Critérios de Copenhaga

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
União Europeia
Bandeira da União Europeia

Este artigo é parte da série:
Política e governo da União Europeia

Os Critérios de Copenhaga são as regras que definem se um país é elegível para aderir à União Europeia. Os critérios exigem que o Estado tenha instituições que preservem a democracia e os direitos humanos, atue com a economia de mercado e assuma suas obrigações na União Europeia.[1]

Qualquer país que apresente a sua candidatura para aderir à União Europeia deve respeitar as condições impostas pelo artigo 49.º e os princípios do n.º 1 do artigo 6.º do Tratado de Maastricht. Neste contexto, em 1993, o Conselho Europeu de Copenhaga formulou critérios que foram reforçados aquando do Conselho Europeu de Madrid, em 1995.

Critérios[editar | editar código-fonte]

Para aderir à União Europeia, um Estado deve cumprir três critérios:

Critério político

A existência de instituições estáveis que garantam a democracia, o Estado de direito, os Direitos humanos, o respeito pelas minorias e a sua protecção.

Para que o Conselho Europeu decida a abertura das negociações, deve ser cumprido este critério.

Critério económico

A existência de uma economia de mercado que funcione efectivamente e capacidade de fazer face às forças de mercado e à concorrência da União.

Critério do acervo comunitário

A capacidade para assumir as obrigações decorrentes da adesão, incluindo a adesão aos objetivos de união política, económica e monetária.

Referências

  1. «Copenhagen European Council - 21-22 June 1993» (PDF) (em inglês). Parlamento Europeu 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]