas, com densidade demográfica de 620,81 hab/km², enquanto a população estimada em 2017 foi de 237.750 pessoas, para uma área territorial de 323,994 km² e densidade demográfica de 733,81 hab/km², números que exibem o forte crescimento populacional e, sobretudo, da densidade demográfica nos últimos anos.[26][27] O IBGE possui dados estatísticos completos para o município de Cotia somente a partir do censo de 2010.[28]

Desde a fase agrícola, o município de Cotia passou a ter estreita relação com a situação da Rodovia Raposo Tavares, inaugurada em 1922 com o nome de Estrada São Paulo-Paraná, sobre o antigo Caminho do Peabirú e posterior rota bandeirante e de tropeiros (séculos XVII-XIX), porém apenas com o trecho São Paulo-Cotia-São Roque, justamente a principal região agrícola nas imediações da capital. Em 1954, a rodovia recebeu o nome de Raposo Tavares e foi asfaltada pela primeira vez, abrindo caminho para o ciclo industrial que se iniciava nesse período.[29] A duplicação do trecho de Cotia e Vargem Grande da Rodovia Raposo Tavares em 2002-2004, que coincidiu com a conclusão do trecho oeste do Rodoanel, pouco depois da inauguração da Avenida Escola Politécnica, refletem o acréscimo, aos fatores precedentes, da expansão imobiliária na região, que absorveu parte significativa da população que trabalha em São Paulo:[30] estudo do geógrafo Danilo Volochko em 2002 concluiu que “48% dos moradores do Residencial Valle Verde Cotia vinham de bairros como Capão Redondo, Pirituba e Brasilândia; a outra metade vinha de cidades da região metropolitana, principalmente Osasco, Cotia e Carapicuíba”.[25]

Economia[editar | editar código-fonte]

Praça da Matriz, Cotia 03.jpg

A economia da cidade é bem variada, tendo como destaque os setores industrial e agrícola.

No setor industrial localizado ao longo da Rodovia Raposo Tavares e seus arredores, os produtos mais importantes são de materiais elétricos, químicos, cerâmicos, brinquedos, têxteis, explosivos, alimentos, vinho, aguardente e máquinas agrícolas.

Na agricultura merecem destaque a batata, tomate, milho, feijão, alho e frutas diversas, sendo a maioria proveniente de Caucaia do Alto. A avicultura também é desenvolvida no município.

Em 2014, o município dispunha de 1.200 empresas licenciadas (micro, pequenas, médias e prestadores de serviços) e, até o 1º trimestre de 2015, tinha 6.186 microempreendedores individuais.[31]

Turismo[editar | editar código-fonte]

Templo Zu Lai, o maior templo budista da América Latina.

O Templo Zu Lai, inaugurado em 5 de outubro de 2003, está localizado na cidade de Cotia, no km 28 da Rodovia Raposo Tavares, sendo ele o maior templo budista da América Latina e um importante ponto turístico para a cidade.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Topografia[editar | editar código-fonte]

O terreno é acidentado e possui predominância de vales e montanhas. A altitude máxima do município é de 1.074 m acima do nível do mar, registrada na Serra de Itatuba.[32]

Clima[editar | editar código-fonte]

O clima do município, como em toda a Região Metropolitana de SP, é o subtropical. A média de temperatura anual gira em torno dos 18 °C, sendo o mês mais frio julho (Média de 14 °C) e o mais quente fevereiro (Média de 22 °C). O índice pluviométrico anual fica em torno de 1.400 mm.

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

  • Rio Cotia que corta o Município
  • Rio Sorocamirim que divide o Município com Ibiúna
  • Rio das Graças
  • Ribeirão da Ressaca que divide o Município com Itapecerica da Serra.
  • Ribeirão da Vargem Grande
  • Córrego Moinho Velho que nasce no Município de Embu e atravessa o bairro do mesmo nome e deságua no Rio Cotia.
  • Córrego Vermelho
  • Córrego Pununduva
  • Represa Pedro Beicht localizada na Reserva do Morro Grande e é responsável pelo abastecimento de água de Cotia e municípios vizinhos.
  • Represa da Graça localizada na Reserva do Morro Grande e também abastece a região de Cotia.
  • Cachoeira Furquim
  • Cachoeira Rincão
  • Ribeirão das Pedras - Contribuinte do rio Cotia, o ribeirão das Pedras tem origem nas nascentes da Granja Carolina, recebe contribuição de córregos advindos de nascentes do Morro dos Macacos, e corre paralelo à Rodovia Raposo Tavares, entre os quilômetros 29 a 31,5 da SP-270, sentido São Paulo-interior. Manancial histórico do município de Cotia, ali foi feita uma das primeiras captações de água do município com bomba movida a vapor, que abasteciam um chafariz central.
Vista da Praça da Matriz, no Centro de Cotia

