Crash: Mind Over Mutant

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Crash: Mind Over Mutant
Desenvolvedora(s) Radical Entertainment
Publicadora(s) Activision
Produtor(es) Kirsten Forbes
Projetista(s) Joe McGinn
Escritor(es) Christopher Mitchell
Programador(es) Ian Gipson
Artista(s) Yousuf Mapara
Compositor(es) Marc Baril
Série Crash Bandicoot
Plataforma(s) Nintendo DS
PlayStation 2
PlayStation Portable
Wii
Xbox 360
Lançamento PlayStation 2, Wii
& Xbox 360
  • AN 7 de outubro de 2008
  • EU 31 de outubro de 2008
PlayStation Portable
  • AN 21 de outubro de 2008
  • EU 31 de outubro de 2008
Nintendo DS
  • AN 29 de outubro de 2008
  • EU 31 de outubro de 2008
Gênero(s) Plataforma
Modos de jogo Um jogador
Multijogador
Crash of the Titans
Crash Bandicoot N. Sane Trilogy

Crash: Mind Over Mutant é um jogo eletrônico de plataforma desenvolvido pela Radical Entertainment e publicado pela Activision. Foi lançado mundialmente em outubro de 2008 para Nintendo DS, PlayStation 2, PlayStation Portable, Wii e Xbox 360.

História[editar | editar código-fonte]

A história é contada através de diferentes animações, feitas em diferentes estilos: Anime, South Park, histórias em quadrinhos, fantoches, etc.

Neo Cortex, com o auxílio de seu antigo parceiro Nitrus Brio, cria um assistente digital chamado "NV" (que em inglês se parece com a palavra "envy", inveja em português), capaz de controlar as mentes de todos. Crash, o único habitante de Wumpa Island que não foi afetado pelo NV, deve salvar Coco e Crunch e impedir que Cortex continue com seus planos de controlar o mundo com o NV.

O jogo mostra em seu vídeo inicial Nina e Cortex fugindo do dominador que caiu em Wumpa Island. Logo após a fuga Cortex literalmente chuta Nina na escola do mal; na continuidade do filme é possível ver Cortex e Nitros Brio (de volta à ativa) testando o NV em um inofensivo coelho que se transforma em um monstro que comicamente esmaga Nitros Brio. Em outra parte do vídeo N. Cortex aparece construindo milhares de NVs.

O jogo realmente começa após o segundo filme que mostra Coco pedindo a Crash para lhe trazer espécies de ferramentas que estão espalhadas pela ilha, neste mesmo vídeo vemos Coco realmente em chamas.

Há titãs jogáveis e não jogáveis, Cortex é jogável e o tempo de jogo é infinito

Recepção[editar | editar código-fonte]

A maioria das análises da versão para PlayStation 2 de Mind Over Mutant foram positivas. Dakota Grabowski, da GameZone, achou o jogo "ligeiramente" melhor do que Crash of the Titans, elogiando a melhoria nos controles, a jogabilidade e o enredo. Porém, disse que a câmera "quase arruina todo o pacote".[1]

A versão para Wii também se saiu bem, embora não tanto quanto a do PlayStation 2. Louis Bedigan, também da GameZone, disse que os jovens "podem se sentir incomodados com a câmera e/ou com os objetivos repetitivos, mas é um Crash divertido, o que não se vê há algum tempo - é um dos melhores clones de Mario do Nintendo Wii". Neal Ronaghan, da Nintendo World Report, disse que "a história encantadora e humor genuíno" foram "ofuscados pela jogabilidade superficial".

As análises da versão para Xbox 360 foram misturadas. Christopher Ewen, da GameZone, elogiou o ambiente do jogo, mas o achou muito fácil. Matt Casamassina da IGN disse que o jogo é "exatamente como o antecessor: um jogo de plataforma agradável que satisfaz os jogadores mais jovens, mas não traz muita coisa que os jogadores mais experientes não tenham experimentado antes". Andy Eddy do TeamXbox elogiou a dublagem, mas criticou a jogabilidade. Justin Calvet do GameSpot afirmou que "o jogo tem muitos problemas de câmera para torná-lo recomendável". Official Xbox Magazine disse que "há muito pouco em Mind Over Mutant que faça valer os 50$ ou as quatro horas perdidas ao concluí-lo". Dan Pearson, da Eurogamer criticou a câmera, a queda de quadros por segundo, as missões inúteis e conceitos datados. Andrew Reiner de Game Informer, disse que o jogo "tem queda na taxa de frames por segundo imprevisível, e o jogo é morte certa por falhar no posicionamento da câmera", além de dizer que "é mais um jogo ruim do nosso marsupial preferido".

A versão para Nintendo DS recebeu criticas negativas. Mike David, da GameZone, disse que "é o primeiro jogo realmente decepcionante da série Crash", enquanto que Neal Ronaghan, da Nintendo World Report, achou que o jogo "deixa muito a desejar em termos de profundidade e nível de design". Craig Harris, da IGN, disse que o jogo é "chato, monótono e não faz nada que o jogo anterior fez tão bem no DS ano passado".

Referências

  1. «Análise da GameZone» (em inglês). Consultado em 7 de março de 2010. Arquivado do original em 3 de novembro de 2008