Cruzeiro Esporte Clube

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Cruzeiro
Logo oficial do Cruzeiro.png
Nome Cruzeiro Esporte Clube
Alcunhas Raposa[1]
Torcedor/Adepto Cruzeirense
Mascote Raposa
Principal rival Atlético Mineiro
América Mineiro
Villa Nova
Fundação 2 de janeiro de 1921 (97 anos)
Estádio Mineirão
Capacidade 62 160 Pessoas
Localização Belo Horizonte, Brasil
Presidente Wágner Pires de Sá
Treinador Mano Menezes[2]
Patrocinador Caixa[3]
Material (d)esportivo Umbro
Competição Campeonato Mineiro
Campeonato Brasileiro
Copa do Brasil
Copa Libertadores
Ranking nacional Aumento 1.º lugar, 15 288 pontos[4]
Website www.cruzeiro.com.br
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Temporada atual
editar

Cruzeiro Esporte Clube é uma associação polidesportiva brasileira, com sede em Belo Horizonte, considerado um dos maiores clubes de futebol no estado de Minas Gerais. Fundado em 1921 com o nome de Sociedade Esportiva Palestra Itália, foi rebatizado para seu nome atual em 1942 - em referência ao Cruzeiro do Sul - por imposição do governo federal à época proibiu o uso no país de quaisquer símbolos de Alemanha, Itália e Japão, nações inimigas do Brasil no contexto da Segunda Guerra Mundial.[5] É um dos clubes mais populares do Brasil.[6][7] Seu maior rival é o Atlético Mineiro, com quem faz um dos maiores clássicos do futebol brasileiro. Em menor grau, há também rivalidade com o América Mineiro.[8]

Reconhecido como um dos maiores clubes do futebol brasileiro e internacional, o Cruzeiro foi duas vezes vice-campeão da Copa Européia-Sulamericana e tem no seu currículo continental dois títulos da Copa Libertadores da América, dois da Supercopa da Libertadores, um da Recopa Sul-Americana, um da Copa Ouro e um da Copa Master da Supercopa. No âmbito nacional, o time celeste detém quatro conquistas no Campeonato Brasileiro (uma delas como Taça Brasil)[nota 1] e cinco da Copa do Brasil (recordista, ao lado do Grêmio), em âmbito regional foi bicampeão da Copa Sul-Minas e campeão da Copa Centro-Oeste, e em âmbito estadual possui 54 conquistas. Foi ainda a primeira e única equipe brasileira a conquistar a tríplice coroa nacional, tendo vencido um campeonato estadual, uma Copa do Brasil e um Campeonato Brasileiro na temporada de 2003.[10] Em 2009, a IFFHS elaborou o ranking de clubes da América do Sul, com dados estatísticos de 1901 a 2000, no qual o Cruzeiro se destacou como o melhor clube brasileiro do século XX[11] e, em 2015, a Revista Placar elaborou o ranking dos maiores campeões absolutos do Brasil, em qual o Cruzeiro e o Internacional estão na primeira colocação,[12] como os clubes com o maior número de títulos oficiais do futebol brasileiro.

O Cruzeiro é o clube brasileiro com o maior número de vitórias na Copa Libertadores da América, com 86 vitórias,[13] e com 586 vitórias é o clube com o maior número de vitórias na história do Campeonato Brasileiro de Futebol (soma dos campeonatos de 1959 a 2015). Também é um dos 5 clubes que nunca foram rebaixados à 2º Divisão do Campeonato Brasileiro. Além disso, é o terceiro do Ranking Nacional de Clubes[14] (o Ranking da CBF) e o segundo do Ranking Histórico de Pontos.[15] No Campeonato Brasileiro de Futebol, o Cruzeiro fez a melhor campanha 6 vezes (1966, 1974, 2000, 2003, 2013 e 2014, disputou 8 semifinais (1966, 1967, 1968, 1975, 1987, 1995, 1998 e 2000), 4 fases finais (1969, 1970, 1973 e 1974), 4 finais (1966, 1974, 1975 e 1998), com 5 vice-campeonatos (1969, 1974, 1975, 1998 e 2010) e 4 títulos de campeão (1966, 2003, 2013 e 2014). Historicamente, o Cruzeiro é o clube com o maior número de colocações entre os quatro primeiros (19 vezes) e desde 2003, quando o Brasileirão passou a ser disputado por pontos corridos, o Cruzeiro apresenta o segundo melhor desempenho, com 884 pontos, atrás apenas do São Paulo com 927 pontos (pontuação acumulada até 2016).

Em outros esportes, o Cruzeiro se destaca também no Vôlei, em 2009 firmou parceria com a Associação Social e Esportiva Sada para formar uma equipe masculina de voleibol, o Sada Cruzeiro, que tem sido uma das mais importantes do país, sendo a única equipe brasileira a ter conquistado o Campeonato Mundial de Clubes de Voleibol, entre vários títulos importantes, como: três Mundiais de Clubes de Voleibol, quatro Sul-Americanos de Voleibol, quatro Superligas Nacionais, duas Copas Brasil de Voleibol, duas Supercopas Brasileira de Voleibol e oito Campeonatos Mineiro. No atletismo o Cruzeiro também tem um time forte, fazem parte de sua equipe vários atletas importantes, disputando as mais diversas corridas de nível nacional e mundial.

História

Início como Palestra Itália

Primeiro escudo do Cruzeiro quando ainda se chamava Societá Sportiva Palestra Itália.

O Cruzeiro foi fundado no dia 2 de janeiro de 1921, por desportistas da colônia italiana de Belo Horizonte, com o nome de Societá Sportiva Palestra Itália. As cores adotadas, como não poderia deixar de ser, foram as mesmas da bandeira italiana: verde, vermelho e branco. Na verdade a escolha do uniforme foi feita de acordo com as refinadas ideias do designer Arthur Lemmes, na própria capital mineira. Em 1922, o clube compra um terreno pertencente à prefeitura, onde hoje fica o Parque Esportivo do Cruzeiro. Em 23 de setembro de 1923, inaugura seu estádio, no Barro Preto, construído por jogadores e associados a maioria da colônia italiana de Belo Horizonte, composta em grande parte por operários de construção civil.

Palestra Itália antes de enfrentar a equipe do Flamengo na estreia do seu próprio Estádio Barro Preto em 1923.

Além de se caracterizar como uma equipe de descendentes de italianos, o Palestra também destacava-se por possuir elementos da classe trabalhadora da cidade. No corpo social do Palestra, prevaleciam homens da profissão de pedreiros, policiais, pintores, comerciários e marceneiros, que eram os filhos dos imigrantes que vieram construir a capital do estado de Minas Gerais, Belo Horizonte, em 1894, e que herdaram de seus pais a mesma profissão.

O primeiro uniforme do clube foi composto por camisa verde, calção branco e meias vermelhas. O clube foi restrito apenas a participação de elementos da colônia até o ano de 1925, quando é retirada do estatuto do clube uma cláusula que impedia a inscrição de atletas e associados que não fossem de origem italiana. Isso abre as portas para colaboradores de qualquer origem.

Clã Fantoni Ninão, Niginho e Bengala.
Palestra Itália tricampeão mineiro (1928,1929 e 1930).

Há uma confusão no que diz respeito a um clube existente na capital chamado Yale. Muitos imaginam que este deu origem ao Palestra e posteriormente ao Cruzeiro. O Yale também era um clube fundado por descendentes de italianos, que surgiu anos antes do Palestra. Mas, após uma crise, e com o crescimento do outro clube de imigrantes em Belo Horizonte, grande parte dos associados e jogadores do Yale migraram para o Palestra. O Yale foi dissolvido em 1925. Foram registrados até hoje apenas quatro jogos entre os clubes, são eles: Palestra 0 x 1 Yale (17 de julho de 1921), Palestra 0 x 0 Yale (6 de novembro de 1922), Palestra 0 x 0 Yale (7 de maio de 1922) e Palestra 3 x 2 Yale (5 de agosto de 1923). Todos os jogos válidos pelo Campeonato da Cidade.

A primeira conquista significativa oficial e reconhecida do Palestra é o tricampeonato mineiro entre 1928 e 1930, sendo os dois últimos de forma invicta. O crescimento do time na cidade força as outras grandes equipes da época a se organizarem e em 1933 criam a primeira liga profissional do estado, a Associação Mineira de Esportes.

Finalmente, em 1925, prevaleceu a vontade da maioria dos associados do clube que gostariam de ver o Palestra como um grande clube, com a extinção da cláusula dos estatutos que impedia a participação de atletas de outras nacionalidades. Outra modificação feita foi o aportuguesamento do nome do clube que passou a se chamar Sociedade Sportiva Palestra Italia. O primeiro jogador de outra nacionalidade que o clube recebeu foi Nereu, que era da colônia sírio-libanesa e jogava no Sírio Horizontino.

Palestra Itália torna-se Cruzeiro Esporte Clube

Após o Brasil declarar guerra ao eixo e entrar na Segunda Guerra Mundial, houve um Decreto-Lei que determinou a proibição do uso de termos e denominações referentes as nações inimigas (Itália, Alemanha e Japão). Sendo assim, a Societá Sportiva Palestra Itália passou a se chamar Cruzeiro Esporte Clube em referência a constelação do Cruzeiro do Sul, uma homenagem ao símbolo maior da pátria brasileira.
Primeiro escudo do Cruzeiro Esporte Clube após mudança de nome em 1942.

Em 1936, alguns dirigentes e ex-atletas lideraram um movimento de nacionalização do Palestra que levou o nome de Ala Renovadora. A intenção do grupo era mudar o nome do clube que já havia deixado de ser uma associação exclusiva da colônia italiana e por isso não havia mais sentido em se usar o nome Itália. A ideia sofreu resistências mas acabou ganhando aliados.

