Crateús

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Crateús
  Município do Brasil  
Igreja Matriz de Crateús.JPG
Símbolos
Bandeira de Crateús
Bandeira
Brasão de armas de Crateús
Brasão de armas
Hino
Apelido(s) "Princesa do Oeste"
"Capital do Oeste"
"Crateús de Mel"
"Príncipe Imperial"
Gentílico crateuense
Localização
Localização de Crateús no Ceará
Localização de Crateús no Ceará
Crateús está localizado em: Brasil
Crateús
Localização de Crateús no Brasil
Mapa de Crateús
Coordenadas 5° 10' 42.4" S 40° 40' 07.4" O
País Brasil
Unidade federativa Ceará
Municípios limítrofes Poranga, Ipaporanga, Tamboril, Independência, Novo Oriente e o estado do Piauí (limite ainda em litígio com o Ceará).
Distância até a capital 350 km
História
Fundação 6 de julho de 1832 (187 anos)
Aniversário 6 de julho
Administração
Prefeito(a) Marcelo Machado (SD, 2017 – 2020)
Características geográficas
Área total [1] 2 985,411 km²
População total (2018[2]) 74 982 hab.
Densidade 25,1 hab./km²
Clima Semiárido (BSh)
Altitude 274 m
Fuso horário Hora de Brasília (UTC−3)
Indicadores
IDH (PNUD/2010[3]) 0,644 médio
PIB (IBGE/2010[4]) R$ 384 606,000 mil
PIB per capita (IBGE/2010[4]) R$ 5 279,20

Crateús é um município brasileiro e uma das cidades mais importantes e antigas do Estado do Ceará, localizada na microrregião do Sertão de Crateús, sendo a décima segunda cidade mais populosa do estado[5]. Popularmente conhecida como Capital do Oeste, constitui-se numa cidade com expressiva importância regional, destacando-se na tradicional função de comercialização de produtos rurais, provenientes do desenvolvimento da agricultura familiar, com destaque para a grande produção de milho e feijão, no sopé dos ricos vales da região, geograficamente cortada pelo rio Poti e pela Serra grande[6]. Já foi uma das maiores produtoras de biocombustíveis do Nordeste, (Que se dá pela companhia Brasil Ecodiesel, na aquisição da Crateús Algodoeira S.A (Crateús Algodoeira) em novembro de 2004 Sendo que em outubro de 2006, foi iniciada a operação da Unidade de Crateús, integrada à unidade de esmagamento) com capacidade de produção de 118.800 m3 de biodiesel por ano segundo a companhia[7][8]. Crateús também sedia uma unidade do Exército Brasileiro, (40º BI - Batalhão de infantaria),[9] uma base regional do Samu[10] e abriga Reserva Natural Serra das Almas[11]

O município está entre as 50 melhores cidades do interior parar se morar, segundo a Revista Exame[12]. Essa característica está associada ao seu posicionamento geográfico no oeste do Estado do Ceará e ao leste do Estado do Piauí o que lhe confere a condição de se consolidar como Cidade-satélite (grande pólo comercial tanto para o Ceará como para Piauí), já que é o maior entroncamento comercial, econômico, cultural e maior centro populacional entre ambos[13][14]. Por meio dessas potencialidades assume postura de Capital regional já que por além de ser uma economia em ascensão no interior nordestino, é também um centro universitário em expansão, e tem o maior centro de saúde dos Sertões de Crateús[15][16]. Seu clima é tipicamente tropical, quente e seco, com uma temperatura média de 25,4 graus Celsius e com uma altitude de 90 metros, chegando até os 274 metros nas áreas mais altas ou seja nas regiões montanhosas e acima da Serra grande[17]. Crateús está localizada a 350 quilômetros de Fortaleza, o acesso rodoviário é feito pela pela BR-316 ou pela BR-020 (Rodovia Brasília-DF - Fortaleza-CE) que liga o Ceará ao Piauí e, consequentemente, ao Maranhão e ao Pará[18]. também conectam-se pela pela Ferrovia, atualmente usada sobretudo pela Transnordestina Logística[19]. Crateús é conhecida internacionalmente por ter sido a cidade que prendeu a santa[20], e por ter revidado a passagem da Coluna Prestes pela cidade em 1926[21].

