Cruising

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Cruising
 Estados Unidos
1980 •  cor •  106 min 
Direção William Friedkin
Produção Jerry Weinttraub
Roteiro William Friedkin
Gerald Walker (argumento)
Elenco Al Pacino
Paul Sorvino
Karen Allen
Género policial
drama
Distribuição Warner Home Video
Idioma inglês
Página no IMDb (em inglês)

Cruising é um filme estadunidense de 1980, um drama policial roteirizado e dirigido por William Friedkin, baseado em um romance de mesmo nome de Gerald Walker.

A banda de punk rock The Germs, de Los Angeles, gravou canções para a trilha sonora e aparece em cena tocando "Lion's Share".

O filme recebeu críticas por algumas abordagens feitas [1] tais como a da relação conflituosa do suposto assassino com seu pai imaginário (que aparece numa cena). Mas também é reconhecido como um retrato histórico dos excessos da comunidade gay de Nova Iorque nos anos pré-AIDS (década de 1970).

Sinopse[editar | editar código-fonte]

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No verão em Nova Iorque, cadáveres mutilados e partes de corpos humanos são encontrados pela polícia no Rio Hudson, que passa a investigar crimes de um assassino serial que atacaria homossexuais frequentadores noturnos de bares do West Village tais como The Eagle's Nest, The Ramrod e The Cock Pit, atraindo as vítimas para quartos em hoteis baratos ou lugares ermos, onde comete os crimes com uma faca. O policial Steve Burns é enviado para investigar esses lugares em busca de suspeitos, disfarçado de um homossexual, dada a sua semelhança física com as vítimas do assassino. Ele aluga um quarto num prédio na área e faz amizade com o homossexual amigável Ted que mora ao lado com um parceiro dançarino que no momento estaria em viagem.

Enquanto se aprofunda nas investigações, Steve reclama com seu chefe, o capitão Edelson, que o trabalho o estaria afetando. E o seu relacionamento com a namorada Nancy também se torna problemático.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Recepção da crítica[editar | editar código-fonte]

Cruising tem recepção mista por parte da crítica especializada. Possui tomatometer de 57% em base de 28 críticas no Rotten Tomatoes. Tem 50% de aprovação, por parte da audiência, usada para calcular a recepção do público a partir de votos dos usuários do site.[2]

Produção[editar | editar código-fonte]

Philip D'Antoni, que fora o produtor do filme de 1971 de Friedkin The French Connection, oferecera ao diretor a ideia de filmar a novela Cruising escrita em 1970 pelo repórter do The New York Times Gerald Walker, sobre o assassino de homossexuais em Nova Iorque. Friedkin não ficou interessado até que Jerry Weintraub alguns anos depois apoiou o projeto. Nesse época apareceu o caso não resolvido de um assassino semelhante que fora objeto de artigos no Village Voice do jornalista Arthur Bell. Friedkin conhecera um policial (Randy Jurgenson) que trabalhara disfarçado como o protagonista Steve Burns, além de Paul Bateson, um assistente que aparecera no filme do diretor de 1973 The Exorcist, que confessara alguns daqueles assassinatos. Todos esses fatores teriam levado Friedkin a concordar em realizar a produção. Jurgenson e Bateson serviram como consultores, assim como Sonny Grosso que trabalhara com Friedkin em The French Connection. Jurgenson e Grosso apareceram como figurantes no filme.

Nas pesquisas para o filme, Friedkin contatou mafiosos que eram proprietários de bares gay da cidade.[3]

Al Pacino não era a primeira escolha para o papel do protagonista. Richard Gere se interessara e Friedkin negociou sua contratação que acabou não sendo finalizada.[4]


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Referências

  1. Movie Review - Cruising - eFilmCritic
  2. «Cruising» (em inglês). Rotten Tomatoes. Consultado em 29 de março de 2014. 
  3. Williams, p. 135
  4. Williams, Linda Ruth (2005). The Erotic Thriller in Contemporary Cinema. Indiana University Press. ISBN 0253347130, p. 136
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