Em 30 de janeiro de 1942, em plena Segunda Guerra Mundial, o Presidente Getúlio Vargas, que já havia declarado guerra aos países do Eixo (Itália, Alemanha e Japão), através de um Decreto-Lei, determinou a proibição do uso de termos e denominações referentes as nações inimigas. A primeira partida após a publicação do Decreto-Lei era contra o Atlético-MG no dia 1 de fevereiro de 1942. O time entrou em campo com uma camisa azul e três listras brancas horizontais, sem escudo e sem nome. Somente em 4 de fevereiro de 1942, a diretoria adotou o nome provisório de Palestra Mineiro, em substituição à Societá Sportiva Palestra Itália, conforme determinação presidencial.

A necessidade de se transformar o clube numa entidade totalmente brasileira, e após a publicação de outro Decreto-Lei em 31 de agosto de 1942, foi concretizada em 2 de outubro de 1942, quando, numa reunião da diretoria, foi aprovada uma nova mudança no nome do clube para Ypiranga, em homenagem ao local onde teria sido proclamada a Independência do Brasil. No dia 7 de outubro de 1942, numa nova assembleia, que acabou com a renúncia do presidente Ennes Cyro Pony,entregar a direção do clube, por 15 dias, a uma junta governativa; doar todos os troféus e bronzes à campanha do metal e adotar um novo uniforme para a equipe de futebol. E foi aprovado o nome do clube que permanece até hoje: Cruzeiro Esporte Clube, uma homenagem ao símbolo maior da pátria, a constelação do Cruzeiro do Sul, e que foi sugerida pelo ex-presidente do clube Oswaldo Pinto Coelho, o time ainda utilizaria o nome Palestra, provisóriamente durante todo o final de 1942, pois a burocracia da Federação de Futebol só aprovou os novos estatutos no início de 1943.[16][17]

O uniforme passou a ser azul, em homenagem a cor oficial da residência da realeza italiana, a Casa de Saboia. Assim, o clube passou a ostentar os símbolos das duas pátrias e que, inclusive, eram presentes nos uniformes das seleções esportivas de ambos os países. No

Em 17 de dezembro de 1942, Mário Grosso foi eleito pelo Conselho para presidente do Cruzeiro (era o primeiro desde o surgimento do novo nome). O primeiro jogo da equipe com o nome Cruzeiro aconteceu no final de 1942, diante do América. O nome deu sorte, e o Cruzeiro venceu por 1 x 0.

Construindo o futuro

Estádio Juscelino Kubitschek, antigo estádio do Cruzeiro.

Em seus primeiros anos de vida, o Cruzeiro conquistou o tricampeonato mineiro de 1943 a 1945 e reformou o seu estádio que passou a se chamar Estádio Juscelino Kubitschek, em homenagem ao então governador do estado. Constrói também uma arquibancada coberta e altera a posição do campo. A obra e as despesas com o plantel dão origem a uma crise financeira.

Sem dinheiro, o clube perde seus principais jogadores. Em 1952, é obrigado a dispensar todo o quadro de profissionais e promove os juvenis. Passa a viver em um regime semi-amador.

Para saldar as finanças, a solução encontrada foi disputar amistosos pelo estado em troca de cachês. Mais do que dinheiro, o clube também conquista torcedores nas cidades do interior, tornando-se aos poucos o clube mais popular de Minas. A redenção vem com a construção de sua sede social no Barro Preto, que aumentou a arrecadação do clube. Com as contas sanadas, voltou a ser grande e formou o esquadrão tricampeão mineiro de 1959 a 1961.

Era Mineirão

Mineirão em fase de construção durante a década de 1960.

Com a inauguração do Mineirão em 1965, o futebol mineiro rompe sua característica provinciana com a inclusão de Minas Gerais nas competições nacionais.

O primeiro clássico de comemoração entre Atlético-MG e Cruzeiro no estádio do Mineirão foi pela final do mineiro de 1965. Este foi o primeiro clássico disputado no Mineirão e o primeiro depois da pancadaria no Independência. O jogo foi tenso, deste o princípio, com muitas jogadas violentas. O Cruzeiro dominava a partida e vencia por 1 a 0, quando Décio Teixeira cometeu pênalti em Wilson Almeida, que entrava na área para marcar o 2º gol, aos 34 minutos do segundo tempo. O Atlético-MG protestou alegando que a falta havia sido cometida sobre a risca da grande área, se esquecendo que a linha faz parte da mesma. Alguns jogadores do Atlético-MG agrediram o árbitro e entraram em atrito com policiais. Foram 30 minutos de paralisação e o árbitro relatou na súmula a expulsão de 9 jogadores. O Atlético abandonou o estádio antes do encerramento da partida. Assim, após o término, Tostão, ironicamente, lamentou que o jogo não tivesse sido reiniciado, pois seria o início de uma grande goleada. O Cruzeiro ficou com o título mineiro daquele ano, abrindo a Era Mineirão.[carece de fontes?]

Nos primeiros anos do estádio, o time conquistou o pentacampeonato mineiro de 1965 a 1969 e o título da Taça Brasil de 1966 (quando o primeiro jogo das finais terminara em 6 x 2 numa final histórica contra o Santos de Pelé, cuja partida derradeira se deu em São Paulo com o placar de 3 a 2 de virada para o time azul).

O Mineirão é palco das grandes finais que um representante mineiro já conseguiu: Supercopa Libertadores (1991 e 1992) Copa do Brasil (1993, 1996, 2000, 2003 e 2017), Libertadores da América (1976 e 1997) e Campeonato Brasileiro (1966).

A conquista da Taça Brasil de 1966

Após 22 partidas pelo Campeonato Mineiro de 1965 e 6 pela Taça Brasil de 1966, em 30 de novembro de 1966, o Cruzeiro começava a escrever contra o Santos uma das páginas mais importantes de sua história, seu primeiro título nacional.

Na primeira partida da final, no Mineirão, o Cruzeiro termina o primeiro tempo vencendo por inimagináveis 5 a 0. Os jogadores pareciam não acreditar que aquilo era verdade. No segundo tempo, o Santos esboçou uma reação fazendo dois gols, mas Dirceu Lopes marca mais um e a partida termina 6 a 2. No segundo jogo, no Pacaembu, em São Paulo, o Santos termina o primeiro tempo vencendo por 2 a 0. Todos acreditavam que a derrota humilhante do último jogo seria devolvida. A confiança era tanta que no intervalo da partida, dirigentes paulistas procuraram o presidente do Cruzeiro para marcar a terceira partida para o Maracanã. Isso foi como uma afronta aos cruzeirenses. O técnico Ayrton Moreira utilizou a atitude prepotente dos paulistas como estímulo aos seus jogadores. Na volta para o segundo tempo, Tostão ainda perdeu um pênalti. Mas se redime ao marcar de falta aos 18 minutos. Dez minutos depois, Dirceu Lopes empata. Aos 44, Natal dá o golpe de misericórdia. A equipe de jovens garotos vence o melhor time do mundo na época, e torna-se campeã da Taça Brasil.

A conquista foi de tamanha repercussão que, no ano seguinte, o Torneio Rio-São Paulo teve que abrigar clubes de Minas Gerais e Rio Grande do Sul, criando o Torneio Roberto Gomes Pedrosa, o "Robertão", embrião do atual Campeonato Brasileiro. Ainda em 1967, devido à Taça Libertadores da América, o Cruzeiro disputa sua primeira partida oficial no exterior, contra o Deportivo Galicia, da Venezuela, em Caracas, vencendo por 1 a 0.

Nesse período, surgem os primeiros grandes ídolos do clube: Tostão, Dirceu Lopes, Piazza e Raul Plassmann. Em 1966, Tostão foi o primeiro jogador de um clube mineiro a disputar uma Copa do Mundo. Em 1970, quatro jogadores conquistam o Tri pela Seleção: Tostão, Piazza, Fontana e Brito (ex-Vasco da Gama).

O título da Taça Brasil de 1966 rendeu ao Cruzeiro o reconhecimento de ser o primeiro clube mineiro a ganhar um campeonato brasileiro, já que em dezembro de 2010 a Confederação Brasileira de Futebol homologou a conquista para o clube como Campeão Brasileiro de Futebol.

Década de 70 - A conquista da América

Time do Cruzeiro, 1971. Arquivo Nacional.

Nos Campeonatos Brasileiros, em 1974 foi vice pela primeira vez, perdendo em uma decisão muito confusa contra o Vasco da Gama, e em 1975 foi novamente vice após perder para o Internacional.

Na Taça Libertadores da América de 1976, o Cruzeiro conquistou seu primeiro título na competição, sobre o River Plate da Argentina. Na primeira da final, no Mineirão, vitória por 4 a 1. Na partida seguinte, no Estádio Monumental de Nuñez, em Buenos Aires, derrota por 2 a 1. Durante a campanha, acontece uma partida que é considerada como o melhor jogo da história do Mineirão, a vitória do Cruzeiro por 5 a 4 em cima dos então campeões brasileiros, o Internacional.

O regulamento previa uma terceira partida em campo neutro. Esta foi realizada no Estádio Nacional de Santiago, no Chile, onde a Seleção Brasileira havia sido bicampeã do mundo em 1962. O Cruzeiro faz dois gols ainda no primeiro tempo. Mas com a ajuda da arbitragem e da tradicional catimba argentina, o River empata. Aos 44 minutos do segundo tempo, falta na entrada da área e Nelinho, prepara-se para cobrar. Enquanto ele se vira para trás para correr e ganhar força no chute, Joãozinho é mais rápido e bate colocado no ângulo, sem chances para o goleiro argentino. O Cruzeiro faz 3 a 2 e é campeão da América.

Ainda em 1976, o clube é derrotado na Copa Intercontinental, pelo Bayern de Munique, da Alemanha, que contava com jogadores como Gerd Müller, Franz Beckenbauer, Karl-Heinz Rummeniege e Sepp Mayer, que eram a base da então seleção campeã do mundo em 1974.

Em 1977, o Cruzeiro chega novamente à final da Libertadores, mas dessa vez é derrotado nos pênaltis pelo Boca Juniors, da Argentina. O Cruzeiro foi derrotado por 1 a 0 em Buenos Aires, venceu pelo mesmo placar em Belo Horizonte e o terceiro jogo em Montevidéu terminou empatado sem gols. Na disputa de pênaltis, o time argentino venceria por 5 a 4 e conquistaria aquele que seria seu primeiro de um total atual (até 2011) de seis conquistas na competição.