Etimologia

O topônimo "Crateús" vem do tupi ou tapuia, podendo significar:

  • tupi: cará (batata) e teú (lagarto); [22]
  • Kariri: kará (peixe) te (terra) e ús (sol)[23]
  • ou ainda o nome da tribo indígena que habitava a região: karati, karatús ou karatis e us (povo ou tribo).[24]

Sua denominação original era "piranhas" (devido à abundância de peixes na região), depois "Príncipe Imperial" .[25]

História

Detalhe do mapa de Antonio Galuci(1761), no qual destaca-se Crateús fazendo parte do Piauí.
Ceará de 1861 sem Crateús e Independência.

As terras de Crateús, ao sul da Serra da Ibiapaba (Serra Grande), e às margens do rio Poti, eram habitadas pelos índios Karatis,[26][27] antes da chegada dos portugueses e bandeirantes no século XVII.

Com o sucesso da economia do mercantilismo, a vila piauiense de Piranhas destaca-se como entreposto comercial comunicando o Ceará e o Piauí, devido ao acidente geográfico (boqueirão) entre a Serra Grande e a de Ibiapaba, facilitando o tráfego entre os dois estados.

A vila Príncipe Imperial integrou o estado do Piauí até o ano de 1880, quando foi anexada ao território do Ceará, como resultado da solução encontrada para o litígio territorial entre esses dois estados. O Ceará reconheceu a jurisdição do Piauí sobre o município de Amarração (Luís Correia) e em troca o Piauí ofereceu dois importantes municípios piauienses: Independência e Príncipe Imperial.[28]

Com a expansão da Estrada de Ferro de Sobral-Camocim para o Piauí, em 1911, as terras de Crateús foram cortadas pela ferrovia e, em 1912, duas estações de trem foram construídas no município: Crateús[29] e Sucesso,[30] e depois outras estações foram construídas em: 1916 Poti,[31] em 1918 Ibiapaba,[32] em 1932 Oiticica[33] e Santa Terezinha.[34]

Devido ao acidente geográfico, o canyon do rio Poti, que corta a Serra da Ibiapaba (Serra Grande), uma conexão natural entre Ceará e o Piauí, o mercantilismo entre os dois estados e o crescimento ao redor da estrada de ferro, Crateús desenvolveu-se como centro urbano e comercial no qual diversos grupos étnicos estão presentes, tanto etnias indígenas (Tabajara, Potyguara, Calabaça, Kariri, Tupinambá) como de descendentes africanos (Quilombos: Queimadas).

Formação administrativa

No ano de 1832, Crateús foi elevado a categoria de vila ainda com o nome de Príncipe Imperial do Piauí, sendo desmembrado de Castelo do Piauí.[35] Em 1880, foi transferido da província do Piauí para a do Ceará através da Lei Nº 3.020 de 22 de outubro de 1880. Em 1889, mudou o nome para Crateús tendo o nome oficializado através do Decreto de Lei Nº 01 de 2 de dezembro de 1889. Em 1911, foi elevado à categoria de cidade. Em 1920, o município já tinha 2 distritos: Barrinha (Ibiapaba) e Santana. Em 1929, o distrito Barrinha (Ibiapaba) muda o nome para Ibiapaba, e no mesmo ano é formado mais um distrito: Irapuã. Na divisão administrativa de 1933, Santana não figura como distrito municipal; no quadro só aparecia, além do distrito-sede, Graça, Ibiapaba, Irapuã e Tucuns. Em 1938. Irapuã é rebaixado a povoado, e Graça muda o nome para Chaves, e mais dois distritos são criados:Oiticica e Poti. Em 1944, Chaves muda o nome para Rosa. Em 1951, Irapuá novamente é elevado a categoria de distrito e é criado mais um distrito: Montenebo. Em 1955, mais um distrito: Santo Antonio. Em 1963, Ibiapaba se emancipa e anexa o distrito de Oiticica, e no mesmo ano Montenebo também se emancipa (com o nome de Monte Nebo). Em 1965, Crateús anexa o território dos extintos municípios de Ibiapaba e Montenebo (exMonte Nebo]]).