Demografia[editar | editar código-fonte]

Dados do Censo - 2010

População total: 201.150

  • Urbana: 148.987
  • Rural: 50.000
    • Homens: 98.455
    • Mulheres: 102.695

Densidade demográfica (hab./km²): 554,8

Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 15,00

Região do Centro de Cotia

Expectativa de vida (anos): 71,69

Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,13

Taxa de alfabetização: 86,95%

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,826

  • IDH-M Renda: 0,786
  • IDH-M Longevidade: 0,778
  • IDH-M Educação: 0,913

Censo da População[editar | editar código-fonte]

  • 1750 = 3.770 habitantes
  • 1856 = 4.125 habitantes
  • 1930 = 20.485 habitantes
  • 1980 = 62 000 habitantes
  • 1991 = 106 306 habitantes
  • 2000 = 148.987 habitantes (Censo Demográfico do IBGE 2000)
  • 2010 = 201.150 habitantes (Censo Demográfico do IBGE 2010)

Transportes[editar | editar código-fonte]

Rodovias[editar | editar código-fonte]

Raposo Tavares na região da Granja Viana, em Cotia

Transporte Público[editar | editar código-fonte]

Terminal Rodoviário:

  • Terminal Metropolitano de Cotia (EMTU):

Possui linhas que ligam à cidade de São Paulo, região Metropolitana de São Paulo e aos bairros da cidade de Cotia.

Empresas responsáveis
  • A Viação Raposo Tavares (Danúbio Azul anteriormente) é oficialmente a empresa operadora do transporte Municipal. A mesma empresa é responsável pela maior quantidade de linhas do transporte intermunicipal da cidade, Juntamente com o consórcio Intervias. Todas as linhas que ligam Cotia a São Paulo são operadas por essa empresa.
  • A Anhanguera Viação Osasco é responsável pelas linhas que vão de Cotia até Osasco, Barueri, Carapicuíba, Jandira e Itapevi.
  • A Benfica BBTT de Barueri opera a linha 468, do Terminal Cotia até o Residencial Burle Marx em Santana de Parnaíba, passando por Itapevi e pelo bairro de Alphaville, em Barueri e a linha 489, que parte de Itapevi para Embu, passando pelo Terminal Cotia.[33].
  • A Anhanguera Empresa de Transportes e Turismo Carapicuíba opera a linha 260 que liga Cotia a partir do km 30 da Rodovia Raposo Tavares até o bairro de Alphaville, em Barueri, passando por Carapicuíba, sendo a principal ligação dos bairros próximos a rodovia (entre os km 19 e 30) até Alphaville e Carapicuíba.
  • A Intervias Miracatiba opera na linha 239 que liga Cotia a Itapecerica da Serra, passando por Embu.

Cidade-irmã[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
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Referências