Nos anos 1970, para evitar o déficit financeiro causado pela disputa do Campeonato Mineiro, o clube partiu para amistosos no exterior em troca de cachês em dólar. O dinheiro foi suficiente para manter os craques e conquistar o tetracampeonato estadual de 1972 a 1975. Em 1977 chega ao décimo título mineiro na "Era Mineirão", em 13 disputados.

Década de 80 e o período de vacas magras

Os esforços da década anterior não foram suficientes para evitar a crise financeira que acompanharia o clube nos anos 1980. O Cruzeiro amargou um período de maus resultados no Campeonato Brasileiro e a conquista de apenas dois estaduais, em 1984 e 1987. A nova redenção veio a partir das vendas de jogadores para o futebol estrangeiro e das cotas de transmissão de jogos, que passaram a ser pagas pelas emissoras de televisão, a partir da Copa União, em 1987.

Série de títulos nas décadas de 1990 e 2000

A década de 1980 não foi muito positiva para o clube, conquistando apenas dois campeonatos estaduais (1984 e 1987), além de fracas campanhas no Campeonato Brasileiro.

No entanto, na década de 1990 o Cruzeiro iniciou uma impressionante sequência de 15 anos ganhando pelo menos um título por ano. Foram duas Supercopas da Libertadores (1991 e 1992), uma Recopa Sul-Americana (1998), quatro Copas do Brasil (1993, 1996, 2000 e 2003), uma Copa Ouro (1995), uma Copa Master da Supercopa (1995), duas Copas Sul-Minas (2001 e 2002), oito Campeonatos Mineiros (1990, 1992, 1994, 1996, 1997, 1998, 2003 e 2004) uma Copa Centro-Oeste (1999), duas Copa dos Campeões Mineiros (1991 e 1999), um Supercampeonato Mineiro (2002), além da segunda Taça Libertadores da América (1997) e do Campeonato Brasileiro de 2003, o primeiro disputado por pontos corridos, em turno e returno. A sequência de títulos foi interrompida em 2005, mas no ano seguinte o clube já voltou a vencer o campeonato estadual, conquista essa que se repetiu em 2008 e 2009.

Nesse período a torcida cruzeirense ganhou mais alguns ídolos, entre eles Charles, Boiadeiro, Douglas, Ademir, Renato Gaúcho, Roberto Gaúcho, Ronaldo, Nonato, Dida, Ricardinho, Marcelo Ramos, Fábio Júnior, Alex Alves, Cris, Sorín, Fred, Alex e Ramires, além de ter contratado o penta campeão Rivaldo que só jogou metade do 1° semestre de 2004, sem grandes sucessos, mas mesmo assim foi campeão mineiro em 2004.

A maior façanha da década de 2000, aconteceu em 2003, quando o Cruzeiro, sob o comando do respeitado técnico Vanderlei Luxemburgo, e comandado pelo craque Alex e seus companheiros, conquistou o inédito título no Brasil da "Tríplice Coroa", que significa a conquista do Campeonato Estadual, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro. Nesse ano, o time fez uma campanha nunca antes vista no Campeonato Brasileiro: marcou mais de cem gols e conquistou, com quatro rodadas de antecedência, a primeira edição de pontos corridos do Campeonato Brasileiro, cujo título cabe ao time que fizer mais pontos durante a competição.

O ano de 2004 foi decepcionante e ao mesmo tempo marcante pois nessa temporada o Cruzeiro alcançou um feito inédito no Brasil, que foi ganhar pelo menos um título por temporada durante 15 anos (1990 a 2004). Antes disto só haviam feito esse recorde times europeus como Real Madrid e Manchester United. Essa seqüência foi quebrada no ano de 2005 quando o Cruzeiro perdeu a final do Campeonato Mineiro pelo inacreditável Ipatinga. Depois disto de fato o Cruzeiro não teve grandes marcas conquistando só apenas três mineiros (2006, 2008 e 2009).

Os Campeonatos Mineiros de 2008 e 2009 foram marcantes, porque o Cruzeiro duas vezes bateu seu maior rival nas finais por impressionantes 5 a 0. Na mesma temporada de 2009 o Cruzeiro chegou na final da Libertadores contra o Estudiantes, o mesmo adversário que tinha enfrentado na fase de grupos. Na primeira partida final, um empate em 0 a 0 que deixou o Cruzeiro muito próximo do tricampeonato, mas no jogo de volta no Mineirão com 64.800 pessoas, o Cruzeiro perderia para o Estudiantes depois de ter feito 1 a 0, ao final do jogo, 2 a 1 de virada para o Estudiantes e fim do sonho do tricampeonato e do sonho de ser campeão mundial (pela Copa do Mundo de Clubes da FIFA), visto que o clube havia disputado por duas vezes a antiga Copa Intercontinental (ao conquistar a Libertadores, em 76 e 97) mas perdeu em ambas as ocasiões, em que enfrentou clubes alemães: em 1976 o Bayern de Munique e em 1997 o Borussia Dortmund.

O Dia do Cruzeiro e o Dia do Cruzeirense

Em 14 de julho de 2008 foi sancionada a Lei nº 9.590/2008[18] pelo então prefeito de Belo Horizonte, Fernando Damata Pimentel, que instituiu "O Dia do Cruzeiro e o Dia do Cruzeirense", comemorado anualmente o dia internacional no dia 2 de janeiro. A lei foi resultado do Projeto de Lei nº 1.594/2008[19] de autoria do vereador Alberto Rodrigues.[20]

Década de 2010

Na temporada de 2010 o Cruzeiro foi regular terminou o Mineiro na 3° colocação, foi até às quartas-de-final da libertadores e foi vice-campeão brasileiro. Mas neste mesmo ano o Cruzeiro foi reconhecido oficialmente pela CBF como bicampeão brasileiro, por ter conquistado a Taça Brasil de Futebol de 1966.

Fábio, jogador que mais vezes vestiu a camisa do Cruzeiro, com mais de 660 jogos, é um dos principais ídolos do clube no século XXI

Em 2011, o time celeste tem um começo de temporada impressionante, se destacando não só no cenário nacional como também internacional, tendo sido chamado pelo treinador uruguaio Diego Aguirre (que comandou o time do Peñarol nesta edição e foi vice-campeão do torneio) de "Barcelona das Américas", devido ao seu estilo de jogo que se parecia com o do clube catalão: qualidade no toque de bola, volume de jogo e principalmente, a formação que não tinha um centroavante fixo. Com esse estilo de jogar, o Cruzeiro fez sua estreia na Copa Libertadores da América contra o Estudiantes, time que desbancou o Cruzeiro na final da Libertadores de 2009, na Arena do Jacaré, e aplicou uma goleada de 5 a 0 no time argentino, com uma atuação praticamente impecável de todo o elenco, se vingando com estilo da perda do título de 2009 e colocando o Cruzeiro já como favorito à conquista do torneio.

Na sequência da competição, o time derrotou o Guaraní do Paraguai em casa por 4 a 0, empatou fora com o Deportes Tolima da Colômbia por 0 a 0 (com o goleiro Fábio, ídolo da torcida celeste, defendendo um pênalti e evitando a derrota), construiu mais um resultado de expressão contra o Tolima em casa, por 6 a 1, derrotou o Guaraní fora por 2 a 0 e surpreendeu no último jogo da fase de grupos, jogando contra o Estudiantes fora de casa, jogo que era temido que o Cruzeiro não conseguisse a vitória, mas o time surpreendeu a todos com um placar de 3 a 0, mais uma vez com uma ótima atuação da equipe, consolidando a supremacia da equipe celeste na 1ª fase e selando a classificação às oitavas-de-final como melhor 1º colocado da fase de grupos, com uma campanha arrasadora e que colocava o time como favorito absoluto à conquista do torneio.

Mesmo priorizando a Libertadores, o Cruzeiro conseguiu, ao mesmo tempo, manter o bom aproveitamento também no Campeonato Mineiro, terminando a 1ª fase da competição em 1º, com um ótimo aproveitamento e saldo de gols.

Na sequência da Libertadores, o Cruzeiro enfrenta o Once Caldas da Colômbia, pior 2º colocado da fase de grupos, com a 1ª partida sendo disputada fora de casa. Mesmo com as adversidades e desfalques, o Cruzeiro conseguiu a vitória de 2 a 1, sofrendo um gol no final do jogo. O resultado, apesar de não ter sido um placar elástico que deixasse o time e a torcida mais tranquila para o jogo de volta, já dava o Cruzeiro como praticamente classificado para as quartas-de-final da competição.

Com a classificação do Santos, para as quartas, que seria o adversário do Cruzeiro caso a equipe conseguisse avançar à tal fase da competição, o assunto deixou de ser o jogo de volta, que para muitos já era tido como ganho, e passou a ser a partida entre Cruzeiro e Santos, que era tida como uma das mais esperadas do ano, por serem considerados os dois melhores times da competição. Mas no dia do jogo de volta, o time que encantou a América foi surpreendido dentro de casa, e de uma forma que, até hoje, muitos ainda lamentam. A derrota para o Once Caldas por 2 a 0 dentro de casa, depois de uma exibição pífia da equipe dentro de campo, encerrou, de forma inesperada, a participação do Cruzeiro na competição.

Ainda sem se recuperar do baque da eliminação da Libertadores, o time entra em campo, 4 dias depois, para a disputa do jogo de ida da final do Campeonato Mineiro de 2011, e ainda por cima contra o arquirrival Atlético. Visivelmente abatido pela eliminação, o time sofreu derrota por 2 a 1 para o rival, o que deixou alguns torcedores já desconfiados da conquista do título, apesar do time precisar apenas de uma vitória simples no jogo de volta, o que o time havia apresentado estaria longe de conseguir a vitória.

