Crenças da Igreja Adventista do Sétimo Dia

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Ver artigo principal: Igreja Adventista do Sétimo Dia

As 28 crenças fundamentais da Igreja Adventista hoje [1], que podem ser resumidas da seguinte forma: crença na Bíblia; na Trindade; pecado; conflito entre Cristo e Satanás; vida humana, morte e ressurreição de Cristo; justificação pela fé; a Igreja é a comunidade una e visível dos crentes; Deus escolheu um povo remanescente para testificar o Evangelho; reforma de saúde; práticas do batismo por imersão e da Santa Ceia; continuidade dos dons espirituais, sobretudo o da profecia; validade da Lei de Deus (Dez Mandamentos, que inclui a guarda do Sábado); vinda iminente de Cristo; a ressurreição dos mortos no Juízo Final e uma nova Terra.

Desenvolvimento das crenças da Igreja Adventista[editar | editar código-fonte]

O desenvolvimento de crenças da igreja adventista se deu de forma paulatina e contínua. Os mesmos não possuíam um corpo doutrinário definido inicialmente, embora houvessem estabelecido o princípio da "Bíblia como única regra de fé e prática" (sola scriptura). Talvez algo de significância para exemplificar isto seja o fato que somente 2 anos após o Dia do Grande Desapontamento, a guarda do Sábado iniciou entre os seus primeiros líderes e somente 4 anos após aconteceu a primeira grande reunião dos "adventistas guardadores do Sábado", em 20-21 de abril em Rocky Hill, Connecticut. Em 1859 foi estabelecido o sistema de dízimos e ofertas. Apenas em 1863 (19 anos depois) começou a haver um entendimento sobre reforma de saúde, abstinência do álcool e fumo e distinção entre animais limpos e imundos, de acordo com Levítico 11. E, somente após 1888 vemos claramente a crença na justificação pela fé como forma de salvação, e definição do papel da Lei e da Graça de Deus na vida cristã.

Em 1889 ocorreu a primeira publicação dos "Princípios Fundamentais dos Adventistas do Sétimo Dia" no Anuário da organização, e consistia em 27 artigos que eram uma revisão e expansão das declarações de Uriah Smith em 1872. Em 1931 a declaração de crenças fundamentais foi reeditada por 3 razões principais: 1) A ausência de novas declarações após 1914 dava a falsa impressão que a IASD não tinha doutrinas especificadas ou definidas para as outras denominações; 2) Uma requisição formal da Divisão Africana por uma declaração que especificasse melhor a governos quais são as crenças da IASD. Esta declaração permaneceu até 1980. Em 1946 a Associação Geral votou que nenhuma revisão das declarações de crenças fundamentais deveria ser feita, a não ser em uma reunião da Associação Geral. Em 1980 foi a primeira vez em que foram votadas em uma reunião da Associação Geral as crenças fundamentais da IASD.

Referências