Em 1996, Crateús forma mais cinco distritos: Assis, Curral Velho, Lagoa das Pedras, Realejo e Santana.[36]

Atualmente o município é dividido em treze distritos: Crateús (sede), Assis, Curral Velho, Ibiapaba, Irapuã, Lagoa das Pedras, Montenebo, Oiticica, Realejo, Santana, Poti, Santo Antônio e Tucuns.[37]

Subdivisão

Bairros

Bairro Dom Expedito a direita,Centro a esquerda e Pedrinhas no fundo

Atualmente Crateús está dividida em 32 bairros (divididos por zonas). São eles[38]:

Centro:
  • Distrito Comercial (Centro);
  • Bairro São Vicente;

Zona Sul:

  • Bairro do Aeroporto;
  • Morada dos Ventos II;
  • Bela Vida;
  • Campo Velho;
  • Planalto;
  • Planaltina;
  • Cidade Universitária;

Zona Leste:

  • Distrito Industrial;
  • Nova Terra;
  • Ipase;
  • Maratoan;
  • Santa Luzia;
  • Morada dos Ventos I
  • Fátima II
  • Cidade Universitária Leste

Zona Norte:

  • Cidade Nova (Ilha);
  • Patriarcas;
  • Cidade 2000
  • Cajás;
  • Dom Fragoso;
  • Nossa Senhora das Graças;
  • Venâncios I,
  • Venâncios II;
  • José Rosa;

Zona Leste:

  • Altamira;
  • Fátima I
  • Ponte Preta;
  • São José;

Política

A administração municipal localiza-se na sede: Crateús. O primeiro prefeito foi Tomás Catunda Filho (1912-1915).[39] seu atual prefeito é Marcelo Machado (SD).[40]

Geografia

Serra dos Tucuns no período das chuvas

As terras de Crateús fazem parte da Depressão geografia) sertaneja , tendo ao oeste do município a Serra da Ibiapaba (Serra Grande), com elevações próximas dos 700 metros. Os solos são: lanossolos, latossolos e podzólicos.[41] As formas de relevo a leste e maior porção do território são suaves e pouco dissecadas, produto da superfície de aplanamento em atuação no Cenozoico.

As principais fontes de água fazem parte da bacia do Parnaíba, tendo como principais rios Poti e Jatobá; e os riachos do Meio, dos Patos, Tourão, Capitão Pequeno, do Boqueirão, São Francisco, do Mato e do Besouro. O município possui diversos açudes, dentre os quais destacam-se os de maior porte como os açudes: Carnaubal ou Grota Grande e Realejo.

No momento esta sendo construído o Açude Fronteiras, no leito no rio poti ao norte do município, um açude com capacidade de acumular 488.180.000 metros cúbicos de água.[41],[42]

Vegetação.

A predominância da caatinga arbórea (floresta caducifólio espinhosa), caatinga arbustiva aberta, mata seca (floresta sub-caducifólio tropical pluvial) e a vegetação de carrasco, xerofitia arbustiva densa de caules finos.[43]

Nesta área de caatinga é possível encontrar mais de 350 espécies de plantas, dentre elas a gameleira; 57 répteis e anfíbios, 173 de aves, dentre estas o pica-pau-anão (espécie ameaçada de extinção) e 38 de mamíferos, dentre estas espécies ameaçadas de extinção temos: a onça-parda, o gato-do-mato. A fauna e a flora são protegidas graças a Reserva Natural Serra das Almas, que é reconhecida como Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN, pelo IBAMA.

Clima

Maiores acumulados de precipitação em 24 horas
registrados em Crateús por meses (INMET)
Mês Acumulado Data Mês Acumulado Data
Janeiro 113,6 mm 26/01/2005 Julho 30 mm 26/07/1973
Fevereiro 101,8 mm 03/02/1967 Agosto 43,1 mm 08/08/2008
Março 140,2 mm 27/03/1967 Setembro 53 mm 30/09/1973
Abril 97 mm 24/04/1967 Outubro 46,3 mm 11/10/1984
Maio 81,3 mm 18/05/1968 Novembro 122,1 mm 24/11/1995
Junho 37 mm 12/06/1969 Dezembro 134,2 mm 29/12/1967
Período: 1962 a 1970, 1973 a 1984, 1990 e a partir de 1995[44]