Passada uma semana, era o dia do jogo de volta, a decisão do título. E a equipe mostrou superação dentro de campo, vencendo o rival por 2 a 0 e, assim, conquistando o título, apagando a tristeza da eliminação e ganhando confiança para a disputa do Campeonato Brasileiro.

Porém, na disputa do torneio nacional, a equipe decepcionou. Passou boa parte do campeonato fugindo da zona de rebaixamento, que só não ocorreu porque na última partida, o Cruzeiro enfrentou o arquirrival Atlético-MG e aplicou a segunda maior goleada da história do clássico: 6 a 1.

Em 2013 foi ano para ficar marcado, após várias saídas, a diretoria resolveu fazer uma mudança significativa no clube, contratando várias promessas e um novo técnico, Marcelo Oliveira. O trabalho começou com parte da torcida desconfiada do então trabalho que o técnico poderia realizar, mas após boa campanha no Campeonato Mineiro daquele ano, a desconfiança se tornou força de vontade e empenho nas arquibancadas do Mineirão. O Campeonato Brasileiro começou bem, mas só foram 5 rodadas para a equipe mostrar sua verdadeira força, após um primeiro turno quase perfeito na primeira colocação , a equipe continuou no embalo em busca do seu tri campeonato nacional. Se arrastando até o fim como líder, em uma disputa árdua contra o Grêmio, enfim o título veio, na vitória por 3 a 0 contra o Vitória no Barradão.

O ano de 2014 foi ainda mais especial para o cruzeirense, depois de manter quase todo o time para a temporada, a equipe começou o ano com o pé direito, conquistando o Campeonato Mineiro daquele ano em cima do Atlético, em final polêmica.[21] Mais uma vez o trabalho de Marcelo Oliveira vinha dando certo, uma boa campanha na Libertadores, chegando às quartas de final. Mas a equipe queria mais, e depois de 6 rodadas no Campeonato Brasileiro já havia assumido o posto mais alto da tabela, e de lá não saiu, depois de meses de luta contra o São Paulo, terminou o ano em alta, chegando a mais uma final de Copa do Brasil e levantando mais um troféu de campeão brasileiro, o quarto título do Cruzeiro na competição.

Como seus destaques nos dois títulos brasileiros consecutivos, Fábio, Éverton Ribeiro, Ricardo Goulart e Lucas Silva comandavam as partidas do bicampeão brasileiro.

Torcida

A torcida do Cruzeiro também é conhecida como Nação Azul ou China Azul devido à sua imensidão e ao grande crescimento nas últimas décadas. Curiosamente, este apelido foi dado pelo escritor atleticano Roberto Drumond, que reconhecera insofismavelmente em um de seus artigos, o crescimento incessante e a previsão da hegemonia da torcida cruzeirense em BH, Minas Gerais e no Brasil. Tal previsão está sendo comprovada nos dias de hoje quando todas as pesquisas dos mais sérios institutos de pesquisas como Ibope, Datafolha e Vox Populi dentre outros, apontam para quase o dobro da torcida azul frente ao rival Atlético Mineiro.

O clube possui cerca de 8,5 milhões de torcedores espalhados pelo país, o que representa aproximadamente 4,5% da população nacional. É a primeira torcida no Brasil fora do eixo Rio-São Paulo. No estado de Minas Gerais, é o clube mais popular, ou seja, o clube de maior torcida no estado (na Região Metropolitana de BH, e no interior).

Em 26 de março de 1931, o jornal Estado de Minas publicou resultado parcial de uma enquete (os votos eram depositados em urnas) que ajuda a compreender o porte das torcidas de Belo Horizonte naquela época. Computados mais de 800 votos, os resultados apontavam: Atlético, 46,2%; Cruzeiro (na época ainda denominado Palestra), 35,9%; e América, 10,8%.[22]

Na edição de 31 de dezembro de 1971, a revista Placar publicou pesquisa feita, em Belo Horizonte, pelo Instituto Gallup. O resultado já indicava uma tendência de inversão na ordem das maiores torcidas da cidade: Atlético, 43%; Cruzeiro, 42%; e América, 5%. Na faixa entre 10 e 17 anos, o Cruzeiro já liderava com 46% contra 44% do rival Atlético.[23]

Torcida do Cruzeiro em um jogo no antigo estádio Mineirão.

Em 10 de dezembro de 2004 em outra pesquisa de opinião, publicada pelo jornal Estado de Minas, a torcida do Cruzeiro também apareceu como a maior de Belo Horizonte, com 48% de preferência entre os belorizontinos.[24] De acordo com o Ibope, em 1998, 26% dos mineiros torciam para o Cruzeiro, e 16% para o Atlético. Em 2004, 32,8% dos mineiros torciam para o Cruzeiro, e 16,9% para o Atlético.[25] De acordo com uma pesquisa feita pela Datafolha em 2009, 31% dos Mineiros torcem para o Cruzeiro, e apenas 15% para o Atlético.[26]

Maiores públicos

Nas partidas em Belo Horizonte, os maiores índices de torcedores presentes foram:[27]

  • Cruzeiro 1 x 0 Villa Nova, 22 de janeiro de 1997, (132 834), recorde do Mineirão
  • Cruzeiro 0 x 0 Bayern München (ALE), 21 de dezembro de 1976, (113 715), recorde da Copa Intercontinental
  • Cruzeiro 3 x 1 Portuguesa, 29 de outubro de 1998, (103 294)
  • Cruzeiro 1 x 0 Sporting Cristal (PER), 13 de agosto de 1997, (95 472), recorde da Libertadores
  • Cruzeiro 2 x 2 Corinthians, 13 de dezembro de 1998, (92 859)
  • Cruzeiro 1 x 0 Nacional (URU), 3 de junho de 1988, (90 946)
    • Exceto clássicos estaduais contra o Atlético (21 acima de 90 000)

Médias no Brasileirão

Ano Média
1959 Não participou
1960 Sem registro
1961 Sem registro
1962 Sem registro
1963 Não participou
1964 Não participou
1965 Não participou
1966 42 892
1967 34 038
1968 19 385
1969 38 024
1970 35 143
1971 22 784
1972 20 649
1973 20 872
1974 13 537
1975 24 701
1976 19 022
1977 31 804
1978 24 888
1979 31 686
Ano Média
1980 23 460
1981 22 867
1982 16 908
1983 36 891
1984 13 003
1985 22 540
1986 32 416
1987 33 235
1988 22 252
1989 21 494
1990 22 422
1991 24 395
1992 25 008
1993 12 130
1994 13 243
1995 20 759
1996 24 820
1997 9 175
1998 28 973
1999 28 587
2000 16 360
Ano Média
2001 14 656
2002 13 658
2003 25 981
2004 6 074
2005 15 753
2006 15 239
2007 23 504
2008 24 245
2009 20 437
2010 16 072
2011 10 377
2012 11 677
2013 28 911
2014 29 691
2015 22 075
2016 20 952
2017 14 547
2018

Observação
  • Temporadas de 2010, 2011 e 2012 foram disputadas na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas.[28]

Recordes

  • Maior média de público na história de um torneio na história do futebol: 73 mil pagantes por jogo na Supercopa de 1992.
  • Recorde absoluto de público presente em uma partida no Mineirão, 132 834 pessoas na partida contra o Villa Nova realizada em 22 de junho de 1997, sendo cerca de 52 mil não pagantes, dentre eles mulheres e crianças, e sendo a capacidade máxima do estádio Mineirão na época cerca de 130 mil, ou seja, algo inédito e inacreditável.
  • Maior público no Mineirão em uma partida internacional oficial: Final do Intercontinental: 117 mil contra o Bayern de Munique, em 1976
  • Maior público de uma final de Taça Libertadores da América: 95 472 pessoas na partida contra o Sporting Cristal, em 1997.
  • Segundo maior público pagante numa final de Copa do Brasil: 85 841 pessoas na partida contra o São Paulo, em 2000, atrás apenas de Botafogo 0 x 0 Juventude, em 1999, que teve 101 581 presentes (90 217 pagantes).
  • Recorde absoluto de público de todas as divisões do futebol brasileiro em 2003, com 597.563 pagantes em 23 jogos no Campeonato Brasileiro, média de 25.981 pagantes por partida.
  • Grupo seleto de clubes que venderam mais de 10 milhões de ingressos em Campeonatos Brasileiros.[29]
  • Maior público do Novo Mineirão: 61.017 presentes na Final da Copa do Brasil 2017 [30]

Torcidas organizadas

Dentre as torcidas organizadas da equipe, a mais popular é a Máfia Azul, fundada em 1977.

Principais títulos

Taça Brasil de 1966, o primeiro grande título da história do Cruzeiro.