  1. [[ https://cidades.ibge.gov.br/brasil/sp/cotia/panorama]]
  2. «O recorte das Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias de 2017» (PDF). Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 2017. p. 20–34. Consultado em 10 de agosto de 2017. 
  3. «Distâncias entre a cidade de São Paulo e todas as cidades do interior paulista». Consultado em 26 de janeiro de 2011. 
  4. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010. 
  5. «Estimativas populacionais para os municípios brasileiros em 1º de julho de 2017». Estimativa populacional 2017. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2017. Consultado em 31 de dezembro de 2017. 
  6. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (PDF). Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 31 de julho de 2013. 
  7. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 14 de janeiro de 2016. 
  8. «Lei Complementar nº 1.139, de 16 de junho de 2011». Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo. Consultado em 1 de fevereiro de 2017. 
  9. «Região Metropolitana de São Paulo». Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado da Região Metropolitana de São Paulo. Consultado em 1 de fevereiro de 2017.. Cópia arquivada em 27 de janeiro de 2017 
  10. Erro de citação: Código <ref> inválido; não foi fornecido texto para as refs de nome IBGE_Pop_2014
  11. Izidoro, Alencar (23 de julho de 2000). «Condomínios invadem área pública em SP». Folha de S.Paulo. Grupo Folha. Consultado em 16 de agosto de 2015. 
  12. Cabrera, Paula (26 de julho de 2015). «Cotia abriga nova geração de condomínios horizontais». Folha de S.Paulo. Grupo Folha. Consultado em 16 de agosto de 2015. 
  13. VARNHAGEN, Francisco Adolfo de. História geral do Brasil: antes de sua separação e independência de Portugal; revisão e notas J. Capistrano de Abreu, Rodolfo Garcia. 10ª ed. integral, Belo Horizonte, Ed. Itatiaia; São Paulo, EDUSP, 1981. 3 v. (Coleção reconquista do Brasil, nova série, edição especial)
  14. a b «Cotia completa 160 anos. Veja curiosidades de nossa cidade – jornalcotiaagora.com.br». www.jornalcotiaagora.com.br. Consultado em 17 de agosto de 2018. 
  15. a b «História de Cotia». www.cotianet.com.br. Consultado em 17 de agosto de 2018. 
  16. a b «Cotia cidade de Cotia Informações município Cotia História da cidade Cotia Fotos». www.mfrural.com.br. Consultado em 17 de agosto de 2018. 
  17. a b «Cotia (São Paulo-SP): Histórico.» (PDF). IBGE. Consultado em 17 de agosto de 2018. 
  18. a b «Sítio do Padre Inácio: um pedacinho da história em Cotia» 
  19. a b «Cotia - São Paulo - EcoViagem». ecoviagem.uol.com.br. Consultado em 18 de agosto de 2018. 
  20. a b «A História de Cotia – Prefeitura de Cotia». novo.cotia.sp.gov.br. Consultado em 18 de agosto de 2018. 
  21. «Brasil - São Paulo - Cotia: história & fotos.». cidades.ibge.gov.br. IBGE. Consultado em 18 de agosto de 2018. 
  22. a b c d e CARDIM, Fernando Pereira. Cotia. Coleção de Monografias - Stérie B, N.50, da Diretoria de Documentação e Divulgação do CNE. Desenho de Q. Campofiorito.
  23. «Brasil - São Paulo - Cotia: histórico». cidades.ibge.gov.br. IBGE. Consultado em 18 de agosto de 2018. 
  24. «Quem Somos | Sindicato da Indústria do Vinho de São Roque – SINDUSVINHO». www.fiesp.com.br. Consultado em 18 de agosto de 2018. 
  25. a b «Expansão imobiliária constrói periferia desigual, revela pesquisa da FFLCH | USP - Universidade de São Paulo». www5.usp.br. Consultado em 18 de agosto de 2018. 
  26. «Brasil - São Paulo - Cotia: panorama». cidades.ibge.gov.br. IBGE. Consultado em 18 de agosto de 2018. 
  27. Guedes, Manoel Vitor de Oliveira. «Cotia | Por Cidade e Estado | IBGE :: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística». www.ibge.gov.br. Consultado em 18 de agosto de 2018. 
  28. Guedes, Manoel Vitor de Oliveira. «Cotia | Por Cidade e Estado | IBGE :: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística». www.ibge.gov.br. Consultado em 18 de agosto de 2018. 
  29. «Rodovia Raposo Tavares [ SP-270 ] - RRT». www.rodoviaraposotavares.com.br. Consultado em 18 de agosto de 2018. 
  30. «CCR RodoAnel | Mapa RodoAnel Mário Covas». www.rodoaneloeste.com.br. Consultado em 18 de agosto de 2018. 
  31. «Da índústria ao comércio». Negócios para Negócios (revista) (60): 13. 2015 
  32. «CityBrazil - Dados Gerais de Cotia - São Paulo - Relevo». www.citybrazil.com.br. Consultado em 29 de outubro de 2015. 
  33. «Itinerários das linhas intermunicipais da Benfica BBTT». www.benficabbtt.com.br 
  34. «The Twin City»  em inglês

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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