Tropical quente semiárido com índice pluviométrico de 740 milímetros (mm) por ano, com chuvas concentradas de janeiro a maio e temperatura média compensada anual de 27 ºC, com tempo de insolação de aproximadamente 2 665 horas anuais.[45]

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período de 1962 a 1970, 1973 a 1984, 1990 e a partir de 1995, a menor temperatura registrada em Crateús foi de 12 ºC em 13 de fevereiro de 1963,[46] e a maior atingiu 39,8 ºC em 22 de dezembro de 2005.[47] O maior acumulado de precipitação (chuva) observado em 24 horas foi de 140,2 mm em 27 de março de 1967. Outros grandes acumulados foram 134,2 mm em 29 de dezembro de 1967, 133,8 mm em 20 de março de 2003, 124,2 mm em 24 de março de 2003, 122,1 mm em 24 de novembro de 1995, 119,9 mm em 23 de março de 1997, 113,6 mm em 26 de janeiro de 2005, 113,4 mm em 12 de janeiro de 2004, 109,4 mm em 11 de janeiro de 1999 e 101,8 mm em 3 de fevereiro de 1967.[44] Em janeiro de 2004 foi registrado o maior volume de chuva em um mês, de 644,3 mm.[48]

Dados climatológicos para Crateús
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima recorde (°C) 37,2 37,1 37,1 36,7 37 36,5 35,8 37,9 37,6 38 38,3 39,8 39,8
Temperatura máxima média (°C) 33,6 32,8 32 31,1 31,7 32,3 33,1 34,2 35,5 36 35,7 35,1 33,6
Temperatura média compensada (°C) 27,6 26,7 26,1 25,6 25,8 25,8 26,5 27,4 28,8 29,5 29,6 29 27,4
Temperatura mínima média (°C) 23,2 22,6 22,5 22,2 21,7 20,6 20,7 21,5 22,8 23,4 23,7 23,7 22,4
Temperatura mínima recorde (°C) 17 12 16,4 17,2 12,1 14,9 13,5 15,5 17,8 19,4 13,8 16,2 12
Precipitação (mm) 117,4 122,5 183,6 178,7 67,1 13,1 6,8 7,1 0,7 6,5 11,1 23,8 738,4
Dias com precipitação (≥ 1 mm) 7 9 13 13 7 2 2 1 0 1 1 2 58
Umidade relativa compensada (%) 62,9 70,8 76,7 81,1 73,8 64,5 54,7 47,8 43,1 42,4 44,4 51,8 59,5
Horas de sol 183,3 180,3 174,6 159,2 201,3 219,6 252,2 280,3 276,8 275,9 242,8 218,5 2 664,8
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) (normal climatológica de 1981-2010;[45] recordes de temperatura de 1962 a 1970, 1973 a 1984, 1990 e a partir de 1995)[46][47]

Economia

Aspectos socioeconômicos

A maior concentração populacional encontra-se na zona urbana. A sede do município dispõe de abastecimento de água, fornecimento de energia elétrica, serviço telefônico, agência de correios e telégrafos, serviço bancário, hospitais, hotéis, ensino de 1° ao 3° grau de ensino médio e de formação universitária,também conta com a construção de uma biblioteca pública(Biblioteca Municipal Noberto Ferreira) e um teatro (Teatro Municipal Rosa Moraes ou mais conhecido como Casa da Rosa)[41]. Destaca-se ainda o 40º BI - Quadragésimo Batalhão de Infantaria com sede nessa cidade, situado no bairro dos Venâncios, à margem direita da BR-226 - Saída para a cidade de Independência que teve sua instalação e inauguração no ano de 1954 com o nome de 4º Batalhão Ferroviário e posteriormente passou a denomina-se de 4º BEC (Batalhão de Engenharia e Construção).

A partir de Fortaleza o acesso ao município, pode ser feito por via terrestre através da rodovia Fortaleza/Canindé/Independência BR-020/BR-226 ou Fortaleza/Canindé/Santa Quitéria BR-020/CE-257/CE-176 ou ainda via Fortaleza/Tianguá BR-222 até a vila de Aprazível, local por onde se segue através de rodovias do estado passando pelos municípios de Cariré, Varjota, Reriutaba, Pires Ferreira, Ipu, Ipueiras, Nova Russas até alcançar a sede do município. As demais vilas, lugarejos, sítios e fazendas são acessíveis (com franco acesso durante todo o ano) através de estradas estaduais, asfaltadas ou carroçáveis.[49].