HONORÁRIOSCruzeiro do sul.png
Competição Títulos Temporadas
Heraldic Royal Crown (Common).svg Tríplice Coroa Nacional 1 2003
IFFHS logo.gif Melhor Clube Brasileiro do Século XX 1 Condecoração outorgada em 2009, pela IFFHS, abrange o período de 1° de janeiro de 1901 a 31 de dezembro de 2000.
CONTINENTAISCruzeiro do sul.png
Competição Títulos Temporadas
Copa Conmebol Libertadores da América.png Copa Libertadores da América 2 1976 e 1997
Supercopa Sudamericana.png Supercopa Sul-Americana 2 1991 e 1992
Medical Article Trophy.svg Recopa Sul-Americana 1 1998Cscr-featured.png
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa de Ouro Nicolás Leoz 1 1995
Coppa America calcio.svg Copa Master da Supercopa 1 1995Cscr-featured.png
NACIONAISCruzeiro do sul.png
Competição Títulos Temporadas
CBF - Taça Brasil.svg Cbf brazilian championship trophy 02.svg Campeonato Brasileiro 4 1966Cscr-featured.png, 2003, 2013 e 2014
CBF Brazilian Cup.png EmojiCopaBrasil.png Copa do Brasil 5 1993, 1996, 2000Cscr-featured.png, 2003Cscr-featured.png e 2017
INTERESTADUAISCruzeiro do sul.png
Competição Títulos Temporadas
WikiCup Trophy Gold.png Copa Sul-Minas 2 2001Cscr-featured.png e 2002Cscr-featured.png
Trophy (transp. Simón Bolívar Cup).png Copa Centro-Oeste 1 1999
ESTADUAISCruzeiro do sul.png
Competição Títulos Temporadas
Minas Gerais Campeonato Mineiro 37 1928, 1929Cscr-featured.png, 1930Cscr-featured.png, 1940, 1943, 1944Cscr-featured.png, 1945, 1956, 1959, 1960, 1961, 1965, 1966, 1967, 1968Cscr-featured.png, 1969Cscr-featured.png, 1972, 1973, 1974, 1975, 1977, 1984, 1987, 1990, 1992Cscr-featured.png, 1994Cscr-featured.png, 1996, 1997, 1998, 2003Cscr-featured.png, 2004, 2006, 2008, 2009Cscr-featured.png, 2011, 2014 e 2018
Minas Gerais Taça Minas Gerais 5 1973, 1982, 1983, 1984 e 1985
Minas Gerais Copa dos Campeões Mineiros 2 1991 e 1999
Minas Gerais Supercampeonato Mineiro 1 2002
Minas Gerais Torneio Início 10 1926, 1927, 1929, 1938, 1940, 1941, 1943, 1944, 1948 e 1966
MUNICIPAIS Cruzeiro do sul.png
Competição Títulos Temporadas
Bandeira de Belo Horizonte.png Copa Belo Horizonte 1 1960

Observações
  • Cscr-featured.png Campeão invicto.
  • A Recopa Sul-Americana de 1998 foi disputada em 1999.
  • A Taça Minas Gerais de 1982 foi relativa ao título da 1ª fase do Campeonato Mineiro; a de 1983 ao título do 2º turno; e as de 1984 e 1985 ao título do 1º turno. Em 1984 o Cruzeiro ficou com a posse definitiva da Taça Minas Gerais (instituída pela Federação Mineira em 1973) por tê-la conquistado três vezes consecutivas.
  • Em 1926, o Cruzeiro disputou dois Torneios Início promovidos por duas federações distintas sagrando-se campeão pela Associação Mineira de Esportes Geraes e vice pela Liga Mineira de Desportos Terrestres.
  • Em 1926, houve dois campeonatos, organizados por duas ligas. O Atlético Mineiro venceu o campeonato da LMDT e o Palestra Itália venceu o campeonato da AMET. Ambas as ligas eram filiadas à CBD. O Cruzeiro alega que o título do Palestra de 1926 fora reconhecido em 1998 pela Federação Mineira, porém desmentido em 2010.
  • O Cruzeiro conquistou o título do inédito do Supercampeonato Mineiro,competição que foi administrada pelos próprios times participantes, mas este não é reconhecido pela FMF, já que a Federação apenas apoiou a organização do evento e não foi um torneio oficial da entidade.

Estádio

Estádio JK

Ver artigo principal: Estádio JK

Foi o primeiro estádio do Clube, que na época ainda era Palestra. Construído em um terreno adquirido pela diretoria com recursos próprios no Barro Preto em 1922 o estádio foi muito importante para Clube, foi o local da conquista dos primeiro títulos. O Palestra estreou o estádio no dia 1 de julho com uma goleada de 6x2 sobre o Palmeiras de Santa Efigênia. A inauguração oficial foi em setembro, coincidindo com as festas da colônia italiana, em comemoração da unificação da Itália. O primeiro jogo oficial foi em 23 de setembro de 1923 contra o Flamengo e terminou em 3x3.

O Mineirão

Ver artigo principal: Estádio Mineirão

Considerado a casa do time desde sua inauguração em 1965, o estádio Mineirão, foi palco de várias conquistas da equipe estrelada, como a Libertadores de 1997, o Campeonato Brasileiro de 2003 e a Copa do Brasil do mesmo ano. Entre 2010 e 2011, com o estádio fechado por causa das obras para a Copa de 2014, o Cruzeiro passou a mandar seus jogos em estádios do interior, como a Arena do Jacaré, em Sete Lagoas onde aplicou a maior goleada no seu rival 6x1 no Atlético-MG e o Parque do Sabiá, em Uberlândia.[31][32] Em 2012 voltou a mandar seus jogos na capital, no Estádio Independência.[33] No mesmo ano, o então presidente do clube Gilvan de Pinho Tavares e o diretor-presidente do consórcio Minas Arena, Ricardo Barra, assinaram um acordo para que o clube mandasse todos os seus jogos no Mineirão durante 25 anos.[34][35]

Partidas históricas

Primeiro jogo do Palestra
3 de abril de 1921 Palestra 2 – 0 Combinado Villa Nova/Palmeiras de Nova Lima Estádio do Prado Mineiro, Belo Horizonte, MG


Primeiro clássico
17 de abril de 1921 Palestra 3 – 0 Atlético Mineiro Estádio do Prado Mineiro, Belo Horizonte, MG


Inauguração do estádio do Barro Preto
23 de setembro de 1923 Palestra 3 – 3 Flamengo Estádio do Barro Preto, Belo Horizonte, MG


Maior goleada da história do clube, com 10 gols do atacante Ninão[36]
17 de junho de 1928 Palestra 14 – 0 Alves Nogueira Estádio do Barro Preto, Belo Horizonte, MG


Primeiro jogo da final da Taça Brasil de 1966
30 de novembro de 1966 Cruzeiro 6 – 2 Santos Mineirão, Belo Horizonte, MG


Final da Taça Libertadores da América de 1976 - Segundo time Brasileiro a conquistar a Libertadores
30 de julho de 1976 Cruzeiro 3 – 2 River Plate Estádio Nacional, Santiago, Chile


Final da Taça Intercontinental de 1976 - Jogo de maior público da história dos Mundiais
21 de dezembro de 1976 Cruzeiro 0 – 0 Bayern de Munique Mineirão, Belo Horizonte, MG

Público: 113 715

Final da Supercopa da Libertadores de 1991
20 de novembro de 1991 Cruzeiro 3 – 0 River Plate Mineirão, Belo Horizonte, MG


Final da Copa do Brasil de 1993 - Primeiro título da Copa do Brasil
3 de junho de 1993 Cruzeiro 2 – 1 Grêmio Mineirão, Belo Horizonte, MG


Final do Campeonato Mineiro de 1997 - Jogo de maior público presente no Mineirão
22 de junho de 1997 Cruzeiro 1 – 0 Villa Nova Mineirão, Belo Horizonte, MG

Público: 132 834

Final da Taça Libertadores da América de 1997
13 de agosto de 1997 Cruzeiro 1 – 0 Sporting Cristal Mineirão, Belo Horizonte, MG


Final da Recopa Sul-Americana de 1998
23 de setembro de 1999 River Plate 0 – 3 Cruzeiro Monumental de Nuñez, Buenos Aires, ARG


Final da Copa do Brasil de 2000
9 de julho de 2000 Cruzeiro 2 – 1 São Paulo Mineirão, Belo Horizonte, MG


Final da Copa Sul-Minas de 2002
12 de maio de 2002 Cruzeiro 1 – 0 Atlético Paranaense Mineirão, Belo Horizonte, MG


Final da Copa do Brasil de 2003 - Quarto título da Copa do Brasil
11 de junho de 2003 Cruzeiro 3 – 1 Flamengo Mineirão, Belo Horizonte, MG


Jogo que garantiu o título do Campeonato Brasileiro de 2003 com duas rodadas de antecedência
30 de novembro de 2003 Cruzeiro 2 – 1 Paysandu Mineirão, Belo Horizonte, MG


Jogo de ida da Final do Campeonato Mineiro - Maior goleada contra o arquirrival até então
27 de abril de 2008 Atlético Mineiro 0 – 5 Cruzeiro Mineirão, Belo Horizonte, MG


Jogo de ida da Final do Campeonato Mineiro - Maior goleada contra o arquirrival até então, repetindo o feito de 2008
26 de abril de 2009 Cruzeiro 5 – 0 Atlético Mineiro Mineirão, Belo Horizonte, MG


Primeira fase (Pré-Libertadores) da Libertadores de 2010 - Maior goleada do Cruzeiro em uma Copa Libertadores
3 de fevereiro de 2010 Cruzeiro 7 – 0 Real Potosí Mineirão, Belo Horizonte, MG


Final do Campeonato Brasileiro de 2011 - Maior goleada do Cruzeiro no arquirrival de todos os tempos[37]
4 de dezembro de 2011 Cruzeiro 6 – 1 Atlético Mineiro Arena do Jacaré, Sete Lagoas, MG


Jogo que garantiu o título do Campeonato Brasileiro de 2013 com quatro rodadas de antecedência
13 de novembro de 2013 Vitória 1 – 3 Cruzeiro Barradão, Salvador, BA


Milésima vitória do Cruzeiro no Mineirão[38]
27 de agosto de 2014 Cruzeiro 5 – 0 Santa Rita Mineirão, Belo Horizonte, MG


Jogo que garantiu o título do Campeonato Brasileiro de 2014 com 2 rodadas de antecedência
23 de novembro de 2014 Cruzeiro 2 – 1 Goiás Mineirão, Belo Horizonte, MG


Final da Copa do Brasil de 2017 - Quinto título da Copa do Brasil - Jogo de maior público do novo Mineirão
27 de setembro de 2017 Cruzeiro 0 – 0
5 – 3 (pen.)
Flamengo Mineirão, Belo Horizonte, MG

Público: 61 017

Fase de grupos da Libertadores de 2018 - Maior goleada do Cruzeiro em uma Copa Libertadores

26 de abril de 2018 Cruzeiro 7 – 0 Universidad de Chile Mineirão, Belo Horizonte, MG

