Cristina Maria Isabel de Orléans e Bragança

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Família principesca de Ligne
Blason Fécocourt 54.svg

SAR a Princesa Viúva

  • SA o príncipe Wauthier
    SA a princesa Regine
    • SA o príncipe Philippe
      SA a princesa Laetitia
      • SA o príncipe Jean Charles
    • SA a princesa Melanie Yolande
    • SA a princesa Élisabeth Éléonore, Baronesa Baudouin Gillès de Pelichy
  • SA a princesa Anne Marie, Sra. Mortgat
  • SA a princesa Cristina do Brasil
  • SA a princesa Sophie, Condessa Philippe de Nicolay
  • SA o príncipe Antoine
    SA a princesa Jacqueline
    • SA o príncipe Louis
    • SA a princesa Marie
    • SA a princesa Florence
  • SA a princesa Yolande, Sra. Townsend
Família imperial brasileira
Ramo de Vassouras
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Cristina Maria Isabel de Ligne e Orléans e Bragança (em francês: Christine Marie Elisabeth; Beloeil, 11 de agosto de 1955) é a esposa de Antônio João de Orléans e Bragança, príncipe do Brasil e terceira na linha de sucessão ao trono brasileiro.

História familiar[editar | editar código-fonte]

Cristina Maria nasceu no Castelo de Beloeil, em Beloeil, Hainaut, Bélgica, como a segunda filha de Antônio, 13.° príncipe de Ligne (1925-2005), e de sua esposa Alice, Princesa de Ligne, irmã do grão-duque João de Luxemburgo. Seu pai foi o chefe da Casa de Ligne, uma das famílias mais antigas e prestigiadas da nobreza belga.

Pelo lado familiar materno, Cristina é descendente, em quinta geração, de dom João VI de Portugal, hexaneta de Miguel I de Portugal e sobrinha-hexaneta de Pedro I do Brasil. Seus padrinhos foram seu tio paterno, Baudouin de Ligne (1918-1985), e sua tia materna, a duquesa Isabel de Hohenberg. Cristina, assim como seus filhos, está na linha de sucessão ao trono luxemburguês.

Educação[editar | editar código-fonte]

Cristina estudou no Internato de Estudos Franceses das Freiras Dominicanas de Froyennes, em Tournai. Viajava com sua família frequentemente ao grão-ducado de Luxemburgo, onde visitava sua avó, seus tios e primos. Em Munique, aprendeu a falar alemão, com a finalidade de obter melhores resultados no baccalauréat (uma espécie de vestibular da França). Depois das provas, Cristina e sua prima, a arquiduquesa Maria Astrid da Áustria, viajaram à Índia, trabalhando em conjunto com as freiras da Ordem de Santa Cruz durante seis meses. Tendo exercitado seus conhecimentos de enfermagem e prestado assistência social a crianças pobres, rumou a Madri, na Espanha, onde estudou filosofia e espanhol por um ano. Em 1979, Cristina estudou no Instituto Superior de Interpretação e Tradução de Bruxelas, trabalhando posteriormente no Mercado Comum Europeu. Ela fala fluentemente francês, inglês, português e entende bem alemão e espanhol.

Casamento e filhos[editar | editar código-fonte]

Em 26 de setembro de 1981, Cristina de Ligne casou-se com Antônio João de Orléans e Bragança, filho do pretendente Pedro Henrique de Orléans e Bragança e irmão do atual chefe da família imperial brasileira, Luís Gastão de Orléans e Bragança. Eles, que são primos distantes, se conheceram em Munique no ano de 1980. O casal teve quatro filhos:

Com o casamento, tornou-se pretendente ao título de "Princesa D. Cristina do Brasil, princesa-consorte do Brasil e de Orléans e Bragança", apesar de também ser conhecida como D. Cristina de Ligne. A família vive em Petrópolis. [carece de fontes?]

Papéis[editar | editar código-fonte]

Cristina é dama grã-cruz de justiça das imperiais ordens de Dom Pedro I e da Rosa e já recebeu algumas condecorações por seu interesse pela causa de crianças deficientes mentais. [carece de fontes?]. A princesa já trabalhava com essas crianças, às quais chama de "excepcionais", antes de se casar.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]