O extrativismo vegetal para a fabricação de carvão vegetal também faz parte da economia local, bem como a extração de madeiras diversas para lenha e construção de cercas,e ainda a extração da oiticica e carnaúba.

O artesanato de redes, chapéus-de-palha e bordados, também representa uma importante fonte de renda.

A mineração de rocha para cantaria, brita e usos diversos na construção civil é ainda incipiente.

Nas terras de Crateús foi constatada a presença de ametista, uma variedade do quartzo e jazidas de hematita, um importante minério de ferro e de cianita e de berilo utilizado na indústria de equipamentos espaciais e usinas atômicas.

Turismo

O turismo também é uma das fontes de renda, devido as belezas naturais e monumentos históricos como:

Praça do Barrocão.

Cultura

Teatro Rosa Moraes

Os principais eventos culturais são:

  • Festa do Padroeiro: Senhor do Bonfim, em dezembro,
  • Carnafolia,
  • Feira de Negócios Agropecuários (FENAC) em maio,
  • Dia do Município (6 de julho),
  • FENECRAT, em outubro,
  • Festival de Teatro Amador,
  • CARNACRAT, Micareta de Crateús, em novembro,
  • Festejos do Distrito de Montenebo, em setembro,
  • Festejos do Distrito de Assis, em agosto,
  • Festivais de Quadrilhas Juninas,
  • Festa do Natal, na praça Gentil Cardoso, em dezembro.

Educação superior

Possui três faculdades públicas, (uma estadual e duas federais), além de outros polos particulares.

As faculdades existentes em Crateús são:

Referências

  1. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  2. «Populacional 2018». Censo Populacional 2018. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 2018. Consultado em 2019  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  3. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (PDF). Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 9 de setembro de 2013 
  4. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2010». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 9 de setembro de 2013 
  5. "IBGE", "IBGE". «População de Crateús-CE no último censo do IBGE». "IBGE". Consultado em 21 de dezembro de 2019 
  6. «Crateús, CE - Agricultura: Veja produção agrícola e área plantada por cidade do Brasil». www.deepask.com. Consultado em 21 de dezembro de 2019 
  7. «Brasil Ecodiesel inaugura usina de biocombustível em Cratéus». JornalCana. 3 de fevereiro de 2007. Consultado em 21 de dezembro de 2019 
  8. «Usina de biodiesel Brasil Ecodiesel em Crateús, CE, com capacidade de produzir 108 milhões de litro por ano desse biocombustível.». Consultado em 21 de dezembro de 2019 
  9. «40º Batalhão de Infantaria de Crateús-CE, Situado na margem direita da BR 226, Km 03 (Sentido ao centro da cidade)». Consultado em 21 de dezembro de 2019 
  10. «Base regional do Samu chega ao município de Crateús Ceará». 16 de setembro de 2019. Consultado em 10 de janeiro de 2020 
  11. «Sobre a Reserva Natural Serra das Almas». Consultado em 21 de dezembro de 2019 
  12. «50 melhores cidades do interior pra se viver». Consultado em 21 de dezembro de 2019 
  13. Filho, João (2013). Nas Águas do Rio Poti. Teresina - Crateús - Fortaleza - Brasilia: Editora Brasil. pp. 47–51 
  14. (ALC) (2015). Crateús 100 Anos. Crateús - Brasília: Academia de Letras de Crateús (ALC). pp. 29–32 
  15. Bolsa, Quero. «Faculdades em Crateús | Quero Bolsa». querobolsa.com.br. Consultado em 21 de dezembro de 2019 
  16. «Hospital de Referência Regional de Crateús». Consultado em 21 de dezembro de 2019 
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  20. https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/o-dia-em-que-uma-santa-foi-presa-em-crateus-no-ceara.ghtml
  21. «Coluna Prestes em Crateús - Opinião». Diário do Nordeste. Consultado em 21 de dezembro de 2019 
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Ligações externas