Temporadas

Participações
Participações em 2018
Competição Temporadas Melhor campanha Estreia Última P Aumento R Baixa
Minas Gerais Campeonato Mineiro 99 Campeão (37 vezes) 1921 2018
Trophy (transp. Simón Bolívar Cup).png Primeira Liga 2 Semifinal (2017) 2016 2017
Brasil Campeonato Brasileiro 58 Campeão (4 vezes) 1960 2018
Copa do Brasil 22 Campeão (5 vezes) 1989 2018
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Libertadores da América 16 Campeão (1976 e 1997) 1967 2018
Copa Sul-Americana 6 Oitavas de final (2005) 2003 2017
Recopa Sul-Americana 3 Campeão (1998) 1992 1998
Campanhas
Cruzeiro Esporte Clube
Torneio Campeão Vice-campeão Terceiro Quarto
Flag of the United Nations.svg Intercontinental Não possui 2 (1976, 1997) Não possui Não possui
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Libertadores da América 2 (1976, 1997) 2 (1977, 2009) Não possui 1 (1967)
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Sul-Americana Não possui Não possui Não possui Não possui
Flags of the Union of South American Nations.gif Recopa Sul-Americana 1 (1998) 2 (1992, 1993) Não possui Não possui
Flags of the Union of South American Nations.gif Supercopa Sul-Americana 2 (1991, 1992) 2 (1988, 1996) Não possui 2 (1994, 1995)
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Ouro 1 (1995) Não possui 1 (1993) Não possui
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Master 1 (1995) 1 (1992) Não possui Não possui
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Mercosul Não possui 1 (1998) Não possui Não possui
Brasil Campeonato Brasileiro 4 (1966, 2003, 2013, 2014) 5 (1969, 1974, 1975, 1998, 2010) 6 (1967, 1973, 1989, 1995, 2000 e 2008) 2 (1968, 1970)
Brasil Copa do Brasil 5 (1993, 1996, 2000, 2003, 2017) 2 (1998, 2014) 2 (2005, 2016) Não possui
Brasil Copa dos Campeões Não possui 1 (2002) 1 (2001) Não possui
Brasil Primeira Liga Não possui Não possui Não possui Não possui
Brasil Copa dos Campeões Estaduais Não possui Não possui 1 (1967) Não possui
Copa Centro-Oeste 1 (1999) Não possui Não possui Não possui
Copa Sul-Minas 2 (2001, 2002) 1 (2000) Não possui Não possui
Minas Gerais Campeonato Mineiro 37 vezes 25 vezes 20 vezes 2 vezes

Elenco atual

Elenco atual

Soccerball current event.svg Última atualização feita em 24 de agosto de 2018.

Legenda
Jogador Nascimento Início Contrato Fim Contrato
Goleiros
1 Brasil Fábio G 30 de Setembro de 1980 2005 12/2019
12 Brasil Rafael Prata da casa G 23 de Junho de 1989 2008 12/2021
38 Brasil Gabriel Brazão Prata da casa G 5 de outubro de 2000 2017 12/2021
39 Brasil Vitor Eudes Prata da casa G 21 de outubro de 1998 2018 12/2022
Defesas
3 Brasil Léo Z 30 de Janeiro de 1988 2010 12/2020
4 Brasil Murilo Cerqueira Prata da casa Z 27 de Março de 1997 2017 12/2021
14 Brasil Cacá Prata da casa Z 25 de Abril de 1999 2018 12/2021
26 Brasil Dedé Seleção Brasileira Z 1 de Julho de 1988 2013 12/2019
27 Brasil Manoel Z 26 de Fevereiro de 1990 2014 12/2020
2 Brasil Ezequiel LD 22 de Fevereiro de 1993 2016 06/2019
22 Brasil Edílson LD 27 de julho de 1986 2018 12/2020
6 Brasil Egídio LE 16 de Junho de 1986 2018 12/2019
15 Brasil Patrick Brey LE 5 de junho de 1997 2018 04/2023
25 Brasil Marcelo Hermes LE 1 de fevereiro de 1995 2018 12/2018
Meio-Campo
5 Argentina Ariel Cabral V 11 de Setembro de 1987 2015 12/2020
8 Brasil Henrique Capitão V 16 de Maio de 1985 2013 12/2019
16 Brasil Lucas Silva Prata da casa V 16 de Fevereiro de 1993 2017 06/2019
20 Brasil Bruno Silva V 3 de agosto de 1986 2018 12/2020
29 Argentina Lucas Romero V 18 de Abril de 1994 2016 02/2021
10 Uruguai De Arrascaeta Seleção Uruguaia M 1 de Junho de 1994 2015 12/2021
18 Brasil Rafinha M 4 de Agosto de 1983 2016 12/2019
19 Brasil Robinho M 10 de Novembro de 1987 2016 12/2019
21 Argentina Mancuello M 26 de março de 1989 2018 12/2020
30 Brasil Thiago Neves M 27 de Fevereiro de 1985 2017 12/2019
40 Brasil Éderson M 7 de julho de 1999 2018 07/2019
Atacantes
7 Brasil Rafael Sóbis A 17 de Junho de 1985 2016 12/2020
9 Brasil Fred A 3 de Outubro de 1983 2018 12/2020
11 Brasil David A 1 de julho de 1998 2018 01/2023
17 Brasil Raniel A 11 de Junho de 1996 2017 12/2022
28 Argentina Barcos A 11 de abril de 1984 2018 06/2019
99 Brasil Sassá A 11 de Janeiro de 1994 2017 12/2021

Transferências em 2018

Legenda

  • Livre: Jogadores que chegaram ou saíram sem custos
  • Compra/Multa: Jogadores que chegaram ou saíram após compra de direitos/multa rescisória contratual
  • Empréstimo: Jogadores que chegaram por empréstimo
  • Regresso após empréstimo: Jogadores que voltaram após serem emprestados
  • Promovido: Jogadores promovidos ou que queimaram idade do sub-20
  • Saindo por empréstimo: Jogadores emprestados pelo Cruzeiro
  • Fim de contrato: Jogadores que saíram após o fim do contrato
  • Dispensado: Jogadores que foram dispensados antes do fim do contrato



Diretoria

Diretoria do Cruzeiro Esporte Clube.[95]

Diretoria
Nome Função
Brasil Gilvan de Pinho Tavares Presidente
Brasil José Francisco Lemos Filho Vice-Presidente
Brasil Márcio Rodrigues Silva 2° Vice-Presidente
Brasil Bruno Vicintin Vice-Presidente de Futebol
Brasil Hermínio Francisco Lemos Secretário Geral
Brasil José Ramos de Araújo Diretor Financeiro
Brasil Robson Pires Diretor Comercial & Marketing
Brasil Fabiano de Oliveira Costa Diretor Jurídico
Brasil Aristóteles de Paula Lorêdo Diretor de Tecnologia da Informação
Brasil Marcelo Rezende Magalhães Diretor de Patrimônio e Obras
Diretoria
Nome Função
Brasil Nélio Lopes Diretor da Sede Campestre
Brasil Ercílio Silva Ferreira Diretor do Parque Esportivo do Barro Preto
Brasil Theodoro Peluso Diretor de Compras
Brasil Deis E. Chaves Fonseca Diretora de Projetos Incentivados
Brasil Alexandre Minardi Diretor de Atletismo
Brasil Marco Túlio Martins Superintendente da Escola de Esportes
Brasil José Cesário da Silva Almada Lima Superintendente Médico
Brasil Sérgio Santos Rodrigues Superintendente de Futebol Profissional
Brasil Antônio Assunção Almeida Superintendente de Futebol de Base

Símbolos

Escudo

Desde sua fundação, o escudo do Cruzeiro já mudou algumas vezes, assim como o nome e as cores do clube.[96]

Evolução do Escudo do Cruzeiro Esporte Clube
1921 1927 1942 1959 1961 1996 2003
Escudo Cruzeiro PI.png Escudo Cruzeiro SSPI 1927.png Escudo do Cruzeiro 1942.png Escudo Cruzeiro 1959.png Escudo Cruzeiro BH.png Escudo Cruzeiro 1996-2003.png Logo oficial do Cruzeiro.png

Hino

O hino oficial foi escrito por Jadir Ambrósio, que fez o hino do seu time de coração em 1965, ao participar de um concurso na Rádio Inconfidência. Na época, a diretoria cruzeirense, comandada pelo presidente Felício Brandi, conclamava os compositores mineiros a criarem um hino para o clube celeste que até aquele momento não tinha aquela composição.

Ambrósio foi o vencedor e tocou pela primeira vez o hino que levou o nome "Hino ao Campeão Cruzeiro Esporte Clube" no programa do radialista Aldair Pinto, no seu programa "Roteiro das Duas".[97]

Hino ao Campeão Cruzeiro Esporte Clube

  • Letra: Jadir Ambrósio
  • Ano: 1965

Mascote

A Raposa é o mascote do Cruzeiro.

O mascote do Cruzeiro é raposa. Foi desenhada pelo chargista Fernando Pieruccetti (mais conhecido como Mangabeira) no ano de 1945, que se inspirou em Mário Grosso, ex-presidente do clube, conhecido por sua esperteza e astúcia no comando dos negócios do Clube[98] e pelo fato da raposa ser o animal que se alimenta de galináceos, numa clara alusão ao seu rival regional.

Camisa

O primeiro manto do Palestra foi verde, com frisos em vermelho na ponta das mangas e o logotipo no peito com o "PI" entrelaçado em um losango vermelho e verde com fundo branco, calção branco e meias verdes. Entre 1922 e 1927, a equipe adotou uma camisa num tom de verde mais claro e mudou algumas vezes seu logotipo até vestir uma camisa num de verde ainda mais claro entre 1928 e 1939. Nesse período, uma Ala Renovadora já tentava articular uma mudança no nome do clube pelo fato de ele já não ser uma associação exclusiva dos italianos. Entre 1940 e 1942, o Palestra utilizou seus últimos uniformes italianos e mudou radicalmente sua vestimenta ao adotar uma camisa verde com faixas horizontais em branco e vermelho escuro, cores que deram ao clube o apelido de tricolor.

Em 1942, a nacionalização do clube aconteceu graças ao Governo Brasileiro, que proibiu qualquer menção aos países inimigos durante a Segunda Guerra Mundial, sendo a Itália uma dessas nações.[99] Com isso, o time escolheu a cor azul com listras brancas na horizontal e o nome temporário de Ypiranga, em homenagem ao local onde foi proclamada a Independência do Brasil. Em outubro do mesmo ano, uma assembleia definiu que o clube passaria a se chamar Cruzeiro Esporte Clube, com camisa toda azul, golas e punhos brancos, calção branco e meias brancas, com a constelação do Cruzeiro do Sul, o maior símbolo da pátria brasileira, no peito.

Nos anos 50, a equipe lançou sua tradicional camisa branca, acompanhada de calção azul e meias brancas, para jogos noturnos, tática que beneficiaria a identificação dos jogadores nos acanhados – e pouco iluminados – estádios brasileiros da época. Em 1956, o clube inovou com uma camisa listrada na horizontal em azul e branco, utilizada poucas vezes, mas foi em 1959 que o Cruzeiro adotou a camisa totalmente azul apenas com as estrelas como escudo, padrão que inspirou fases douradas da equipe nos anos 60 e 70.

Os anos se passaram e poucas mudanças ocorreram no uniforme da Raposa, a não ser pela entrada de patrocinadores nos anos 80 e tradicionais camisas cheias de desenhos geométricos ou brilhantes nos anos 90, como a camisa azul cheia de detalhes utilizada entre 1992 e 1996, e a camisa branca com vários tons de azul feita pela Finta, em 1996. Em 1997, ano de mais uma Libertadores do clube, o azul ganhou mais estrelas espalhadas pelo uniforme e a volta das golas na cor branca. Em 1998, o clube começou a usar o escudo no lugar das estrelas no peito, algo que se tornaria padrão a partir dos anos 2000, época da Tríplice Coroa.

Desde então, o Cruzeiro segue tradicional e só deixa a inovação para os terceiros uniformes, que vez ou outra são na cor amarela ou verde.[100]

Material esportivo

O material esportivo do Cruzeiro já foi fornecido por diversas empresas. Abaixo encontra-se uma lista delas com seus respectivos anos.

Uniformes

Uniformes dos jogadores

  • 1º - Camisa azul, calção branco e meias brancas;
  • 2º - Camisa branca, calção azul e meias azuis;
  • 3º - Camisa prateada, calção azul-marinho e meias azuis-marinhos.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Alternativo

Uniformes dos goleiros

  • 1º - Camisa amarela, calção amarelo e meias amarelas;
  • 2º - Camisa cinza, calção cinza e meias cinzas;
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme

Uniformes de treino

  • Camisa azul, calção azul e meias azuis;
  • Camisa verde, calção azul e meias brancas.
  • Camisa branca, calção azul e meias brancas;
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Jogadores
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Goleiros
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
C. Técnica

Maiores artilheiros

Jogadores com mais gols

* Jogadores que fizeram mais de 55 gols

Goleadores
Pos. Atleta Gols Pos. Atleta Gols Pos. Atleta Gols
Tostão 245 Gol marcado 13º Nelinho 105 Gol marcado 25º Dirceu 72 Gol marcado
Dirceu Lopes 223 Gol marcado 14º Tostão II 97 Gol marcado 26º Hamilton 71 Gol marcado
Niginho 207 Gol marcado 15º Pelau 94 Gol marcado 27º Natal 71 Gol marcado
Bengala 168 Gol marcado 16º Sabu 90 Gol marcado 28º Seixas 65 Gol marcado
Ninão 167 Gol marcado 17º Cleison 87 Gol marcado 29º Alex 64 Gol marcado
Marcelo Ramos 162 Gol marcado 18º Guerino 86 Gol marcado 30º Elmo 64 Gol marcado
Palhinha 145 Gol marcado 19º Orlando Fantoni 84 Gol marcado 31º Roberto César 64 Gol marcado
Alcides Lemos 144 Gol marcado 20º Zé Carlos 83 Gol marcado 32º Carlinhos 60 Gol marcado
Joãozinho 118 Gol marcado 21º Abelardo 82 Gol marcado 33º Áureo 58 Gol marcado
10º Raimundinho 112 Gol marcado 22º Fábio Júnior 81 Gol marcado 34º Ronaldo 56 Gol marcado
11º Roberto Batata 110 Gol marcado 23º Mauro 79 Gol marcado 35º Edmar 55 Gol marcado
12º Evaldo 108 Gol marcado 24º Wellington Paulista 75 Gol marcado 36º Fred 55 Gol marcado
Jogadores que mais atuaram

* Jogadores que atuaram em mais de 245 jogos

Mais Jogos
Pos. Atleta Jogos Pos. Atleta Jogos Pos. Atleta Jogos Pos. Atleta Jogos
Fábio 788 16º Nelinho 411 31º Alcides Lemos 289 46º Neco 251
Zé Carlos 633 17º Pedro Paulo 405 32º Sabu 287 47º Célio Lúcio 249
Dirceu Lopes 610 18º Nonato 394 33º Roberto Batata 285 48º Bengala 248
Piazza 566 19º Douglas 391 34º Guerino 284 49º Natal 245
Raul 557 20º Tostão 383 35º Cleison 283
Eduardo 556 21º Geraldo II 368 36º Morais 283
Vanderlei 538 22º Marcelo Ramos 365 37º Édson 281
Joãozinho 485 23º Raimundinho 360 38º Léo 276
Palhinha 457 24º Hilton Oliveira 346 39º Geraldo I 276
10º Ademir 442 25º Eduardo 315 40º Luiz Fernando 273
11º Ricardinho 441 26º Dida 306 41º PC Borges 264
12º Henrique 433 27º Zezinho Figueroa 305 42º Cris 260
13º Adelino 430 28º Carlinhos Sabiá 302 43º Niginho 259
14º Vavá 428 29º Balu 299 44º Luís Cosme 257
15º Darci Menezes 427 30º Evaldo 294 45º Bené 253

Maiores treinadores

Treinadores
Pos. Treinador Jogos Pos. Treinador Jogos Pos. Treinador Jogos
Ilton Chaves 389 Ênio Andrade 187 11º Zezé Moreira 131
Levir Culpi 257 Orlando Fantoni 172 12º Bengala 126
Niginho 247 Adilson Batista 170 13º Vanderlei Luxemburgo 126
Matturio Fabbi 201 Marcelo Oliveira 169 14º Carlos Alberto Silva 121
Airton Moreira 191 10º Mano Menezes[2] 164 15º Gérson Santos 118

Presidentes

Estrutura

O complexo estrutural do clube é o maior e mais moderno de Minas Gerais e um dos mais modernos do Brasil e da América Latina. Com menos de cem anos de vida, o Cruzeiro dispõe de dois centros de treinamentos (um para os jogadores profissionais e um para as categorias de base), uma sede administrativa e os complexos esportivos (sede urbana e sede campestre).[102]

Toca da Raposa I

Entrada da Toca da Raposa I – Centro de treinamento utilizado pelas divisões de base do Cruzeiro.

Toca da Raposa I: Inaugurada na gestão de Felício Brandi, até 2002 servia como centro de treinamento da equipe profissional. Hoje em dia é dedicada exclusivamente às divisões de base. Construída em um terreno de 60 mil metros quadrados, a Toca I se tornou o primeiro centro de treinamento projetado para concentração de uma equipe de futebol no Brasil, em 1973.

A Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 1982 escolheu o CT para se preparar e se concentrar antes de embarcar para a Espanha, devido à sua modernidade e estrutura. A Toca da Raposa I é, há anos, referência de qualidade, tanto é que a estrutura foi utilizada para a preparação da Seleção Brasileira para as Copa do Mundo de 1982 e 1986.

O local de treinamentos para os jovens cruzeirenses conta com quatro campos de treinamento, sendo um de grama sintética, piscina, academia, departamentos médico, odontológico e de nutrição, escritórios administrativos, biblioteca, refeitório, auditório e sala de vídeo, alojamentos e vestiários, um moderno hotel para o programa de intercâmbios e uma escola com ensino fundamental e médio para viabilizar a formação educacional dos atletas.

Neste projeto de intercâmbio, delegações de vários países são recebidas na Toca I e participam do programa que oferece, além de acomodação e alimentação, o acompanhamento de uma equipe de profissionais que compartilham experiências através de práticas dinâmicas. Os atletas do exterior conhecem novas técnicas, participam de campeonatos e aprimoram o futebol.

Toca da Raposa II

Toca da Raposa II: Inaugurada em 2002, e direcionada exclusivamente para os jogadores profissionais, considerada como uma das mais modernas estruturas de futebol de todo o mundo. A área total da Toca II é de 83 mil metros quadrados, com 4,2 mil metros quadrados de espaço edificado. Neste espaço encontram-se quatro campos de treinamento todos com medidas oficiais, sendo dois com as dimensões do gramado do Mineirão.

Os atletas, Comissão Técnica e Diretoria têm a sua disposição, piscina térmica, quadra poliesportiva, solarium, restaurante, hotel com 26 apartamentos, salão de jogos, sala de cinema, escritórios administrativos, além de modernos departamentos de nutrição e médico, composto por consultórios de clínica geral, ortopedia, odontologia, fisioterapia, fisiologia e sala de raio X.

A Toca II já se tornou uma nova atração turística de Belo Horizonte. Um espaço constantemente visitado por cruzeirenses de todas as partes do país, além de apaixonados pelo futebol, que querem ver de perto a modernidade do Centro de Treinamentos do Cruzeiro Esporte Clube.

Sede Administrativa do Cruzeiro

A Sede Administrativa do Cruzeiro está localizada em um grande, moderno e funcional prédio, a poucos metros do Parque Esportivo do Barro Preto, e comporta importantes áreas para o funcionamento do Clube, como o departamento jurídico, marketing, comercial, tecnologia da informação, secretaria, administração, patrimônio e acervo, além da presidência, entre outros.

Inaugurada em 5 de agosto de 2003, a Sede Administrativa Presidente Zezé Perrella foi projetado pelo arquiteto Fernando Oliveira Graça tem linhas arrojadas e modernas, com revestimento em vidro azul laminado, espelhado, ajustado a uma torre de circulação vertical revestida em porcelanato branco. A área total é de 4,3 mil metros quadrados e a estrutura é dividida em oito andares. A sede destaca as cores oficiais do clube.

Parque Esportivo do Barro Preto

Clube-sede do Cruzeiro, em Belo Horizonte.

O Parque Esportivo Barro Preto foi inaugurado em 1985 durante a administração Benito Masci. Nasceu em um local histórico, o estádio Juscelino Kubitschek, onde no passado o Cruzeiro alcançou suas primeiras conquistas. Pela localização privilegiada, o número de associados foi aumentando durante os anos. Na administração Alvimar de Oliveira Costa, que se iniciou em 2003, o complexo passa por uma reforma para oferecer maior conforto aos frequentadores.

Com uma área superior a 11 mil metros quadrados, o Parque Esportivo conta com piscinas adultas e infantis, toboáguas, vestiários, quadras, campo de grama sintética, ginásio poliesportivo, salão de jogos e eventos, bares e restaurantes. A estrutura do Barro Preto também é a sede da escola de esportes, para crianças e também abriga o centro de treinamentos da equipe profissional Sada Cruzeiro Vôlei.

O Parque Esportivo do Barro Preto foi fundamental para o crescimento do Cruzeiro desde o momento de sua criação, na década de 1950, e até hoje oferece aos sócios uma excelente oportunidade de diversão na área central de Belo Horizonte.

Sede Pampulha

A Sede Pampulha do Cruzeiro é um completo complexo de diversão para atender o associado cruzeirense. Em uma área com mais de 60 mil metros quadrados, o clube oferece sete piscinas, sendo uma em padrão olímpico, toboágua, departamento médico e salva-vidas, parquinho com brinquedos para crianças, seis quadras de futebol e basquete, três quadras de vôlei, 14 quadras abertas de peteca e três cobertas, ginásio esportivo, salão de jogos, três campos de futebol society, campo de futebol com grama sintética, pista de cooper, saunas, bares, restaurantes, quiosques com churrasqueiras e equipes de apoio, salão de eventos e estacionamento para 250 carros. O associado conta, ainda, com um centro de recuperação física.

Além de ser uma garantia de bom entretenimento para os associados, a Sede Pampulha do Cruzeiro abriga importantes festas produzidas pelo Clube, como a tradicional "Una Notte in Itallia" e o "Churrascão do Cruzeiro", um dos principais eventos de música e gastronomia de Minas Gerais.

Confraria Celeste

Fundada no dia 10 de setembro 2017 para cruzeirense que gosta de um bom lugar para se reunir com os amigos tem à disposição a "Confraria Celeste".

O restaurante do Clube Cinco Estrelas é fruto de uma parceria com a SportFood Franchising e Licenciamento, uma empresa da Pluri Consultoria.

Situado na Praça Marília de Dirceu, um dos pontos mais tradicionais de Belo Horizonte, o espaço conta com uma decoração típica do Cruzeiro, com layout, ambiente e cardápio que remetem ao Clube. A Confraria Celeste oferece uma grande variedade de serviços e produtos gastronômicos, como almoço especial, cervejas artesanais, além de outros itens.

Ídolos

Alguns jogadores que se destacaram na história do clube:

 
Cruzeiro vs Atlético em 2007.

Rivalidades

Ver artigo principal: Cruzeiro x Atlético

Os principais rivais do Cruzeiro a nível estadual são o Atlético-MG, com quem disputa o Superclássico Mineiro, o América-MG, com quem disputa o Coelho versus Raposa, e o Villa Nova, com quem disputa o clássico Raposa versus Leão. A nível nacional são importantes os confrontos com o Palmeiras, Grêmio, São Paulo e Corinthians.

Recordes e façanhas históricas

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Se(c)ções de curiosidades são desencorajadas pelas políticas da Wikipédia.
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  • Único clube brasileiro a conquistar a Tríplice Coroa nacional, quando ganhou no mesmo ano de 2003, o Campeonato Estadual e as duas principais competições do país: a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro.
  • Primeiro clube mineiro a sagrar-se Campeão Brasileiro (1966), Bicampeão Brasileiro (2003), Tricampeão Brasileiro (2013) e Tetracampeão Brasileiro (2014) - O primeiro Campeão Brasileiro foi o Bahia em 1959, ao conquistar a primeira edição da Taça Brasil, torneio nacional reconhecido em dezembro de 2010 pela CBF como "Campeonato Brasileiro".
  • Único clube a derrotar todos os adversários, pelo menos uma vez no Campeonato Brasileiro. Tal façanha ocorreu no ano de 2013.
  • Juntamente com São Paulo, o Cruzeiro é o clube que conquistou o Campeonato Brasileiro com a maior antecipação da era dos pontos corridos. No ano de 2013, foi campeão com quatro rodadas de antecedência.
  • Juntamente com Palmeiras e Corinthians possui o recorde de vitórias em uma edição de pontos corridos com 20 participantes, ao todo foram 24 triunfos.[103]
  • Primeiro clube mineiro a sagrar-se Campeão da Taça Libertadores (1976) e Bicampeão (1997)
  • Primeiro clube Brasileiro a sagrar-se Bicampeão da Supercopa dos Campeões da América (1991)(1992)
  • Primeiro clube Brasileiro a sagrar-se Campeão da Copa Ouro (1995)
  • Primeiro clube Brasileiro a sagrar-se Campeão da Copa Master (1995)
  • Primeiro clube mineiro a sagrar-se Campeão da Recopa (1997)
  • Primeiro clube mineiro a sagrar-se Campeão, Bicampeão, Tricampeão, Tetracampeão e Pentacampeão da Copa do Brasil (1993/1996/2000/2003/2017)
  • Único time brasileiro a conquistar pelo menos um título por ano durante quinze anos consecutivos (1990-2004). Esta façanha até então só havia sido alcançada por grandes clubes europeus, como Real Madrid e Manchester United.
  • Primeiro clube a vencer o Campeonato Brasileiro de Futebol no modelo de pontos corridos e o único a atingir a marca de cem pontos, sendo assim o maior pontuador da história em uma edição.
  • Juntamente com Flamengo e São Paulo, o Cruzeiro é um dos três clubes que disputaram todas as edições do Campeonato Brasileiro na Série A.
  • É o quarto clube brasileiro que mais participou da Copa Libertadores da América, com 16 presenças, jamais sendo eliminado na fase de grupos.[104]
  • Maior média de público na história de um torneio na história do futebol: 73 mil pagantes por jogo na Supercopa de 1992.[carece de fontes?]
  • Segundo maior público de uma final de Taça Libertadores da América: 95 472 pessoas na partida contra o Sporting Cristal, em 1997. O recorde é a final entre São Paulo F.C 1 x 0 News Old Boys, com 105 185 pagantes em 1992.
  • Segundo maior público pagante numa final de Copa do Brasil: 85 841 pessoas na partida contra o São Paulo, em 2000, atrás apenas de Botafogo 0 a 0 Juventude, em 1999, que teve 101 581 presentes (90 217 pagantes).
  • Recorde absoluto de público presente em uma partida no Mineirão, 132 834 pessoas na partida contra o Villa Nova realizada em 22 de junho de 1997.
  • Em 1984 o Cruzeiro ficou com a posse definitiva da Taça Minas Gerais (instituída pela Federação Mineira em 1973) por tê-la conquistado três vezes consecutivas.
  • No dia 12 de outubro de 2009 o Cruzeiro completou 1.000 jogos pelo Campeonato Brasileiro da Série A, sendo o primeiro clube de Minas Gerais a conseguir tal façanha.
  • Melhor time brasileiro do século XX e o 4° melhor da América Latina de acordo com a Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol (IFFHS).[105][106]

Notas

  1. Em dezembro de 2010, a Confederação Brasileira de Futebol unificou a Taça Brasil, disputada de 1959 a 1968, e as edições de 1967 a 1970 do Torneio Roberto Gomes Pedrosa ao formato atual do Campeonato Brasileiro, iniciado em 1971.[9]

Referências

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  8. «O clássico: Atlético x Cruzeiro»  - FIFA, sem data
  9. «CBF anuncia oficialmente a unificação dos títulos de campeão brasileiro»  - O Globo, 22 de dezembro de 2010
  10. «Tríplice coroa completa cinco anos»  - Globoesporte, 30 de novembro de 2008
  11. http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Cruzeiro/0,,MUL1309641-9863,00-CRUZEIRO+E+ELEITO+O+MELHOR+TIME+BRASILEIRO+DO+SECULO+SEGUNDO+A+IFFHS.html
  12. «Internacional e Cruzeiro são os maiores campeões absolutos do Brasil»  - Placar, 2 de abril de 2015
  13. «Com triunfo sobre River, Cruzeiro se isola como recordista brasileiro em vitórias na Libertadores»  - Superesportes, 22 de maio de 2015
  14. «Cruzeiro cai para terceira colocação do Ranking Nacional de Clubes»  - Globoesporte, 08 de dezembro de 2015
  15. Ranking histórico: Campeonato Brasileiro
  16. [1] A LUCTA DOS TITANS A invenção da rivalidade entre Clube Atlético Mineiro e a Sociedade Sportiva Palestra Itália: 1921 - 1942 - Consultado em 15 de Junho de 2017.
  17. [2] “O clássico dos clássicos” das alterosas mineiras:a invenção da rivalidade futebolística entre Athletico e Palestra - Consultado em 22 de Junho de 2017.
  18. «Lei nº 9.590/2008»  Câmara Municipal de Belo Horizonte. Página visitada em 29 de dezembro de 2013.
  19. «Projeto de Lei nº 1.594/2008» (PDF)  Câmara Municipal de Belo Horizonte. Página visitada em 8 de janeiro de 2010.
  20. «Alverto Rodrigues»  Câmara Municipal de Belo Horizonte. Página visitada em 8 de janeiro de 2010.
  21. «Com polêmica e sem gols: em novo empate, Cruzeiro é campeão estadual invicto e impede tri do Atlético-MG»  - ESPN, 14 de abril de 2014
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